Vou Levando a Vida
Chamada de Bandida
Vou levando
Essa vida
Chamada de bandida
Mas com amor
no coração
Vou sem ermo
Sem lamento
Enfrentando
O sofrimento
Causado
Pelo mundo cão
O universo as vezes
Tento entender
Vida atrevida
Esse é meu
Jeito de ser
Tentando acorda
Pois parece irreal
Tanta coisa estranha
O homem causa
Seu próprio mau
Mesmo assim
Por incrível que
Pareça levanto
A cabeça
Continuo sigo
Em frente
Fazendo diferente,
Sorrindo, contente
Assim hoje e
Quem até amanha.
Vivi momentos incríveis...
Onde me recuso a esquecer,
Vou levando o melhor da vida
E o melhor da vida é você.
Vou levando a vida assim. Nem tudo é pra ser exclamação, e não deixo sem resposta qualquer ponto de interrogação, eu aceito um ponto final, mas nunca me venha com reticências.
E assim vou levando a vida. Sozinho e sempre ficando para trás. Esperando muito de quem não da nada por mim. Pensando que, por algum motivo tudo seria diferente. Pensando que a vida seria diferente. E como sempre, pensei errado.
A vida é um sopro.
E nesse sopro, eu vou vivendo.
Te levando e te guardando sempre em meus pensamentos.
Vou levando a vida, e não sei sinceramente de que jeito ela continua, não como já foi um dia e jamais voltara a ser pois sempre faltara você.
Em um mundo onde as atitudes certas ja não parecem ser assim tão certas, vou levando minha vida como um renegado, o diferente, aquele que não pensa como a sociedade. Mais será que é tão ruim assim ser diferente da sociedade? Onde todos pensam em "ser algo na vida" e se esquecem que ser algo na vida não é ter dinheiro e sim viver feliz e proporcionar uma vida melhor ao próximo.
Eu não desisto
Busco meu caminho
E por essa estrada sigo a caminhar
Vou levando a vida
Sem tua companhia
Mas na esperança de tudo se achar
Eu não sei
Pra que servem
as coisas
Que eu sei
Vou levando a vida
Em fogo brando
Teimando em buscar
Algo que insiste em se esconder:
Um brilho de olhos
Tão tristes quanto os meus
E os teus teimam em recordar
Muitas cenas esquecidas
desta vida
Que apesar de
hoje,
branda
Ainda queima
Creio que jamais vi de perto
A sanidade plena
Pois
Mesmo em épocas amenas
um mais um
Jamais somaram
dois, completamente
A vista engana
A memória mente
E eu, simplesmente
desconheço
razão ou utilidade prática
Pra esta insana matemática
E qualquer outra ciência.
Nunca sorriu-me
Qualquer chance de escolha
A queda da última folha
Quase sempre além do alcance
Apesar de tudo que hoje eu sei
O desenlace me parece
Aqui dentro e ao mesmo tempo
tão distante
Vida esquecida
drástica e elástica
Revoltas que dão duas voltas
e voltam
O dia amanhece
A vida prossegue adiante
Com suas celeumas
e chamas infames
Uma espécie de charme
Que queima
Edson Ricardo Paiva
Vou levando a vida né? Pq sei mentir quando preciso, sei omitir se necessário, falo a verdade quando conveniente, sou falso se achar que devo e assim segue a humanidade ;)
