Vovo Vou Sentir sua falta

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⁠⁠A terra fica profundamente entristecida com a sua partida, mas com a esperança de vê-la laureada no céu!
Vá em paz!

Amado Filho!


A sua existência é a prova mais viva de que Deus opera milagres imensuráveis no nosso cotidiano.


Cada ano de sua vida é um novo capítulo de uma história que eu jamais imaginaria escrever, mas que me preenche de um amor que transcende o tempo e a finitude cobrada pela vida terrena.


A sua chegada foi como o raiar de um sol que afugentou as minhas sombras, e a sua presença é a âncora que me mantém firme até nas mais tempestuosas marés.


Agradeço sempre a Deus por ter me dado a graça de ser seu pai, por ter a oportunidade de vê-lo crescer e ser o "Homem da minha vida".


A sua bondade, força e capacidade de me salvar até de mim mesmo — são dons preciosos que eu guardo no coração.


Que a Santíssima Trindade — Pai, Filho e Espírito Santo — continue a iluminar o seu caminho, derramando sobre você toda sorte de bênçãos, saúde, paz, alegria e amor.


Meu filho, a vida pode ser finita, mas o meu amor por você é infinito.


E a cada novo ano, a certeza desse sentimento só cresce.


Repito, com o coração transbordando de gratidão: te amo, filhão!


Feliz aniversário!


Com todo o amor e carinho embrulhado na certeza de não ser o melhor pai do mundo, mas ornado em laços de certeza de ser agraciado com o melhor filho que eu poderia ter.

⁠Só está faltando isso aqui, para eu entrar na fila dos mal-educados e ir tomar café na sua casa, sem nem te avisar.

⁠Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras, a sua liberdade termina onde a minha paz começa.


A Limitação Cognitiva e a Ditadura do Volume


Talvez esperar bom gosto de quem não tem bom senso seja mais um distúrbio: pura limitação cognitiva.


Porque não se trata apenas de preferência musical, mas da incapacidade de compreender que o mundo não é uma extensão do próprio quarto ou da sala, nem um palco particular onde todos são obrigados a assistir ao mesmo espetáculo.


Não dá para esperar um bom repertório escolhido por puro capricho, antes de tudo, para invadir.


O som que atravessa muros, janelas e a paciência alheia deixa de ser expressão cultural para se tornar imposição.


E toda imposição é, em essência, uma forma preguiçosa de poder: a de quem não argumenta, não dialoga, apenas aumenta o volume.


É verdade que o bom gosto é muito subjetivo.


O que agrada a uns pode ser insuportável a outros.


Mas o desrespeito ao bem-estar alheio não é questão de opinião; é um problema concreto de convivência, de civilidade mínima, de noção básica de que o outro existe e importa.


Confundir liberdade com licença para incomodar é um erro muito comum — e perigosamente aceito.


Mas qualquer imbecil funcional deveria ao menos perceber que, num mundo com mais de oito bilhões de pessoas, é impossível escolher vizinhos por afinidade musical ou paixão por ruídos.


Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras.


Exige entender que o direito de fazer barulho termina exatamente onde começa o direito do outro de ter paz.


No fim, o problema não é o volume do som, o estilo musical ou a caixa potente…


É a ausência de empatia caprichosamente amplificada.


E quando o bom senso é desligado, não há playlist que salve a convivência.


Que Deus nos livre dos que confundem alegria com euforia e liberdade com licença para nos incomodar.

O mundo dos que tiveram a graça da convivência fica profundamente entristecido com a sua partida, mas com a esperança de vê-la (o) laureada (o) no céu!


Vá em paz!⁠


Hoje o mundo amanhece mais silencioso…


Há partidas que não fazem barulho — mas desorganizam o coração dos que ficam.


Fica a saudade que aperta, a memória que visita e revisita sem pedir licença, o riso que ecoa nos cantos da casa e até da alma.


Fica a ausência física… mas também fica tudo aquilo que foi semeado: gestos, palavras, exemplos, afetos…


E isso, não há tempo que possa recolher.


A dor da despedida é o preço inevitável do privilégio de ter convivido.


Só sente profundamente quem amou verdadeiramente.


Entristece-nos a partida, mas consola-nos a esperança.


A esperança de que todo bem vivido não se perde, de que todo amor verdadeiro encontra eternidade, de que a história não termina no adeus.


Que vá em paz!


E que, entre lágrimas e lembranças, possamos sustentar no peito a fé de que a sua trajetória aqui foi apenas o início de algo muito maior — e que um dia o reencontro transformará a enorme saudade em abraço.


Até breve!⁠

⁠Qualquer Deslize estando sob o escrutínio popular é muito perigoso, não porque o povo em sua maioria se considere infalível, mas por quase sempre não admitir a livre concorrência.


Vivemos um tempo bastante curioso — e, de certo modo, muito contraditório.


Nunca se falou tanto em liberdade de expressão, e, ao mesmo tempo, nunca se viu tanta vigilância sobre o que é dito, pensado ou sentido.


A praça pública deixou de ser um espaço de encontro para se tornar um tribunal permanente, onde cada palavra pode ser retirada de contexto, amplificada e transformada em sentença.


O problema não está apenas no erro — errar é inerente à condição humana —, mas na forma como lidamos com ele.


Há uma espécie de monopólio moral em disputa, como se apenas alguns poucos estivessem autorizados a falhar, rever, aprender e seguir adiante.


Aos demais, resta apenas a condenação imediata, quase sempre desproporcional, quase nunca reflexiva.


Talvez o que mais assuste não seja a crítica em si, que é necessária e saudável, mas a ausência de espaço para o contraditório honesto.


Não se trata mais de dialogar, mas de vencer; não de compreender, mas de expor; não de construir, mas de demolir.


A intolerância moderna não grita — ela aponta, rotula e descarta.


E assim, pouco a pouco, vamos nos tornando mais cautelosos, menos autênticos, mais silenciosos…


Não por falta de ideias, mas por medo das consequências.


O pensamento deixa de ser livre não quando é proibido, mas quando se torna perigoso demais exercê-lo.


Talvez seja hora de reaprender algo simples e profundamente humano: ninguém é definitivo.


Somos todos versões em construção, sujeitos a revisões, quedas e recomeços.


Admitir isso não nos torna frágeis — nos torna possíveis.


Porque, no fim das contas, uma sociedade que não tolera o erro também não sabe reconhecer o acerto.


E sem essa medida, tudo se perde: o senso, o equilíbrio e, sobretudo, a própria humanidade.

⁠Talvez, se tivéssemos nos interessado pela política antes da sua influencerização, não teríamos alugado nossas cabeças.


Porque, no fundo, o que se vê hoje não é exatamente o engajamento genuíno — é terceirização de consciência.


A política, que deveria ser um exercício coletivo de responsabilidade, virou um palco de performance onde argumentos disputam espaço com slogans e convicções são moldadas por algoritmos.


Em vez de cidadãos conscientes, formam-se plateias.


Em vez de reflexão — pura e apaixonada repetição.


As redes sociais nos deram voz, mas também nos ofereceram um atalho muito perigoso: o conforto de pensar através de outros.


Seguimos, curtimos e compartilhamos não necessariamente o que entendemos, mas o que nos representa superficialmente.


E, nesse processo, passamos a defender narrativas como quem defende times — com muita paixão, mas sem nenhuma revisão.


Talvez o problema não seja termos opiniões, mas a forma como as adquirimos.


Quando a política se transforma em conteúdo, ela precisa entreter para sobreviver.


E o que entretém raramente é o que aprofunda.


Assim, nuances se perdem, complexidades são simplificadas e qualquer tentativa de diálogo vira confronto.


Mas há uma possibilidade ignorada nesse cenário: utilizar as mesmas redes não para amplificar vozes alheias, mas para construir as nossas.


Defender agendas próprias, baseadas em experiências reais, em escuta ativa, em dúvidas legítimas.


Não agendas prontas, embaladas e distribuídas como produtos…


Recuperar o interesse pela política talvez não signifique consumir mais dela, mas se responsabilizar por ela.


Questionar antes de compartilhar.


Entender antes de reagir.


Discordar sem demonizar e desumanizar.


E, principalmente, reconhecer que pensar dá trabalho — e que terceirizar esse trabalho tem um custo alto demais.


No fim, alugar a cabeça é sempre mais fácil.


Difícil é habitá-la.

“Feliz Domingo abençoado pra você. Que Deus encha sua vida de alegria, e esvazie os momentos de tristezas.”

—By Coelhinha

"A decisão de receber a sua benção está em suas mãos. Basta perseverar na sua fé em Deus, mesmo quando estiver debilitado, fraco, descrente sem ter esperanças. É nesta hora que Deus te mostra que não depende só de você mais esta luta, que a causa agora é dEle. É com Ele que virá sua vitória e todos saberão que você é um escolhido, que foi agraciado por depositar seus sonhos no altar do Senhor. " #profético

—By Coelhinha

"Não fique ai parado esperando...se Deus pode ou não pode fazer um MILAGRE na sua vida.
Ele pode qualquer coisa. Quem tem que demonstrar se PODE Deus confiar na sua fidelidade em acreditar e depositar sua fé somente nEle é você. Este Deus soberano PODE tudo."

─By Coelhinha

"Seja firme com Deus! Pois a sua vitória virá quando os teus inimigos pensarem que você foi derrotada(o) e Deus através de ti; mostrará o quanto o PODER é maior, quando sua luta é grande."

—By Coelhinha

"Ainda que eu não mereça. Sua graça me alcança."

─By Coelhinha

Liberte sua vida do que te faz mal e tenha uma semaninha abençoada com Deus.

Se sua fé não consegue alcançar a graça do que Deus é capaz de fazer por você, então de nada está valendo exercer seu uso.

"Não deve se revoltar com Deus por causa da sua perda, alegre-se com teu próximo ter ganhado algo de Deus através de ti. Você não veio para receber, você veio para doar."

—By Coelhinha

"Entenda: Deus antes de cumprir as promessas na sua vida Ele cria relacionamento. Assim foi quando Moisés criou intimidade com Deus no Deserto, José do Egito na prisão, Jacó na peleja com o anjo, Abraão no sacrificio com seu filho Isaac, Jó na solidão, Daniel na Cova dos Leões… assim será Deus com você nesta tua peleja(luta)."

⏩INTIMIDADE é você conhecer tão bem alguém que antes dela agir você já sabe o que ela faria.

—By Coelhinha

"Não deixe que as injustiças dos demais influencie na sua forma de responder a este mal. A maldade dos outros jamais deve justificar você de atuar igual . Seja justo sempre!"

—By Coelhinha

⁠"UMA COISA PRIMORDIAL NA MINHA VIDA EU APRENDI: Nunca dê sua atenção (MORAL) para quem não quer e muito menos contar sua vida para quem não interessa saber suas dores mais na hora do milagre, na hora da benção está ai e quer que você comparta. SAIBA SER SELETIVO."

⁠—By Coelhinha

"Se a felicidade bater na sua porta?Abra e convide ela para bailar."


—By Coelhinha

"Que este novo mês te aproxime de seus objetivos e preencha sua vida de alegria. Abrace o novo mês com um coração aberto e uma mente positiva. Desejo a você um mês cheio de amor, risos e infinitas possibilidades. Deixe o passado para trás e entre no novo mês com esperança e coragem."


—By Coelhinha