Não retire a alegria do nosso caminho, com sonhos inventados, que estão sem nossa vontade, pro final não nos por em término, uma vida que nos foi doada pela sabedoria da existência.
Não perca jamais o respeito por si próprio, nem fique muito à vontade consigo mesmo quando estiver sozinho. Deixe que a sua integridade seja o seu próprio modelo de retidão, e confie mais na severidade do seu próprio julgamento do que em todos os preceitos externos. Abandone a conduta indecorosa, mais pelo respeito à sua própria virtude do que à censura da autoridade externa. Respeite-se, e não precisará do tutor imaginário de Sêneca.