Vozes
Em Agosto
Ouço as vozes que cantam
E em silêncio elas derramam
Lágrimas quentes pela manhã
Por horas é o para sempre
E por horas penso em te ver
Simplesmente para abrir a boca e falar
Em agosto eu toquei os céus
Com as mãos em chamas
Voltei de um dia claro e frio
Quando se vive a verdade
Belas palavras são só palavras
No fundo de um precipício
É o que eu sinto antes de tudo
Amor, paixão ou o que tiver que ser
Realidade é a cor dos meus sonhos
Diga o que tiver a dizer
Quando estamos juntos
Atenção é o seu sobrenome
Aonde cada suspiro é um poema completo
Respiramos como recém-nascidos
Assobiamos como pássaros
No laço dos seus braços
Diga que ainda vai me proteger
Quando o dia tiver partido
Nos olhos me perco
No perfume me enveneno
Em tudo e em todas as coisas em que te vejo
Uma raiva negra surge num momento em que, na França, algumas vozes querem nos persuadir de que o racista se torna um "resistente", um "corajoso" diante de um pensamento único.
Quando o muro balança e o tijolo dança, ele explode com voz e trás a tona outras vozes , a do castigo o da vergonha e o da vítima , o ferido mora na esquina , o envergonhado sabe que medo não existe , mas o castigo era amor de bateria..,
Vozes em minha mente
Na minha mente,escuto vozes,vozes que as vezes não consigo controlar.
Vozes que estão aqui dentro,por vários anos tentando me controlar e me dizer o que devo ou não fazer.
Essas vozes fazem parte de mim,no início era insuportável,não conseguia controla-las,as vezes pensava em desistir e apenas ouvi-las.
Hoje não são mais elas que me controlam,elas não conseguem chegar nem perto disso.
Essas vozes fazem parte de mim,como eu disse antes,e por elas fazerem parte de mim todos os dias,aprendi como controla-las e usar elas para conseguir os meus objetivos.
Tive que fazer amizade com os meus demônios para focar e ir atrás do meus objetivos,até agora,só obtive sucesso.
Acho que as vozes da minha cabeça não querem meu bem. Eu daria um tiro na minha cabeça, pro meu próprio bem.
É preciso que vozes negras falem pelos negros em nome dos negros da cultura negra e conte sua própria história.
Ouves muitas vezes vozes, mas essas vozes não te ouvem. Carrega um saco de riqueza contigo e todos te ouvirão.
O casamento é como a lotaria, nunca sabemos quando acertamos.
Deixar de sentir o prazer de viver, vivemos já mortos.
A vida é um contrato a prazo com a natureza e nunca é renovável.
Nesta hora morta, onde as vozes caladas, os espíritos sussurrando e os pensamentos gritando; Penso eu: Meu caráter, minha fé ou minha sanidade?
"Quando vozes incríveis são direcionada a um Governante. Quando o reconhecimento de um povo é a MÁXIMA . Quando os anos de opressão foram equilibrados com o grande trabalho de um dirigente com REAIS conecções. Aí sim mostra-se-a que é de fato eleito pelo povo e para o povo. Neste rincão latino regido por uma governança de caráter dúbio muito terá de evoluir para chegar a tal honraria . Difícil sera, pois ainda está a flamejar nossa bandeira a "meio mastro".
31/05/2019
Wagner Alberici
E a cada dia que passa, mais me convenço que não pertenço a este mundo de mil vozes.
Preciso partir ...partir como as aves para lá do infinito.
Partir sem destino ...
Partir mesmo que seja apenas e só em ...SONHO!
Dentro da minha alma ainda ferida, guardo as vozes e as lembranças de quem tenho saudades, para recordá-las enquanto meu coração fica em silêncio !
De vez em quando há vozes e risos,
De vez em quando há silêncios momentâneos
E em certos dias há silêncios profundos,
O subjetivo que caracterizam você nada mais é do que a foça daqueles que te atribuíram.
Há pessoas que esperam acertos e esquecem dos próprios erros. Vou levando a minha vida assim no caos destes sentimentos, deixando do lado de dentro das portas fechadas o meu próprio avesso.
Precisamos trazer nossas vozes para reconstruir. Eu falo que me interessa a fissura. E acho que estamos nesse momento de fissura. Kintsugi, a arte japonesa, é uma metáfora de onde eu quero trabalhar, sobre o que eu quero falar. Quando a cerâmica quebra, eles fazem uma mistura de laca com pó de outro e colam aquilo, deixando muito visível que a colagem aconteceu. Esse, para mim, é o papel do artista contemporâneo. É aquele que cola, liga, mas não faz desaparecer. Permanece ali como incômodo, com trauma, como relevo. Ele não se incorpora ao tecido mais. Na verdade ele é a marca de que aquelas rupturas aconteceram.
Ecos do Meu Ego
Ouço vozes, não nego
Mas não são vozes do além
São ecos do meu ego
Do meu id, superego
E de toda alquimia
Que existe em meu corpo
Viu? Não estou louco
Estou ciente de que existe
Não só um pouco
Mas muita gente
Falando dentro de mim
Segundo a ciência
Toda gente é assim
Mas ó:
A alma não é uma só?
Então por que este nó cego
No meu ego?
Por que o que sinto no peito
Embaralha na mente
E o que penso a respeito
O peito mente que sente?
É muita informação
São muitos dados
Máquina nenhuma
Tem algoritmo tão sofisticado
É tristeza ou é só sono?
Liberdade ou abandono?
Exercício, meditação
Qual remédio pra depressão?
E a felicidade:
É saciedade?
Vem com a idade?
Tem validade?
Como realizar meu desejo
Se quero tudo que vejo?
Como morder a maçã
Sem que a serpente se torne vilã?
Hã?!
Alguém disse meu nome?
Ou é só o estômago
Incomodado com a fome?
Difícil saber o que sentir
Mas é melhor que sentir nada
A sensação do todo
É o objetivo da jornada
Observo, absorvo
E quando encontro não me apego
Ouço vozes, não nego
Pior cego é aquele
Que não quer ouvir o ego
Meu crânio ressoa com as vozes em minha cabeça.
Minha carne sangra devido aqueles que me julgam.
Mas meu coração pulsa por quem sabe que eu apenas sou diferente.
