Vontade de te ver nem que Seja de longe

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Que seja pelo propósito.


Se for para suportar a dor, que ela tenha um propósito.
Se for para renunciar, que seja por um propósito.
Se for para lutar, que seja pela vontade de Deus.
Porque viver sem propósito é apenas existir.
Mas viver para cumprir o propósito do Senhor transforma cada batalha em um passo na direção do destino que Ele preparou.

Ainda que seja difícil recomeçar, a vantagem é que esse poder está em suas mãos!

⁠Bom diaaa! Que nosso amanhecer seja cheio de luz, sorrisos esperados e inesperados, esperanças renovadas e a fé de que o impossível é realizável!

Os relacionamentos em que o indivíduo coloca a possibilidade de ter prazo de validade, seja ele íntimo-pessoal, conjugal, de amizade ou trabalho, revela a nossa incapacidade de lidar com algo duradouro e definitivo, de superar desafios e administrar situações difíceis. Devemos aprender a nos permitir transcender as nossas expectativas, nossos medos, nossos anseios e, ainda que nos frustremos, podemos seguir em frente com as nossas escolhas e criar um depois maravilhoso.

Eu só queria ser eu mesma quando não tenho mais nada para ser. E ainda que eu não seja, continuo sendo sem querer.

A cultura ainda é o que nos salva da loucura de uma vida sob nós mesmos (ainda que também seja o que nos entorpece).


Melhor a cultura que a falta dela, vivida apenas com o desespero dos jovens, adultos e idosos e de uma vida seca, amargurada e vazia..


Que porre inimaginável, amigos, se não tivéssemos acesso à arte, música e cultura em geral gratuita! (Idas à cinemas, museus e shows inacessíveis à uma grande massa que tanto ainda precisa dela)!!


só não reclama de pouca cultura, cultura inacessível ou falta de cultura, quem não conhece o peso de por muitos anos, ter crescido sem poder ter tido acesso facilitado à ela!


Com ingressos que hoje que pago, a criança e família que tive, não poderia ter me apresentado nunca nem mesmo ao mpb, que determinados lugares cobra inclusive cover 'por cabeça'!


É genocídio cultural pensar mal da cultura gratuita (tudo deveria ser bom, eficiente e gratuito? Sim, em especial o principal de educação e saúde também).


Ainda assim a cultura não tem esse motivo pra ser deixada de lado, jamais.

Talvez seja o tempo da despedida.
Não porque o afeto tenha morrido, mas porque tudo o que é vivo conhece a hora de partir. Há encontros que nos transformam, e despedidas que apenas revelam que já não somos os mesmos. Permanecer, às vezes, é negar o movimento da vida; partir, por vezes, é a forma mais silenciosa de honrar o que foi. Afinal, despedir-se não é apagar a história, mas permitir que ela encontre seu lugar na memória.

Que o sonho deste sono profundo, seja repleto de esperança. Que essa ansiedade de viver, seja apenas a realidade de um paraíso perfeito, eterno e muito brevemente!!!

napoli.


Eu ainda não conheço Napoli.


E talvez seja justamente por isso que Napoli tenha conseguido existir tanto dentro de mim.


Antes de conhecer uma cidade, a gente inventa uma versão dela. Junta fotos, histórias, músicas, filmes, partidas de futebol, prédios antigos, ruas que nunca atravessou e um mar que só conhece pela tela. Vai montando, aos poucos, um lugar que talvez nem exista exatamente daquele jeito.


Mas existe Napoli.


Pelo menos a Napoli que eu imagino.


Napoli, para mim, começa antes do avião pousar.


Começa naquele instante em que eu imagino sair de algum lugar e simplesmente caminhar sem saber direito para onde estou indo. Napoli sendo o nome das placas, o idioma nas conversas, as roupas penduradas entre os prédios, o barulho das pessoas atravessando uma rua estreita enquanto alguma janela permanece aberta.


Eu imagino Napoli assim.


Imperfeita.


Viva.


Um pouco suja, um pouco caótica, um pouco triste.


Bonita justamente porque não parece estar preocupada em ser.


Napoli não é uma foto que eu quero visitar.


É uma sensação que eu quero descobrir se existe.


Eu penso em Napoli e penso no Vesúvio.


Não pelo vulcão em si, mas pela ideia de uma cidade inteira vivendo diante de alguma coisa que poderia destruí-la e, ainda assim, acordando todos os dias para continuar.


Isso me fascina.


Talvez porque eu goste de lugares que carregam uma ameaça sem precisar falar sobre ela.


Napoli parece ter alguma coisa disso.


Uma cidade que sabe que o chão pode tremer, que o passado pode voltar em forma de cinzas, que o mar pode guardar histórias demais, mas que ainda assim existe café pela manhã, futebol à tarde e gente voltando para casa à noite.


É assim que eu imagino Napoli.


Não como um paraíso.


Como um lugar humano.


Eu imagino o futebol em Napoli quase como uma religião antiga. Imagino o nome de Maradona ainda atravessando paredes, camisas, conversas, crianças que talvez nem tenham nascido quando ele jogava, mas cresceram ouvindo que houve um homem que fez uma cidade acreditar em alguma coisa.


E talvez seja isso que eu procuro quando penso em Napoli.


Não uma cidade perfeita.


Uma cidade que acredita.


Napoli acredita no futebol.


Napoli acredita no mar.


Napoli acredita na própria história.


Napoli acredita até nas próprias contradições.


E talvez eu queira acreditar também.


Às vezes penso em como seria estar em Napoli sem ter nada para fazer.


Sem roteiro.


Sem obrigação.


Sem aquela pressa de transformar cada lugar em foto.


Só estar.


Sentar em algum lugar e observar uma cidade que eu passei tanto tempo imaginando finalmente existir na minha frente.


Talvez eu olhasse para o Vesúvio.


Talvez para o mar.


Talvez para uma rua qualquer.


E provavelmente pensaria:


"Então era isso que eu estava tentando imaginar."


Mas existe uma coisa ainda mais bonita em não conhecer Napoli.


Eu ainda posso sonhar.


Ainda posso colocar em Napoli tudo aquilo que procuro no mundo.


A possibilidade de recomeçar.


A sensação de estar longe o suficiente para ouvir meus próprios pensamentos.


A liberdade de ser desconhecido.


A melancolia de perceber que uma vida pode caber em outro lugar.


Eu não sei se Napoli é assim.


Talvez não seja.


Talvez eu chegue lá e descubra que algumas das coisas que inventei nunca existiram.


Talvez o café seja apenas café.


Talvez as ruas sejam mais barulhentas do que bonitas.


Talvez o Vesúvio não pareça tão imenso.


Talvez Napoli não tenha nada da Napoli que eu criei.


E tudo bem.


Porque existe uma beleza estranha em desejar um lugar antes de conhecê-lo.


Você começa a construir uma casa dentro de uma cidade onde ainda não colocou os pés.


Napoli é essa casa, por enquanto.


Uma casa imaginada.


Um nome repetido.


Napoli.


Napoli.


Napoli.


Como se repetir fosse uma maneira de aproximar.


E talvez um dia eu chegue…


Talvez eu desça do avião, respire aquele ar pela primeira vez e perceba que a cidade real é completamente diferente da cidade que construí na cabeça.


Mas talvez, no meio de alguma rua qualquer, com o Vesúvio aparecendo ao longe e o mar existindo onde eu só conhecia por fotos imaginárias, eu entenda uma coisa


Alguns lugares a gente visita pela primeira vez duas vezes.


A primeira é quando chega.


A segunda é quando percebe que passou anos sonhando com aquele momento.


E quando esse dia chegar, eu não vou querer que Napoli seja exatamente como imaginei.


Vou querer apenas olhar para ela e pensar:


Napoli.


Então era você.


A cidade que eu conheci antes de chegar.

Talvez o motivo de você não gostar tanto de ir para o trabalho não seja exatamente o trabalho que você exerce.


É claro que existe o cansaço, o esforço físico, a necessidade de acordar cedo e sair de casa. Mas, muitas vezes, o que realmente torna o trabalho pesado é a pessoa que está lá dentro: o patrão que cobra o tempo inteiro, que faz você sentir que nunca é suficiente, que não reconhece o seu esforço, que atrasa o seu pagamento ou que faz você se sentir incapaz.


E isso acontece porque existe algo dentro daquela pessoa chamado pecado.


Aquela pessoa está sendo influenciada pelo pecado, não ouve a voz do Espírito Santo e não tem a Palavra de Deus como seu guia. E você está ali. Justamente ali.


Você tem dentro de você as palavras de vida eterna. Você tem o Evangelho. Você tem aquilo que pode transformar, mudar e renovar a vida daquela pessoa.


Talvez Deus não tenha colocado você naquele trabalho apenas para receber um salário.


Talvez aquele seja o seu campo missionário.


Quando você começa a enxergar o trabalho dessa forma, ele deixa de ser apenas mais uma coisa cansativa da semana que você espera terminar logo para chegar a sexta-feira. Ele passa a ter um objetivo. Passa a ter uma missão.


E talvez esse seja um novo motivo para você ir ao trabalho.


Não apenas porque você precisa estar lá, mas porque existe alguém lá que precisa conhecer aquilo que existe dentro de você.


O inimigo pode usar aquele ambiente para tirar sua energia, gerar frustração e fazer você odiar aquele lugar. Mas, quando você entende o motivo de estar ali, o jogo vira.


Você para de enxergar apenas um trabalho.


Você começa a enxergar um campo missionário.

⁠Senhor fazei com que o pão nosso de cada dia seja fruto do melhor que levamos dentro de nós mesmo.

O tempo é curto nasce e depois se vai embora aproveita o intervalo
seja leve e aprecie os detalhes que te faz feliz pois o fim é simples e torna pobre a todos. Acolha-se nos abraços e se prende aos sorrisos e soboreia os beijos que a vida lhe dá, entre o amanhecer e ao entardecer, uma oportunidade única pra ser e fazer feliz as pessoas que Deus coloca nos encontros e desencontros dessa vida. Abraço seja feliz, pois o dono do tempo pode muda-lo a qualquer instante. Fica bem!!

Filha:
Voa minha borboleta
Seja leve e linda
Como uma violeta
Qualquer dia desses
Aperto suas bochechas
Quem ama cuida
Seja abençoada
No juizo
Busque o equilibrio
Entre a razão e a emoção
Com a paz vinda
Do coração

Que a minha verdade seja sempre a minha bússola inegociável. Que a minha intensidade seja a luz que ilumina o meu próprio caminho, e não o incêndio que me consome apenas para aquecer as inseguranças dos outros.
_Enzo Ruchell_

Talvez a maior decepção de existir seja descobrir que aquilo em que depositamos sentido também pode ser aquilo que nos ensina o absurdo de esperar. No fim, a vida não precisa nos destruir; basta nos deixar perceber, em silêncio, que algumas coisas que julgávamos abrigo eram apenas lugares onde ainda não havíamos aprendido a sentir frio. E continuamos — não por esperança, mas porque até a desistência exige uma razão, enquanto o coração, esse velho condenado, insiste em sentir mesmo quando a razão já entendeu.

Seja amor onde for
Problema todos tem
Não seja o de alguém
Leve a paz
O bem sempre faz
Acalma
A alma
Aflitos tem demais
Ore agradeça
Jesus
Fonte de luz
Produz
O alimento
Material
Espiritual
E no porvir
O celestial
Glória a Jesus
Nossa eternal fortaleza
Fonte de riqueza
Sem fim
Jubila oh minha alma
Exalta o rei do universo
Que com o mundo conversa
A respeito de um glorioso plano
Salvação
Redenção
SALVAR NOSSAS ALMAS. Gloria a Deus
Soberano pai celestial.

que o nosso silêncio sempre seja visto como prece e nunca como indiferença.

⁠Que isso não seja eterno.
Você é única.
Chegou e ficou.

. . Ausente do meu instante,
eu me sinto egoísta,
por desejar estar com você.
você é a minha saudade,
o meu desejo . . é o que me encanta.
quando deitada ao meu lado,
meus olhos se perdem no seu corpo . .
o desejo me embriaga e a loucura é quase certa.
Perfeito é o momento.

⁠são tantas palavras criando um texto
que por mais verdade que seja
existe um coração, um sentimento,
uma emoção que transborda a vontade de dizer :
É isso que sinto.

Não receie ser taxada de egoísta e seja sempre o melhor para si mesma, já que para pessoas que nunca sabem o que realmente desejam, o seu máximo nunca será o bastante! Não se diminua para caber na expectativa de quem nunca se satisfaz e escolhe permanecer vazio por dentro.

(Aline M. Abdalah)