Voce foi Melhor Tio do Mundo
Em um mundo frio onde corações viraram moeda de troca e o amor foi reduzido a transações, escolher a solidão não é desistir: é se salvar. Fique solteiro. Ser dono de si mesmo é o único luxo que ninguém pode comprar
“Meu berço de nascimento é o mundo. A ignorância foi quem criou fronteiras. Não cultivo falsos patriotismos.”
Hoje, faz 80 anos da bomba de Hiroshima. Foi só o começo; o homem já aperfeiçoou o fim do mundo.
Benê Morais
Foi muito bom
Aquele forró bateu na alma,
Um mundo de ilusões saiu das cortinas no ato da dança,
Os nossos corações se tocaram e aquilo foi mágico,
Um momento com cheiro de saudades ,nascia ali,
Eu queria te impedir de ir embora, mas nem tudo que sonhamos está no nosso controle,
Uma viagem de férias, uma passagem marcante, uma lembrança pra vida.
Pessoas raras existem...
O mundo não foi capaz de transformar meu coração em ódio.
Na linha certa cresci, na contra mão por um período vive, desenganado por um momento vaguei e por um instante morri.
Nas escadarias perdido, frio e fome passei, descrente e inato a verdade fiquei, por duas madrugadas fui mas voltei.
No erro o vazio era um amigo, no pensar o comandante era o abismo.
Antes vivendo sem regras, fui resgatado do ontem na primeira oportunidade para acordar no hoje livre de ressentimentos e sequelas.
Os motivos são detalhes, os apertos de mãos foram a salvação.
Os apagões são constantes, os esquecimentos serão concretos com o tempo, no carrossel da vida andei, em linha plana no monitor quase fiquei, mas a importância do recomeço me torna mais forte do que a lembrança aos olhares inúteis pelos quais os olhos ainda veem.
As nuvens passam e o sol se põe em movimentos naturais, o passado e o presente quando não se completam podem ser separados e cada um pode existir quando deixados no seu devido lugar.
Pessoas raras existem e elas estão entre nós dando suas demonstrações de como sair do caos através de suas palavras e gestos, além de seguirem iluminadas sendo exemplos de conduta e compaixão.
Alguns conselhos podem se tornar livros abertos com histórias diferentes nas mentes de quem antes eram fracos, porém reagiram ao seu próprio destino e hoje resistem sendo leais aos seus verdadeiros princípios, valores e exemplos.
O Cordeiro foi morto antes da fundação do mundo! A graça é o alfa e o Ômega da viagem humana na Terra.
Na alienação dos nossos pensamentos..
Caverna de Platão nunca foi tão real,
Abriu se mundo da nova carvena,
A carvena era um buraco na parede com uma fogueira algumas pessoas em volta alguém alimenta o fogo e outro conta histórias.
E outros caçam comida que era pouco e também levam alguns peixes e cascas de arvore e raízes. Esta comida seria suficiente? A uma pirâmide de sobrevivência? Alienação de sair da fogueira será obstáculo intelectual? Para liberdade moral?
Hoje em dia Caverna está cabeça de cada um de nós celulares e computadores são as verbais visuais histórias contadas pelo xamã o que somos diante da pirâmide ancestral.
A escravidão daqueles dias continuam os escravocratas são mesmos donos da sua vida ate que seja substituido...
Choro não pela violência do mundo, mas por ver que o amor ao próximo foi esquecido em um canto, coberto pelo poeira do egoísmo e da crueldade.
“O mundo nunca foi grande demais — sempre foi pequeno demais para quem nasceu para mudar suas fronteiras.”
“O estilhaço lembra ao mundo duas verdades: algo ali já foi inteiro… e até depois da queda ainda pode cortar.”
Cuidado com as voltas do mundo. Um dia, minha vida também foi mais confortável, quando eu ainda tinha meus pais. A vida muda muito rápido. Deus tem uma grande habilidade de colocar as pessoas no lugar daquelas que julgaram, quando lhes falta empatia.
Janine kelle
Foi em uma tarde inesquecível que os nossos caminhos se cruzaram. O mundo lá fora parecia correr no seu ritmo frenético de sempre, mas, no instante em que nossos olhares se encontraram, foi como se o tempo decidisse desacelerar, pedindo licença para a gente se notar.
Sentamos sem pressa. O que começou com um cumprimento tímido logo se transformou em um emaranhado de confidências. Conversamos sobre tudo: os planos para o futuro, os medos bobos, as miudezas do dia a dia. Você me contou a sua história com uma generosidade que arrebatou o meu coração, e eu, que costumo guardar tanto de mim, me vi entregando a minha história a você, página por página.
Você tinha — e tem — um olhar suave e profundo, daqueles que parecem ler a alma sem pedir licença, mas com um respeito que acalma. O seu jeitinho único, a forma como sorria de canto quando ouvia atentamente e o tom acolhedor da sua voz me fizeram perder a timidez. Com você, eu me soltei de um jeito que nunca imaginei ser capaz. Cada palavra sua parecia um abraço no meu peito.
À medida que o sol começava a baixar, colorindo o céu com tons de rastro de fogo e violeta, a nossa sintonia só aumentava. Lembro-me do momento exato em que o vento frio da tarde soprou e nossos ombros se tocaram de leve; uma eletricidade doce correu por mim, e ali eu soube que nada mais seria igual. Não era apenas uma conversa. Era o início de um enredo escrito pelo destino.
Quando nossas mãos se esbarraram pela primeira vez ao redor da mesa, o mundo silenciou. Rimos de piadas que só nós entendíamos, como se nos conhecêssemos de outras vidas. No instante em que nos despedimos, com aquele abraço apertado onde os corações batiam no mesmo compasso, o inevitável aconteceu: nos olhamos nos olhos e selamos aquele momento com um beijo inesquecível, um toque que tremeu até a minha alma e me fez perder o chão. Ali, colado aos seus lábios, ficou a certeza absoluta de que aquela tarde era só o primeiro capítulo da nossa história de amor.
Aquele dia ficou eternizado em mim como o momento em que descobri que o amor verdadeiro não precisa de grandes alardes para acontecer. Ele nasce na suavidade de um olhar, na intensidade de um beijo e na certeza de que encontramos o nosso lugar no mundo. Eu nunca conheci uma mulher desse jeito, tão única, tão marcante, capaz de virar o meu mundo do avesso apenas com a sua presença.
Desde então, meu coração guarda a convicção inabalável de que pertencemos um ao outro. Será que um dia vou ter o imenso prazer de te reencontrar, reviver aquela magia e continuar a escrever os capítulos mais lindos da nossa história?
Bastou um encontro de olhares para o meu mundo mudar. Lembro de cada detalhe, porque foi ali, à primeira vista, que eu soube que era você.
O dia em que o meu mundo parou não teve trilha sonora de filme, nem trovão no céu. Foi uma dor bem esquisito, desses que fazem o ouvido zumbir. Lembro do peso do meu próprio corpo, como se a gravidade tivesse triplicado de valor e me empurrasse direto para o chão. Naquele segundo exato, eu tive a certeza matemática e absoluta de que a minha vida tinha acabado de vez. Sabe quando o peito aperta tanto que o ar não acha o caminho de volta? Foi assim. Eu olhei para o teto e pensei: "Pronto. Daqui eu não levanto mais.
A gente passa a vida inteira achando que é forte, construindo certezas em cima de areia, jurando que tem o controle de tudo. Bobagem. A verdade é que a gente só descobre o tamanho da nossa fragilidade quando o chão some. Eu me vi ali, despedaçado, catando os cacos de quem eu achava que era, sem saber como colar as partes de novo. Chorei um choro feio, pesado, daqueles que vêm do estômago e rasgam a garganta. Achei sinceramente que a dor seria o meu endereço definitivo.
Mas aí o tempo passou. Não como um milagre, mas como um mestre severo. E a grande lição de vida que me quebrou ao meio para depois me refazer foi entender isto: o fim de um mundo não é o fim da vida. Às vezes, o nosso mundo precisa acabar de vez para que a gente pare de sobreviver no automático e comece, finalmente, a existir de verdade. A dor não veio para me matar, veio para me limpar de tudo o que era ilusão. Eu precisei perder o meu chão para descobrir que eu tinha asas.
Hoje, olhando para trás com os olhos ainda marejados, eu entendo o mistério. Aquele dia terrível não foi o meu ponto final. Foi o início do capítulo mais bonito e maduro da minha história.
Venci no Silencio
No escuro eu aprendi A sorrir sem me vender O mundo fez de conta, eu fiz foi sobreviver me chamaram de fraco, eu deixei falar enquanto riam da queda, eu voltava a andar tanta porta fechada me ensinando o chão, mas o chão foi escola pra minha reação. Me venderam promessas, eu comprei, foi pão. Me deram tapete, eu preferi o porão. Se a vida veio torta, eu entrei no compasso. Quis da dor meu mapa e do medo cansaço E se queriam ver eu pedi, me viram, foi levantar Com a boca cheia de cinza eu aprendi a cantar No meio do vendaval ninguém me viu quebrar eu fui juntando os cacos pra depois mostrar vem-se no silêncio eu nasci do aperto e voltei mais forte Vem-se no silêncio Quem me quis no escuro agora vê meu norte. Eu ri por dentro quando disseram acabou. Eu estava só guardando o trovão que ficou. Venci no silêncio. Meu nome não caiu. Meu nome se ergueu. Teve noite sem teto e dia sem chão. Teve amigo virado solto na mão. Teve língua de praga e olhar de doutor Dizendo com pena que eu já me perdi, senhor Mas eu sou do tipo que a maré na folga Quanto mais me empurram, mais a coluna dobra Não foi sorte de jogo, nem milagre na mesa Foi calo, foi passo, foi fé na dureza No meu rosto ironia, fez casa e morada Eu dizia tá bom com a alada Enquanto eles falavam, eu fazia raiz Quem cava o mundo também ia ser feliz Se queriam Eu pedi, me viram, foi levantar Com a boca cheia de cinza Eu aprendi a cantar Não me viu quebrar Eu fui juntando os cacos Pra depois mostrar Vem-se no silêncio Eu nasci do apê Mais forte Vem-se no silêncio Quem me quis no escuro Agora vê meu nó Quando disseram acabou, eu tava só guardando o trovão que ficou em sino silêncio Meu nome não caiu, meu nome se ergueu Você falou que eu não ia, eu ouvi e deixei rolar. Teu veneno era pequeno, não deu nem pra me parar. Eu andei no fio da navalha sem fazer alarde. Cada queda foi impulso, cada atraso foi metade. Eu aprendi no aperto que sorriso nem sempre é paz. Tem vitória de fachada e vitória que não se desfaz. A minha veio suja, veio dura, veio crua. Com as mãos cheias de barro e a cara limpa na rua. Se a vida me fechou, eu fiz chave com ferro. Se me chamaram de perdido, eu virei mapa do inferno. Não precisei de aplauso pra ver quem eu sou. Quem vence em silêncio quando o par venceu. Olha de perto o que ficou de pé. Não é pose nem milagre, é cicatriz e fé. O que me deram como fim virou começo na minha mão. E a risada de deboche virou poeira no vão. Venci no... Eu nasci... o mundo fez de conta eu fiz foi sobreviver me chamaram de frago, eu deixei falar. Enquanto riam da queda, eu voltava a andar. Tanta porta fechada, me ensinando o chão. Mas o chão foi escola pra minha reação. Me venderam promessas, eu cumpri, foi pão. Me deram tapete, eu prefiro porão. Se a vida veio torta, eu entrei no compasso. Fiz da dor meu mar. Vem se no silêncio, vem se no silêncio eu nasci do aperto e voltei mais forte vem se no silêncio quem me quis no escuro agora vê meu norte. Eu fui por dentro quando disseram acabou. Eu tô aguardando o trovão que ficou. No silêncio meu nome não caiu, meu nome se ergueu. Teve noite sem teto, dia sem chão, teve amigo virado, solto na mão. Teve língua de paga e olhar de doutor dizendo com pena que eu... Já me perdi, senhor. Mas eu sou do tipo que a maré na folga. Quanto mais me empurram, mais a coluna dobra. Não foi sorte de jogo, nem milagre na mesa. Foi calo, foi passo, foi pé na dureza. No meu rosto a ironia, pescado e moral. Deus dizia, tá bom com a alma. Uma blindada, enquanto eles falavam, eu fazia a raiz. Quem cava no fundo também aprende a ser feliz. E se queriam ver, eu pedi. Me viram, fui levantar. Com a boca cheia de cinza, eu aprendi a cantar. No meio do vendaval, ninguém me viu quebrar. Eu fui juntando os cacos pra ter mais foco. O trovão... Meu nome não caiu, meu nome se ergueu. Você falou que eu não ia ouvir, deixei rolar. Seu veneno era pequeno, não deu nem pra me parar. Eu andei no pio da navalha, sem fazer alarde. Cada queda foi impulso, cada atraso foi metade. Eu aprendi no aperto de sorriso, o mim sempre é paz. Tem vitória de fachada e vitória que não se desfaz. A meu veio cru, já veio dura, veio crua. Com as mãos cheias de barro e a cara limpa na rua. Se a vida me fechou, eu fiz chave com ferro. Se me chamaram de perdido, eu virei mapa do inferno. Não precisei de aplaca, já vem... Era de perto que ficou de pé. Nem pose, nem milagre, cicatriz e fé. O que me deram como fim, virou começo na minha mão. E a risada de deboche, virou poeira no vão. Vem se... Eu nasci mais forte. Vem se...
Conhecimento é poder. Sempre foi e sempre será. O mundo se transforma de um modo cada vez mais intenso, ágil e, até mesmo, caótico, mas o conhecimento segue como a principal fonte de poder da qual podemos beber.
Se cada um ficasse no seu quadrado, o mundo continuaria redondo, mas num círculo vicioso foi criado um triângulo de destruição!
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