Você Nasceu pra Mim
A lenda viva de um guerreiro e poeta vilafranquense que nasceu numa das cidades mais antigas da Europa que ele simplesmente se dedicou à arte militar, psicologia, filosofia e á poesia. Topo da pilha do monte gordo, em que tínhamos as nossas aventuras e desejos ardentes e apaixonantes. Esses azuis da cidadezinhadesde 1212 fazíamos fogueiras e cantávamos nas grutas. Rei da colina, poeta e conquistador do miradouro e das lezirias. Esses azuis da cidadezinha estão derretendopelos céus do amor.
A Revolução dorme na Periferia
Revolução nasceu na periferia, magrela e desdentada mal podia chorar. Não teve forças pra mamar pela primeira vez no peito murcho e já quase seco de sua (ama de leite), vizinha de parede, que havia parido alguns meses antes uma dupla de desajustados (como fez saber alguns anos depois a escola). Ela, Revolução, cresceu em uma rua de terra agitada no bairro mais violento da Zona Norte, onde até o medo tinha medo de estar. Lá não tinha nada (parques, praças, quadras, ruas asfaltadas, essas coisas), mas também não tinha nada de mais, era um lugar comum, feito qualquer um, feito outro lugar qualquer. Era lugar onde se podia encontrar a mais variada gente, onde a alegria vivia cercando as pessoas e a vida pulsava em uma intensidade diferente.
De fato, lá tudo era mais intenso! Os sorrisos, o choro, o cheiro de frango frito, a catinga da cachaça no hálito seco e duro dos bêbados quase mortos caídos na calçada de qualquer jeito e o cheiro da erva, da pedra e da dor que ecoava da tristeza dos olhos da mãe resoluta, sem saber o que fazer diante do excesso que a intensidade do lugar propiciava. Lá democracia era na (b) fala de quem pudesse se impor e, o silêncio, a primeira lição aprendida já ao nascer. Lá buraco era buraco mesmo, fundo, bem fundo! E cavava-se até não ter mais como continuar e quando o buraco já estava mudo, criando impossibilidade de se continuar, cavava-se ainda um pouco mais até o fundo escondido abaixo do fundo que existia no buraco, antes desse se tornar cova. O que não era incomum!
De Revolução só se sabe os sonhos que contava baixinho ao pé dos ouvidos da professora, única pessoa que ela confiou até hoje. Uma senhorinha bem velha, com hábitos estranhos e vestes (alternativas), que contava com orgulho ter pegado em arma nos tempos de escola, durante o período da ditadura militar, onde se reunia com suas colegas durante a noite dentro de uma manilha abandonada na Rua Um (primeira rua a ser pavimentada no bairro), e lá tramavam subversivamente contra os desmandos do governo golpista. Revolução lembra-se dos limões que chupava pra matar a fome e do nó nas tripas que sentia sem poder gritar, lembrava-se dos amigos e amigas que morreram mudos e também dos que conseguiram a liberdade, ainda com pouca idade, na mão de algum salafrário abusador. Revolução reconhecia naquela senhorinha a sua única saída, se espelhava nela e em sua filosofia de vida; a Educação tanto falada pela professora tornou-se seu hino da mudança, sua única esperança de evoluir, já que tudo ali parecia fadado a murchar. As manchas brancas e a pele áspera de Revolução eram dos vermes e das lombrigas adquiridas no contato com a água podre que corria sob sua casa. Revolução cresceu faminta, lambendo os beiços enquanto assistia o frango rodar na ilha de assar exposta no passeio da padaria de seu bairro, onde aprendeu desde muito cedo a se virar. Aos treze anos, Revolução se perguntava por quem todos ali morriam? E perguntava-se também, porque morriam tantos ali todos os dias? Revolução era feliz, apesar de tudo! Talvez procurasse algo, talvez não soubesse ainda o quê, tateando sempre no escuro era mesmo difícil de saber.
Revolução já dava sinais de cansaço e andava meio sonolenta nas aulas, já não se importava com as revoltas nas ruas, nem se revoltava com as incursões da polícia na favela, nem com a iminência da morte de seus amigos subindo e descendo vidrado(s) feito soldados, nos becos e nas vielas, nem com o cheiro de pó e pólvora que impregnavam as suas narinas e oprimiam seus olhos. Revolução incrédula olhava pela janela e sem poder acreditar via a vida diferente. Mas não sabia explicar o que estava vendo ou sentindo! De repente, tudo que foi sempre torto parecia ter se endireitado, parecendo fazer algum sentido. Revolução sentia as juntas doerem e parecia ter os sentidos alterados, as pernas reclamavam o peso de seu corpo e os enjoos e náuseas acentuavam. Já sem paciência, Revolução curvou seu corpo franzino e em meio ao sangue que jorrava angustiante por entre as suas pernas juvenis, pariu gêmeos. Caída no chão da cozinha e sozinha no barraco, nem lamentar podia. E se lhe perguntassem quem era o pai... O que ela diria!
Os dois filhos de Revolução foram criados pela professora e cresceram e viveram até a vida adulta e, apesar da culpa, todos entenderam a importância da luta daquela mulher. Filhos (bem sucedidos) da Revolução nasceram do ventre estreito de sua genitora, mirrados, sem esperança e famintos, foram acolhidos pela professora; e apesar do karma em seus (DNA’s) cresceram argutos, espertos, astutos e hoje lutam pra que outros também possam revolucionar. Lutam para que outros vivam, para que outros não se calem, nem sejam silenciados. E se hoje vivem, é para servir de exemplo, ser espelho da Revolução que na periferia ocorreu... Preta, catadora de lixo e guerreira que nos pariu e morreu. Revolucionária do dia a dia que viveu e morreu um dia de cada vez, que cresceu ouvindo a professorinha dizendo que quem luta e não se cala, cala a fala de muitos e muda a forma que o mundo conforma quando distribui a sorte e desenforma a forma que o deus dos brancos escolheu. Cresceu ouvindo a professorinha dizendo que: - “Quando a periferia tomar consciência de sua importância para a sociedade verá, nesse dia, o desencadeamento da maior revolução da história do Brasil”. E de tanto ouvir a professora falar moveu seu mundo e mudou o rumo de tudo, revolucionando o rumo que a vida preestabeleceu, seguiu em frente orgulhosa enquanto o futuro moldava o presente de toda aquela gente que o passado estranhamente esqueceu. Hoje dorme na memória revolucionária da periferia que na história dos livros ninguém leu.
51,
uma boa ideia nasceu hoje.
metade de uma vida percorrida,
ops, como definir metade de uma vida?
não sabemos.
nos resta apenas viver cada dia como se fosse o último.
51 anos não de vida, mas, digamos que sejam de vivências,
várias ao longo do período,
infância, onde aprendemos vários valores e nos firmam para o resto da vida,
adolescência, onde muitos se perdem e muitos se acham,
é uma fase de aprendizado e decepções,
maioridade, onde achamos que podemos tudo,
beber, fumar, fu... ( ao menos na minha época )
e alguns aprendem, outros ainda sofrem até hoje.
eu sofro, ainda sou o mesmo,
não posso ser recriminado, culpado por ser eu mesmo,
não me prendo a dogmas da sociedade,
meus princípios sempre serão os mesmos,
isso é inato.
Por isso hoje, só tenho a agradecer a todos que estão,
e aos que passaram pela minha vida,
vocês fizeram o que sou hoje,
( ou seja, se sou um erro, a culpa é de vocês :P )
Costumo sempre dizer uma frase a minha esposa antes de dormir:
"Obrigado por tudo, me desculpe por tudo."
Pensem nisso; quantas vezes durante o dia,
fazemos coisas que podem ser ofensas a outra,
ou algo que merecia um agradecimento e não o recebemos.
Tudo que se faz na vida, não é para ter um reconhecimento,
é para nos sentirmos bem,
se você fez algo errado,
seu interior vai saber e te cobrar.
E se fez algo de bom, :)
vai se sentir bem e feliz.
Que a vida de vocês seja boa,
e parabéns não a mim, mas,
a vocês, por ainda estarem na minha vida.
Obrigado por tudo, me desculpem por tudo. :)
Namastê.
a menina nasceu
aos olhos do avô ausente
uma mãe, duas meninas
(para Marcela Viana Franzol, minha primeira neta, nascida em 15 de abril de 2005)
NUNCA DUVIDE DA CAPACIDADE DE NINGUEM,
LEMBRE-SE QUE VOCE NASCEU E NADA SABIA,
COM O TEMPO FOMOS CAPACITADOS PRA NADA...
E nasceu o amor...
Quando te avistei.
Parecia que meu mundo havia começado naquele exato momento.
E que a luz do sol, a beleza da manhã, as flores, ganharam vida naquele dia.
Eu não pensei que fosse encontrar tamanha força e maravilhosa expressão do amor em um único ser.
Mas encontrei em ti, que em um piscar de olhos fez com que tudo que eu imaginava sobre a felicidade e o prazer somente poderia encontrar depois que te conheci.
Minha vida se transformou noites se iluminaram, dias ficaram mais encantados.
Tudo porque eu estava amando e, me sentia feliz do teu lado.
TINHA UM GAROTINHO QUE NASCEU CEGO, O SEU SONHO ERA PODER VER UM DIA, SEU PAI CHEGOU EM CASA E DISSE:
- FILHINHO PAPAI COMPROU REMEDINHO PARA VOCÊ, VAMOS PINGAR NO SEU OLHINHO!!
O GAROTO TODO FELIZ DISSE:
- ENTÃO PINGA PAPAI, PARA EU PODER ENXERGAR!!
SEU PAI DISSE:
- VOU FAZER UMA GRANDE FESTA PRA VOCÊ, NO GINÁSIO DA CIDADE, PARA TODOS PARTICIPAREM DE SUA ALEGRIA!
O MENINO NÃO AGÜENTAVA DE VONTADE E EXPERIMENTAR O TAL REMÉDIO, PEDIU PARA A VOVOZINHA, MAS AVÓ NÃO QUIS PINGAR O REMÉDIO NO SEU OLHINHO, EMBORA O AMASSE DEMAIS NÃO PODIA ESTRAGAR A SUA FESTA. CHEGADO A HORA DA FESTA, A MÃE DO GAROTINHO O PÔS, NO CENTRO DO GINÁSIO QUE ESTAVA LOTADO, SEU PAI CHEGOU E GRITOU:
- VOU PINGAR O REMEDINHO NO OLHINHO!!
O MENINO DISSE:
- VEM PAPAI, DEPRESSA!
SEU PAI PINGOU O REMEDINHO NUM OLHO, E DEPOIS NO OUTRO. O MENINO ESFREGOU OS OLHOS E DISSE:
- PAPAI, NÃO ESTOU VENDO NADA!!
E TODO MUNDO DO GINÁSIO GRITOU:
- PRIMEIRO DE ABRILLLLL, PRIMEIROOO DE ABRIILL!!!!!!!!!!!!!!
Ah eu não queria mais me apeguei, nasceu um sentimento quando te beijei, sei lá, você abriu a porta do meu coração,não da pra esconder que estou apaixonada por você, vem correndo pros meus braços, não sei mais o que faço pra me fazer feliz, a felicidade é você, seu beijo me alucina, vem pra matar meus desejos, procuro um jeito, dou um jeito pra te encontrar, apaga o fogo da saudade, estou morrendo de vontade de te beijar, mais uma vez, eu me sinto tão carente, quero sentir seu corpo quente pra me aqueçer do frio da solidão.
Devo dizer que o ser humano nasceu para ser devorado? O que me define é esta provocação banal... o ser humano nasceu para devorar também.
Alberto Pereira - nasceu em 1970 na cidade de Lisboa; licenciado em enfermagem, participou em diversas antologias, tendo obtido, em 2008, o 1.º Prêmio de Poesia "Ora, vejamos".
A 6 de Dezembro de 2008 foi apresentado em Lisboa, a obra poética "O Áspero Hálito do Amanhã" de Alberto Pereira, com prefácio de Xavier Zarco.
Obra e autor foram apresentados pelo emérito poeta Firmino Mendes. O prefaciador e o apresentador foram distinguidos com o prêmio Vítor Matos e Sá, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Manuel Gusmão
Nasceu em Évora em 1945. Licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa, tendo-se doutorado com a tese sobre a poética de Francis Ponge, em 1987.
É professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, desenvolvendo trabalho nas áreas da Literatura Portuguesa, Literatura Francesa e Teoria da Literatura. É membro da Associação Internacional de Literatura Comparada e fundador da Associação Portuguesa de Literatura Comparada.
Pertenceu às redacções das revistas “ O Tempo e o Modo” e “ Letras e Artes” e foi colaborador permanente do Jornal “Crítica, entre 1961 e 1971. Foi fundador das revistas Ariane (revue d’études littéraires françaises), que se publica desde 1982, e “Dedalus”, da Associação Portuguesa de Literatura Comparada, desde 1991). É coordenador editorial da revista “Vértice” desde 1988.
É tradutor português de poemas de Olivier Cardiot, Christian e Francis Ponge.
Vencedor, em 2004, do Prémio D. Diniz, da Fundação Casa de Mateus.
Vencedor, em 2005, do Prémio Vergílio Ferreira, atribuído pela Universidade de Évora.
JOÃO BATISTA DO LAGO
Nasceu em 24 de junho de 1950, em Itapecuru Mirim, Maranhão.
Se considera um poeta “surracionalista”
(palavra cunhada pelo filósofo Gaston Bachelard),
ou seja, “tal qual no surrealismo utilizo as palavras como objeto para alcançar o objetivo de uma ‘experienciação’ para uma nova realidade experimental, sacando-a do campo da simples epistemologia e introduzindo-a no campo daontologia pura; (...) isso sugere a desverbalização da palavra em si, de si e para si, o que significa a desconstrução do discurso da palavra ou do texto homófono, para constituí-lo e fixá-lo como ‘sujeito’ do discurso substancial, real e concreto”.
Outra paixão:
o jornalismo - profissão exercida há mais de 30 anos
Carta ao nosso filho que nunca nasceu.
Hoje deitei e voltou o pensamento daquela criança, aquela criatura especial que tinha que vir e nunca chegou. Achava que o meu destino nessa terra não tinha ainda acabado e pensava ter um filho, amar e ensinar muito para ele e aprender muito com ele. Mas aquele dia não chegou, o espírito sabido dele olha para mim daquele lugar onde ele esta e sorri para mim pensando: “Meu pai, aquele dia não chegou”. Queria te tirar daquela luz onde você fica nesse instante, não para te fazer mal, mas porque você mesmo tinha decidido vir para esse mundo.
Você tinha que vir para conhecer a felicidade e a dor, uma nova vida, a vida na Terra. Conhecer as leis do homem alem das leis de Deus. Você teria que me amar e, algumas vezes me odiar, teria que achar estranhos os meus comportamentos, a minha atenção escondida pela pressa de te ver se tornar o homem que eu queria você se tornasse. Sabia também que, assim como eu fiz, você também teria escolhido entre todos os caminhos da tua vida, aquele mais difícil, porque é assim mesmo que se faz a diferença entre uma pessoa comum e uma especial.
Você seria especial e as outras almas teriam se aproximado da tua luz pela tua felicidade, mas também para apagá-la, porque invejosas de você.
Você teria sofrido por isso, mas também continuado nos teus caminhos, porque a tua força é superior a qualquer desafio. Você teria se tornado o homem que você queria; escolhido a vida que você queria viver. As tuas escolhas, você faria com coragem, muitas vezes contra a opinião de todos e de baixo das criticas deles.
Você iria para frente. Na cabeça as frases dos ciumentos: “Você não vai conseguir”.
Você estaria só nas tuas escolhas, mas todo isso não significa que o que você pensa seja errado, e você teria sofrido por isso. Não fuja da dor, por quanto ela possa ser grande, enfrenta! Deixa um tempo, todo aquele que for necessário para desfrutar a vontade do sofrimento, curte ele, o abrace e o abandone. Enfrenta os teus problemas e não se sinta vencido se, talvez, você escolhe fugir. Quando você se sente só, pense que você tem uma coisa que ninguém tem: a si mesmo. Cultiva a confiança na tua capacidade, usa a tua mente, porque o teu jeito de ser é único. Você não é estranho, também se, muitos te dizem isso e muitos dizem as tuas costas. Mas será por isso mesmo que você nunca ira desistir, porque você é forte, você é especial e isso é o teu combustível. Você iria aprender como a vida é um circulo. Você se encontra no tope do sucesso e da felicidade e, de repente do outro lado do circulo. Mas, por ser um circulo, você aprenderia que depois sempre tem uma subida. Você teria se tornado um homem e um pai e tudo o que você não tinha entendido de mim você entenderia no instante de abraçar o teu filho. Tudo será mais claro e você entenderia que, o que fica na tua frente, nada mais é que o milagre da vida. Um milagre tão simples e tão difícil para se explicar. E eu não seria ao teu lado, queria te agradecer para ter escolhido ser o meu filho. Mas você não nasceu e essa é a vida e essa noite eu escrevi essa carta para você filho meu.
Guido Battaglia
.
NASCEU UMA ESTRELA, CAROLINA!
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Nasceu uma estrela, Carolina!
Mas que eu esperava ansiosamente
Ela e tao pequena que delicadamente
E eu a seguro, oh! Bela menina!
Nasceu para reinar, sempre!
Ja que ela nao e menos do que uma princesa
E no mundo nao ha maior realeza
Que a possa vencer, sinceramente!
Ela me faz ficar flutuando, abobalhado,
Na alegria deste doce momento
Que acabo ate chorando, emocionado!
Bebe que dorme e dorme, minha amada!
Mas no seu primeiro atrevimento
Sempre me acorda de madrugada!
© 2008 Islo Nantes Music/Globrazil(ASCAP)
Globrazil@verizon.net or Globrazil@hotmail.com
Brazil - (021) 2463-7999 - Claudio
USA (1) 914-699-0186 - Luiz
Tequila
Diga-me qual e seu segredo.
Diga-me de onde nasceu seu olhar.
Diga-me de onde vem este essência, esta flagrância, e este perfume sincero.
Diga-me: me diga, por favor, meu amor.
Nesta canção medrosa, nesta flor, nesta alma, deste olhar.
No corpo na boca, nas mãos no dente na língua.
Na manhã do campo nas águas das lagrimas.
Você não e paixão,
Você e apaixonante,
Você não e o tempo
Sim o tempo é você.
Ah se você permiti-se;
Ah se você invadi-se;
Ah se você abri-se, as portas,
de teu corpo,
tua mente,
teus desejos.
Completaria-me; como um ser perfeito.
[b]
quando você solta uma bomba, você mata Deus e a criança que ainda não nasceu..
aonde você quer que vamos quando as bombas caírem??
elas estão caindo sem pontaria em nossas cabeças...
porque nós temos de matar a nossa própria espécie????
Era uma vez...
Um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura;tinha 17 anos poderia morrer a qualquer momento sempre viveu na casa de seus pais sobre cuidados de sua mãe.
Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão de sua mãe,caminhou pela sua quadra,olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos,percebeu a presença de uma menina mais ou menos de sua idade,que parecia ser feita de ternura e beleza. foi amor a primeira vista!abriu a porta e entrou sem olhar para mais nada a não ser para sua amada. Timidamente chegou ao balcão onde a garota estava. Quando chegou a garota com um sorriso perguntou para ele o que ele queria. era o sorriso mais lindo que ele podia ter visto a emoção foi tão grande que ele mal conseguiu dizer que queria um disco. Pegou o primeiro que encontrou sem olhar de que era e disse:é esse aqui.”quer que eu embrulhe para presente”?perguntou a garota sorrindo ainda mais, e ele mexeu a cabeça dizendo que sim. Ele pegou o pacote e saiu do balcão louco de vontade de fica,admirando aquela figura divina. daquele dia em diante , tosas as tarde voltava a loja de discos e comprava um cd qualquer .todas as vezes a garota deixava o balcão,e voltava com um embrulho mais bonito do que o outro que ele guardava no guarda roupa,sem abrir. ele estava apaixonado,mas tinha medo da reação dela e assim por mais que ela o recebesse com um sorriso doce não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar. Comentou co sua mãe sobre isso, ela o incentivou muito a chamá-la para sair.
Um dia ele se encheu de coragem e foi a loja como todos os dias comprou um dia,
- Relacionados
- Quando você nasceu, eu renasci: frases para filhos
- Amor entre pai e filho: frases sobre essa ligação especial
- Você é especial para mim: frases que tocam o coração
- Poemas sobre Mim
- Textos de aniversário para mim 🎁
- Frases sobre mim com motivação e reflexão para crescer e evoluir
- Você é importante para mim: palavras para quem faz a diferença
