Vulcão
Não quero a calmaria,
pois pertenço a tempestade,
pertenço ao vulcão,
quero correr em liberdade,
o mais distante das águas frias,
nelas não cabem minha intensidade,
carrego comigo o trovão,
o caos e a calamidade,
meu suspiro é furacão,
que os oceanos sejam eletricidade.
E que eu nunca seja terra;
que minhas cidades continuem em guerra
para que eu possa me encontrar,
que eu nunca seja a serra,
as arvores não quero derrubar,
que eu seja pássaro,
que eu seja voo,
que eu seja tão livre
que do passado possa me libertar.
tem amores que são como vulcão em erupção explodem de dentro para fora tão rápido e intenso que são notados a distância mas depois esfriam e endurecem
Que as flores nasçam sob o vulcão,
que os tornados incendeiem o gramado,
que a tempestade se choque com a erupção
e um novo ciclo possa ser iniciado.
Que meus pés se afastem do chão
até que o solo seja renovado
e quando novamente houver essa união,
que seja ponto de impulso para retornar ao tornado;
e que a terra nunca me prenda,
pois sou cavalo alado,
que as feridas não façam que eu me renda
mesmo estando tão desesperado,
e que aquele que me atormenta
acabe por se tornar o maior de meus aprendizados.
Sinto o fogo que queima, arde...
sinto,
a explosão de vulcão que há.
Sinto:
coração domina.
Como alguém já escreveu:
" quem domina uma paixão é capaz de dominar o mundo"
você é cérebro,
você é capaz !
Outro dia me disseram que a minha maior falha era ser intensa como um vulcão. Que eu não sei encontrar o equilíbrio nas coisas. Parei pra pensar e constatei que isso é algo que eu não devo mudar em mim, unicamente porque existe uma diferença relevante entre não saber nivelar as coisas e não saber dar entonação na vida, sobretudo no amor. Eu não sou falha, eu sou intensa. E nem todo mundo está preparado para um amor que te consome como fogo. Não nasci pra viver de meio-termo. E isso me lembrou você. Me lembrou a gente. Hoje eu vejo o quanto o nosso amor foi real, por mais que a nossa história não tenha seguido o roteiro que a gente planejou. Você era como eu, não sabia ser “mais ou menos”. Com você era tudo ou era nada. Era fogo ou era gelo. Você quem me apresentou o famoso amor desenfreado, dosado de uma paixão sem limites. Não conhecíamos o sabor do “mais ou menos”. Éramos intensos em tudo. Éramos fogo o tempo todo. Nas palavras duras, nas declarações, no ciúme, nas discussões, nas brigas extremamente dramáticas, mas principalmente nos beijos. Você não tinha medo de nada e isso fazia com que eu me sentisse segura contigo, afinal não havia nada que você não enfrentasse pra me guardar. Será que ainda lembra daquele alvorecer em que nos beijamos na rua, sob o brilho intenso daquela lua de setembro? Você segurou forte o meu cabelo e me prendeu no seu abraço, enquanto fazia-me sentir como uma criminosa por fugir de casa no meio da noite, só pra encontrar a tua boca. Sabe… Eu não me arrependo de ser assim. E também não tenho culpa se não encontrei alguém que soubesse amar tão intensamente como você me amou. Também duvido que você tenha encontrado. Agora eu entendo porquê os mais velhos dizem que amor na vida só existe um. Na minha só existiu você.
Eu sinto muito por você Sentir pouco ,
E ter um coração vazio.
Meu sentir e feito lava de vulcão
Não sabe ser frio .
Se me importo todos dias,
E não canso de amar...
Que me perdoe a ironia ,
Mais saudades vou deixar.
Minha epiderme é sensível ,
E por dentro é o mesmo ambiente.
Sou cheia como maremoto ,
Despertando ,vou fluindo, arrancando tudo pelo frente .
(Sinto-Thais )
Quando eu realmente percebo a falta de horizontes dentro da mente e da alma humana, o meu vulcão se transforma em iceberg, e sai a navegar por aí...
SUPREMO
Deus mantém as lavas presas
Nas estranhas do vulcão
na câmara magmática,
em incandescente ebulição,
a 1.000 graus
sob seus domínios,
retém a fúria do tornado, acalmando-o
nos mais de 610km/h, sim o Altíssimo faz
Ao seu comando,
Jeová serenou a tsunami do Alasca,
a vaga de 524metros de pico
De velocidade de 107.280km/h, o Halley,
O Pai fê-lo viajar no espaço sob suas ordens
O mesmo Supremo que retém o magma no interior da terra,
acalma o furor dos ventos,
aplaina a vaga gigante,
circunda os cometas,
é o mesmo Deus que acaricia as pétalas das rosas.
Eu sou assim, meio in meio ão,
Meio ar, meio chão,
Meio fogo, meio Vulcão...
Sou luz,
sou escuridåo
Sou ponto de interrogação,
E vc meu amigo,
nao tente decifrar-me,
Vais falhar na sua missão.
So restará a mim,
devorar-te!
Tentando ser madura: são tentativas de barrar meus devaneios, minhas loucuras...
sempre fui vulcão, explosão...sempre me despi, escancarei coração.
Tentando !.
O amor...
Se explode em mim como um vulcão em erupção...
Arde como brasa...
E ao mesmo tempo suave como a brisa...
E simbolicamente eternizado pelos grandes e apaixonados seresteiros do amor.
O vulcão antes de entrar em erupção, aquece, aquece, aquece ao ponto de explodir, jogando tudo para o ar, suas lavas descem destruindo tudo e todos, tudo que encosta vira cinzas...
Após todo os estragos ele adormece, mas os estragos demoram para se recompor...
Assim somos nós, aquecemos nossos pensamentos, aquecemos nossos sentimentos e quando menos se espera, explodimos, jogamos tudo para o ar, nossas lavas, chamadas palavras, que queimam esperanças, ferem sentimentos...
Depois de toda raiva, adormecemos e esquecemos dos atos que cometemos sem pensar, mas os estragos estão acordados em quanto dormimos.
Tão frio quanto o Alasca, ou quente como vulcão, são as coisas que perturbam a mente de um irmão, quem é herói? Quem é vilão? Quem abre ou quem rouba um coração?
