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Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir

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"Não importa o quão estreito seja o portão,
O quão carregado com castigos esteja o pergaminho,
Eu sou o mestre do meu destino;
Eu sou o capitão da minha alma.'

"A mentira não só tem perna curta como é dedo duro quando ela aponta na língua o sentido vem dando vazao a verdade ocultada."

⁠O mal não descansa; deveríamos nós descansar?

Silencie o ruído do mundo e desça com calma — dentro de você não há pressa, só profundidade… e ali, encontrará todas as respostas.

Somos centelhas do todo — não separados do divino, mas a própria consciência do universo experimentando a si mesma em forma humana.

Quem corre o tempo todo não percebe para onde está indo.

✍🏻Tenha cuidado para não ser odiado por pessoas de pouca inteligência que tenham CARGO DE PODER.
😕🧿💔👣👣💪🏻🤞🏻

QUANDO O FRACASSO SEMPRE PEDE UM RECOMEÇO


Viver no fracasso não é cair uma vez. É acordar todos os dias dentro dele. É abrir os olhos sabendo que os desafios continuam ali, intactos, esperando. É recomeçar sem plateia, sem garantias, sem a certeza de que desta vez será diferente. E ainda assim, você levanta. Homem ou mulher, você levanta porque está vivo e viva. E enquanto há vida, há algo que insiste. Esperança não como promessa bonita, mas como teimosia silenciosa.
Quem vive no fracasso aprende cedo que o recomeço não é um evento grandioso. Ele não vem com virada dramática nem com aplauso. Recomeçar, nesse contexto, é simplesmente não desistir naquele dia. É enfrentar o mesmo problema com o corpo cansado e a mente cheia, sabendo que ontem não funcionou e que talvez hoje também não funcione. Mesmo assim, você tenta. Isso não é ingenuidade. É sobrevivência consciente.
Há uma coragem pouco reconhecida em quem recomeça todos os dias sem mudança visível. O mundo costuma admirar apenas quem sai do fundo rápido, quem dá a volta por cima de forma limpa e vendável. Mas a maioria vive outra realidade. Vive o fracasso prolongado. Vive a espera. Vive o esforço que não gera retorno imediato. Vive a repetição.
E é nessa repetição que algo se constrói, ainda que invisível. Você aprende a lidar com a frustração sem se destruir. Aprende a ajustar expectativas. Aprende a medir o dia por pequenas vitórias que ninguém celebra. Às vezes a vitória é comer. Às vezes é não desistir de si mesmo e de si mesma. Às vezes é simplesmente não se entregar ao cinismo.
Recomeçar todos os dias não significa acreditar que tudo vai dar certo. Significa aceitar que desistir garante que tudo permaneça como está. Enquanto você vive, existe a possibilidade de mudança. Não a certeza. A possibilidade. E isso, para quem está no fundo, já é muito.
A esperança aqui não é euforia. É um fio fino, quase invisível, que impede o colapso total. Ela não grita. Ela sussurra. Diz apenas continue hoje. Amanhã você vê. Essa esperança não promete recompensa. Ela apenas lembra que a história ainda não acabou.
Viver no fracasso também ensina algo duro. Que você não controla tudo. Que o esforço nem sempre se converte em resultado. Que o mundo não é justo. Mas ensina algo igualmente importante. Que você pode controlar a decisão de continuar. Mesmo quando tudo ao redor sugere que seria mais fácil desistir.
Há dias em que o recomeço dói mais do que o fracasso em si. Porque recomeçar exige encarar novamente a possibilidade de errar. Exige abrir o peito para outra tentativa que pode falhar. Muitos desistem não por preguiça, mas por exaustão emocional. E ainda assim, você segue. Não porque é forte no sentido idealizado, mas porque algo em você se recusa a encerrar a própria existência antes do tempo.
Enquanto você vive, ainda há encontros possíveis. Ainda há aprendizados que não aconteceram. Ainda há uma versão sua que não foi testada. Viver mantém essas portas entreabertas. Morrer por dentro as fecha todas.
Recomeçar todos os dias também redefine o conceito de vitória. Vitória deixa de ser chegar lá e passa a ser não se perder completamente no caminho. Passa a ser manter alguma integridade interna em meio ao caos. Passa a ser preservar a capacidade de sentir, de pensar, de desejar algo diferente.
Há uma dignidade silenciosa em continuar mesmo quando ninguém aposta em você. Mesmo quando as circunstâncias são hostis. Mesmo quando o histórico não ajuda. Essa dignidade não aparece em discursos de sucesso, mas sustenta vidas inteiras.
Enquanto você vive, o fracasso não é definitivo. Ele é apenas o estado atual. Estados mudam. Às vezes lentamente. Às vezes de forma inesperada. Mas só mudam para quem permanece.
Viver no fracasso e recomeçar todos os dias não é romantizar a dor. É reconhecer que a esperança não nasce da facilidade, mas da insistência. Não nasce da certeza, mas da possibilidade. Não nasce do conforto, mas da recusa em se apagar.
Você continua porque ainda respira. Porque ainda pensa. Porque ainda sente. E isso, por mais simples que pareça, é a base de qualquer transformação futura. Enquanto há vida, o capítulo seguinte ainda pode ser escrito. Mesmo que hoje ele seja curto. Mesmo que hoje ele doa.
Enquanto você vive, ainda há esperança. Não porque alguém prometeu, mas porque você ainda está aqui. E estar aqui, todos os dias, apesar de tudo, já é um ato profundo de resistência.

ENFRENTANDO O SISTEMA EM BUSCA DO MELHOR




Enfrentar o sistema todos os dias não é um ato romântico. É um desgaste contínuo. É acordar sabendo que as regras não foram feitas para você, homem ou mulher, e ainda assim entrar no jogo porque ficar fora custa mais caro. É lutar contra estruturas lentas, injustas, frias, que exigem documentos, provas, paciência infinita e oferecem quase nada em troca.
Você enfrenta o sistema quando insiste em existir com dignidade em um ambiente que normaliza a exclusão. Quando busca o melhor possível mesmo sabendo que o melhor talvez nunca chegue da forma prometida. Isso não é ingenuidade. É posicionamento interno. É decidir que sua vida não será definida apenas pelo que o sistema permite.
Há dias em que essa luta parece inútil. Em que você sente que está gastando energia contra algo grande demais, impessoal demais. O sistema não tem rosto. Não se comove. Não se desculpa. Ele apenas opera. E ainda assim, você resiste. Não porque acredita que vai vencê-lo completamente, mas porque se recusa a se deixar esmagar por ele.
Buscar o melhor, mesmo sem garantia de alcançá-lo, é uma forma de preservar a própria humanidade. É dizer que você não aceita a mediocridade imposta como destino final. Que você não vai parar de tentar só porque a linha de chegada parece sempre se mover. Que seu esforço não depende de aplauso nem de promessa cumprida.
O sistema cansa. Ele tenta te convencer de que lutar é perda de tempo, de que aceitar é maturidade, de que se adaptar é sabedoria. Mas você aprende, com o tempo, que aceitar tudo sem questionar também é uma forma de morrer por dentro. E você já entendeu que viver pela metade não é opção.
Enfrentar até o último respirar não significa viver em guerra constante. Significa não entregar sua vontade. Significa continuar escolhendo o melhor possível dentro do pior cenário. Significa ajustar, recuar quando necessário, avançar quando dá, mas nunca desistir de buscar algo mais digno do que o mínimo imposto.
Mesmo que o melhor nunca chegue como idealizado, o caminho molda você. Cada tentativa afina sua percepção. Cada recusa em se render fortalece algo silencioso. Você se torna alguém que não se deixa definir apenas por escassez, fracasso ou exclusão.
No fim, talvez não haja vitória grandiosa. Talvez não haja reconhecimento. Talvez o sistema continue falho até o último dia. Mas haverá algo que ele não conseguiu tomar. Sua consciência de que você tentou. De que você não se apagou. De que você viveu buscando mais lucidez, mais justiça, mais sentido.
E isso importa. Importa porque a vida não se resume ao resultado final. Ela se constrói na postura diária diante do que te oprime. Enfrentar o sistema até o último respirar é escolher morrer em movimento, não paralisado. É escolher viver de pé, mesmo cansado e cansada.
Você não prometeu vencer o mundo. Prometeu não se abandonar. E cumprir essa promessa, dia após dia, já é uma forma profunda de vitória.
Se este texto encontrou você em algum ponto sensível, saiba que ele não termina aqui. Ele continua nos meus webbooks, onde aprofundo esses temas com a mesma clareza direta, sem romantizar a dor e sem vender soluções fáceis. Cada webbook é um convite para olhar de frente os mecanismos que sustentam o fracasso, a pobreza, a exclusão e a luta diária por dignidade, sempre falando com você, homem ou mulher, de forma honesta e respeitosa.
No Pinterest, compartilho diariamente reflexões, trechos e ideias que dialogam com essas vivências reais, para quem vive à margem do discurso bonito e precisa de lucidez para continuar. Lá você encontra o caminho para conhecer todos os meus webbooks e escolher aquele que conversa com o momento que você está atravessando agora.
Se fizer sentido, acompanhe o perfil Alinny de Mello no Pinterest. Talvez você não encontre promessas, mas encontrará palavras que ajudam a sustentar o próximo passo. Obrigada, de verdade, por estar aqui e por continuar, mesmo quando tudo parece exigir que você desista.

A criatividade não pode ser simplesmente homogênea. Não pode ter apenas uma cor, apenas uma nota musical ou ser apenas uma linha. Esta alma criativa que você pode acessar está em um limite tão magnificamente próximo de você que basta você fechar os olhos e senti-la pulsando no seu interior.

Nada teria graça se o 'próximo' não existisse.

⁠Quando vocês perceberem que clareza não tem nada a ver com cor, entenderão o verdadeiro sentido da harmonia.

⁠Traição





Traição não tem nada a ver com o relacionamento, tem tudo a ver com aquele que trai.



Em um passado não muito distante, os homens traíam mais, hoje em dia pesquisas apontam equivalência.



Com certeza a maior parte das pessoas que traem apontariam um motivo, que para eles são plausíveis, mas de fato não o são.



Traição não tem a ver de como anda o relacionamento, nem de como uma pessoa é tratada, quem trai, antes de tudo, trai a si mesmo.



Herdamos da sociedade patriarcal, extremamente machista, o conceito de aceitação, homens traiam, e mantiam suas famílias, as mulheres sofriam, mas aparentavam indiferença, hoje há uma libertação, não é aceito como se era antes, mas ainda existe uma certa tolerância.



Por outro lado, existe uma discrepância, mulheres traídas são vítimas, já os homens há uma certa cobrança, e entre eles até gozação com o traído.



São vários fatores que pode levar uma pessoa a traição, mas nenhum deles é justificável.



Homens, traem mais por impulso, e não usam a razão, podem ter uma BMW na garagem, mas arriscam tudo, por um passeio de fusquinha.



Dificilmente envolve sentimentos, é só hormônios e para elevar a sua autoestima, se sentir mais másculo, ou mostrar para outros que é homem.



Segundo dados estatísticos, o motivo mais frequente por que as mulheres traem, é vingança.



De certa forma, as mulheres que traem por vingança, se colocam em pior condições que o homem, enquanto ele faz para si, e por si mesmo, ela se mancha por causa do outro, se rebaixa e se iguala a ele.



É como tomar um copo de veneno e esperar que o outro se sinta mal, elas pensam em dá o troco, mas pagam um preço bem mais alto.



Quero abordar algo muito importante, uma revelação que pode ajudar muita gente, aqueles recorrentes, que vivem traindo, mas sempre se arrependem, pessoas que choram e querem mudar, mas não conseguem.



Há uma expressão que diz: "Está no sangue", mas na verdade está na mente.



Preste atenção no que você vai ler, muito de nossos comportamentos são aprendidos na infância, e alguns até rejeitamos, não queremos, mas quando damos conta, estamos fazendo.



Repetimos na vida adulta, o que aprendemos na infância, geralmente o que fica gravado são as lembranças mais dolorosas.



Tipo assim, fica arquivado na memória, como: "isso é algo que não quero fazer, nem quero que ninguém me faça, é algo intolerável”, e por isso fica fortemente registrado na memória, e com isso acaba se repetindo.



Nosso cérebro é seletivo, e faz isso sem interferência nossa, ele busca familiaridade no que já foi vivido e por isso podemos repetir, e buscar sempre o que vivemos na infância.



Há um padrão, e precisa ser quebrado, mesmo que não se repita o comportamento, procura-se o parceiro que reproduzirá o cenário.



Não subestime sua mente, ela te engana o tempo todo, sempre queremos o melhor e ela nos empurra para o mesmo de sempre.



Meninas que experenciaram isso na infância, em sua família de origem, são atraídas por parceiros propensos ao mesmo comportamento.



Relato abaixo dois casos contido no livro, o ciclo de autossabotagem, do autor Stanley Rosner, autossabotagem é um mecanismo de defesa, onde o tiro sai pela culatra.



O que não queremos é justamente o que nos atrai, e repetimos o que nos fez mal, nós temos de nossos pais muito mais que desejamos.



O primeiro caso é sobre um homem bem sucedido, bem casado e com uma família linda, quando atingiu certa idade, saiu de casa, se envolveu com uma mulher a qual relata que não sentia nada, em prantos procurou ajuda, depois de algumas sessões de terapia descobriu-se que seu pai saiu de casa quando ele tinha 12 anos, na percepção dele ainda criança, foi algo assim do nada, sem motivos nem razão aparente, ele só saiu de casa e desapareceu.



Este homem, amava sua família, esposa e filhos, e não entendia porque havia agindo assim, mas não tinha força para voltar.



O segundo caso é de uma mulher que terminou um relacionamento destrutivo, e agora está apaixonada por um homem com as mesmas característica do seu ex-namorado.



Há mulheres que se sente atraídas por homens comprometidos, mesmo com todos sinais evidentes, enganam-se a si mesmas e sofrem a cada novo romance.





O que quero trazer com este artigo é que o seu dedo podre tem cura, e se és uma pessoa, traidora compulsiva, mas arrependida, tem como mudar isso também.



O autoconhecimento é a chave para isso, um profissional de saúde mental, te ajudará muita nessa questão.



Todos precisamos de terapia, mas vou lhe dar uma ajudinha com umas dicas práticas para começar.



Antes das dicas, preciso deixar uma definição bem grosseira sobre o que é um trauma e como o processo funciona, na verdade o ciclo ocorre pela compulsão à repetição.



Um ponto crucial para nosso entendimento da compulsão a repetição, é o conceito do trauma, e de repressão de sentimentos associados ao trauma.



Trauma é tudo que provoca desordem emocional, que abala a estrutura de um indivíduo, pelo forte impacto provocado.



Não é o evento em si que determina o trauma, mas como ele é absorvido pelo indivíduo, portanto o mesmo evento traumático surte efeitos distintos, o mesmo fato traz choque e horror para um, e em outro instala-se um trauma.



É uma experiencia tão horrível que não conseguimos mantê-la na consciência, e enterramos na memória. Como lixo embaixo do tapete, com o tempo irá cheirar mal.



Resumindo, você não pensa nisso, mas é capaz de direcionar suas escolhas.



Em muitos casos, as pessoas de forma não consciente, embarcam em situações semelhantes as vivenciadas, com o engano que poderão modificar o que não puderam fazer na infância.



Filha de um pai alcoólatra e autoritário, de forma não consciente busca um parceiro com características semelhantes para tentar consertá-lo, é o que ela queria fazer quando criança, mas não podia, e hoje acha que pode, é um forte engano.



Um menino muito machucado com o sofrimento da mãe que era sempre traída por seu pai, indgnado promete a si mesmo que nunca faria isso, se casa e adota o mesmo comportamento.



As dicas são estas: Reconheça suas fraquezas, torne consciente o real motivo de suas falhas nesta questão.



Pergunte-se, o que você ganhou com isso?



Pergunte-se o que realmente te leva tal atitude.



Escreva as consequências sofridas de cada um desses seus atos falhos.



Escreva as respostas a essas indagações, e medite sobre isso:



1- Qual vazio que procuro preencher?



2- O que me falta em minha atual relação.



3- Em um relacionamento, qual medo me assola?



4- na relação eu me envolvo, me entrego 100%?





Além das reflexões acima, adote essas atitudes:



a) Afasta-se do ambiente favorável.



Livre-se das tentações, reflita: um alcoólatra consegue parar de beber indo todas as noites ao bar? muitas vezes um canal para traição são as redes sociais.



b) Evite más companhias



Amigas ou amigos que incentivam ou fortalecem tal comportamento, e também corte contato com quem for um potêncial causador de uma queda, corte contatos com os ex



c) Cuide de sua autoestima.



Muitos com autoestima baixa, precisam de autoafirmação, necessitam de muitos elogios e traem para se sentirem para cima, desejada.



As dicas são estas, seja uma pessoa honesta consigo mesma, e também seja honesta com quem você dividi sua vida.

⁠O desejo de ajudar uma pessoa, não pode ultrapassar o limite de sua liberdade.

⁠A outra estória

Percebo, que o mundo seria bem melhor se não se preocupassemos tanto com a outra estória.

Grandes potenciais seriam desenvolvidos e o lado bondoso de muitas pessoas, seria exposto.

Não faz sentindo pensar nessa outra estória, a qual não está sobre nosso controle, não temos ingerência alguma, nada podemos fazer, além de supor.

A outra estória é algo que não tem nada a ver conosco.

- Não ajude essa instituição, o direitor desvirtua parte do dinheiro
- Mas essa é uma outra estória.

- Não sei porque você insiste neste trabalho, nada vai mudar.
- Mas essa é uma outra estória

- Não adianta você falar para essas pessoas, elas não te ouvem, não mudam.
- mas essa é uma outra estória

Portanto, faça a sua parte, dê o seu melhor e não se preocupe com a tal da outra estória.

Antes da Critica, devemos ter a certeza de nossa não ignorância.⁠

Aproveite tempo ocioso, estude 📚
Aproveite o percurso para casa, ouça 📖
Näo desperdice tempo com aquilo que não te acrescenta.

A diferença entre nós e aqueles que admiramos está na forma como gastamos o tempo.

⁠Não lembramos das coisas como elas realmente aconteceram, por isso, muitas de nossas memórias nunca existiram.

E o fato de ter absoluta certeza da lembrança não garante sua veracidade.

Bom dia! Á paz do Salvador JESUS CRISTO.
O fracasso da igreja evangélica atual é os lares não terem seus devocionais, os pais ensinam seus filhos com palavras, mas não vivem o que diz.

DIÁLOGO

- Ilustre, andas sumido! Por onde andas e o que é que aprontas?
- Boas! Não ando sumido, simplesmente passo-me despercebido. Sempre pela sombra..