Votos de Felicidade aos Noivos
Os momentos felizes da vida passam rápido demais, mas deixam marcas eternas no coração.
E talvez seja por isso que a saudade exista: para nos fazer reviver cada risada, cada conversa e cada instante especial ao lado de quem fez a vida valer a pena.
A amizade é assim… mesmo quando o tempo passa, os momentos continuam vivos dentro da gente, guardados com carinho na memória e no coração.
Ian N.T
"....Então felicidade é a pretensão ilusória de converter um instante de alegria em eternidade, ai você sabe que encontrou a felicidade, quando vive um momento que não quer que acabe."
Bastou uma noite ao seu lado e a felicidade estendeu-se em púrpura sobre a eternidade dos meus dias.
A felicidade é uma pretensão ilusória de converter um instante de alegria em eternidade. Felicidade é aquele instante que você gostaria que durasse um pouco mais, pelo menos. A felicidade é aquele instante que você gostaria que não acabasse tão cedo. A felicidade é aquele instante que você gostaria de repetir.
O lixo da felicidade está na pretensão ilusória, mas a outra metade dela é linda, e é a alegria que você não quer que acabe. Eu, nesse momento, pretenderia eternizar este instante. Se há lixo na ilusão, não há lixo na alegria que estou sentindo.
A vida é uma condição de energia que busca mais energia, potência em busca de potência.
[A vida é o] intervalo de tempo em que uma energia dura com alguma consciência que acredita ser alguma coisa.
Natureza eterna
A vontade do ser humano é estar eternamente plenamente feliz
e bem estar, de realizar necessidades e desejos.
de alguma forma experimentamos frustração, dor e sofrimento,
estas coisas estão completamente em desarmonia com a vontade,
mas existe o sofrimento extremo , a dor, a morte, a perda
da liberdade, injustiça.
é na dor e sofrimento desumano ou sobre-humano, se revela
que nossa vontade é totalmente contrária a realidade,
isso é absurdo, duas coisas tão contraditórias existir
na mesma realidade.
E nosso sofrimento mais intenso o eu se perde, e é só umareação ao sofrimento.
podemos concluir que um ser humano com essa vontade
não esta no lugar correto. e que confirma o que está
escrito em gênesis. perdemos o paraíso perdemos a
relação com Deus, o único que pode realizar nossa
vontade eternamente.
Então o sofrimento acaba provando que não estamos no lugar correto, que perdemos o paraiso. o sofrimento prova que a Bíblia diz e que Deus existe.
“O ponto final mais feliz da vida não é o fim da história, mas o início da eternidade que começa quando a vida passageira se transforma em vida eterna.”
A volta de Jesus representa o final do mundo dos homens para dar início à eternidade feliz dos santos.
O ponto de partida para o Embarque Espiritual para uma eternidade feliz e abençoada está à porta do seu coração, a morte para todos os seus pecados em nome de Jesus.
Para quem gosta de saúde, perfeição, felicidade e vida eterna é bom entrar na fila cristã, onde o caminho é apertado e estreito; mas, tem a garantia vitalícia de Deus por meio da fé, obediência e amor aos Seus mandamentos.
Viva feliz horas, dias, meses e anos com Deus, para não passar toda a eternidade, sofrendo e sendo infeliz.
"As grandes mentiras da vida: felicidade eterna, aprovação alheia e controle do futuro. Pura ficção."
A alegria do dinheiro é passageira. Mas a felicidade de ajudar um amigo é quase eterna, dura uma vida inteira.
A DESGRAÇA REAL: A VISÃO ESPÍRITA SOBRE O SOFRIMENTO, A FELICIDADE E O DESTINO ETERNO DA ALMA.
O ser humano, desde os primórdios da civilização, procura evitar a dor e alcançar a felicidade. Entretanto, aquilo que normalmente chamamos de "desgraça" nem sempre o é diante das leis divinas. Em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo V – Bem-aventurados os aflitos, item 24, a mensagem do Espírito Delfina de Girardin apresenta uma das mais profundas reflexões sobre a natureza do sofrimento e do verdadeiro destino da alma.
Sob a ótica espírita, os acontecimentos terrenos não podem ser avaliados apenas pelas aparências imediatas. A vida corporal representa apenas um breve instante da existência imortal. Aquilo que hoje parece uma calamidade pode transformar-se na maior bênção espiritual, enquanto aquilo que aparenta ser felicidade pode esconder os germes da mais profunda infelicidade futura.
A falsa ideia humana de desgraça.
Segundo a linguagem comum, a desgraça é identificada com a pobreza, a doença, o abandono, a morte de um ente querido, a traição, a humilhação, a perda de bens materiais ou qualquer circunstância que provoque sofrimento imediato.
Essas dores são reais e profundamente sentidas. O Espiritismo, porém, convida-nos a ampliar o horizonte da compreensão.
Nossa visão costuma limitar-se ao presente, enquanto Deus contempla simultaneamente o passado, o presente e o futuro do Espírito. Dessa forma, acontecimentos aparentemente dolorosos podem representar oportunidades indispensáveis de regeneração, aprendizado, reparação de débitos e crescimento moral.
A verdadeira medida dos acontecimentos não está no instante em que ocorrem, mas nas consequências espirituais que produzem.
As consequências valem mais do que os acontecimentos.
Delfina de Girardin utiliza uma comparação extremamente significativa.
A tempestade arranca árvores, destrói plantações e assusta os homens. Todavia, ao mesmo tempo, purifica a atmosfera, elimina os miasmas e preserva inúmeras vidas.
Assim também ocorre com muitas provações.
Uma enfermidade pode despertar a fé.
Uma falência pode destruir o orgulho.
Uma perda afetiva pode aproximar o coração de Deus.
Uma perseguição pode ensinar humildade.
Uma limitação física pode desenvolver virtudes que jamais floresceriam na abundância.
Aquilo que parece destruição muitas vezes constitui preparação para uma vida espiritual mais elevada.
A verdadeira infelicidade.
O ensinamento apresenta então um dos maiores paradoxos do Evangelho.
A verdadeira desgraça não é necessariamente o sofrimento.
A verdadeira infelicidade pode esconder-se exatamente naquilo que o mundo mais deseja.
O Espírito afirma:
"A infelicidade é a alegria, é o prazer, é o tumulto, é a vã agitação, é a satisfação louca da vaidade..."
Essas palavras surpreendem porque invertem completamente os valores humanos.
Quando a criatura vive exclusivamente para os prazeres materiais, para a riqueza, para o orgulho, para a aparência e para as ilusões do mundo, sua consciência acaba adormecendo.
O excesso de conforto pode produzir esquecimento de Deus.
O sucesso pode alimentar o egoísmo.
O poder pode fortalecer a vaidade.
A riqueza pode incentivar o apego.
O prazer contínuo pode anestesiar a consciência.
Essa é a verdadeira infelicidade: viver distante da finalidade espiritual da existência.
O ópio do esquecimento.
Delfina de Girardin compara os prazeres desordenados ao ópio.
Assim como uma droga anestesia temporariamente a dor, os excessos materiais podem fazer o Espírito esquecer sua realidade eterna.
Entretanto, o despertar inevitavelmente chega.
Quando termina a existência física, desaparecem:
o corpo;
os títulos;
a riqueza;
a posição social;
os aplausos humanos.
Permanece apenas aquilo que a alma construiu moralmente.
É então que muitos percebem que desperdiçaram uma existência inteira perseguindo sombras.
A felicidade segundo a lei divina.
Para o Espiritismo, felicidade verdadeira não significa ausência de problemas.
Significa possuir paz de consciência.
É conservar a fé durante a dor.
É praticar o bem sem esperar recompensas.
É desenvolver virtudes que sobreviverão à morte.
É aproximar-se continuamente de Deus.
Sob essa perspectiva, um pobre resignado pode ser infinitamente mais feliz que um rico dominado pela ambição.
Um doente paciente pode estar espiritualmente muito acima daquele que desfruta perfeita saúde, mas vive escravizado pelos vícios.
As provações como instrumentos de progresso.
Nada ocorre por acaso.
As dificuldades da existência possuem finalidade educativa.
Segundo a Doutrina Espírita, muitas provas foram escolhidas pelo próprio Espírito antes da reencarnação, visando acelerar seu progresso moral.
Outras decorrem do uso equivocado do livre-arbítrio durante a vida presente.
Em ambos os casos, Deus jamais pune por vingança.
As provações constituem oportunidades de crescimento, reparação e aperfeiçoamento.
A dor, quando compreendida e bem vivida, transforma-se em poderoso instrumento de libertação espiritual.
O soldado da vida.
Na conclusão da mensagem, Delfina de Girardin compara o cristão ao soldado que enfrenta a batalha.
O verdadeiro combatente não foge das dificuldades.
Aceita os desafios com coragem porque sabe que a vitória pertence àquele que persevera.
Pode perder riquezas.
Pode perder prestígio.
Pode perder o corpo físico.
Mas jamais perde aquilo que realmente importa: as conquistas morais da alma.
A morte representa apenas o término da batalha terrestre.
O Espírito retorna ao mundo espiritual levando consigo unicamente suas virtudes, seus conhecimentos, suas obras de amor e o patrimônio moral acumulado ao longo das existências.
Reflexão final.
A mensagem "A Desgraça Real" permanece extraordinariamente atual. Em uma sociedade que associa felicidade ao consumo, ao sucesso imediato e ao prazer incessante, o Espiritismo recorda que os verdadeiros valores são invisíveis aos olhos do mundo.
A maior desgraça não consiste em sofrer, mas em perder a oportunidade de evoluir.
A maior pobreza não é a falta de dinheiro, mas a ausência de virtudes.
A maior derrota não é morrer, mas atravessar a existência sem transformar o próprio coração.
Toda dor suportada com fé, humildade e confiança em Deus converte-se em degrau para a ascensão espiritual. Toda felicidade material, quando utilizada com egoísmo e vaidade, pode converter-se em obstáculo ao progresso da alma.
O Espírito imortal é chamado a olhar além da matéria, compreendendo que a verdadeira felicidade nasce da consciência tranquila, do amor praticado e da certeza de que a vida continua para além do túmulo.
Fontes:
O Evangelho segundo o Espiritismo – Capítulo V – Bem-aventurados os aflitos, item 24: "A Desgraça Real".
Allan Kardec.
Delfina de Girardin.
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A Eterna Inquietude
"Toda satisfação, ou o que geralmente se chamade felicidade, é, na realidade e na sua essência, apenas negativa, e nunca positiva. Ela não é uma gratificação original que vem até nós por si mesma, mas deve ser sempre a satisfação de um desejo."
Arthur Schopenhauer
Felizes dos cômicos e trágicos que percebem que a nossa vida se movimenta num eterno alternar de figura e fundo diante da quarta parede.
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