Voce me Deixou sem Folego

Cerca de 259358 frases e pensamentos: Voce me Deixou sem Folego

Onde ancorei o meu amor que me deixou a ver navio com todo o meu sentimento;
Seu rosto que muda em meus pensamentos fazendo que eu não fixe somente uma única imagem;
Mas quando eu já não havia espaço para seus traços delinear procurei admirar-te assistindo tuas atitudes a distância;
E assim eu me perdia nas suas linhas indecifráveis para me encontrar em sua boca;

Inserida por JULIOAUKAY

O meu amor deixou a nossa qualidade visivelmente perfeita para nós dois, impedindo o caos de se aproximar de nossos corações;
Assim nos fez resolver pela nossa vida que criamos e perguntamos um para o outro quem somos?
Mesmo sem querer apagamos o nosso escuro para deixar brilhar os nossos sentimentos que tanto nos fazem feliz;

Inserida por JULIOAUKAY

Percebi que era amor verdadeiro quando o seu por quê? Me deixou sem palavras, me deixando em uma confusão sem ter nenhuma explicação;

Inserida por JULIOAUKAY

O homem deixou de evoluir por excelência quando se tornou cético;

Inserida por JULIOAUKAY

Não procure em ninguém uma pessoa que jamais irá voltar para sua vida, porque se te deixou é porque nunca foi seu, portanto valorize o que a vida te dá. Valorize a pessoa que está do seu lado; e se sua intenção não é ser feliz, não destrua os sonhos de quem não tem culpa nenhuma pelo seu fracasso.

Inserida por verdadeiramente

⁠Ter o título de animal racional, só nos deixou ainda mais irracionais.

Inserida por Bameyu

⁠João Batista deixou bem claro que Jesus batizaria com Espírito Santo para os salvos e com fogo para condenação. O fogo é para a condenação, queimará a palha com fogo eterno. Cantam na igreja: "me incendeia", "manda fogo", "fogo consumidor", "deixa queimar", ESTÁ ERRADO!!!

Inserida por Saulodias

A maturidade retirou-me o véu da ilusão. Mas deixou-me a pureza e a ingenuidade.

Inserida por MariliaMasgalos

Quem não ⁠se importa com as feridas que causa nos outros, se encontra em grave situação, deixou a alma adoecer!

Inserida por MariliaMasgalos

⁠O cristianismo deixou de ser um perigo para o reino das trevas, a partir do momento em que o vírus do engano se infiltrou, não somente no coração das pessoas, mas no sistema religioso. Deus continua procurando Seus verdadeiros filhos, aqueles que O amam e confiam nEle, esses Sim, mais do que qualquer nome ou bandeira, representam perigo aos inimigos que almejam matar literalmente, as pessoas que ainda dormem. Que Ele nos ilumine contra as astúcias de satanás e nos desperte. Num tempo como esse, continuar dormindo pode ser a maior fraqueza, ainda bem que Aquele que nos guarda nunca dorme..."

Inserida por matthseraph

A sociedade de consumo contemporânea não está doente como a grande maioria, ainda pensa. Ela deixou de ser parte de um agente e de um processo consumidor e passou a ser a muito tempo um outro tipo genérico de mercadoria fugaz em com estreito tempo de validade para o consumo seguro.

Inserida por ricardovbarradas

⁠"Aproveite a SEGUNDA! Pois quem deixou o ontem passar, sem ser PRESENTE, tem hoje a sua 2º oportunidade! Não perca esse hoje que é PRESENTE! A HISTORIA Só se escreve no hoje!”

Inserida por carloshenriqueH-CH2

Prometeu nunca soltar minha mão...
Mas soltou quando me deixou sozinha para apreciar outro sorriso e amar outro corpo
Soltou quando devia estar comigo mas estava curtindo outra cama...
Soltou enquanto eu estava te cuidando e você me enganando.

Inserida por GiseleF

⁠Nenhum cachorro na história deixou seu proprietário devido à idade ou de problemas de saúde. A questão que fica é: quem realmente está mais evoluído, os animais ou os seres humanos?

Inserida por nosor_beluci

⁠Pare🚥
reflita no hoje nas coisas que deixou de fazer

Pense🚥
num que está por vim na sua, pois quando árvore e boa com certeza da boa frutos

Siga🚥
sempre pelo caminho do seu coração pois. Ele vai-te leva ao lugar certo

Inserida por Nillofarias

Eterno Vergel

Sente-se bem?
Ganhou com o que fez?
A adrenalina deixou o seu sorriso mais sarcástico?
Falou para os amigos e família o que você fez?
Sentiu prazer em pisotear o meu vergel?
O meu vergel é de bits
Ele é apenas a minha arte em fotografia
O meu sentimento em código
O meu delírio mental
É incumbência do tempo fazer desaparecer
o que é material
Vamos cair no esquecimento
Só o meu vergel não irá sumir
E você, lá na sua cerração em ostracismo
Atributos levados da terra, inveja e ciúme
Assistirá o meu vergel brilhando na nuvem.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Conto da vida real - 1

Dalila deixou a sua vida segura para ir viver com Augusto. Partiu sem olhar para trás, fascinada em conhecer o que havia de interessante do outro lado do atlântico, culturas, novos lugares e estar com a sua paixão, o Augusto.
Não se passou muito tempo e Dalila estava encantada com tudo que vivia. Mas, em uma ocasião, sem que ela tivesse astúcia para perceber, lá também tinham as suas coisas esquisitas.
Depois de viver muitos anos por lá e desistir de tudo, Dalila começou a recordar de muitas dessas coisas, situações que a paixão não permitia que enxergasse. Foi então que Dalila me contou uma delas, dentre tantas outras que veio a contar mais tarde. Vou relatar a primeira, deixando as outras para adiante.
Era uma noite fria, ela não se lembra bem se já era inverno, poderia ser uma noite de outono. Augusto ainda não se tinha deixado conhecer plenamente por Dalila, aliás, nunca se deixou conhecer, mas sempre a tratava com muito carinho e desvelo. Os dois saíram naquela noite e foram à Nazaré, um sítio de praias bonitas e turísticas, lugar que Augusto conhecida muito bem, pois passou a sua infância, adolescência e continuou a frequentar freneticamente na vida adulta, conhecia cada ruela de casas antigas e bem conservadas, muitas ruelas não se entrava com o carro.
Dalila já não muito jovem, estava entrando na idade dos seus 40 anos, mas ainda tinha lá um charme que encantava e, em sua cegueira por Augusto, lhe confiava a sua proteção diante do novo. Tanto Augusto quanto Dalila gostavam da boêmia e bebiam uns copos para se divertirem.
Naquela noite, depois de não beberem muito, estavam alegres e sorridentes, quando Augusto encontrou três pessoas, uma mulher e um senhor, ambos de meia idade, e um terceiro senhor mais jovem e de boa aparência, usava um sobretudo, talvez de cor preta ou cinza escuro, na luz da noite não se fazia possível perceber bem. Foi então que algo muito estranho aconteceu.
Dalila não compreendeu o que Augusto conversou com eles, estava mais para sussurros do que para uma conversa descontraída. Augusto pega na mão de Dalila e a puxa, quanto ela pergunta para onde iriam, ele responde, vamos até um lugar com essas pessoas, pessoas mesmo, que ela nunca soube os seus nomes.
Caminharam um pouco pelas ruas estranhas da Nazaré e o senhor mais velho abriu uma porta, vagamente Dalila se lembra que mais parecia estarem entrando em um porão. O ambiente era mesmo muito estranho com algumas mesas e bancos de madeira, e também algumas cadeiras, não havia muita coisa lá dentro, e com pouca iluminação, era como se estivessem num mausoléu de tamanho maior, tudo muito fúnebre.
Dalila se lembra que serviram uma bebida que continha álcool, não sabe que tipo de bebida, também não sabe o que adicionaram na bebida, porque ela se sentiu diferente depois de ingerir alguns goles, e parou imediatamente de beber. Augusto ficou conversando com o senhor e senhora mais idosos e deixou Dalila sem muito ambiente e a solta. Dalila são sabe dizer se Augusto estava a fazer tudo com algum propósito, com certeza Dalila sabe que Augusto, homem da vida e bem vivido, de inocência não tinha nada.
Passado alguns minutos, o senhor de sobretudo e mais bem aparentado, começou um diálogo com Dalila, conversa estranha de gente esquisita, ao ponto de dar uma cantada na Dalila como se ela fosse uma mulher da vida. Ela percebeu que tudo aquilo era extremamente novo para ela, era o submundo que nunca havia conhecido e, sutilmente se achegou a Augusto e disse para irem embora que a conversa não era agradável. Mais estranho foi a atitude de Augusto, sem titubear e nem pegar na mão dela, saiu muito furioso e a andar depressa sem esperar por Dalila, que saiu correndo atrás de Augusto que já se retirava do recinto.
Caminhando apressadamente, Augusto na frente e Dalila atrás sem entender nada, foram até o carro e se dirigiram para casa e, nunca mais falaram sobre o ocorrido.
Dalila e Augusto voltaram muitas vezes na Nazaré e, Dalila se lembra em ter visto o tal senhor do sobretudo, mais de uma vez, ele fingia que não a conhecia e ela também. Dalila nunca comentava nada com Augusto.
Passaram-se alguns meses e Augusto falou para Dalila que o tal senhor mais velho havia falecido. Dalila pensou... estranho Augusto se interessar sobre a vida e a morte de uma pessoa tão esquisita... Teria Augusto mais conhecimento naquelas pessoas que ela não percebia? Seria Augusto tão estranho quando eles? Queria Augusto em conluio com aquelas pessoas testá-la, por não a conhecer bem e não ter certeza de quem ela realmente era? Queria Augusto que Dalila fosse uma mulher da vida para conseguir proveitos financeiros? Era Augusto um atravessador de prostitutas e se deu muito mal com Dalila?
Hoje Dalila sabe o quanto foi míope durante alguns anos. Sim, o homem que ela prezava tem como resposta, para todas as perguntas mais negativas que ela se fez e faz sobre ele, positiva. Augusto é do submundo.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Reflexão

Não deixou vestígio
os olhares não se encontram
e o íntimo se manifesta
através da melodia e composição

O manifesto sensibiliza
o pensamento oscila
parece afeto
mas, é só ostentação

É o coringa
é a cartada
é o jogo da cilada
vivificada vexação.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Nem lembro mais quem é, porque deixou de existir, assim que fez minhas lágrimas caírem.

Inserida por BrioneCapri

Sou retalhos de alguém que se rasgou algumas vezes que tentou,mas que não deixou medo impedir.

Inserida por BrioneCapri