Vou Tentando te Esquecer
Diga pra vida "Eu sou mais eu", diga pro alvo "aí vou eu", flecha veloz nas mãos de Deus, vá em frente, o mundo é seu, pois é a fé que faz o herói, olha pra dentro de você, só realiza quem constrói. A gente nasce é pra vencer.
"Só vou me sentir em paz quando terminar a faxina! Aí sim!" Isso é Felicidade Mundana. Eu me lembro da Monja Coen contando de uma vez que ela recebeu uma nova monja no mosteiro, e ela perguntou a nova colega: "O que a fez se tornar monja?" e ela respondeu "Vê-la limpando o chão. Nunca vi alguém tão feliz por estar limpando o chão.". Nós estabelecemos que só nos sentiremos felizes quando terminarmos a faxina, mas você é capaz de estar feliz enquanto faz a faxina?
Tenho pouco pra te falar, mas quando eu acabar de dizer tudo, vou repetir, pra não deixar você ir embora.
Eu devo corrigir os erros quando for demonstrado que são erros, e eu vou adotar novos pontos de vista tão rápido quanto eles aparentam ser verdadeiros pontos de vista.
Oscilando entre a fantasia e a realidade vou buscando o que me convém... Me perdendo em devaneios tolos, acredito naquilo que me faz bem.
Eu sei que eu nunca vou amar ngm como eu amo você, mais eu não posso ficar vivendo na esperança de um dia ter você de volta. E sendo assim a Minha vida segue!
É tão incomum eu ficar esperando, mas eu não quero apressar as coisas. Eu não vou ser aquele que vai estragar tudo mais uma vez. De agora em diante, eu vou deixar isso em suas mãos.
Conhece-te a ti mesmo
És o maior objetivo da vida
Más para conheceres
Terás que passar por desafios
Tu conheceras a felicidade
Tu conheceras a tristeza
Tu conheceras o amor
Tu conheceras a dor
Tu presenciaras a vida
Tu presenciaras a morte
É quando estiver presenciando
O fim tu conheceras a si
Ele precisava dela com fome para não esquecer que eram feitos da mesma carne.
Nosso corpo esquece tanto quanto nossa alma. É talvez essa capacidade de esquecer que em muitos de nós, explica a renovação da inocência.
Às vezes é difícil esquecer:
"Sinto muito, ela não mora mais aqui"
Mas então, por que eu finjo
Que acredito no que invento?
Nada disso aconteceu assim
Não foi desse jeito
Ninguém sofreu
É só você que me provoca essa saudade vazia
Tentando pintar essas flores com o nome
De "amor-perfeito"
E "não-te-esqueças-de-mim"
Os regulamentos e as leis, era preciso não esquecê-los, é preciso não esquecer que sem os regulamentos e as leis também não haverá a ordem, era preciso não esquecê-los e defendê-los para me defender.
A cruz deles é esquecer-se de sua própria dor. É nesse esquecer-se que acontece então o fato mais essencialmente humano, aquele que faz de um homem a humanidade: a dor pessoal adquire uma vastidão em que os outros todos cabem e onde se abrigam e são compreendidos; pelo que há de amor na renúncia da dor pessoal, os quase mortos se levantam.
