Voce foi Melhor Tio do Mundo

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Sempre me restará amar (...) Amar não acaba. É como se o mundo estivesse a minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera.

As multidões míopes do mundo é que são verdadeiras renunciantes.Renegaram a posse de um bem divino sem paralelo, por um mísero punhado de brinquedos terrenos!

In Autobiografia de um Iogue -pág 72
Paramahansa Yogananda

Borboleta é flor que o vento tirou para dançar, pessoa é estranho ímpar que o mundo resolveu testar.

Nós mesmos somos nossos próprios demônios e fazemos disso tudo que as pessoas chamam de mundo o nosso próprio inferno.

O mundo sofre trazendo devastação
As famílias sofrem com a desunião
Os amigos sofrem com a deslealdade
O amor acaba com tanta facilidade

É difícil controlar o que pode entrar quando se deixa o acesso livre para todo mundo

Nada neste mundo nunca fará com que meu coração se cure. Não existe cura pra saudade de filho. Nunca mais serei eu inteira, pois a parte mais linda de mim, que é a parte mãe, foi ferida, deixando uma ferida que sangra todos os dias. Mas é esta parte MÃE que me salva, pois filho nunca deixa de ser filho e mãe nunca diz adeus a um filho.

(des)encontros

Neste mundo
De desencontros
De gente que
Não sabe viver
Pra se encontrar
Tem que se perder

Eu voto por um mundo com menos vácuo no Whatsapp.

Não dá mais para crer na solidariedade humana. O mundo está tão egoísta que, com certeza, quando alguém "compra a briga" do próximo, é para revender mais caro depois.

Vai menina que essa vida é bruta pra todo mundo, coloca uma flor no cabelo um sorriso no rosto,que ser feliz é uma decisão. Você decide ficar de bem com a vida e fica.

Viagem Infinita

Estou sempre em viagem.
O mundo é a paisagem
que me atinge
de passagem.

Eu só quero abraçá-la. Eu trocaria todo o mundo para ver aquele pedacinho do Céu olhando de volta pra mim.

⁠Eu só não conseguia dar um sorriso sincero nesse mundo cruel.

O dramático do mundo de 2017 é que aumentamos tanto a comunicação que ela corre o risco de se tornar irrelevante. Talvez por isso a gente digite tanto: não há mais nada a dizer.

Só

Me sinto tao só, presa em um mundo demasiado de solidao e tristeza.
Infinita dor que transcorre todo o meu corpo, até adormecer.
Pesadelos insanos que me atormentam em todas as noites, em todas as madrugadas.
Sonho de olhos abertos sem saber o que acontece ao meu redor.
Volto a si e percebo que nada q nem ninguem parece igual, tudo muda.
O tempo passa, o tempo voa.
Me sinto cada vez mais só.
Entre uma multidao, nao consigo ver ninguem.
Só sinto que nao vou mais aguentar.
Só sinto que prefiro morrer.
Apesar que a dor ja me consume por dentro.
E por fora ninguem consegue perceber.

⁠Tenho a mulher mais linda, incrível e extraordinária do mundo como namorada. Ela é de fato singular pelo que é. Se olhar para sua incrível beleza, a singularidade dela é visível por se tratar da mulher mais linda que poderia existir, indo além de todos os padrões. Mas é que, na real, eu queria ser um espelho para que ela pudesse ver o reflexo da majestosa beleza que ela é.

Mentes lúcidas, o que se chama mentes lúcidas, não houve provavelmente em todo o mundo antigo mais que duas: Temístocles e César; dois políticos. A coisa é surpreendente porque, em geral, o político, incluso o famoso, é político precisamente porque é torpe. Houve, sem dúvida, na Grécia e em Roma outros homens que pensaram idéias claras sobre muitas coisas - filósofos, matemáticos, naturalistas -. Mas sua claridade foi de ordem científica; isto é, uma claridade sobre coisas abstratas. Todas as coisas de que fala a ciência, seja ela qual for, são abstratas, e as coisas abstratas são sempre claras. De sorte que a claridade da ciência não está tanto na cabeça dos que a fazem como nas coisas de que falam. O essencialmente confuso, intricado, é a realidade vital concreta, que é sempre única. Quem seja capaz de orientar-se com precisão nela; aquele que vislumbre sob o caos que apresenta toda situação vital a anatomia secreta do instante; em suma, quem não se perca na vida, esse é de verdade uma mente lúcida. Observai os que vos rodeiam e vereis como avançam perdidos em sua vida; vão como sonâmbulos, dentro de sua boa ou má sorte, sem ter a mais leve suspeita do que lhes acontece. Ouvi-los-eis falar em fórmulas taxativas sobre si mesmos e sobre seu contorno, o que indicaria que possuem idéias sobre tudo isso. Porém, se analisais superficialmente essas idéias, notareis que não refletem muito nem pouco a realidade a que parecem referir-se, e se aprofundais na análise achareis que nem sequer pretendem ajustar-se a tal realidade. Pelo contrário: o indivíduo trata com elas de interceptar sua própria visão do real, de sua vida mesma. Porque a vida é inteiramente um caos onde a criatura está perdida. O homem o suspeita; mas aterra-o encontrar-se cara a cara com essa terrível realidade, e procura ocultá-la com um véu fantasmagórico onde tudo está muito claro. Não lhe interessa que suas "idéias" não sejam verdadeiras; emprega-as como trincheiras para defender-se de sua vida, como espantalhos para afugentar a realidade.

Homem de mente lúcida é aquele que se liberta dessas "idéias" fantasmagóricas e olha de frente a vida, e se convence de que tudo nela é problemático, e se sente perdido. Como isso é a pura verdade - a saber, que viver é sentir-se perdido -, quem o aceita já começou a encontrar-se, já começou a descobrir sua autêntica realidade, já está no firme. Instintivamente, como o náufrago, buscará algo para se agarrar, e esse olhar trágico, peremptório, absolutamente veraz porque se trata de salvar-se, lhe facultará pôr ordem no caos de sua vida. Estas são as únicas idéias verdadeiras; as idéias dos náufragos. O resto é retórica, postura, íntima farsa. Quem não se sente de verdade perdido perde-se inexoravelmente; é dizer, não se encontra jamais, não topa nunca com a própria realidade.

Isto é certo em todas as ordens, ainda na ciência, não obstante ser a ciência, de seu, uma fuga da vida (a maior parte dos homens de ciência dedicaram-se a ela por terror a defrontar sua própria vida. Não são mentes claras; daí sua notória falta de jeito ante qualquer situação concreta). Nossas idéias científicas valem na medida em que nos tenhamos sentido perdidos ante uma questão, em que tenhamos visto bem seu caráter problemático e compreendamos que não podemos apoiar-nos em idéias recebidas, em receitas, em lemas nem vocábulos. Quem descobre uma nova verdade científica teve antes que triturar quase tudo que havia aprendido e chega a essa nova verdade com as mãos sangrentas por haver jugulado inumeráveis lugares comuns.

A política é muito mais real que a ciência, porque se compõe de situações únicas em que o homem se encontra de repente submerso, queira ou não queira. Por isso é o tema que nos permite distinguir melhor quais as mentes lúcidas e quais as mentes rotineiras.

Vamos dobrar nosso crescimento e ter a economia mais forte do mundo.

Neste mundo, muitas das vezes o papel vale mais que muita gente. Nossa triste realidade é deprimente.