Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir

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A verdade é que, querendo ou não, eu me arrependo de muita coisa.

Cada partido compreende que interessa a sua própria conservação não permitir que se esgote o partido contrário; o mesmo ocorre com a alta política.

Um coração infinito

Eu serei sempre eu mesmo!
E assim...
Estarei sendo o melhor!

Não coloco limite em meu coração,
e por isso você nunca saberá o fim dessa emoção!

Assim como o infinito é um lugar onde ninguém nunca conseguiu chegar... Meu amor por ti será sempre um infinito, em que se distancia a cada minuto!

Meu coração é como a montanha russa...
Sobe e desce, às vezes rápido, às vezes devagar!

Eu deixo ele sempre livre e só paro quando quero!
E naquele dia...
Bom, naquele dia eu não quis pará-lo.

Quem tem muita pressa acaba não conseguindo nada no final.

"Resolver uma situação difícil requer um pensamento de realeza e não de escravo".

Quando nós dizemos "Eu te amo" o objeto do nosso amor não é o outro mas o que achamos que o outro seja, a ideia do outro, a representação do outro, a imagem o outro. Essa é mais fácil de amar, essa você controla, essa é sua, essa está em você.

Não te enterres no passado, não vivas o futuro, vive o presente. Não tenhas medo, arrisca. Chegastes ao final do túnel? Não há saída? Grita! Ninguém ouve? Volta para trás. Tens medo? Agarra-te a alguém que amas. Não tens ninguém contigo? Agarra-te as boas memorias e volta. Porque há sempre alguém que precisa de ti.

Quando Sócrates disse: "só sei que nada sei", não estava afirmando uma certeza, e sim transparecendo todas as suas dúvidas.

A internet era para ser um sistema de compartilhamento de idéias, não de ideais.

Teremos de mudar a forma como vivemos neste planeta. Se não o fizermos, vamos pagar um preço muito alto.

Não existe isso de “estou sem tempo”. Temos tempo todos os minutos, todos os dias para o que quer que seja. Temos tempo para aquilo que a gente prioriza. A verdade é bem essa.

Não use drogas para ficar feliz. A felicidade não é uma droga.

⁠Eu cansei.
Eu cansei de me privar,
Eu cansei de não confiar,
Eu cansei de entender e não ser entendido,
Eu cansei de me colocar no lugar do outro e esquecer do meu,
Eu cansei de ser tratado com ignorância,
Eu cansei de drama,
Eu cansei de falta de respeito.
Eu cansei.
Eu sinto saudade de mim,
Eu sinto saudade da luz,
Eu sinto saudade da minha alegria.
Sinto saudade de me sentir confiável.
Eu cansei.
Eu cansei de ser provocado,
Eu cansei de não ser compreendido,
Eu cansei de compreender.
Eu cansei de esperar dedicação,
Eu cansei dessa dissimulação estagnada, instalada nos trejeitos de um ser sínico.
Eu cansei de esperar o tão falado amor.
Mas amor não se fala, amor se transmite. E só se transmite amor, quem sabe amar.
Eu cansei de mentiras,
Eu cansei dessa paranoia louca que se instalou em mim.
Eu cansei tanto, que eu esqueci.
E nesse esquecimento, eu errei.
Eu errei e invadi um espaço que não era meu.
Eu errei e ultrapassei os meus limites.
E eu cansei.
Sinto saudade de mim.
Sinto saudade de viver,
Sinto saudade da minha vontade de amar.
Mas hoje eu cansei de sentir medo.
E amanhã? Amanhã será um novo dia.

" Quanto tempo demorou pra perceber que muitas pessoas desse mundo não deveriam sofrer, por isso estou aqui pra proteger. Eu faço o meu corpo de escudo se for pra salvar você. "

⁠Sem liberdade não podemos ter moralidade.

Carl Jung
Psychological Types (1921).

⁠Ser "normal" é o ideal dos que não têm êxito, de todos os que se encontram abaixo do nível geral de adaptação.

Carl Jung
A prática da psicoterapia. Petrópolis: Vozes, 1981.

Agora é outra que se perde em ombros tão largos, tomara que ela não se perca tanto ao ponto de um dia não enxergar o quanto aquele abraço é o lado bom da vida.

Encare a vida de frente. Sem falsos testemunhos, sem máscaras, sem bajular. Não se camufle atrás de uma falsa fragilidade para enganar os outros. Tiro o chapéu, para as pessoas verdadeiras, para as que fazem o bem sem esperas, que doam-se sem trocas, que cuidam de suas vidas sem intrigas, calúnias e falsidades. Infelizes são as pessoas que vivem num mundo de mentiras, intrigas, que se sentem fortes falando do outro. Tiro o chapéu para quem valoriza as ofertas, aos humildes de coração, para quem fala o que sente sem agressividade, para quem não mente e nem omite os fatos, para quem trabalha com dignidade. Tiro chapéu, para a alegria verdadeira, para “gentes” verdadeiras e felizes por serem do bem. Tiro meu chapéu e me uno às pessoas do bem. Do bem querer, do bem viver, do bem amar!

Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não tenho. Pesa-me um como a possibilidade de tudo, o outro como a realidade de nada. Não tenho esperanças nem saudades. Conhecendo o que tem sido a minha vida até hoje — tantas vezes e em tanto o contrário do que eu a desejara —, que posso presumir da minha vida de amanhã senão que será o que não presumo, o que não quero, o que me acontece de fora, até através da minha vontade? Nem tenho nada no meu passado que relembre com o desejo inútil de o repetir. Nunca fui senão um vestígio e um simulacro de mim. O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto.

Breve sombra escura de uma árvore citadina, leve som de água caindo no tanque triste, verde da relva regular — jardim público ao quase crepúsculo —, sois, neste momento, o universo inteiro para mim, porque sois o conteúdo pleno da minha sensação consciente. Não quero mais da vida do que senti-la a perder-se nestas tardes imprevistas, ao som de crianças alheias que brincam nestes jardins engradados pela melancolia das ruas que os cercam, e copados, para além dos ramos altos das árvores, pelo céu velho onde as estrelas recomeçam.

Fernando Pessoa
SOARES, B. Livro do Desassossego. Vol.II. Lisboa: Ática. 1982. 186p.

O Fantasma da Ópera existiu. Não foi, como muito tempo se acreditava, uma inspiração de artistas, uma superstição de diretores, a criação aloucada de cérebros excitados de donzelas do corpo de baile, das mães delas, das “lanterninhas”, dos funcionários do vestiário e da portaria”.
Frase retirada do Prólogo do livro.