Vou dar Volta ao Mundo
"Aquele que aprendeu a amar e a se importar com as pessoas à sua volta, sempre terá paz, consolo e alegria que excedem o seu entendimento e suprem toda a sua carência emocional e espiritual."
Esqueça o Ontem
Esqueça o ontem, deixe-o ir,
Como a maré que volta ao mar.
Não carregue o peso a ferir
O coração que quer recomeçar.
O hoje é vida, é flor aberta,
Presente que o tempo ofertou.
É a chance, a porta entreaberta,
Para o sonho que ainda restou.
Planeje o amanhã com esperança,
Com passos firmes e olhar sereno.
Pois é no agora que a vida dança,
E o futuro nasce de um sonho pequeno.
Deixe o ontem ser apenas memória,
O hoje, a tela que vai colorir.
E o amanhã, a promessa de vitória,
Que com fé e amor, você há de construir.
SimoneCruvinel
O apego doentio
às coisas materiais
levará a humanidade
ao suicídio global
ou de volta
à Idade da Pedra.
E agora?
O poder desabou,
O idiota volta às cenas
Do ostracismo.
O palco desarmou,
Não há mais público,
O espetáculo acabou.
A máscara caiu,
Os holofotes apagaram,
O circo se desfez.
Não há mais lugar
Para o narcisista pendurar.
Os asseclas desapareceram,
O fogo se extinguiu,
As labaredas morreram.
As estrelas ofuscaram,
As trevas retornaram,
A idiotice silenciou.
Agora, só resta o museu,
Frio e distante,
Para guardar a máscara
Das aventuras pueris.
Lua cheia.
Por volta das 15h30.
Há nuvens cinzentas no alto do céu agora, e sobre essas folhas que escrevo, a garoa pinga… Tão fina que me permite contemplar a cidade, sentir o sopro da vida enchendo e esvaziando os meus pulmões.
Os pássaros voam em direção ao Norte. Se abrigam em algum lugar que me foge das vistas. Há poucos que ficam pousados aos fios de luz, ou no topo de uma caixa d’água da cidade. Cantam initerruptamente o seu chilrear.
Anunciam o sol ou a chuva?
“Não voem, óh meus amigos passarinhos” – pressuponho a linguagem das aves. – “Vejo aqui do alto da caixa d’água o calor no horizonte“.
A chuva dificulta o alçar das asas, pesa o corpo.
Aprendo eu agora, algo com os pássaros?
Há dias que olhar para o céu é parecido como hoje. E mesmo com todo o azul mais vívido que minhas córneas possam admirar, as nuvens acumularão as cinzas do Riacho Fundo. Vagarão até se encontrarem, mais cedo ou mais tarde, para serem uma só. Imponentes quando desaguarem, às vezes incontrolavelmente furiosas.
Há dias como hoje, que sinto-me como a chuva cinza, fina, pingando na folha, pingando nos pássaros. Soprando ao alto o cantar das aves para longe. Acumuladora de tudo dessa cidade até que o que lateja, ebula, cuspa palavras num caderno qualquer, ou na fronte do que estiver pela frente.
A chuva pode desabar montanhas com a sua força destemida.
Há dias, como ontem, como hoje que sinto-me como uma chuva cinza, fina, pingando na pedra. Insistente até banhá-la inteiramente. Às vezes furiosa até parti-la ao meio. É tanto acúmulo como parte integrante do que se é, ou melhor, do que se tenta ser que a nuvem se personifica cinza sobre a minha cabeça agora.
Aprendo… Eu… Algo com os pássaros que voam para o Norte, ou com aqueles que ficam toda as vezes que eu, chuva, ei de cair?
Quem são os pássaros que sempre voam quando sou garoa fina?
Quem são os pássaros quem ficam quando sou céu azul?
Quem são os pássaros que cantam para que os outros não temam, ou se afastem?
Posso eu realmente ser sol mais do que chuva cinza, fina, pingando na folha?
Haverá pássaros cantando confiança de que o sol haverá de surgir no horizonte mais cedo, ou mais tarde?
Quem são os pássaros que farão ninho agora que estou nuvem e
[acinzentada?
Às vezes, minha cara Adélia…Aos poucos… Quase sempre, Deus traz de volta a poesia, e já não vejo pedra, vejo flor!!! Janice Cisne
Eu não sou do tipo que vai bater em sua porta e implorar pela volta. irei seguir com saudade e fingir que a solidão fez bem. irei sorrir pelos cantos e chorar escondida. irei seguir com o coração preso ao passado.
Não há mais volta
Lá se foi mais um dia
e com ele tarefas e aspirações minhas
que já não parecem fazer-me sentido
o que eu tinha a fazer foi feito
Já não há mais volta
Lá se foi mais um dia, redigo
e com ele alegrias e angústias minhas
que mesmo não esquecidas se foram
o que eu tinha a sentir foi sentido
Já não há mais volta
Entrego-me ao sono e descanso
Se o alvorecer me suscitar inspiração
escrevo um poema ou uma canção
exaltando os dias que se foram
Pois já não há mais volta
A realidade a sua volta é construída a partir da perspectiva de quem você é, se você muda, tudo muda.
Ela se recuperaria a tempo de ver tudo que ainda existia em volta dela porque a tristeza era uma coisa muito grande, mas ainda era apenas uma das coisas.
Fingia que tudo acontecia em volta dela e perto dela e em cima e embaixo dela, mas que nada disso a atingia, porque logo tudo terminaria e a ideia era voltar a viver a vida a partir de um momento zero – não a mesma vida, isso ela sabia –, mas uma vida diferente.
Eu ainda carrego comigo uma esperança enorme... Eu ainda acredito na tua vinda ..na tua volta... Acredito que o destino quando esbarra pessoas não é por acaso...nada é por acaso .. nessas voltas que o mundo dá eu ainda vou te encontrar e te sentir de novo nos meus braços ...sentir o calor do teu corpo e o teu beijo gostoso mais uma vez ou quem sabe pra sempre... Porque vc se foi mas ficou gravado, guardado, eternizado comigo em minha mente... E sabe aquele sexto sentido que anda com a gente? Pois é ele sempre sussurra em meus ouvidos que não acabou... Que ainda temos muita história pela frente...muitas águas pra rolar e muito amor para amar ....
A saudade é a recordação daquilo que partiu, um tipo de máquina do tempo que nos leva de volta aos momentos em que tínhamos conosco pessoas amadas que já se foram. Sentimos falta do tempo que passou, das pessoas que deixaram um vazio em nossas vidas. A jornada da vida é marcada por encontros e desencontros, e em certos dias, a saudade se torna mais intensa. Nestes momentos, parece que podemos sentir a presença daquela pessoa querida ao apertarmos nossa mão contra o peito, como se isso materializasse um abraço que nos conecta à memória daqueles de quem sentimos tanta falta
Uma peça de teatro
A corrente do tempo não para
Ela corre, anda e se rasteja, mas não volta
O cenário vai trocando, o ator vai mudando
E o público vai rindo e chorando
O ator que um dia existiu não existe mais
Mas se tratando de meros mortais
As novas possibilidades aparecem
Novo sabor, nova amizade e novo amor
Me pergunto sempre, Deus, o que eu sei
Já que a todo instante tudo muda
Tentando capturar as suas linhas tortas
Mas isso só gera uma dor aguda
Em meio a isso, apenas navegarei
No palco do mundo, não somos reis
Em sua vastidão, o torto se transforma em padrão
Aprendendo e vivendo na imperfeição
No eco do silêncio, o tempo nos ensina a ouvir
A voz do coração, o sussurro da alma a fluir
Aprendemos que cada adeus é um novo começo
E se for assim, eu te agradeço
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