Voce foi meu Pecado

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Nunca Foi Sorte Sempre Foi Deus 🙇🏽‍♀️

A melhora antes da morte nunca me foi compreendida, de fato.
Hoje eu entendo, em vários sentidos isso se encaixa,
eu fico pensando, e esse pensamento se repete e repete na minha mente, tem pessoas que realmente não nasceram para o amor, ou são apenas escolhas feitas de forma errada?


Não tenho as respostas, talvez nunca as terei, mas eu sei que dói, e como...

Se a diligência só existe para o assunto respeitável, nunca foi dever, foi cortesia.

E por ignorância, o primeiro título que lhe deram foi de louco

A dúvida pode ser o início do conhecimento, mas a busca pela resposta é que ditará o que foi sabedoria e o que era só tolice.

Onde foi que nos perdemos?


Nunca tivemos tantas possibilidades de aproximação e, talvez, nunca tenha sido tão difícil encontrar quem realmente esteja disposto a se aproximar. Estamos conectados o tempo inteiro, acompanhando a vida uns dos outros, compartilhando imagens, opiniões, conquistas e fragmentos de intimidade. Mas, entre tantas conexões, alguma coisa parece estar se perdendo: a disposição de olhar para além de nós mesmos.


Tenho pensado sobre os tempos em que vivemos, sobre a maneira como as relações se tornaram frágeis, como a intolerância ganhou espaço e como parece cada vez mais difícil flexibilizar uma opinião, compreender uma ausência, acolher uma limitação ou simplesmente considerar que o outro também tem suas dores, seus dias difíceis e suas próprias batalhas silenciosas.


Parece que estamos sempre prontos para exigir, mas nem sempre dispostos a compreender. Queremos ser aceitos, mas temos dificuldade em acolher o que é diferente de nós. Queremos ser lembrados, mas esquecemos de lembrar. Reivindicamos presença, mas nem sempre sabemos estar presentes. E, nessa conta em que cada um parece preocupado demais com o que recebe, quem ainda se ocupa daquilo que pode oferecer?


As redes sociais talvez não tenham criado essa distância, mas deram a ela uma vitrine. Aprendemos a exibir o que vivemos, a selecionar o que mostramos e a transformar até os sentimentos em pequenas apresentações. Há imagens de felicidade por toda parte, declarações sobre amor, discursos sobre empatia e frases bonitas sobre humanidade. Mas o que acontece quando a vida deixa de ser uma publicação e passa a exigir de nós alguma atitude? Quando alguém precisa de paciência, de escuta, de compreensão ou de uma presença que não rende aplausos nem pode ser exibida?


É nesse momento que conhecemos a distância entre aquilo que se diz e aquilo que se é.


Não acredito que tenhamos vindo ao mundo para dar conta de tudo sozinhos. É verdade que existem caminhos que ninguém pode percorrer por nós. A fé é pessoal, a consciência nos pertence e cada um responderá pelas próprias escolhas. Há travessias que são íntimas, dores que não conseguimos traduzir e despedidas que ninguém pode viver em nosso lugar. Mas uma coisa é reconhecer a individualidade da nossa existência; outra, muito diferente, é transformar isso em justificativa para a indiferença.


Nascemos dependentes de outros braços, crescemos necessitando de afeto e atravessamos a vida procurando, de tantas maneiras, um lugar onde possamos existir sem precisar nos defender o tempo inteiro. Até quem aprendeu a se bastar conhece, em algum momento, o desejo de ser compreendido, de dividir uma descoberta, de encontrar alguém com quem o silêncio não seja ausência, mas companhia.


A vida é individual em sua essência, mas a experiência de viver também é um exercício de encontro. Somos feitos de vínculos, de trocas, de mãos que nos sustentaram, de palavras que nos salvaram de dias difíceis e de pessoas que acrescentaram alguma coisa àquilo que somos. Ninguém se constrói inteiramente sozinho. Há muito de nós que nasceu do cuidado de alguém.


Talvez seja isso que estejamos esquecendo: unidade não significa pensar igual, concordar com tudo ou abrir mão de quem somos. Unidade é compreender que nossas diferenças não precisam nos transformar em adversários. É saber ceder sem se anular, ouvir sem preparar imediatamente uma defesa, dividir sem calcular cada parcela, acrescentar sem precisar ocupar o centro. É ter cumplicidade suficiente para entender que nem toda dificuldade do outro é um problema a ser resolvido; às vezes, é apenas uma dor que precisa ser respeitada.


E o amor? Talvez não tenha desaparecido. Talvez esteja apenas perdendo espaço para o orgulho, para a pressa, para o medo de se envolver e para essa necessidade constante de preservar a própria conveniência. Porque amar também exige flexibilidade. Exige sair, por alguns instantes, da posição confortável de quem acredita ter sempre razão. Exige reconhecer que o outro não existe para corresponder perfeitamente às nossas expectativas e que ninguém atravessa a vida sem precisar, em algum momento, da compreensão que hoje se recusa a oferecer.


O amor não se sustenta apenas naquilo que sentimos. Ele também se revela na maneira como tratamos as pessoas quando estamos contrariados, quando elas já não podem nos oferecer nada, quando suas fragilidades interrompem nossos planos ou quando compreender exige mais de nós do que simplesmente julgar.


Talvez a pergunta não seja quando o amor esfriou, mas em que momento começamos a considerar dispensável tudo aquilo que o mantém vivo.


Não precisamos de um mundo em que todos sejam íntimos, amigos ou concordem entre si. Precisamos de um mundo em que a humanidade do outro não dependa da nossa afinidade com ele. Em que a gentileza não seja privilégio de quem amamos, a empatia não seja seletiva e o respeito não desapareça diante da primeira divergência.


Afinal, viemos sozinhos e, de alguma maneira, também partiremos sozinhos. Mas entre uma coisa e outra existe uma vida inteira, e é nela que podemos escolher o que faremos com a presença uns dos outros.


Podemos atravessá-la como ilhas, defendendo nossas margens e desconfiando de qualquer aproximação. Ou podemos compreender que há uma diferença imensa entre ser responsável pela própria caminhada e acreditar que não precisamos de ninguém.


Eu ainda acredito na importância de somar. De ser abrigo sem aprisionar, de oferecer sem humilhar, de compreender sem precisar concordar, de permanecer quando a presença é necessária e de reconhecer que a vida de alguém pode se tornar menos pesada porque, em algum momento, decidimos não ser indiferentes.


Não sei exatamente onde foi que nos perdemos. Mas sei que não será construindo muros cada vez mais altos em torno de nós mesmos que voltaremos a nos encontrar.


Talvez ainda haja tempo de reaprender o essencial: que a nossa passagem é breve demais para desperdiçarmos a humanidade uns dos outros. E que, se não podemos impedir todas as dores, ao menos não façamos da indiferença mais uma delas.

Não é cedo nem tarde, apenas totalmente ineficaz tentar mudar o que já foi vivido.
Autora: Debbie Villela

Entre o que foi e o que será, existe esse espaço de suspensão.
Permita-se atravessar sem pressa.
Debbie Villela

*A IMAGEM FOI DISTORCIDA, MAS NÃO PERDIDA*


Adão foi criado à imagem e semelhança de Deus em perfeição (Gn 1:26).


Na queda, essa imagem foi desfigurada. Tanto que Sete já nasceu à imagem e semelhança de Adão, com natureza caída (Gn 5:3).


Não deixamos de ser imagem de Deus, por isso ainda temos valor e dignidade (Gn 9:6 / Tg 3:9).


Mas perdemos a semelhança moral, a santidade. Por isso hoje não basta dizer sou imagem e semelhança.


Precisamos ser TRANSFORMADOS, de glória em glória, até sermos conformados à imagem de Cristo, que é a imagem perfeita do Deus invisível (Cl 1:15 / Rm 8:29 / 2 Co 3:18)

O que não foi buscado não foi indexado; o que não foi indexado não foi sabido; o que não foi sabido foi dado por irrelevante. Eis a cascata em quatro passos.

“Não foi sem querer. tem gente que é ruim, sim.”

​“2021 foi o ano da minha morte; exatamente neste ano eu morri. Perdi partes importantes e essenciais na minha vida. Esse vazio, essa dor incessante nunca vai passar. Só ficam ecos de lembranças e memórias.”
— Cass Moreira

Quando foi que paramos de fazer e pensar, porque sempre apontamos para o passado como se o presente não estivesse acontecendo, nós somos o hoje e somos agora. Deus não parou no tempo!

A indolência é uma ofensa ao tempo que nos foi concedido; honre a vida sendo, a cada dia, mais produtivo e justo.

O homem foi feito para a nobreza e a verdade; qualquer coisa fora disso é delinquência espiritual e traição contra si mesmo.

"O impossível é apenas uma opinião sobre o que ainda não foi inventado."

"O que hoje é tecnologia essencial, ontem foi chamado de utopia por mentes engessadas."

O espelho da humanidade já não reflete o amor que nos foi dado, mas sim a frieza de olhares que só sabem desejar o mal e maquinar a ruína do próximo.

A revolta de quem é arrogante e foi traído é só o reflexo da própria hipocrisia, pois quem vive pisando nos outros e rejeitando a bondade alheia acaba colhendo exatamente o desprezo que plantou.

Deixe a vida mostrar quem merece crescer, porque o sucesso monumental de quem foi perseguido será a resposta definitiva para quem tentou diminui-lo.