Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor
Quando contemplamos o amor e a graça de Deus, e vemos a Sua imensurável bondade que nos cerca, então entendemos que o poder curador da Sua graça nos devolve a vida e a esperança, mesmo em meio às nossas crises e adversidades.
No seu próprio lugar
Esse silêncio ruidoso sempre a me acompanhar.
Um amor se parte.
Cacos por todo lugar.
Meus pés sangram.
Melhor não me movimentar.
Coração sangra.
A dor da partida.
Uma agonia lenta...
No passar lento do vento.
Um sussurro.
Tudo vai passar.
Então não importa tudo o que está a sangrar.
Tudo daqui a pouco estará curado.
Tudo estará no seu próprio lugar.
Valorize os pequenos momentos da vida: um café da manha bem preparado com amor. Uma boa limpeza na casa. Uma louça elegante para sua família. Uma receita feita por você. Os dias passam e tudo que você conquistou jamais será mais lembrado do que os pequenos e grandes momentos de carinho e afeto que você construiu ao longo da vida ao lado das pessoas que ama. ❤
"Conhecemos verdadeiramente o amor das pessoas quando falhamos muito com elas, e elas demonstram misericórdia, compaixão e bondade, nos levando constantemente e incansavelmente a uma vida de integridade."
Onde nasce o amor
O amor nasce de uma troca de olhares, de um sorriso disfarçando um desejo
O amor vem como o desejo de quem não passa, fica na pele como calor, passa o dia inteiro no pensamento. Vem à noite em um sonho fantasiando.
O desejo onde a vida ganha cores especiais e todas as estações se fundem como se a primavera florida abraçasse o verão no mesmo dia em que os olhos se encontram e os lábios de ambos se umedecem.
Eles saboreiam um beijo, o amor nasce sem dia nem hora certa, só precisa que os dois amados se encontrem...
E mesmo com a distância nosso amor conseguiu permanecer,
Foram vindas e idas,
Términos e recomeços,
Mas estamos aqui mais fortes do que nunca,
Eu quero te provar o quanto eu te amo
E te provar que o nosso amor é capaz de salvar o mundo.
Eu te amo.
Sam e biel
O amor de Deus é como uma avalanche; com ação contrária; em que de uma situação de destruição, Ele desafia a gravidade, restaurando tudo a seu devido lugar.
Coração perdido
Fez morrer de febre o tenebroso e feliz amor.
Fiz-me dar tudo o que podia, pra tentar salvar...
Mas já era tarde, não havia nada além da dor.
Porém, um suspiro de contato fez-me refutar,
O pensamento — e assim, fez de novo andar.
E quando chegas em casa, se nota cansada,
E vai à cama deitar... vem, abraça-me e volta a me amar.
Percebi que você esqueceu o que aconteceu ao se deitar...
E novamente, o amor esqueceu da dor — e fez-se irradiar.
Quando anoiteceu, lembrou-se, ao meu lado,
Que morreu de dor... e que o tratamento era amor.
Esse indivíduo... chama-se meu coração perdido.
Quem sabe minha flor quem sabe um dia se entrega a mim seu amor minha flor como um bom e paciente amante que sou vou esperar apaixonado por você que beleza seria maior que a da minha flor por você vale a pena esperar até tê-la em meus braços para te abraçar minha flor minha linda meu amor é você.
Minha flor
Amor afetivo, é um amor que só produzimos e cultivamos na infância, do nascimento à adolescência. Não há atalhos ou métodos fora do padrão q preencham a falha deixada pela ausência dos pais na vida de um filho e as consequências são para sempre.
Hoje escolho me colocar em primeiro lugar, não por egoísmo, mas por amor-próprio. Aprender a dizer não é também uma forma de dizer sim para mim mesmo.
Gosto de cuidar o que em mim floresce, regando meus sonhos com mais atenção.
Quando compreendermos que o amor é o único caminho para vencermos nossos conflitos interiores e exteriores, teremos o entendimento de que, por meio de suas virtudes e princípios, ele pode nos guiar pelos caminhos perfeitos da justiça de Deus, que nele se fundamenta.
Num tempo em que o amor se desfaz em fragmentos, como folhas secas sopradas pelo vento indiferente…
Num tempo em que os corpos se encontram, mas as almas não se reconhecem,
em que o prazer se tornou moeda fria e o desejo, um artifício sem essência…
Ali, no meio do deserto emocional de uma época árida, dois seres foram colhidos pelo sopro misterioso do destino.
Ela, mulher já moldada pelo rigor dos estudos e pela solidez das escolhas;
ele, homem simples, que caminhava com a esperança nos ombros e a dignidade como única bagagem.
E então, como quem não teme o improvável, a vida — com seus dedos invisíveis — conduziu-os ao mesmo instante, ao mesmo espaço.
Ele buscava apenas um trabalho.
Ela, serena e altiva, conduzia os trâmites das contratações.
Mas o que se deu naquele momento fugiu à lógica das funções e papéis.
Os olhos dele encontraram os dela — e nesse breve cruzar de olhares, o tempo pareceu deter sua marcha.
Um frio, suave e lancinante, percorreu-lhe o ventre;
o coração, em súbita rebelião, disparou, como se quisesse anunciar-lhe que havia acabado de adentrar outro universo:
um mundo de possibilidades jamais sonhadas, de beleza não prevista, de encantamento silencioso.
Ela, com um sorriso que parecia carregar toda a luz ausente daquele mundo tão sombrio, o acolheu com uma delicadeza que não sabia ter.
O tempo, então, os envolveu com sua rede sutil: as mensagens foram nascendo, os diálogos se multiplicando, a amizade se firmando como quem finca raízes em solo fértil.
Mas, aos poucos, algo mais delicado, mais tênue — e por isso mesmo mais perigoso — começou a despontar.
Ele, envolto em desejos calados e vontades que jamais ousara confessar, percebeu-se enamorado.
Ela… ah, ela, embora casada, embora presa aos laços que o tempo e a história haviam tecido, pressentia, em cada palavra trocada, que aquele homem guardava para ela um sentimento que transcendia a amizade.
Mas, com a altivez de quem conhece o peso das escolhas, permaneceu firme, limitando-se à candura da amizade e ao respeito que ainda tributava ao casamento, apesar das dificuldades que o atravessavam como ventos insistentes.
E assim, ambos permanecem, suspensos…
Como folhas que o outono ainda não decidiu deixar cair,
como estrelas que se olham de longe, cientes de que, embora se reconheçam no brilho mútuo, jamais poderão colidir sem que o universo se parta em dois.
E fica, então, a pergunta que apenas o tempo poderá responder:
Será que o mesmo destino que os fez se encontrarem ousará, também, uni-los?
Ou será este um amor que deverá permanecer, para sempre, no território do não-dito, do suspenso, do que poderia ter sido, mas não foi?
O tempo — este velho escultor de verdades e silêncios — dirá…
Pois o amor, quando é verdadeiro, não conhece pressa: ele é paciente como quem sabe que, mesmo no mais árido dos desertos, sempre haverá uma flor a nascer.
Um amor assim: belo, intenso… e, quem sabe, perigosamente eterno.
