Vontade de Sumir
Vontade de sumir, me esconder e desaparecer sem dar notícias. Mas se for pra sumir que seja para sua casa, me esconder nos seus braços, e desaparecer debaixo dos seus lençóis.
Vontade de sumir, me esconder e desaparecer sem dar notícias. Mas se for pra sumir que seja pra sua casa, me esconder nos seus braços, e desaparecer debaixo dos seus lençóis.
Um desejo de sumiço:
As vezes tudo o que eu queria era desaparecer
talvez com uma máscara esconder o rosto para que ninguém possa ver
a vergonha me assola dia após dia
A minha aparência me destrói, minha autoestima não existe mais, já não sei o que é se sentir bem
Ó Deus, por favor, eu não mereço viver com essa dor
acabe com ela, ó todo poderoso, apague minha existência
suma com tudo que um dia já teve o desprazer de me conhecer
o desprazer de ter um pouco de mim, de saber que essa figura fútil, irrelevante e desinteressante um dia já pisou nessa Terra.
Cristo, em nome do pai eu suplico:
‘me faça nunca ter nascido’.
Existir
As vezes penso que não existo só para deixar de existir
Eu não quero morrer
Só não quero existir
Se o amanhã pra mim deixar de existir, só quero te dizer que: a vida foi um grande campo de guerra e eu lutei, posso não ter saído com a vitória definida, mas sairei como alguém que nunca desistiu de lutar!
Descanso
Tem dias que eu quero desaparecer.
Sumir para ninguém me ver.
Tem horas que eu preciso de um descanso.
O mundo não é um arco-íris.
Pois, só vejo ele em branco.
A paz do meu descanso.
Não se sobrecarregar é o primeiro passo para não se matar.
Matar de: cansaço, dores e outros horrores.
Lembre-se você não é uma maquina é um ser humano.
O descanso tem que fazer parte de seus planos.
"DESEJO DE SUMIR. ESSA VONTADE CANSADA DE TODOS OS DIAS."
"Eles não verão nem ouvirão meus segredos bobos."
Ninguém acorda para mais um dia. Apenas se põe de pé dentro dele, como quem aceita um fardo antigo sem discutir. Não sabemos quem passa por quem. Se somos nós que cruzamos as vidas ou se são elas que nos atravessam, deixando resíduos invisíveis que se acumulam até o cansaço.
O desejo de sumir não nasce do espetáculo. Nasce da repetição. Da fadiga de existir todos os dias sem interrupção. Não é morte o que se quer. É intervalo. É silêncio prolongado. É não precisar sustentar o peso de si mesmo por algumas horas que nunca vêm.
No silêncio inaugural o deserto não boceja. Ele estremece. As notas de piano não caem. Elas sangram num tempo lento, espesso, difícil de atravessar. O contrabaixo pesa como um peito saturado de dias iguais, marcando o passo de quem caminha não porque acredita, mas porque ainda não caiu. O sol não nasce. Ele apenas tolera o mundo. A esperança não é linha no horizonte. É cicatriz que insiste em não fechar.
A melodia cresce como cresce o trauma cotidiano que ninguém percebe. As teclas pretas e brancas não dançam. Elas se enfrentam. O drama não se costura. Ele se rasga em acordes de tensão contínua. Não há repouso nas pausas. A pausa ameaça revelar o vazio. A poeira guarda a história como quem guarda um segredo vergonhoso. O herói e o vilão dividem o mesmo corpo cansado. Ambos querem sumir. Um chama isso de covardia. O outro chama de descanso.
Seguimos de pé por entre o dia. Não o dominamos. O dia nos atravessa com suas exigências mudas. Cada encontro é um choque entre cansaços que não se confessam. Cada rosto esconde um pedido de trégua. Não sabemos quem carrega quem. Apenas seguimos, tropeçando em nós mesmos.
A cadência final não consola. Ela esgota. O último grave não vibra. Ele cai. O movimento não se transforma em silêncio. Transforma-se em suspensão. Não é morte. Não é alívio pleno. É a permanência de uma vontade que não se resolve. A música termina onde a dor aprende a morar sem escândalo. O Oeste adormece porque até o vento se cansa de insistir.
E ainda assim alguém se levanta amanhã. Não por esperança exuberante. Mas porque permanecer, mesmo desejando sumir, é um gesto severo de lucidez. E seguir, cansado e consciente, é a forma mais silenciosa e profunda de coragem.
E eu sinto a sua falta, mas não quero assumir
Só de pensar nisso dá vontade de sumir
Foi daí que eu fugi
E eu tentei melhorar, mas só me perdi
'Romamor'
Eu poderia sumir.
Mas quero te assumir!
Eu poderia te iludir.
Mas desejo me diluir em ti!
Eu poderia estar longe.
Mas preciso ficar perto!
Eu poderia sorrir fora.
Mas prefiro chorar dentro!
Eu poderia te perder,
Até mesmo te deixar.
Mas não poderia jamais,
me reencontrar...
Aqui estou mais 1 vez
O desejo de sumir é constante
A cada intensidade estou a
Brilhar, quero estrelar lá no céu
Com o meu homem, que acaba
De se brilhar, Entre sol e a lua
Quero estrelar no céu não no
Inferno
Só queria te ter aqui
Pra tirar minha vontade de sumir
Te amo e te quero de volta
Por que tu não vem bater na minha porta?
Tu era tudo que eu sempre quis
Mas algo de errado eu fiz
Pra você ir embora
E agora meu peito chora
Vamos recomeçar
Ou pelo menos tentar
Me responde, por favor
Nem tudo que eu fiz foi por amor
Tomei decisões erradas
Que agora são como facadas
Meu amor por você não acabou
E ainda não entendo porque você me deixou
Pra sempre vou te amar
Não consigo mais pensar
Você sempre me ajudou
Mas fui eu quem te magoou
Agora estou no meu celular
Esperando você me notar
Me encontrei em você
Você me ensinou a te querer
Quando tu não falava comigo eu quase chorava
E meu peito, mais uma vez, sangrava
Sei que desculpas não vão adiantar
Mas queria poder de ti cuidar...
Quero viajar, me mudar, mudar, sumir, quero ganhar o mundo e viver. Tenho sentido uma vontade imensa de ser.
Ser liberdade, ser vida, ser mulher, ser intensidade, ser mais do que um "quase"... um quase plano, uma quase certeza, uma quase expectativa. Quase é muito pouco, quase é quase nada.
Outro dia li um texto que me perguntava "qual é o seu verbo?" ta ai... meu verbo é esse. Meu verbo é: ser!
A Estúpida vontade de APARECER na TERRA, as custas do evangelho de CRISTO, só nos fará DESAPARECER no CÉU.
Tenho vontade de ser teu, como você era só minha,
Tenho vontade de desaparecer num instante e só saber como é a felicidade na realidade.
Tenho vontade de saber o que é ser um em um mundo de dois,
Tenho vontade de saber como sabem os teus lábios, em cada mordidinha, ver os teus olhos e no teu olhar em cada beijo seriamos um só.
As vezes eu me acalmo e tenho a ilusão de que vou conseguir esquecer, mas então a noite vem com a imponência e a força de um Deus e me derrota.
novamente tentado pelo o que eu mais odeio, não sei o que fazer, há saida para esse pequeno inferno ?
Quero sumir daqui. Sair de mim, ser outra que não eu, partir para nunca mais voltar, fazer das estrelas minha morada.
Não há nada em mim que não esteja doendo neste momento. Quisera eu, que a dor maior fosse no corpo, mas não; é minha alma quem dói, é o "existir" que me pesa nos ombros.
Mas insisto em viver, ainda que, nesta vida não sinta prazer algum. Insisto em continuar caminhando, hora consciente, hora vagueando em meio ao nada que é esta existência.
