Vou Morrer
Eu não luto achando que vou vencer, eu luto porque tenho que vencer, é por isso que continuo lutando e sempre continuarei!
Vai passar, vai passar
Vou sobreviver a isso
Vou dar a volta por cima
Como sempre foi em minha vida
Vai voltar minha alegria
Isso não vai me derrubar
Sou forte, determinada, amada e confiante...
Vou encontrar alguém, eu sei que vou
Só vai ser lembranças, só lembranças.
Cansei de te esperar, vou seguir a minha vida!
você pode achar que não sou o que você quer, mas concerteza eu sou o que você precisa, quando você descobrir isso será tarde demais
Deixei meu nome escrito no céu pra você lembrar de mim.
Eu vou cuidar de você todo dia toda hora e a todo momento. Você jamais vai duvidar do meu sentimento.
Quero ser a Fênix deste meu eterno entender,
Mas não vou esquecer, o que me situou
Foi a simplicidade desta minha alegria de viver
E sorrir quando as lagrimas invadira o que de mim sobrou,
Ainda cabe o abraço no espaço que deixou, vou levar teu melhor sorriso comigo, conversas, meio assim, quando sentir saudade toco nas lembranças, e feito criança vou com elas brincar...
Hoje eu vou embora, e vou deixar tudo aquilo que eu construi para trás, eu vou pra naão voltar mais. E, desta vez eu não vou deixar pistas para que você um dia consiga me encontrar, eu não vou te deixar um bilhete pra você não me esquecer e continuar a me amar. Eu esto indo embora, por causa de mim, de você, nós. Eu não quero ficar mais um longo tempo aqui, te amando e não tendo você. Eu não vou mais te esperar todas as noites, eu não vou mais querer você por perto.. eu não vou querer o pra sempre. Eu resolvi ir embora, e desta vez eu não vou pedir um abraço antes de partir. Eu quero ir embora daqui...
Que desapego vou ter que aprender?
O que é que mais vou precisar passar?
Quem mais vou precisar esquecer?
Vou tentar caminhar, sem precisar te olhar. Já fiquei tempo demais aqui, cansei de te amar. Eu vou seguir, com ou sem você aqui.
Dessa vez não vou querer tudo de uma vez, porque sempre acabo ficando sem nada no final. Estou apostando minhas fichas em você e saiba que eu não sou de fazer isso. Mas estou neste momento frágil que não quer acabar. Fiquei menos cafajeste, menos racional, menos eu. E estou aproveitando pra tentar levar algo adiante. Relacionamentos que não saem da primeira página já me esgotaram, decorei o prólogo e estou pronto pro primeiro capítulo.
Ted: Esquecer? Eu nunca esquecerei. Nunca vou deixar de me arrepender, porque nosso namoro era muito importante. Esperava que fosse para você também.
Victoria: Está brincando? Eu amava você.
Ted: Amava?
Victoria: Sim. Passamos ótimos momentos juntos. Lembra de quando achamos uma fita do Barney?
Ted: A noite de jogos. Jogamos o jogo ridículo que o Marshall inventou.
Victoria: Jogo do Marshall.
Ted: É. Ainda jogamos e eu continuo sem entender.
Victoria: Lembra de quando nos conhecemos?
Ted: Lembro que você não me deixava beijá-la.
Victoria: Lembra do motivo?
Ted: Você tinha uma ideia ridícula de que o momento que levava ao beijo...
Victoria: O rufar dos tambores.
Ted: É tão bom quanto o beijo.
Victoria: E não é?
Ted: Com certeza é mais inocente.
Victoria: Não é perigoso.
Ted: Nem um pouco.
Eu peguei o capacete vermelho, medindo o peso em minhas mãos. “Eu vou parecer estúpida”.
“Não, você vai parecer esperta. Esperta o suficiente pra não se machucar.” Ele jogou a coisa preta, o que quer que fosse, por cima do braço e pegou o meu rosto nas mãos. “Existem coisas entre minhas mãos agora sem as quais eu não posso viver. Você podia cuidar delas”.
