Voce foi meu Pecado
As pessoas estão dentro de uma teia de aranha que é a sociedade de consumo. Que foi montado em função de acumulação. As pessoas nem sequer estão conscientes disso. Quando você compra algo. Não se engane. Está comprando com seu tempo de vida que gastou para ganhar este dinheiro no fundo o que está gastando é seu tempo de vida . Quando proponho a sobriedade como uma maneira de viver, é para que tenhamos mais tempo ou a maior quantidade possível dele para viver a vida de acordo com as coisas que nos motivam de fato."
PEPE Mojica
Esse pensamento reflete uma crítica profunda à sociedade de consumo, que molda a vida das pessoas sem que elas muitas vezes percebam. A metáfora da teia de aranha é poderosa, pois sugere que estamos presos em um sistema que nos suga lentamente, aprisionando-nos em padrões de consumo desenfreados. A ideia central é que o tempo de vida é o recurso mais precioso que temos, e ao gastar dinheiro, estamos, na verdade, trocando momentos da nossa existência por bens materiais que muitas vezes não agregam valor real às nossas vidas.
Essa reflexão leva à proposta de sobriedade como uma alternativa. A sobriedade, nesse contexto, não se refere apenas à moderação no consumo, mas a uma reavaliação profunda das nossas prioridades. Viver de forma sóbria significa priorizar aquilo que realmente nos motiva e nos traz felicidade genuína, ao invés de seguir cegamente as demandas impostas pelo consumo.
Optar por uma vida mais sóbria é um ato de liberdade, uma tentativa de escapar dessa teia e reconquistar o controle sobre o nosso tempo. O que se propõe é viver uma vida mais plena, onde o tempo de vida não é desperdiçado com trivialidades, mas investido em experiências e atividades que realmente importam, que trazem significado e satisfação pessoal. Isso, em última análise, nos conduz a uma vida mais autêntica e gratificante, onde o tempo é aproveitado ao máximo, de acordo com os nossos valores e desejos mais profundos.
Hoje, o calor dos abraços de família foi substituído pelo frio das notificações. Os aniversários passaram de momentos cheios de risos e abraços para mensagens rápidas, se muito, ou apenas a lembrança silenciosa de um post que apareceu na timeline. As vozes que antes preenchiam a casa com histórias e risadas agora ecoam apenas como memórias distantes. O que antes era uma rede forte de amor e presença se transformou em uma teia frágil, mantida por fotos postadas e palavras digitadas às pressas. E assim, nos acostumamos a ver a vida uns dos outros por trás de telas, sempre com os amigos, mas raramente juntos. No fundo, a ausência pesa mais do que a presença virtual, deixando uma saudade que nem a internet consegue preencher.
Aquele que muito foi perdoado, muito amará. Pois, Deus nos ama infinitamente mais do que a proporção dos nossos pecados, e a cada momento revela o poder transformador e curador da sua maravilhosa graça sobre nossas vidas.
Quando foi a última vez?
Quando foi a última vez que escutou o silêncio,
Ou o barulho de tudo, em seu violento desalinho?
As gotas da chuva, em cadência, no chão em relento,
E você, na pressa, perdeu-se do caminho.
Quando foi a última vez que encarou o mar,
Sem pensar, apenas vendo a imensidão engolir o céu?
Onda após onda, o mundo a sussurrar,
E você, vazio, preso ao próprio réu.
Quando foi a última vez que olhou as estrelas no manto,
Sentiu o frio cortante da verdade infinita?
A Lua, em seu brilho, despiu seu encanto,
E você, esquecido, sob a noite maldita.
E a última vez que de uma árvore colheu,
Saboreando o fruto, sentindo sua seiva correr?
Ou passou sem notar, sem saber o que perdeu,
Correndo da vida, deixando-a escorrer?
Quando foi a última vez que realmente viveu,
Sentiu o pulsar, o ardor em cada veia?
Ou será que, sem perceber, já morreu,
Na correria insana, sem lutar por uma ideia?
Feche os olhos, deixe o desconforto invadir,
Permita que o silêncio, com fúria, te abrace.
Quando foi a última vez que parou de fugir?
Ou será que nunca... Vai deixar que a vida o ultrapasse?
Acabou?
Acabou?
Terminou?
Foi?
Não venha
Não volte
Não dê meia volta
Não retorne
Não retome
Não reconecte
Siga
Vá
Ande
Passe
Em frente
Ou, ao menos, tente!
Leticia Bravo @febredoquesinto
Por que abandonaste quem foi a luz em meio à tua escuridão
e juntaste-te a quem é a escuridão em meio à tua luz?
Sou apenas eu e o silêncio.
O sol já se foi, mais um dia se findou.
E eu continuo ocultando esse sentimento.
Fico me perguntando se você percebe as palavras que não são pronunciadas.
O Poeta e Escritor José Adailton da Silva Ferreira foi a primeira pessoa no Brasil e no mundo a escrever a palavra Marçalismo nas redes sociais.
O Poeta definiu o Marçalismo da seguinte maneira:
"O Marçalismo é um movimento que não é de esquerda e nem de direita. Surgiu em São Paulo, em 2024 e pode conquistar o Brasil.
"Uma mente em pedaços nunca mais será normal.. isso se um dia ela sequer foi "normal" de verdade..."
O sol voltou a brilhar, a cortina escura da noite foi obrigada a se abrir para um novo amanhecer.
Não há dor que permaneça, ou problemas que não tenham solução, em algum momento eles se findarão.
O passado sempre será lembrado, a menos que você sofra de amnésia ou demência, mas ele não tem o poder de significar sua vida a não ser que você permita.
Aprendemos com nossos acertos, mas são os erros cometidos que nós amadurecem e nos fazem evoluir ou regredir em nossa evolução diária.
O julgamento precipitado, a cobrança de uma vida plena , a falta de tempo para si mesmo vêm destruindo vidas e enfraquecendo mentalmente pessoas incríveis .
Uma sociedade que impõem regras, vivem em prol do achismo, mas a vida é sua.
Respeitar os conceitos é importante, mas há valores que só você mesma pode definir se são importantes ou não em sua vida.
Então antes de viver o que o outro impõe a você, reflita sobre o que é importante na sua percepção de vida, seu sorriso vale ouro, sua paz não tem preço.
Fique em silêncio em algum momento do seu dia, não comente os seus planos com àqueles que não possam agregar o que é positivo, e quando tiver certeza de algo não discuta com pessoas que só querem esbravejar. Aprendemos ao ouvir, não no muito falar!
No mais que esse dia seja intenso como você merece, que o seu viver seja produtivo e que as conquistas do seu hoje reflitam de maneira positiva em sua vida.
Abrace o seu melhor!
Não há como mudar o passado, mas você pode fazer das experiências vividas o alicerce que te ajude a alcançar o melhor no seu agora.
Bom final de semana!
Texto de Islene Souza
NARRAÇÃO
Foi-se-me pouco a pouco inspirando
O amor que nestes versos me guiava
O pulsar do coração, que até cantava
Plena sensação de quem vai amando
Em se ele musicando, trova ritmando
Já se nele a candência propícia estava:
Suspiro, arrepio, que logo despontava
Melosa poesia de paixão, vai rimando
Cadência de alma gêmea, leve e pura
Na estrofe, cada verso, um verso ímpar
A poetizar o cântico com tanta ternura
Romântica prosa, da emoção a bradar
Nem pesava eu nunca a minha ventura
A narrar em versos este poético amar.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
02/09/2024, 17’53” – Araguari, MG
"Um provérbio: 'Em terra de maluco, quem não é maluco, é maluco.' Davi fingiu ser louco e foi rejeitado por um rei na sua presença. Sejamos o louco que não é aceito por este Mundo."
as vezes vem a tona o que tenho enterrado,o que se foi,o que não se pode voltar,o que também não se pode esquecer,seria cômodo apenas deletar,fingir que nunca nem se quer ocorreu,mas diante tantas lembranças ruins só me recordo das boas,sei que não posso me arrepender de nada do que já se passou,nem tentar voltar pra o que não existe mais,pois quando se já amou tanto um lugar,e esse lugar se foi a única coisa que lá existe são as lembranças,no mais tenho guardado apenas as melhores lembranças,e trago comigo a certeza de que nunca mais irei retornar aquilo,mas sempre levarei comigo o que já se foi.
Abençoado foi o dia em que eu parei e pensei: Não é isso que eu quero,não é isto que eu mereço e fui embora."
Quem foi ele
Ele foi o amor
Que no fim, me causou dor
Foi o quase
Que me encantou
E o fim
Sem vontade de desistir
Mais, se existir dor
Não é pra ser amor
O amor não desgastar
E ele desgastava
O amor é feliz
E eu já tava sendo infeliz
Mesmo querendo felicidade
O amor é incrível
E ele já não tava sendo incrível
O amor dele era alegria
E no fim, foi apenas
Parte de uma poesia
E quem sabe no fim
Talvez seremos só amigos
Ou talvez só conhecidos.
Perda
Aceito minha culpa
Te fazer ir foi uma decisão somente minha
Te querer para sempre foi o castigo que me impus
Agora me dói cada lembrança sua
Aquela velha foto que esqueci de apagar
Você mudou e agora o melhor a fazer é ignorar a sua existência
Mais uma vez à mercê de mim
Suspirando pelos cantos por aceitar o inaceitável
Não é o seu perdão
É a sua presença
Você está presente em tudo
Todos os dias
Minha razão falha mais uma vez
Confie só por hoje, porque o amanhã é um adeus
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