Voce diz eu te Amo eu Digo Idem

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Ele que é o palhaço, mas sou eu quem põe fogo no circo.

Eu já tive momentos de dúvidas, tristezas, alegrias, felicidades, decepções, angústias... Eu realmente aprendi. Sei ser doce e grossa, sei ser amável e ignorante, aprendi que cada pessoa merece um tratamento diferente, isso varia de acordo com a forma como ela te trata.

Eu te quero aqui comigo...
de domingo a domingo,
dia após dia, todos os dias de todos os anos,
por toda a minha vida.

Eu te dei o melhor de mim,
Fui sincero
Me entreguei de corpo e alma.
Apenas amei.
Esse é o risco da paixão.
Uma hora as coisas vão mudar.
O que eu sinto vai passar
O tempo vai passando
Você vai passando.
Talvez, quando decidir olhar pra trás,
Eu já tenha ido.

No começo eu pedi desculpa pela bagunça. Não esperava visitas. Tentei arrumar, parecer coerente, aí descobri que não era visita, tinha vindo pra ficar. Sinto informar, desventurado, com a bagunça terá que se acostumar...

O Deus que eu sirvo não é o deus de será... é o Deus de JÁ!

Eu te desejo bons ventos e
um par de borboletas
em tua janela.
Eu te desejo girassóis
em teu jardim e
um canto lírico de pintassilgo
sorrindo
paz em teu existir.
Eu te desejo céus azuis
sob teus olhos e
um bordado de sonhos infinitos.
Eu te desejo anjos em teus caminhos e
amigos leais em teu abrigo.

Eu te desejo
cores
flores
pazes
auroras de manhãs em
bem quereres.

Eu te desejo Agoras de claridades e
imensidões de felicidades
Eu te desejo vida e mais vida
E um bocado de instantes
coloridos e bonitos.

⁠Apenas me diga o que mudou, o que não fluiu. Eu irei entender, só não me dê desculpas, porque isso eu não posso compreender.

era confortável ... porque eu não amava ninguém ......

O que ganho eu, se conquisto aquilo que busco? Um sonho, um alento, uma espuma de alegria fugidia. Quem compra o contentamento de um minuto para se lamentar uma semana?

⁠Eu voo. Por todo os cosmos. Toda vez que uso meu telescópio.

Eu protesto!

Num mundo onde "marketing pessoal"
É mais importante do que o caráter de alguém
Onde aparência é fundamental
E a cor da pele e a forma do corpo também

Não encontro espaço para ser o que sou
Porque não suporto artificialidade
Eu sou gente de verdade
Não sou um estereótipo que a mídia propagou

Não sou de mandar recado
Sou de refletir e partir para a ação
Contra a injustiça eu não me calo
Não quero ser mais uma na multidão

Nessa multidão inerte que tudo deixa passar
Que não protesta, que não se mexe e que só sabe esperar...
Esperar que a situação mude sem que se faça alguma coisa
E ficar de pernas pro ar, levando a vida numa boa

Num mundo onde etiquetas têm grande valor
Num mundo onde reina indiferença e desamor
Num mundo onde tudo é cobiça e vaidade
E onde uma mentira, repetida, vira verdade

Só que eu existo, posso estar na margem, mas não sou resto
Podem me ignorar, me excluir, mas ouvirão o meu protesto

Eu protesto contra a ganância
Eu protesto contra a indiferença
Eu protesto contra a ignorância
Eu protesto contra a carência

Eu protesto contra a artificialidade
Eu protesto contra a desigualdade
Eu protesto contra o desamor
Eu protesto contra a total falta de valor

De valor à vida
De valor às pessoas
De valor às criações divinas
De valor ao amor, que tudo perdoa

Eu protesto contra a dureza dos corações
Eu protesto contra a cegueira espiritual
Eu protesto contra as insensatas realizações
De pessoas que desprezam o bem e praticam o mal

Eu protesto e sigo a protestar
Nenhuma mão opressora pode me abalar
Pois eu conheço Aquele que me fortalece
Saibam que, de nenhum(a) filho(a), Ele se esquece

O Deus Altíssimo não faz acepção
Do príncipe ao mendigo
Do grande ao pequenino
Ele ama sem impor condição

"Sobre mim...
Talvez eu seja apenas uma narrativa mal compreendida,
Uma história de vida sem um final feliz,
Um romance que nunca viveu um "Para sempre".
Com certeza sou confusa demais, uma alma que já chorou todas as lágrimas, sentindo na pele uma imensidão de dores, imaginando que nunca iriam passar.
Sou mal interpretada, tudo porque vivo intensamente os desejos.
Não sei forjar sentimentos, tampouco brincar com sentimentos alheios.
Alma perdida, viajante no tempo, buscando no infinito do universo a outra metade.
Criatura andarilha percorrendo as encruzilhadas dessa vida, correndo atrás de um destino ainda tão indecifrável.

Eu devo estar morrendo, olha pra elas e não sinto nada além desse vazio, e o pior é que eu tô gostando.

Como esse mundo é louco eu vejo pessoas maltratando quem gosta realmente dela e implorando atenção de quem nunca ligou pra ela.
Falando mal de quem a ajuda e estendendo a mão para aquele que a afunda .
Vendo amor onde a ódio é desprezando o amor que esta óbvio.
Querendo a riqueza de alguém mais sem querer fazer o percurso que a levou ao pódio.
O coração humano foi corrompido os sentimentos esquecido.
Hoje já não somos mais amigos nem irmãos nem amantes somos vagas lembranças distantes.

Vicent Van Gogh morreu para alcançar as estrelas; talvez, não seja uma má ideia eu morrer para alcançar você.

Torcida contra


Eu sei exatamente o que isso significa.
Já vi de perto o silêncio calculado, o elogio não dado, a curtida evitada como se reconhecimento fosse moeda rara demais para ser oferecida.
Já percebi quem observa tudo, mas prefere não somar.
Quem acompanha, mas não apoia.
Quem admira, mas não admite.
E por muito tempo eu questionei se o problema estava em mim.
Hoje entendo que não.
Existe uma torcida contrária que não grita, ela silencia.
E o silêncio também comunica.
Mas aprendi algo precioso:
o que é verdadeiro não depende de validação pública para existir.
Quem é luz não apaga para caber no desconforto alheio.
Se há quem não suporte minha felicidade, minhas conquistas ou minha inteligência, isso já não me diminui — me revela.
E sim, pessoas assim são necessárias.
Elas me ensinaram a não ser pequena, a não competir por migalhas de reconhecimento, a não economizar aplausos quando vejo alguém brilhando.
Hoje sigo consciente:
não preciso que todos celebrem, mas também não diminuo meu brilho para caber em quem prefere a sombra.

Eu quero acreditar que não há nenhum louco na Terra que decida usar armas nucleares.

Soneto XXXVIII

Quando a chuva cessava e um vento fino
franzia a tarde tímida e lavada,
eu saía a brincar, pela calçada,
nos meus tempos felizes de menino.

Fazia, de papel, toda uma armada,
e estendendo meu braço pequenino,
eu soltava os barquinhos, sem destino.
ao longo das sarjetas, na enxurrada...

Fiquei moço. E hoje sei, pensando neles,
que não são barcos de ouro os meus ideais:
são de papel, são como aqueles,

perfeitamente, exatamente iguais...
_Que meus barquinhos, lá se foram eles!
Foram-se embora e não voltaram mais!

Um dia me perguntaram o porquê de sempre eu escutar músicas tristes.
E, só pude responder uma coisa:
- Minha vida, é triste!