Vontade de Sumir
O RITMO QUE ESTA NA VIDA.
Livro: Desejo De Sumir.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
CAPÍTULO II
Quando esse ritmo é respeitado, as defesas naturais voltam a existir porque elas nunca foram destruídas. Apenas foram abafadas pelo excesso.
As defesas naturais do espírito são antigas. Silenciosas. Elegantes. Não gritam. Não endurecem. Elas operam por seleção. Por limite. Por medida. São a capacidade de sentir sem se diluir. De perceber sem absorver. De acolher sem se confundir com aquilo que vem de fora.
Uma dessas defesas é o discernimento espontâneo. Quando o ritmo interior está preservado, a alma reconhece instintivamente o que lhe pertence e o que não lhe cabe carregar. O sofrimento alheio é visto com respeito, mas não se transforma em peso pessoal. A injustiça é percebida, mas não corrói por dentro. O mundo volta a ser observado com lucidez, não suportado com exaustão.
Outra defesa é a estabilidade emocional profunda. Não se trata de indiferença, mas de eixo. O indivíduo já não reage a cada estímulo. Ele responde quando necessário. O que antes invadia agora apenas passa. Há uma serenidade que não depende das circunstâncias, mas da ordem interna restabelecida.
Há também a defesa do silêncio interior. Quando o ritmo humano é respeitado, o pensamento desacelera e a mente deixa de ruminar o que não pode resolver. O silêncio volta a proteger. Ele impede a contaminação psíquica constante. Dá repouso às emoções. Permite que a consciência respire.
Surge ainda a defesa do tempo. O espírito passa a confiar nos processos lentos. Não exige resolução imediata para tudo. Aceita a maturação. Compreende que nem toda dor pede resposta. Algumas pedem apenas passagem. Outras pedem espera.
E há a mais nobre das defesas naturais. A dignidade interior. Aquela que impede o indivíduo de se violentar para caber em um mundo adoecido. Quando o ritmo ancestral é retomado, a alma se recusa a viver contra si mesma. Ela se preserva sem agressividade. Se afasta sem culpa. Retorna quando está inteira.
Essas defesas não são aprendidas. São lembradas. Sempre estiveram ali, aguardando o momento em que o ser humano ousasse desacelerar e voltar a viver como sempre viveu. Com medida. Com profundidade. Com verdade.
"Me encontro nas linhas de um caderno,
Onde escrevo um pequeno verso.
Me encontro nas rimas,
Por que isso me alucina.
Me encontro nos versos e nas rimas,
Mas não na vida.
Essa é a historia de uma poetisa."
Então!Não tem aquele tipo de sujeito que fica falando sem parar. Que da vontade de você dizer: Mano! Rala o peito! Vaza... Risca... Some...
- Falei com um desses ontem. Rs rs rs.
Tem dias que dar vontade de ir embora para bem longe, onde eu possa respirar novos ares, conhecer novas pessoas, fazer novas amizades e recomeçar uma nova vida.
Tem hora que a vida pesa,
um fardo que eu mesmo criei,
as chances passaram como vento,
e eu, parado, nem tentei.
O medo me fez refém,
fui prisioneiro de mim,
vi portas se abrindo à frente,
mas nunca cruzei o fim.
Agora carrego um eco,
um silêncio que grita em mim,
um vazio feito de ausências,
do que poderia… e não vim.
Mas se os dedos escrevem poesia,
se a dor vira verso e luz,
talvez o que um dia foi perda,
seja um novo passo que me conduz.
As vezes queria ser esquecida por todos, ir embora, recomeçar em outro lugar, encontrar a parte que me falta, ser livre como nunca e sorrir como sempre...
Mas as vezes eu só queria ser lembrada e talvez assim sairia de mim essa vontade de sumir.
Muitas vezes a vontade de sumir é tão grande que deixamos de ver que o que queremos que suma está dentro de nós.
Tem horas que me dá vontade de sumir, abandonar tudo e todos, esquecer quem sou, o que fui ou o que serei, viver cada dia como se fosse realmente o ultimo, percorrer por caminhos longos, por mares bravios sem um rumo certo, apenas deixando a vida me levar .
Dá vontade de ficar perto, de cuidar, de amar, amar e amar. Dá vontade de sumir também e nunca mais pensar em você.
As vezes tenho vontade de sumir, de ir pra bem longe de tudo e de todos, encontrar pelo caminho algo que me de motivos para sorrir e não para chorar, encontrar felicidade, encontrar pessoas mais sinceras e com mais caráter,porque do jeito que andam as coisas, o respeito que algumas pessoas ainda possuem pelo próximo deixara de existir.
Porque tem dias, em que sentimos um vontade louca de se esconder, de sumir!
De procurar nosso cantinho, ficar bem quietinha...
Chorar baixinho...
E sentir-se invisível ao mundo todo.
(Alessandra Alcântara)
Quem nunca sentiu vontade de jogar tudo pro alto, sumir, desistir de tudo? Já vivi muitos momentos assim, já quis substituir meus pensamentos e sentimentos por outros, já quis que tudo não passasse de um sonho ruim, me esconder pra não sofrer. Mas enfim, é de batalhas que se vive a vida, e é justamente nessas horas que temos que encarar as coisas, batalhar, colocar um sorriso no rosto e se levantar sempre a vida nos derrubar. Não dá pra fugir dos maus momentos, mas também não dá pra desistir, e é justamente nessas horas que devemos seguir e realmente acreditar que a vida acontece todos os dias, se renova todos os dias e grandes acontecimentos estão por vir!!!
qero expressar todo meu sentimento,tenho vontade de sumir....de correr...gritar aos 4 ventos o quanto estou apaixonada por vc, mas vc nao esta nem ai para o q eu sinto, estou apaixonada e vc nao me corresponde.
Você já teve vontade de sumir?
Simples, assim. Você já teve?
Sumir, como se todas as dores e amores fossem em vão? Para ver se as dúvidas saem da sua cabeça? Se o ódio sai dos seus sentimentos? E se a distância volta a fazer sentido para o coração?
Simplesmente porque a vida cansou, e nada mais faz sentido.
Será que essa vontade passa rápido?
Ou será que a gente precisa de um beliscão para voltar para a realidade?
E voltar a acreditar que a rotina, ônibus lotado, salário mal pago, frio, stress, sorrisos forçados, conveniências, contas no fim do mês, distância de quem se gosta, e tudo o mais faz parte da vida que se tem.
É, tomara que passe rápido.
