Vovô e Vovó
Pombal assim nos dá
a felicidade que nos adorna
foi na terra de maringá
de vovô Luiz Barbosa.
E saudando a vida
esbanjando sorrisos e amor
recordo-me de Valdecira
na Budega de vovô
E sentada no recanto
espreitando as idas e vindas
está vovó Belarmina
nossa mãe de acalanto.
Pelas ruas de Pombal há esperas
que encontro na imensidão
o amor de Dona Vera
que preenche meu coração
Os olhos e o coração
Um belo dia, uma doce garotinha perguntara ao seu avô:
- Vovô, por qual motivo sentimos vontade de chorar?
O senhor, atento à pequena, prontamente respondeu:
- Contar-lhe-ei uma história.
Certa vez, o coração, tão tímido e apaixonado pelos cristalinos e profundos olhos de sua amada, diante de seu amor impossível, prometeu-a que mesmo não podendo tê-la, estaria sempre presente e que ela o sentiria, mesmo sem poder tocá-la.
Ocorre que fruto dessa paixão, o coração enchia-se como a vastidão do mar.
Gota por gota, a cada suspiro de amor, aumentava lentamente.
Quando não suportando de paixão, transbordava, escorrendo pelos olhos e percorrendo o rosto de sua amante.
Pediu-a que toda vez que sua face encher-es de lágrimas, lembrar-se-ia que esse era o presente mais vívido e constante de seu amor e que logo após, sentiria o alívio de seu amor, aliviaria seus sentimentos.
Diante da história contada pelo avô, a garotinha respondeu:
- Então as lágrimas não são tristes vovô?
- Nem todas. Elas são a expressão da maior qualidade humana, a de sentir.
E devido à paixão do coração pela sua amada, alivia-nos constantemente diante de qualquer sentimento através das lágrimas.
- Incrível vovô! O Coração sim soubera presentear sua amada. Aliviava seus sentimentos através do seu amor, refrescava sua alma tal como o mar nos refresca no calor.
- Certo meu bem! O amor é assim mesmo, imenso e vasto. Quando não cabe no coração, transborda pelos olhos e logo após nos alivia!
- Obrigado vovô!
- Lembra-se pequena, quando sentir-se triste e seus sentimentos transbordarem por através de seus olhos, não esqueça do presente que o coração deu a sua amada! Ele encheu-se de amor para aquecer a frieza da tristeza, refrescar o calor da emoção a ternura da felicidade e aliviar o amargor da emoção!
As lágrimas são um remédio renovador, capaz de encher nosso ser com a oportunidade de recomeçar mais leves!
dia de chuva na casa da vovó
to na varando vendo o mato se alegrar
até as flores tão cantando de alegria
e eu cantando para os males afastar
sigo sorrindo sem medo do amanha
em poucas palavras tento mostrar
que a paz só depende de você
basta querer crer para a paz ficar
as vezes eu me embolo e me perco
só as vezes consigo me concentrar
pra escrever algo de útil
e o mundo ajudar
levo a paz na palavra e na música
meu coração de amor vai transbordar
mesmo que eu chore será de alegria
basta querer crer para a paz ficar
06-02-15
26 de julho - Dia da vovó
Quando todas as desculpas por você não ter feito dieta falharem, tente essa: acabei de voltar da casa da vovó! É infalível!
AO VOVÔ
Lembrança forte
Presente e pulsante
Cheiro sertanejo
Camisa de linho branco
Cor igual ao seu cabelo.
Sorriso guardado,
Olhos azuis, pensamento distante...
Sem mais, meu avô,
Chicó do Retiro
Deixou uma marca registrada
A identidade que carrego.
Ser forte, é ser nordestino.
Clécia Santos
A casa da Vovó
A casa da vovó era tão grande, lá eu me sentia Latifundiário em vinte metros quadrados, lá eu subia no muro que parecia o de Berlim , lá eu subia nas Goiabeiras, nas pitangueiras e não tinha medo de subir, de cair, de sussuarana e nem tão pouco de perder a hora do almoço porque eu sabia que meu anjo envelhecido ali estava para me lembrar ,carinhosamente , que meu prato preferido estava na mesa.
A casa da vovó era tão grande , lá , no quintal, tinha uma enorme pedra, que hoje, diante de meus olhos nem tão grande era assim!
Lá às formigas eram gigantes, as flores mais coloridas , o suco mais doce e os biscoitos mais crocantes. Lá tudo ficava gostoso, até a couve que mamãe fazia e pedia pra vovó colocar em meu prato. Lá verdura era carne tenra.
A casa da vovó era meu itinerário preferido e ela a guia turística mais fantástica que eu já conheci .Meu passeio preferido, meu colo preferido, meu abraço mais quente e meu sim constante.
A casa da vovó era tão grande e se tornava maior por tanto carinho, tanta generosidade, tanto amor. Não cabia em suas intenções tanto carinho, expresso em apenas um olhar, um aconchego ou um sabonete e um talco quando ela ,de mãos dadas comigo, íamos receber sua pensão.
Assim a casa da vovó era uma mansão , tamanhos cantos que tinha, tamanha a vontade de agradar, tamanho o tamanho daquele envelhecido coração.
A casa da vovó, a casa da vovó era minha esperança de crescer , crescer e encontrá-la , envolver meus bracos pequeninos em seus bracos envelhecidos, ou o contrário ou ,simplesmente falar baixinho:
-Vó pede pra minha mãe deixar eu ficar aqui hoje? Pede vó , pede!
E ela com aquele sorriso conivente me abraçava e dizia:
-Pode deixar, ficaremos juntas mais um dia.
E eu simplesmente ,hoje envelhecida na saudade, falo:
- A casa da vovó era tão grande! Mas o amor da vovó era bem maior.
NO QUARTO DA VOVÓ
Lembro-me daquela penteadeira
Em frente um banquinho
Forrado de veludo vermelho
Na parede um grande espelho...
A mesinha toda forrada
Com tecido de seda rosa
Um porta-retratos com os dois
Potinhos com pó de arroz,
Batom e esmalte não podiam faltar
Estojo de madrepérola
Onde guardava as joias
Pente e escova para se pentear
Frascos de colônia para se perfumar
Vovó era muito vaidosa.
Ao acordar se maquiava
Ruge para corar as bochechas
Cabelo preso num coque caprichado
O vestido tinha que está bem engomado.
Só depois de se olhar no espelho
Dirigia-se a cozinha
Tomava café, dava as ordens do dia,
Sentava-se na máquina para costurar
Estica o pano, ponto aqui e ponto ali,
Logo o vestido pronto para engomar.
Irá Rodrigues
Árvore do vovô
Aquele que iniciou uma boa obra em você a completará até o dia de Jesus Cristo. - Filipenses 1: 6
Escritura de hoje : Filipenses 1: 1-11
Quando vi pela primeira vez a árvore de Natal torcida, desejei que meu avô estivesse vivo para consertá-la. Ele poderia deixar qualquer árvore bonita. Não importava o quão ruim parecesse quando o entregássemos, era lindo quando ele devolvia.
Ele pegava suas serras e tosquiadeiras e começava a cortar e modelar. Quando ele terminou, a árvore parecia ter sido cultivada em uma estufa onde um jardineiro cuidadoso a regara, podava e a protegia de tempestades, secas e insetos desagradáveis.
Então o vovô entregava a árvore ao resto da família para terminar o trabalho. Adicionamos luzes, ornamentos e guirlandas, e a árvore imperfeita estava pronta para uma celebração perfeita. Que transformação!
A vida é como aquela conífera torta. Cada um de nós vem a Deus curvado e deformado dos efeitos do pecado. Mas quando colocamos nossa fé em Cristo como Salvador, Deus começa amorosamente Sua obra em nós, transformando-nos de dentro para fora (Filipenses 1: 6). Então, Ele nos coloca aos cuidados de Sua família, da igreja, e eles continuam Seu trabalho, acrescentando as luzes da verdade (Efésios 4:15), os ornamentos da paciente repreensão (2 Timóteo 4: 2) e as guirlandas de amor (1 Pedro 4: 8). Que trabalho em equipe!
A mensagem da árvore do vovô é esta: Sob o cuidado amoroso de Deus, uma vida marcada pelo pecado pode se tornar bela!
Refletir e orar
Deus vê em nós uma obra-prima
Que um dia será feito;
Seu Espírito trabalha em todas as nossas vidas
Para nos tornar como Seu Filho. —Sper
Que pecado torceu, a graça de Deus pode endireitar. Julie Ackerman Link
Obrigado papai, obrigado mamãe e vovó por esses longos anos que estão ausentes, sempre removendo muitos dos obstáculos de minha vida, gratidão eterna trazida no meu coração...
Vovó ou vovô
Não me chame de travesso
Mas o que mais aprendi com vocêS
Nenhum livro ensina
Valores tão puros
Que chamais esquecerei
E onde eu estiver carregarei vocês
No coração repleto de sorrisos
Pedindo abrigo no lar de vocês
Pois é lá que tudo vira magia
E até mesmo poesia ...
Assim que eu chegar em casa, nós vamos viajar para a casa da vovó. Então eu não vou levar bronca por um bom tempo.
A menina escorpiana da vovó
Raquel, Raquel, Raquel...
A nova versão da família.
Quem não entendia a antiga,
Passa a conhecer,
A garota deste novo século.
Menina garota faceira,
Mas dócil, meiga, intensa e sorridente também.
Tal qual a água cristalina.
Quando das suas brincadeiras intensas,
Vovó tenta por freio...
Adivinha o que ela faz?
Olho no olho se põe a sorrir...
Descobriu a fragilidade da vovó
O sorrir, não existe outra maneira de ser!
Alegria de vó
Tatá encurta
a distância
espanta
a solidão
colocando
vovó
e netinha
no mesmo
coração...
"(...)Ai depois eu comecei a ter mais prazer pra cuidar do Vovô,quando eu fiquei com ele uma vez no hospital apareceu uma borboleta dentro do quarto, ele ficou apontando pra borboleta e me mostrando direto, ai ele tentava dormir,mas ficava impaciente olhando a borboleta voando pelo quarto do hospital, até que se levantou, eu perguntei pra onde ele ia, de repente ele SUBIU em cima do sofá, eu disse: "Vô cuidado, o senhor vai cair. O que é que o senhor quer? Abrir a janela? Eu abro,espere. " Mas ainda assim ele não desceu do sofá, e eu segurava ele com cuidado, até que eu pude entender quando vi ele pegar a borboleta com a mão,abriu a janela, e colocou a borboleta pra voar lá fora. Eu fiquei encantada! Vovô era incrivel nos menores atos dele.
Lembro que eu fazia de tudo pra agradar ele, chegava banana pra sobremesa ai ele disse que tinha abusado banana, eu lembrei que tinha levado umas laranjas, ofereci, ele olhou meio assim sem interesse, eu descasquei a laranja toda, tirei toda a pele branca e cortei em pedaços até encher toda a vasilha, ai eu disse pra ele comer comigo os gominhos de laranja cortado, ele comia feito uma criança, depois me olhou e perguntou se tinha mais... pra mim, não tinha nada que pagasse aquilo,a minha tamanha satisfação! Ai assim fui descobrindo como cuidar dele, como se cuida de criança mesmo! Um tempo que eu nunca vou esquecer! (...)"
Ser conduzida, pelas mãos da vovó alegre e tão carinhosa, à água tão morninha do meu primeiro banho de banheira no meu aconchegante lar.
Não. O amor e felicidade a dois não pode ser isto. Não é como nos filmes ou como a vovó dizia ao lembrar seus romances. Ele não tem fotos minhas, não escreve cartas ou conta aos amigos a mulher que tira seu sono. Ele não me olha com ternura de quem está apaixonado, não sente ciúmes ou tenta fazer alguma surpresa. Por mais que tenha desejo e muitas risadas nunca será capaz de apagar a dorzinha no coração de dizer que o amo, ouvir o silencio responder e sua expressão não se alterar.
— O mundo desconexo de Alice.
Eu estou amando qualquer pessoa vovó só assim eu me sinto feliz e bonito.... Só assim eu me sinto bem.
Vovó voce ja nao sabe que sou louco, e vou morrer jovem?
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