Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir
Não há passeios que se comparem aos que você faz nas lembranças daqueles que não precisam de você para nada.
Se a sua religião te convenceu a mentir e fazer discurso de ódio, você não precisa de mais liberdade de expressão, precisa é se libertar do mau-caratismo.
Se a Fé que professas te permite mentir e fazer discurso de ódio, você não precisa de mais “Liberdade de Expressão”, precisa é se libertar do mau-caratismo.
Aguardo por
você onde
a consequência
não se esgota,
e a paciência
também não,
Se quiser te dou
o meu sobrenome,
Não vais morrer
nunca de frio
e nem de fome.
Porque já tens
endereço fixo
no meu coração,
mesmo sem
os olhos terem
te visto,
O amor é
a explicação.
Aguardo por
você porque
de ti eu sei
que eu sou
o quê te faz
contente,
e de ti não vou;
pois a gente
se merece
e se pertence.
Você surgiu
do nada,
Não sei o quê
em ti
Eu encontrei,
Só sei que
de você,
Não quero
me prevenir,
Há algo
em teu olhar,
Que me fez
sacudir,
Há algo
na tua boca
Que tenho
que provar,
E te recompensar
com leveza
de fada.
As minhas mãos
não podem
te tocar,
a minha letra une
as nossas mãos
de uma forma
maior,
para quando o tempo
de amar chegar,
os nossos corpos
hão de se render
e se colar,
Assim sou poesia
e perdição
a te provocar.
Você não
imagina,
que eu
te quero
em silêncio,
poesia
açucarada
e com o 'quê'
da mística
incidental
das flores
das dunas
que nasceram
aqui no vale,
e mesmo que eu
recatada me cale,
saiba que daqui
para frente
cada letra só
será para você.
Eu não pertenço
a esse mundo,
e sim a cena
do suave beijo
a enternecer,
e a sua mão
irreversível
que virá
por debaixo
do vestido
me fazendo
enlouquecer.
Porque eu
te quero,
e é mais forte
do que eu,
o meu desejo
cadencial
é bem assim:
repleto,
intenso,
urgencial
e cheio
de mel.
Não vai passar,
porque sem
se conhecer,
algo em ti
me reconheceu
de forma
inefável,
e te fez oceano
pacificado
para me receber,
porque de maneira
doce e inefável:
já me tens
inexplicável.
Não há nada
mais santificado
do que uma
vadiagem poética,
eu sou o quê
você procura
no meio
da bagunça
do seu coração.
Inspiro e respiro
aquilo que nutre,
e te traz fascinação.
Transpiro em verso
aquilo que sugere,
e te traz inspiração.
Não há nada mais
o quê ocultar,
escrevo poemas
para os lábios
teus abastecer,
e me incendiar
mais ardente
do que uma
vela no altar.
Seduzo em prosa,
aquilo que desejo,
e atrai por sedução.
Induzo em canto,
aquilo sem reverso,
e que já é paixão.
Não há nada
mais delicioso
do que uma fuga
do cotidiano,
eu sou o quê
te desafia,
e provoca
real encanto
trazendo revolução.
No encerrar das portas
da minha juventude,
Você apagou a luz
do meu mundo,
Eu não quero saber
mais a teu respeito,
Amor você não tem,
e nunca teve por mim,
E nunca terá por ninguém.
Você acabou comigo,
da mentira você é filho,
Brincou com o destino.
de quem te queria Bem.
Não foi nenhuma vicissitude,
tudo aquilo que você sofreu,
Foi você mesmo que plantou,
e ainda de fato não colheu,
E nunca será bastante,
porque te quero distante.
Você nasceu sem caráter,
Brincou com a fé,
Você nasceu sem alma,
Zombou com a esperança,
Você nunca será respeitado,
E quando tudo der errado,
Há de se lembrar para sempre,
que não se humilha uma mulher!
Não se brinca com a fé
de ninguém e ainda mais
de quem faria tudo por você;
Você conseguiu a proeza
que eu me arrependesse
Do meu arrependimento.
Não me esqueci de nada
e nem me esquecerei,
Dos dias de silêncio,
do desprezo ao meu esforço,
da ofensa a minha beleza,
das pequenas mentiras,
da falsa promessa de união,
do filho prometido,
dos dias ruins ao teu lado
e que me adoeceram,
A memória de ti será esvaziada.
Fostes o tempo todo original:
um homem de mentira,
Na verdade é o que você é.
Valeu a pena ir a pé,
porque aonde nada vale,
Eu não posso existir.
No coração tenho um corte,
por ti enfrentaria a morte,
Você nasceu para não ser,
e nunca ter existido;
Que bom que você saiu
da minha vida e caminho,
Agradeço que tive sorte!
O último poema para você
é para te enterrar vivo,
Porque não me terás como abrigo,
e tampouco como salvo-conduto,
Quero um cavalheiro genuíno,
que se comporte como adulto,
E jamais se pareça contigo,
porque tens o aroma do lixo,
Ainda bem que descobri há tempo!
Vou ter o meu coração reconstruído,
Confesso que fui embora convicta
Da certeza que em algum lugar
do mundo não poderia negar
A minha existência e presença
para quem vale a pena amar.
Eu te encontrei,
Você ainda não viu,
Eu te reparei,
Você nada pediu,
Eu te consagrei.
Irei ao encontro,
Eu não hesitarei;
Irei ao destino
Do amor que é lei.
Eu sou semente,
Vento nas areias,
Eu sou flor,
Corda de violão,
Eu sou oásis,
Acorde do coração.
Irei ao ponto,
Eu me renderei;
Irei ao caminho
Que eu encontrei.
Eu sou presente,
Sopro na estepe,
Eu sou perfume,
Rosa de Ahal,
Eu sou fonte,
Nômade e paixão.
Irei no ritmo,
Eu assim voarei,
Tenho convicção,
Vontade e fé,
Nos olhos do Protetor,
Nos passos da glória,
No peito cheio de amor,
Nos braços da História
Repletos de todo o amor.
Você sabe muito bem,
que eu não quis admitir:
- Que nós somos iguais!
Você me conhece bem,
por isso não preciso falar
que você mora em mim.
Eu sei que moro em ti,
fingi não [perceber]:
para não me entregar...
Você sabe que vou além,
que escrevo com o gentil
- arrimo -
Destes teus olhos celestiais,
e eles não se apagarão jamais!
Eu vivo uma inevitável
primavera que não passa,
a minha alma te abraça.
Eis o solstício irremediável
eterna chama que não abrasa
a vontade na imensidade.
A inspiração particular,
em tons solares e florais,
só para te embriagar demais.
Você me conhece muito bem,
- ilustre cidadão do meu peito -
e devastador como ninguém.
Você venceu o próprio tempo,
viraste paixão em poemas inteiros!
Sou senhora da minha liberdade,
- proprietária do meu nariz -
e boêmia das palavras.
Além das matizes mais florais
e de todos os bons 'setembros',
Eu reconheço que estou assim
- vivendo -
A mais colossal das estações:
- A Primavera do amor demais...
Não há como esquecer da vez
que eu tirei você para dançar.
Não era impossível prever
que a gente iria se [cruzar.
O amor ainda vive no olhar
como composição essencial.
Nome ainda vivo no peito
como bailarina a [sapatear.
Não há como resistir a você
que chegou de vez para ficar.
Não sei como será adiante,
e o quê fazer para te [agradar.
O amor quando chega de vez
é como o vento a refrescar
que acaricia a face
em plena noite de [luar].
Os teus olhos não podem me ver,
Eu te busco nos versos faceiros,
Só para você não me esquecer.
O teu coração vive a denunciar:
Eu, dona de um corpo - altar
A tua devoção vive a estampar
- o desejo atrevido -
De um caso pensado a florescer.
Os teus lábios não vão revelar,
Eu te anseio nos versos cúmplices,
Só para nos bem resguardar:
De todo o despeito e de todo o Mal
A minha imagem de ti não vai apagar,
Eu sou a melhor a parte de você:
Redescobriste o amor
Por várias vezes tentei duvidar...
Eu conto a história que eu quiser,
A cor dos teus olhos não vou revelar.
Eles podem ter a cor das flores roxas
- iluminadas -
Pelo Sol da tarde,
Ou a cor do nosso segredo,
Ou do nosso grande enredo
Que vive como uma harpa a tocar....
Não sei o quê fazer com você,
E nem com a lembrança doce;
Que me fez gostar sem querer
Do olhar que me fez endoidecer.
Tua serei sempre que quiser,
E do jeito que ordenar...,
Não há nem como negar
Sob o domínio do teu olhar,
Não há como não esquecer
Do manso bem-me-quer
Vindo de um beijo estelar
- Primeiro e derradeiro -
Que fez o meu corpo te querer
- inteiro -
Sendo eu poesia última,
Juro-te como o meu amor
- verdadeiro -
Guardado estás no meu peito.
Não sei o quê fazer com amor,
E nem com todo este encanto...
Quando não é verso, ele é pranto
É melhor eu fixar no meu canto.
Jura que irá voltar para mim!
Não encontro melhor fim,
Por isso resolvi me recolher
Para eternizar em versos
- tudo -
O que o coração não consegue
- apagar -
E o que o meu corpo espera
- se alimentar -
Do universo feito de você
E deste amor que não consigo
- esquecer -
Porque nascermos para nos repletar.
Não sei o quê fazer com o tempo,
E nem com a distância...
Que os meus versos sejam o breviário,
E a saudade de mim se torne estância.
Não é que eu te odeie. Mas se você estivesse morrendo de sede e eu tivesse uma garrafa d'água... eu ia lavar meu pé.
Ao ler a Bíblia, não seja apenas um ouvinte,mas a ponham em prática o que você está lendo.Em oração,peçamos ajuda ao Senhor a ser obediente á sua palavra.
Você não sabe: o boi é cheio de arte
O Boi tem raça, é o dono da festa
O Boi é forte, é o boi da promessa;
O Boi é ameríndio, porta estandarte.
Você não sabe: o boi é educado,
Até o coração do apresentador:
Vive sempre por ele apaixonado.
Ele tem cor da paixão e do pecado,
Da sinhazinha, ele é o enamorado.
Você não sabe: o boi é cheio de paixão
O Boi tem graça, é o dono da ginga.
Quem não sabe que ele é do coração?
O Boi é o Senhor, dono do seu coração.
A festa não tem hora, não tem lugar,
A festa é assim: ela nunca vai acabar.
Chegou o Boi Garantido, sim senhor!
Para o povo do Amazonas levantar...
A batucada como sempre dá o tom,
Com a benção do pajé será tudo de bom.
Você não sabe: o boi é do povão.
O Boi é o Soberano do seu coração,
Das alegorias, ele é a inspiração.
O Boi é o senhor da tua emoção!
O Boi é o Rei da Festa, que bom!
Agora que você já sabe:
Festejar em Parintins, é tudo de bom!
Veja a figura típica, que é o resultado
Da gostosa miscigenação do amor.
O Boi Garantido é filho desse calor,
E assim anunciou o levantador...
Quem não sabe a cor?
A cor do boi é vermelho,
E a outra cor e branca,
Que é a cor de Nosso Senhor.
Despontando a vaqueirada não é lenda,
Riscando bem a estrada da fazenda,
Brilhando o Boi Garantido, meu amor,
O amo do boi é o dono da fazenda,
Do boi ele pensa que é o senhor,
O amo canta os versos mais belos
As estrelas iluminando a noite,
O boi obedece sem nenhum coice.
O Boi com o pajé vai fazendo o ritual,
Seduzindo a sinhazinha de jeito especial,
O vai e vem do boi no passo da evolução,
O Boi mais bonito é o Garantido, ele é sem igual;
Só ele levanta de verdade a nossa emoção,
Não adianta só um bom toador cantar,
Se não tiver o boi, nada vai adiantar...
As tribos indígenas e o tuxauas,
Aqui estão para a galera vibrar,
Chegou a Rainha do Folclore,
Para o Brasil inteiro se encantar..,
A galera se agita, o boi se sacode,
A noite é uma menina que tudo pode.
Nenhuma das mulheres se compara à ela,
Está para nascer alguém que de mim discorde:
A Cunhaporanga sempre será a mais bela!
Você ainda
não percebeu,
Não tem problema!
Eu dou
conta de nós...,
Tenho uma doce
certeza,
- e nenhuma dúvida
De que o nosso
sentimento,
- nos leva para cima
Bem perto do nosso
recanto íntimo.
Certa do nosso
caminho:
Que é uma obra
de arte do destino.
Talvez ainda
desprevenido,
Mandaste-me
um beijo,
- com calor -
Eu não resisti,
e estou aqui
A sonhar
em versos,
Tentando um
soneto de amor,
Para chamar
a tua atenção,
Por pura
contemplação de alma
- afim -
Da tua adoração...!
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