Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor
Todo mundo tem o direito de ficar de bem com a vida
Deixe ir o que lhe incomoda; não se acomode; lute com fé, otimismo e determinação
Precisamos correr atrás de nossos sonhos... eles não se realizam com o toque de uma varinha de condão...
... mas nem por isso vamos sair matando como se para alcançá-los fosse essa a única solução.
Há o momento de plantar... e o momento de colher o que deseja seu coração.
a) Ou você fica de mal com a vida... mata um leão por dia... planta abrolhos.
Chora, sofre, padece... odeia, mata, se entristece. Acumula dores, dissabores, rancores... num mau cheiro insuportável permanece.
Quebra-se, arranha-se... na sua vida só espinhos... o colorido das flores nela nunca acontece.
b) Ou você fica de bem com a vida... deixa ir o que lhe incomoda... não se acomoda... luta com fé, otimismo e determinação.
Planta sementes de amor, cultiva esperança, agradece quando alcança... adapta-se quando exige a situação.
É ou, ou ou... ou não? Na vida você pode escolher qualquer uma opção.
“Enquanto uns matam um leão por dia... solte um por dia”... um excelente conselho pra ser seguido todo dia.
Gratidão e mais do que uma palavra...
É um sentimento, é um momento...
E sentir o melhor da vida em movimento...
Dançar é para discotecas. Vocês estão aqui para outra coisa. Para transformar anos de sacrifício em um momento de perfeição. Só um instante, mas que permanecerá para sempre na memória de quem assistiu.
A Arte sempre reverbera em quem a consome. Pode não ser imediatamente, mas em algum momento ela reverberá!
Viva sempre no agora e aproveite cada momento, afinal de contas, tudo está fadado a destruição e à morte, inclusive nós.
Torrente
Entrando em regato sou imparcialmente acompanhado:
Por reis e seus doentes, por deuses e semideuses, por virtude e pecado...
Onde uma coisa leva a outra coisa
Numa lenta e cautelosa correnteza
E há todos, fazem de tudo para mostrar de toda sua beleza
Ah, como aqueles miosótis que sempre ali estiveram na encosta, há muito desapareceram
Oh, a alva Ora-pro-nobis, que ali em preces, me lançava a âncora
O solitário ouro, que reluz no arenoso limo, se mostrara sem trabalho e fiel a si mesmo. Como bramai as bocas de bronze...
Qual sentido é este, que tenho falta, que aos poucos minha alma cora ?
Quanto tempo vou titubear nesta barca donde há claro às cortinas mascaram ?
Não vejo meus pés, não vejo o pouco da linhas do trajeto, que obrigar-se-ia decorar
E num açodar caudaloso e convulso, jogar-se-á para o lado rochoso, para além das várzeas e em cascatas. Meu decoro é inútil e vulgar.
Agora seguido, ou atraído pelos vagos pescadores que em mitos me nomeiam.
Pelas senhoras que só molham até os pés, julgam-se de tudo muito frio.
Pelos compositores que decompõe a si mesmos, porque não a lira em meio a afronesia das águas...
As cores, seus animais, sua dose dulcícola.
E assim encontro-me e logo me divirto em
meandros.
Sou tão adepto as suas mudanças, para que quando aportar serei inteiramente outro, se não apenas sórdido de minha última remada...
Kenngy
A vida se torna perigosa a partir do momento que traçamos a rota de não saber mais qual é o destino.
Dança! Ah, essa paixão que só vem na alma, de quem dança. A dança como uma expressão de vigor da vida, vivida num prazer em movimento, dança momento, dança movimento, vida!.
Ele poderia escrever um livro, mas o que o impede de escrever são os medos de algumas páginas que talvez ele não se sinta confortável em contar.
Será que em algum momento seremos capazes de um jogo com uma resolução tão alta que ele se tornará indistinguível da realidade? E, caso isso ocorra, poderíamos nós já estar dentro de um videogame assim?
