Vovo Vou Sentir sua falta
Ainda persistem a falta de centros de cultura no Estado do Rio de Janeiro. A exemplo disto podemos citar, da cultura do carnaval, da cultura do folclore
fluminense e da cultura indígena dos tamoios e tupi e seus diversos desdobramentos que conviveram com a sociedade carioca desde sua fundação.
Na escassez dos princípios civilizatórios, na falta da ética e da moral, a lei deve chegar de forma avassaladora, onde o bom senso, não chega.
O maior perigo na educação contemporânea está na falta da disciplina para os estudantes, na desinformação dos professores, no abandono do acompanhamento de hábitos vivenciais, na falta de compromisso com a movimentação comunitária e na falsa e bem mais fácil liberdade sem imposição de limites responsáveis e aceitáveis.
Na maioria das vezes por falta de cultura e de educação entre os mais jovens o celular com a telefonia móvel e a conexão digital entre as redes, alivia de forma errada e equivocada as dores pessoais, familiares, comportamentais e sociais de uma vida vazia, não assistida devidamente pelo Estado e sem grandes oportunidades e futuros propósitos.
A falta das politicas publicas educacionais e culturais efetivas geradoras de bons sonhos existenciais a médio prazo e a crescente escassez de oportunidades profissionais, incentiva de forma injusta e equivocada a falsa felicidade e realização pessoal de vida, para as meninas pela maternidade precoce. São elas esquecidas órfãs sociais em um papel despreparado de irmãs-mães, cada vez mais cedo que dificilmente conseguem dar prosseguimento de vida. O agravamento desta situação, não para por aqui pois em poucos anos e muito mais desesperador, pela invisibilidade de uma crescente população geração abandonada de meninas mães e filhos sem pai, via o fomento culposo institucional de ausência politicas preventivas e de programas educacionais da maquina publica, contraporá uma mão de obra cada vez mais barata, farta e fácil, desqualificando a virtude da vida para toda uma sedenta marginalidade crescente e cada vez mais dominante, aliciadora e impositora de uma falsa felicidade efêmera e imediatista de consumo fácil, tão presente nos grandes bolsões de miséria urbana nas periferias sombrias das grandes cidades deste nosso tempo.
Sou tão pouco de mim o quanto poderia ser.Sou tão pouco em mim na falta do nós, eu e você. A solidão transborda mas fica na borda pois nunca conhecerá
o coração do grande oceano, o mar, parte do verbo amar.
É como a luz da penumbra que julga se erroneamente satisfeita
sem ao menos dar lhe a chance de conhecer o dia.
É o tênue olhar para os lugares distantes e não perceber que só caminha
se pelas águas ligeiro em pares,nem que seja por uma mão e um remo.
Enfim esparramar se aquoso e cultivar se sereno no mágico frescor
de ser, se perder e continuar ser.
Pois viver em pares é a justa posição e a transposição de fazer parte
que por demérito algum completa se e não mais se baste no equivoco
desgaste involuntário de se preservar e não mais sofrer.
Mas a solidão não fortalece em nada pelo contrário sensibiliza por muito
pouco. O ser solitário fica mais exposto aos fracos sentimentos, irreais e
não verdadeiros é uma falsa cura e o antigo e amargo remédio,
de só ser, nada cura, casta nos da gula e desapropria nos da
possibilidade de conhecermos ao menos uma vez a explosiva paixão
A reconhecida capital mundial do samba, a cidade do Rio de Janeiro por falta de politicas culturais de verdade vai constituir em pouco tempo o declínio e a descontinuidade da festa e do entretenimento do carnaval.
Diante da falta capacitação de conhecimento, de entendimento e consumo fácil de uma plateia heterogenia para entender o sentido e o objetivo do novo, a nossa esfera criativa atrofia e retrocede a sucessos passados, onde o brilhantismo não corre risco de ser mau interpretado pois recontamos historias felizes com uma nova roupagem de tristeza insólita, que não será percebida e nem terá sentido como tão bem fez por seu exato sentido, da vida no passado.
Hoje, de bons de briga o mundo está cheio. O que falta é quem seja abrigo, acolha as diferenças, cure as feridas e busque ser compreensivo por amor.
O baixo nível cultural e a falta de estudo geral do povo brasileiro tende a cristianizar a filosofia maçônica e a ciência espirita.
A falta do sincero perdão a toda injustiça no espirito, cativa a vida plena em liberdade, atormenta e gera pouco a pouco dores, sofrimentos, imperfeições e disfunções crônicas, incuráveis no corpo físico, onde habita a imperfeita alma.
Por falta de uma fiscalização especializada o trafico e o contrabando da biodiversidade amazônica, a vários governos, ainda é um crime bem mais rendoso e dificilmente seus responsáveis na lei, tipificados.
A falta de valor das pequenas conquistas verdadeiras, fomentam os abismos da insatisfação e os desesperos frente as camuflagens das aparências e todo mega mundo midiático de sucesso imaginário.
As ideias são balões que precisam de ser enchidos com sentimentos. Doutro modo falta-lhes a fibra que as liga à terra e somos levados nelas.
Na armadilha do legalismo muitos se tornam vítimas
por falta de conhecimento das Escrituras Sagradas.
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