Voce foi Melhor Tio do Mundo
Estar no mundo, é algo muitíssimo. Mas estar consciente, da própria missão, já é um encardo a mais. No que diga respeito a pô-la em prática e proporcionalmente, cumpri-la com eficácia e determinação.
A VIDA
Nas labutas deste mundo bizarro
Nem tudo está perdido e corrompido
Quem perdeu pode ganhar no seu plantio
E abraçar a vida até então sem sentido
Árvores que dão bons frutos
Vem das raízes fortes e bem alicerçadas
Se suas folhas caem pelo mau tempo a perecer
Suas origens fortes perduram-se até o florescer
Neste mundo de meu Deus há muitas terras
Que veio para habitar dando a cada um o seu pedaço
Mesmo que os temporais os sugam terá sempre seu espaço
Somos parte de uma sociedade conectada a criação
Que traduz o homem pela parte de sua vida plantada em conexão
Cada qual com seus direitos e deveres em metades ou inteiros
Como um raio estrondoso...
Meu mundo cai aos seus pés indevidamente
Iludo-me nestes sonhos que jamais serão efetivados
Fico presa a esta armadilha sem direitos reservados
O mundo é dos espertos,sintonizem-se
Até no amor as armadilhas são outorgadas
De boa fé amamos as pessoas do nosso jeito
E quando caímos no precipício ficamos sufocados
Não existe professor que ensina mal nesse mundo, mas, há alunos que não sabem explorar os conhecimentos dos seus professores. Ninguém vem com o mal para buscar o bem, assim também como o inverso.
Cada vez que eu te amo,
Tenho vontade de te dar o mundo.
Mas dai eu percebo que
Boa parte do mundo é ruim,
Então dei seu nome à uma estrela.
Queria ser o mundo de alguém...
Uma semente que promete
Germinar
Florescer
E nesse alguém permanecer
MEU MUNDO
Sempre levantando
a bandeira branca da franqueza
Sem trancas em minhas portas
De coração manso, vivo a liberdade
De me expressar.
Desconjuro julgamentos,
Pois da paz vivo de juros...
Sou feliz assim...
E assim vivo...
Caminho...
Deito-me em minha rede
Descanso em minha tenda
Inspiro-me
Respiro esse viver
Essa paz, esse aconchego
Dos meus versos me deleito
Entre as linhas que alinham
Cada palavra, cada momento
Cada sentimento que fluem
Em minha mente
Que em meu sangue pulsa
Que minha alma ousada
Canta cheia de graça
E na magia Grita
Exalando... Aromatizando
Meu mundo
O Mundo da Poesia.
Primavera
A magia de ver o sol nascer
A alegria que o mundo sente
O reflexo na água
O vazio mas ruas
A paz e a calmaria
Desligado de tudo
Desplugado de todos
Apenas contemplando a magia de um novo dia
De uma nova flor no jardim
De uma nova chance
A magia de ver a luz tomando conta da escuridão
De ver as trevas sumirem
E pensar que tudo isso acontece quando faço você sorrir
O início de um novo dia
É tão mágico quanto a magia do seu sorriso
A leveza dos pássaros no ar
E tão parecida com a do seu cabelo no vento
O mistério do sol escondido nas nuvens
E tão lindo quanto você se escondendo de seus medos
O sol trás a esperança para o mundo
E o seu sorriso trás alegria e vida para o meu mundo.
Busco fugir
Fugir do meu mundo
Acordar pra realidade
Tudo que eu sinto é criado por mim
Sei lá, não sei lá
A vida me fez assim
Acustumei a apanhar
A chorar sem lagrimar
A sentir sem viver
A sofrer sem esperar
O que aconteceu
Quem fez aconter
O que me ocorreu?
Será que estou morrendo?
Mas na MINHA realidade nunca vivi
Entre amor e ódio eu vivo
Oscilo entre a dor e amor
Amor pelas pessoas
E o ódio? O ódio eu sinto por mim
Vidas passadas
Desencontros do mundo
Amores perdidos
Destinos roubados
Pacientes apressados
Todos mortos
Sem direção
Guiados pelo gosto do acaso
Te espero
Te venero
Te aguardo
Mas você some
Some como a lua de dia
E o sol a noite
Essa é a magia da solidão
Te amo muito meu menino que só me faz feliz
É Incrível acordar do seu lado, ter meu mundo inteiro ao meu lado. Ver esses olhinhos abrirem, o sorriso senso puxado ao ouvir "bom dia meu amo"... vc é incrivelmente incrível, obrigada por ser o homem de minha vida, por ser minha vida
Te amo demais
O mundo só terá conserto qdo nós nos concertarmos primeiro. A mudança está dentro de cada um de nós.
Acabei de receber uma lição de uma senhora de 90 anos.
Glauco Marques aceite que no mundo existem pessoas que gostam de ser idiotas. Não é preferência é necessidade.
Parei, calei e carnavalei.
A coisa mais fácil do mundo é desistir. Mas as dores que isso pode lhe causar na consciência, pode ser muito grande.
Devo dizer que não passei no teste. Nesses de não ser de ninguém e ser de todo mundo. Não sei mesmo amar pela metade. Gostar só por gostar. Utilizar corpos numa noite qualquer.
Se for pra te beijar vai ter que ser de língua. Vai ter que ter sabor. Não vou acariciar teu corpo se não me aterrar teu peito pelo resto da noite. Não vou deitar na tua cama se não for pra acender a chama. Não vou mais te querer se não for pra te ter. Só pra mim. Não vou mais.
Martin Luther King
Olá Martin.
Quanto tempo o teu sonho de um mundo
Sem segregação permaneceu apenas
Nas esferas recônditas de almas puras
Assim como a tua.
Simplesmente nas mentes pacíficas
De homens sensíveis como foste tu.
A tua voz firme, porém,
Ecoou nos ouvidos vazios
De almas empedernidas
E retumbou no eco da eternidade.
Deus ouviu o teu clamor
E enviou para a América,
A tua América,
Um filho da mesma raça valorosa e ditosa!
Que raça!
De brio.
De luta.
Por três séculos enfrentaram uma contenda laboriosa
Em busca de direitos iguais aos dos brancos.
As razões eram mais do que justas Martin.
Sabemos,
Nós que acreditamos na eternidade,
Que as características raciais não pesam na balança
De Deus que é por querer multifacetado.
Ele não tem preferências,
Também de ideologias e credos.
Credo!
O que faremos como nossas tortuosas alienações
À custa das muitas imposições marteladas
Nas idéias dos mais frágeis?
Isso ecoa na eternidade.
Não silencia na mente de Deus,
As nossas culpas.
Os atos impiedosos dos dominadores sobre
Os dominados ficam ressoando no ouvido divino,
E os gritos da massa manipulada acordam a sua fúria.
Por outro lado, para que termos medo Martin?
Não somos nós eternos?
Não é a nossa capacidade intelectiva tão duradoura
Quanto a nossa soberba?
Por que temer, então,
A ira divina que os nossos preconceitos levantam?
Calamo-nos diante da perversidade
Dos preconceituosos raciais, sociais e religiosos.
É, pois, nossa culpa, também?
Claro que não!
Convivemos tranquilamente com nossas consciências.
Porque não somos individualistas
Quanto aos propagadores da exclusão dos negros
E dos pobres.
Apenas nos calamos diante das maldades dos
Sem coração. Sem pudor. Sem amor.
Nós nos igualamos aos primeiros, Martin?
Não!
Somos crentes a Deus.
Apenas nos silenciamos diante das injustiças.
Para que gritar o grito dos oprimidos?
Oh! Não queremos entrar na mira dos injustos.
Doe demais Martin.
Às vezes, pode ser rápida, na maioria delas, dolorosa.
A morte dos que vigiam o ódio dos extremistas
E o descaso dos omissos.
Daqueles que não suportando prosseguirem
Num mundo banhado de lágrimas inocentes
Empunham a bandeira da luta não violenta
Pelos direitos iguais.
E Não somos iguais Martin.
Que pena!
A massa da qual fomos fabricados,
Nós os Não ativistas,
Foi moldada nos fornos do desafeto.
Da inércia.
Da preguiça.
Da insensatez.
Do medo.
Da covardia.
Ao contrário,
O fermento que deu vida ao homem Martin,
Brotou um dia no chão da velha África,
Com a cor púrpura da dignidade, da estima
E do valor e alastrou-se pela América.
Destemido.
Ativista.
Corajoso.
Herói.
Como, então podes querer que sejamos iguais?
O distanciamento é incomensurável.
Como pesar na mesma balança a força de um homem
Que labuta pelos semelhantes com a voz do homem
E a atitude de Cristo? Quem se iguala a ti Martin?
Poucos.
Apenas alguns que se diferenciaram na história
Da caminhada humana
E escolheram viver para a eternidade.
Eu, como a imensa maioria quero e vou permanecer
Não ativista.
Só comodista.
Egoísta.
Individualista.
Deixa estar Martin,
Que teu grito já acordou as consciências
E a tua América, reverencia outro da tua Gloriosa Raça.
A tua cor Martin,
É hoje o expoente da Política mundial.
Quer mais?
Como tu, também, Nobel da Paz!
Permanece com Deus, valoroso guerreiro,
Que a tua morte, por sorte,
E por merecimento,
Mudou os modos da tua América.
E que Deus a abençoe hoje e sempre!
Mahatma Gandhi
Oh! Grande Alma
Que vicejaste nos prados indianos
Para recenderes pelo mundo todo.
Sementeira de Deus que propagaste
Tão singularmente o exemplo do
Filho Unigênito espalhando o fundamental
Princípio da paz: a não-violência, o amor...
O grande e infinito amor!
Podias direcionar a tua generosidade unicamente
Para o leproso Shri Parchure
E deixar um mundo vazio das tuas obras.
Por que deixar as gerações futuras “apalermadas”
Com um exemplo vivo de Cristo?
Assim como Ele,
Solidário até a morte.
Bravo.
Forte.
Destemido.
Arrojado demais o teu ideal de mundo.
Onde fincar a bandeira da paz que empunhas
Com a coragem de um Guerreiro da Luz?
No deserto de um mundo desprovido
De Deus ela não pára, meu camarada.
Não se assenta nos bancos
De um mercado capitalista,
Egoísta
E desumano.
As tuas idéias e virtudes,.
Não param a queda vertiginosa
Da carência que aumenta cada dia mais.
Trazendo em seu bojo filhos desdentados,
Esfarrapados e pedintes. Ela dilata seu ventre
E dá a luz a centenas de milhões de filhos.
Aumenta-se mais e mais a mendicância
E a delinqüência
E o mundo fica cada vez mais órfão de Deus.
Por que, então, semear no deserto
Árido dos corações humanos?
Valerá à pena, meu amigo?
As balas que atingiram o teu corpo enrugado
E descarnado pelos jejuns,
Não cessarão a desenfreada corrida dos humanos
Às riquezas materiais,
Nem porão fim ao choro dos oprimidos das nações pobres.
Enquanto um número significativo de estadistas,
Líderes políticos e revolucionários do século XX,
Homens que fomentaram guerras
E propiciaram massacres horrendos,
Morreram de causas naturais;
Irás, meu bom e grande pacificador, morrer à bala.
Balas que provocarão feridas profundas.
Que farão o líquido vermelho ensopar toda a roupa
Tecida com as próprias mãos
Trabalhadoras na sua própria humilde roca
Balas que calarão a voz do ativista,
Mas que felizmente não matará o ser sublime
E iluminado que seguia os ensinamentos
De outros seres igualmente repletos de luz:
“Buda” e “Jesus Cristo.”
Disseste um dia:
"Possuo a não-violência do corajoso? Só a morte dirá. Se me matarem e eu conseguir ter, uma oração nos lábios pelo meu assassino e o pensamento em Deus, ciente da sua presença viva no santuário do meu coração, então, e só então, poder-se-á dizer que possuo a não-violência do corajoso."
Provaste Grande Alma,
Que possuías mesmo a não-violência.
Quando tombastes, entre gemidos, disseste:
- He, Rama! (Oh, meu Deus).
Esteja com ele Grande Alma,
Muito mais por mérito do que por misericórdia.
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