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Natureza eterna
A vontade do ser humano é estar eternamente plenamente feliz
e bem estar, de realizar necessidades e desejos.
de alguma forma experimentamos frustração, dor e sofrimento,
estas coisas estão completamente em desarmonia com a vontade,
mas existe o sofrimento extremo , a dor, a morte, a perda
da liberdade, injustiça.
é na dor e sofrimento desumano ou sobre-humano, se revela
que nossa vontade é totalmente contrária a realidade,
isso é absurdo, duas coisas tão contraditórias existir
na mesma realidade.
E nosso sofrimento mais intenso o eu se perde, e é só umareação ao sofrimento.
podemos concluir que um ser humano com essa vontade
não esta no lugar correto. e que confirma o que está
escrito em gênesis. perdemos o paraíso perdemos a
relação com Deus, o único que pode realizar nossa
vontade eternamente.
Então o sofrimento acaba provando que não estamos no lugar correto, que perdemos o paraiso. o sofrimento prova que a Bíblia diz e que Deus existe.
A DESGRAÇA REAL: A VISÃO ESPÍRITA SOBRE O SOFRIMENTO, A FELICIDADE E O DESTINO ETERNO DA ALMA.
O ser humano, desde os primórdios da civilização, procura evitar a dor e alcançar a felicidade. Entretanto, aquilo que normalmente chamamos de "desgraça" nem sempre o é diante das leis divinas. Em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo V – Bem-aventurados os aflitos, item 24, a mensagem do Espírito Delfina de Girardin apresenta uma das mais profundas reflexões sobre a natureza do sofrimento e do verdadeiro destino da alma.
Sob a ótica espírita, os acontecimentos terrenos não podem ser avaliados apenas pelas aparências imediatas. A vida corporal representa apenas um breve instante da existência imortal. Aquilo que hoje parece uma calamidade pode transformar-se na maior bênção espiritual, enquanto aquilo que aparenta ser felicidade pode esconder os germes da mais profunda infelicidade futura.
A falsa ideia humana de desgraça.
Segundo a linguagem comum, a desgraça é identificada com a pobreza, a doença, o abandono, a morte de um ente querido, a traição, a humilhação, a perda de bens materiais ou qualquer circunstância que provoque sofrimento imediato.
Essas dores são reais e profundamente sentidas. O Espiritismo, porém, convida-nos a ampliar o horizonte da compreensão.
Nossa visão costuma limitar-se ao presente, enquanto Deus contempla simultaneamente o passado, o presente e o futuro do Espírito. Dessa forma, acontecimentos aparentemente dolorosos podem representar oportunidades indispensáveis de regeneração, aprendizado, reparação de débitos e crescimento moral.
A verdadeira medida dos acontecimentos não está no instante em que ocorrem, mas nas consequências espirituais que produzem.
As consequências valem mais do que os acontecimentos.
Delfina de Girardin utiliza uma comparação extremamente significativa.
A tempestade arranca árvores, destrói plantações e assusta os homens. Todavia, ao mesmo tempo, purifica a atmosfera, elimina os miasmas e preserva inúmeras vidas.
Assim também ocorre com muitas provações.
Uma enfermidade pode despertar a fé.
Uma falência pode destruir o orgulho.
Uma perda afetiva pode aproximar o coração de Deus.
Uma perseguição pode ensinar humildade.
Uma limitação física pode desenvolver virtudes que jamais floresceriam na abundância.
Aquilo que parece destruição muitas vezes constitui preparação para uma vida espiritual mais elevada.
A verdadeira infelicidade.
O ensinamento apresenta então um dos maiores paradoxos do Evangelho.
A verdadeira desgraça não é necessariamente o sofrimento.
A verdadeira infelicidade pode esconder-se exatamente naquilo que o mundo mais deseja.
O Espírito afirma:
"A infelicidade é a alegria, é o prazer, é o tumulto, é a vã agitação, é a satisfação louca da vaidade..."
Essas palavras surpreendem porque invertem completamente os valores humanos.
Quando a criatura vive exclusivamente para os prazeres materiais, para a riqueza, para o orgulho, para a aparência e para as ilusões do mundo, sua consciência acaba adormecendo.
O excesso de conforto pode produzir esquecimento de Deus.
O sucesso pode alimentar o egoísmo.
O poder pode fortalecer a vaidade.
A riqueza pode incentivar o apego.
O prazer contínuo pode anestesiar a consciência.
Essa é a verdadeira infelicidade: viver distante da finalidade espiritual da existência.
O ópio do esquecimento.
Delfina de Girardin compara os prazeres desordenados ao ópio.
Assim como uma droga anestesia temporariamente a dor, os excessos materiais podem fazer o Espírito esquecer sua realidade eterna.
Entretanto, o despertar inevitavelmente chega.
Quando termina a existência física, desaparecem:
o corpo;
os títulos;
a riqueza;
a posição social;
os aplausos humanos.
Permanece apenas aquilo que a alma construiu moralmente.
É então que muitos percebem que desperdiçaram uma existência inteira perseguindo sombras.
A felicidade segundo a lei divina.
Para o Espiritismo, felicidade verdadeira não significa ausência de problemas.
Significa possuir paz de consciência.
É conservar a fé durante a dor.
É praticar o bem sem esperar recompensas.
É desenvolver virtudes que sobreviverão à morte.
É aproximar-se continuamente de Deus.
Sob essa perspectiva, um pobre resignado pode ser infinitamente mais feliz que um rico dominado pela ambição.
Um doente paciente pode estar espiritualmente muito acima daquele que desfruta perfeita saúde, mas vive escravizado pelos vícios.
As provações como instrumentos de progresso.
Nada ocorre por acaso.
As dificuldades da existência possuem finalidade educativa.
Segundo a Doutrina Espírita, muitas provas foram escolhidas pelo próprio Espírito antes da reencarnação, visando acelerar seu progresso moral.
Outras decorrem do uso equivocado do livre-arbítrio durante a vida presente.
Em ambos os casos, Deus jamais pune por vingança.
As provações constituem oportunidades de crescimento, reparação e aperfeiçoamento.
A dor, quando compreendida e bem vivida, transforma-se em poderoso instrumento de libertação espiritual.
O soldado da vida.
Na conclusão da mensagem, Delfina de Girardin compara o cristão ao soldado que enfrenta a batalha.
O verdadeiro combatente não foge das dificuldades.
Aceita os desafios com coragem porque sabe que a vitória pertence àquele que persevera.
Pode perder riquezas.
Pode perder prestígio.
Pode perder o corpo físico.
Mas jamais perde aquilo que realmente importa: as conquistas morais da alma.
A morte representa apenas o término da batalha terrestre.
O Espírito retorna ao mundo espiritual levando consigo unicamente suas virtudes, seus conhecimentos, suas obras de amor e o patrimônio moral acumulado ao longo das existências.
Reflexão final.
A mensagem "A Desgraça Real" permanece extraordinariamente atual. Em uma sociedade que associa felicidade ao consumo, ao sucesso imediato e ao prazer incessante, o Espiritismo recorda que os verdadeiros valores são invisíveis aos olhos do mundo.
A maior desgraça não consiste em sofrer, mas em perder a oportunidade de evoluir.
A maior pobreza não é a falta de dinheiro, mas a ausência de virtudes.
A maior derrota não é morrer, mas atravessar a existência sem transformar o próprio coração.
Toda dor suportada com fé, humildade e confiança em Deus converte-se em degrau para a ascensão espiritual. Toda felicidade material, quando utilizada com egoísmo e vaidade, pode converter-se em obstáculo ao progresso da alma.
O Espírito imortal é chamado a olhar além da matéria, compreendendo que a verdadeira felicidade nasce da consciência tranquila, do amor praticado e da certeza de que a vida continua para além do túmulo.
Fontes:
O Evangelho segundo o Espiritismo – Capítulo V – Bem-aventurados os aflitos, item 24: "A Desgraça Real".
Allan Kardec.
Delfina de Girardin.
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A alegria do dinheiro é passageira. Mas a felicidade de ajudar um amigo é quase eterna, dura uma vida inteira.
Engana-se quem pensa
que felicidade é coisa eterna
Um dia a tristeza chega,
E arranca sem dó teus sorrisos;
Mas, nada dura para sempre
Nem mesmo a tristeza,
É por isso que venho aprendendo
A chorar de felicidade
E sorrir da tristeza
Que é pra ir me acostumando
Mesmo sem me acostumar.
Alguns momentos se eternizam apenas por conterem a nítida e simples expressão da felicidade
humana: O SORRISO.
Há coisas na vida que não explicam. A dor dura uma eternidade pra se curar e a felicidade é passageira e apenas um estado imaginário mais apesar de tudo, dos altos e baixos da vida não deveremos deixar de acreditar nunca de que depois de uma longa e tenebrosa tempestade, o sol sempre brilhará...
A busca de um sonho nos traz a felicidade eterna, que muitas vezes, não passa de um pequeno momento com o tempo suficente para deixar uma saudade infinita. Mas, mesmo que acabe, não fique com medo de sofrer novamente, construa um novo sonho, traga de volta a emoção de viver, amar e recomeçar a felicidade eterna.
Nada é perfeito
nada é para sempre...
mas,eternos são os momentos,
em que vivemos e somos felizes.
Nada é perfeito,
eu não sou você não é!
Mas podemos ,fazer a diferença,
nos gestos de amor,
ao nos doar,uns aos outros.
Eu sei que a vida é curta,
e que tudo é passageiro,
mas,esse momento é nosso!
E é nele que vivemos o nosso melhor!
Que não escape de nos a malicia
de ser o que se é.
So preciso ser feliz!
E senti-lo feliz!
O resto a gente inventa...
nada é perfeito.
Aquele que deposita sua Felicidade em coisas materiais aje como o Tolo que acredita na Eternidade imutável como um dogma, desprezando o Fato de que é da Natureza que Tudo mude, a todo momento.
Eu só quero viver na eternidade que o Divino me reservou, não preciso de mais nada para ser feliz,apenas quero estar com Deus,a espera de todos que amo.
Eu e a Felicidade
Somos assim, eu e a felicidade.
Eterna busca e muitos desencontros.
Somos assim, eu e ela,
Constante apego, rápidos sorrisos.
Eu e a Felicidade.
Eu correndo atrás dela e ela fugindo de mim.
Pára de correr Felicidade!
Quero você só para mim.
Juntinhas seremos felizes.
Felizes seremos para sempre.
Felicidade e eu, sem fim.
Sede bons e caridosos - é a chave dos céus que tendes em vossas mãos. Toda felicidade eterna está encerrada nesta máxima: Amai-vos uns aos outros. Nas regiões espirituais, a alma só pode elevar-se pelo devotamento ao próximo.
Nenhuma tristeza é eterna, e nem toda alegria é momentânea. Sua felicidade pode atingir um estágio prolongado, só depende de você.
A FELICIDADE é uma eterna criança. Quanto à TRISTEZA não se preocupe. Esta já está tão velha que vai morrer logo.
Aprendi ...
Que a felicidade é eterna,e que entre toda essa felicidade existem momentos de tristeza.
Que fazer o melhor nem sempre é o melhor a fazer.
Que você não é mais um entre vários,mas que você é vários em um.
Aprendi...
Que chorar até sentir dor de cabeça,diminui as magoas.
Que podemos evitar o pecado,mas com a plena consciencia que iremos comete-los.
Que não existe "amor verdadeiro",se não for verdadeiro não é amor.
Aprendi...
Que que sinceridade sem sutileza é grosseria.
Que paixão é o mais loucos dos melhores sentimentos.
Que quem não ama,não será amado.
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