Voce me Deixou sem Folego
E aí você começa a fazer o que suas amigas
disseram pra você fazer desde o começo: ignorar.
Você começa a não olhar tanto, a não sentir tanta
falta assim, e nem faz questão de chamá-lo pra
conversar. Você para de falar tanto nele e isso te
faz sentir menos necessitada das coisas que ele
falava com você. Você começa a pensar menos nele, e
com o tempo, você começa a fazer falta. Você parou
de olhar tanto, mas agora ele te olha o tempo todo,
ele pensa em você o tempo todo, ele fala de você o
tempo todo. Mas, você só tem três palavras pra ele..
— Me perdeu, fim.
Se ele sentir sua falta, ele vai ligar. Se ele se
importa com você, ele vai demonstrar. Não
precisa cobrar, se ele quer, ele faz. Se ele não
faz, não ache que o problema seja você. Apenas
pare de gastar seu tempo com ele, porque ele
com certeza, não pretende gastar o tempo dele
com você.
A pior sensação que existe é quando você está
falando com alguém que você gosta e essa pessoa
parece que fala com você só por educação.
"Imagine sua cidade sem luz, mô tédio né? Você olha pro alto, e ver um céu sem estrelas, se aproximando uma tempestade, uma imensa escuridão. Mas aí quando você olha fixamente pra fora da sua janela, consegue contemplar uma beleza natural antes desapercebida, um incrível jogo de cores como o pisca-pisca dos verdes dos vaga-lumes, e os rabiscos no céu de branco, de raios e trovões, e percebe-se que nem tudo que é lindo vai te fazer bem ao te tocar."
“Eu quero saber de você: o que te faz ser você?” abre uma pergunta enorme
talvez uma das mais difíceis que podemos fazer a alguém. Fiz a crônica como um diálogo com a própria existência, filosófico e poético.
O Que Te Faz Ser Você?
Eu quero saber de você.
Mas não quero saber apenas o seu nome, onde nasceu, o que faz da vida ou quantos anos carrega nos ombros.
Isso tudo são informações.
Eu quero saber de você.
Quero saber o que existe quando todas essas respostas acabam.
O que te faz ser você?
Talvez ninguém saiba responder imediatamente.
Passamos boa parte da vida aprendendo a explicar o mundo e quase nenhuma aprendendo a explicar a nós mesmos.
Sabemos dizer onde moramos, mas nem sempre sabemos onde nossa alma se sente em casa.
Sabemos contar os anos que vivemos, mas dificilmente conseguimos contar quantas vezes tivemos de nascer novamente dentro da mesma vida.
Por isso, quando pergunto quem é você, não me mostre apenas suas conquistas.
Mostre-me também aquilo que você perdeu.
Porque há pedaços de nós que foram construídos justamente pelas coisas que não puderam ficar.
Conte-me sobre os caminhos que deram errado.
Sobre as portas que se fecharam.
Sobre as pessoas que partiram.
Sobre os sonhos que você precisou enterrar em silêncio enquanto continuava sorrindo para que ninguém percebesse o funeral acontecendo dentro de você.
Talvez você seja um pouco de tudo isso.
Somos feitos de presenças, mas também de ausências.
De encontros e despedidas.
De palavras que ouvimos e de outras que passamos a vida esperando alguém dizer.
Há pessoas vivendo dentro de nós que talvez nunca mais veremos.
Um gesto do nosso pai.
Uma frase da nossa mãe.
O sorriso de alguém que amamos.
Um conselho que na juventude parecia inútil e que, muitos anos depois, tornou-se uma espécie de bússola.
Somos uma casa construída por muitas mãos.
Algumas permaneceram.
Outras passaram apenas por alguns minutos.
Mas deixaram alguma coisa sobre a mesa da nossa existência.
Talvez seja isso que torna tão difícil responder à pergunta:
Quem sou eu?
Porque não somos uma coisa terminada.
Somos verbo.
Estamos acontecendo.
O homem que acordou esta manhã já não é exatamente aquele que adormeceu ontem.
Alguma lembrança atravessou a noite.
Alguma preocupação amadureceu.
Alguma esperança nasceu discretamente.
Talvez alguma ferida tenha cicatrizado um milímetro enquanto dormíamos.
A vida trabalha em nós mesmo quando não percebemos.
E existe ainda outra coisa.
Você também é aquilo que ninguém vê.
Existe uma versão sua que aparece nas fotografias, nas conversas, nas festas, no trabalho, nas redes sociais.
E existe aquela que fica sozinha quando a porta se fecha.
Essa me interessa profundamente.
Quem é você quando não existe plateia?
Quem é você quando ninguém está olhando?
O que você pensa antes de dormir?
Que conversa mantém consigo mesmo diante do espelho?
Quais são os medos que jamais confessou?
Quais sonhos ainda protege do mundo porque tem medo de que alguém ria deles?
Quais lágrimas você engoliu para parecer forte?
Talvez o verdadeiro rosto de uma pessoa comece justamente onde termina a necessidade de parecer alguma coisa.
Porque passamos anos construindo personagens.
Queremos parecer fortes.
Inteligentes.
Felizes.
Resolvidos.
Mas chega um momento em que a vida começa a retirar nossas máscaras uma por uma.
E isso dói.
Até descobrirmos que perder uma máscara não significa perder a identidade.
Às vezes significa finalmente encontrá-la.
Por isso eu quero saber de você.
Não da versão perfeita.
Essa não me interessa.
Quero conhecer suas contradições.
A coragem que mora ao lado do medo.
A esperança que algumas noites dorme abraçada ao desespero.
A fé que às vezes pergunta.
O amor que às vezes se cansa.
A força que também precisa sentar no chão e chorar.
Porque talvez ser humano seja exatamente isso:
carregar dentro do mesmo peito coisas que parecem impossíveis de conviver.
Somos luz e sombra.
Certeza e dúvida.
Saudade e esperança.
Ontem e amanhã tentando aprender a dividir o mesmo coração.
E talvez aquilo que realmente nos define não sejam nossas respostas, mas as perguntas que tivemos coragem de continuar fazendo.
Quem sou?
Por que estou aqui?
O que fiz com o amor que recebi?
Quem se tornou melhor porque passou pela minha vida?
O que permanecerá de mim quando meu nome deixar de ser pronunciado?
No final, talvez descubramos que aquilo que nos faz ser quem somos não está nos títulos,
nos bens ou nas histórias que contamos sobre nós mesmos.
Está nas marcas invisíveis.
Nas pessoas que amamos.
Nas vezes em que fomos feridos e decidimos não transformar nossa dor em crueldade.
Nas vezes em que poderíamos ter desistido e permanecemos.
Nas vezes em que pedimos perdão.
Nas vezes em que perdoamos.
Nas vezes em que ninguém estava olhando e, ainda assim, escolhemos fazer o que era certo.
Talvez sejamos, sobretudo, aquilo que escolhemos fazer com tudo aquilo que a vida fez conosco.
Por isso, quando eu disser:
“Eu quero saber de você”,
não me entregue apenas sua história.
Entregue-me seus silêncios.
Suas cicatrizes.
Seus sonhos.
Suas perguntas.
Conte-me quem você era.
Quem precisou deixar de ser.
E quem ainda está tentando se tornar.
Porque conhecer verdadeiramente alguém não é descobrir todas as suas respostas.
É chegar suficientemente perto para compreender algumas de suas perguntas.
E talvez, depois de uma vida inteira procurando a resposta para “o que me faz ser eu?”, descubramos algo ainda mais bonito:
não somos apenas aquilo que encontramos dentro de nós.
Somos também aquilo que deixamos dentro daqueles que encontramos pelo caminho.
Seja eternamente grato pelo que você tem, mas jamais se acomode no local que você está,para ser ótimo busque sempre a excelência.
Aprenda com o algoritmo, não importa o quanto você fez, ou se viralizou no passado; Sim, continuar produzindo e como vai ser seu próximo post.
O tempo que você gasta pensando sobre um projeto dá mais trabalho que executar ele, mas fazer um trabalho sem planejamento gera péssimos resultados que dá o dobro de trabalho para consertar os erros.
A inveja é o único mal que pode te destruir onde você fornece os elementos necessários pro inimigo fabricar o veneno.
Deus já mandou diversos deliveries com bênçãos pra você, mas você escolheu não estar no local certo para recebê-las.
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