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Voce Chegou sem Pedir Licenca

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Nada adianta magoar e logo depois se arrepender e pedir desculpas. É melhor pensar melhor antes de reagir impulsivamente.⁠

A beleza dela é céu em movimento,
é arte viva no meu pensamento.
É lua que brilha sem pedir atenção,
é verso bonito tocando o coração.


Tive nos lábios a chance do beijo,
mas preferi guardar só o desejo.
Fiquei admirando, sem nada pedir,
porque há belezas que pedem sentir.


Ganhei um abraço, simples e leal,
e ali me perdi de um jeito real.
Sem beijo, sem pressa, sem condição:
foi nesse abraço que nasceu a paixão.

Reconhecer nosso erro e saber pedir desculpas não é uma fraqueza.... mas sim um dos caminhos para se tornar uma pessoa melhor

CARTA ABERTA PARA O IMPOSSÍVEL AMOR
​Parei para te escrever e te pedir um tempo,
Não o tempo que afasta, mas o que faz lembrar.
Mergulha um pouco no que fomos, no nosso momento,
E veja se ainda existe espaço para a gente habitar.
​Busco em você uma nova oportunidade,
O destino reescrito, sem rascunhos ou dor.
Queria que o "nós" fosse a nossa única verdade,
E que o mundo lá fora perdesse o valor.
​Posso não ter mais o toque das tuas mãos,
Mas guardo o suor da luta que travei por ti.
Meus dias são ecos da tua voz nos vãos,
Do amor que, mesmo em silêncio, nunca esqueci.
​Não olhe apenas para o rastro do que pode quebrar,
Nem se prenda ao medo de quem possa ferir.
Olhe para o brilho de quem você pode alegrar,
E descubra, enfim, qual caminho te faz sorrir.
​Dói saber que o seu afeto tem dois endereços,
Pois quem ama por inteiro não sabe dividir.
Eu queria ser o fim de todos os seus tropeços,
O único motivo que te fizesse ficar, em vez de partir.
​Queria que este nó fosse apenas um sonho ruim,
E que o sol de amanhã desatasse essa dor.
Que a sua entrega fosse sincera, voltada para mim,
Sem as sombras de um outro, sem restos de amor.
​Sinto muito por te deixar, e por me abandonar no caminho,
Por não ter o verso certo que te fizesse estacionar.
Sinto por cada silêncio que te deixou sozinho,
E por não ter a voz que te convencesse a ficar.
​Lamento por te ouvir pouco, ou por te amar demais,
Por tentar te esquecer e, no erro, te lembrar.
Sinto por não ser o porto onde você encontra paz,
E por não ter o brilho que te faz querer tentar.
​Guardo os momentos que tivemos, como um tesouro gasto,
Se foram poucos, o tempo dirá o que restou.
Mas não suporto o peso desse sofrimento vasto,
De habitar um lugar que o seu amor nunca ocupou.
​Te deixo ir, pois o amor não sobrevive de dúvida,
E aqui não é o seu lar, se o seu peito chama outro cais.
Sinto que me ama, mas é uma chama pálida e tímida...
Que não queima o suficiente para não te deixar partir jamais.⁠


CARLIANE ARAUJO 💜

Com o coração na mão, venho humildemente pedir perdão se, na minha imaturidade, causei-lhe dor ou lágrimas. Apesar dos erros, jamais me arrependerei de ter cruzado o seu caminho. Foi um privilégio conhecê-la.
A lembrança daquela sexta-feira no Parque 13 de Maio ainda brilha. Foi uma tarde roubada, onde rimos e andamos lado a lado, sentindo-nos eternamente jovens no centro de Recife. A magia daquelas poucas horas foi absoluta. De sua voz ao seu olhar, cada detalhe está gravado em mim. Tivemos uma conexão de alma, e isso faz de você inesquecível.
Sinta a minha admiração e meu respeito. Este é um pedido de desculpas que transcende as palavras, nascido da sinceridade de meu coração.

Não é vergonha o homem chorar,
Nem se curvar para pedir perdão à amada.
Pois só quem é grande sabe se ajustar,
E reconhecer o erro no meio da estrada.
Vergonha é você fingir que nada sente,
Esconder o peito atrás de um muro de gelo.
É viver uma vida de forma ausente,
Sendo escravo do próprio atropelo.
Homem de verdade é aquele que se permite,
Que sente o medo, a dúvida e a dor.
Pois o sentimento não tem limite,
E a maior força do mundo... ainda é o amor.

Vim aqui, com todo o respeito, te pedir mil desculpas se um dia eu te machuquei, ou se eu te fiz chorar. Eu era um rapaz muito imaturo, mas eu venho aqui te falar uma coisa: não me arrependo em momento algum de ter te conhecido. Foi uma honra ter te conhecido.
​Lembro de uma sexta-feira em que você me esperou no Parque 13 de Maio. Foi uma tarde diferente: rimos e andamos de mãos dadas, feito dois adolescentes no centro de Recife. Essas poucas horas que passamos juntos nesse dia foram pura magia. Lembro de tudo em você: sua voz, seu sorriso, seu olhar. A gente tinha uma conexão forte demais! Você é inesquecível.
​Te admiro, te respeito. Isso é apenas um pedido de desculpa, mas é do coração."

Engraçado como o Jesus dessa galera é super pop na hora de pedir bênção, mas vira um completo desconhecido na hora de estender a mão ao próximo.

Entenda... Pedir ajuda é um ato de coragem, é um sinal de força, não de fraqueza, é um ato de amor próprio e autoconhecimento.

A verdadeira força está em reconhecer quando precisamos de ajuda e ter a coragem de pedir!

Você teria coragem de pedir para alguém imitar a sua renúncia?

Livro: Deus não é Estelionatário.
Por que a Religião nos Afastou de Cristo

Normalize o ato de pedir clareza a Deus antes de tomar uma decisão.

Ótima quarta-feira
* Foco
* Humildade
* Pedir direção a Deus

Não me cabe lamentar,
nem pedir piedade
pelo amor que te dei.
Cada gesto foi inteiro,
cada palavra nasceu limpa,
cada carinho carregava verdade.
Se não encontrou morada
em teu coração fechado,
não foi por falta de entrega,
mas por ausência de espaço.
O amor que ofereci
não diminui porque não foi acolhido —
permanece grande,
permanece meu.
E sigo,
com a consciência tranquila
de que amei
sem medidas
e sem fingimento.

Hoje me preparei para pedir a Deus… mas só consegui agradecer. Porque o maior tesouro do universo é este: estar aqui

Não há nada mais dilacerador quando estamos certos mas temos que pedir perdão, por isso não vale a pena ser orgulhoso, nem guardar rancor, assim ficará mais fácil perdoar quando se precisa. só assim salvamos o corpo da dor a alma da escuridão.

Ano Novo sem ação é petição inicial sem causa de pedir.

Capítulo — Entre a Culpa e o Espelho


Pedir demissão foi um grito silencioso que eu dei a mim mesma.
Eu estava cansada. Cansada da pressão constante, do ambiente pesado, das cobranças que atravessavam minha pele como agulhas finas e diárias. Havia dias em que eu voltava para casa sentindo que tinha deixado pedaços de mim espalhados pelos corredores daquele trabalho. Então, um dia, respirei fundo e saí. Achei que, ao fechar aquela porta, abriria outra — mais leve, mais minha.


Mas o que se abriu foi um vazio.
Meus dias passaram a ter a mesma cor, o mesmo ritmo, o mesmo roteiro: lava, limpa, arruma, cuida. Lava, limpa, arruma, cuida. Amo meus filhos com a força inteira do meu peito, mas não quero ser apenas a mãe.


Quero voltar a ser mulher. Quero me reconhecer no espelho sem que a primeira palavra que me venha à mente seja “cansaço”.
Nos três meses depois que saí do emprego, engordei 10 quilos e 800 gramas. Sim, eu estou contando. Cada grama parece um lembrete concreto de que estou perdendo o controle.


Eu não consigo parar de comer.
É pão. É feijão. É macarrão. É qualquer coisa que esteja ao alcance dos olhos. Como em grandes quantidades, como com urgência, como se estivesse apagando um incêndio invisível dentro de mim. Na hora, existe uma pressa quase desesperada — preciso mastigar, preciso engolir, preciso sentir o estômago cheio. Só quando ele dói, quando pesa, quando estica, é que algo se aquieta.
E então vem o arrependimento.


A culpa chega como uma onda fria depois da falsa calmaria. Eu sei que não deveria estar fazendo isso. Sei que não é fome — é outra coisa. Mas faço assim mesmo. A comida virou uma espécie de anestesia: me acalma por alguns minutos e depois me corrói por dentro, como se eu tivesse traído a mim mesma.


Estou matriculada na academia. Pago a mensalidade. Tenho roupas de treino. Já gostei de treinar — e muito. Lembro da sensação de força, do suor como prova de disciplina, da música alta no fone de ouvido enquanto eu me sentia viva. Mas agora não consigo sair de casa para ir até lá. Não é preguiça. É como se houvesse uma barreira invisível entre mim e a mulher que eu costumava ser.


Às vezes me pergunto:
Onde está a minha força de vontade?
Onde foi parar o desejo de me cuidar que sempre fez parte de mim?
Se eu gosto de treinar, por que não consigo ir?
Sinto que preciso urgentemente reencontrar meu antigo eu — mas, no fundo, talvez eu precise encontrar uma nova versão de mim.


Uma que caiba na mulher que estou me tornando, e não apenas na que eu fui.
Às vezes — ou melhor, na maioria das vezes — sinto falta de mim. Falta da leveza que eu tinha. Da segurança. Da autonomia. Me pergunto se, caso tivesse estabilidade financeira, tudo seria diferente. Será que eu conseguiria ser eu mesma? Ou estou usando essa ausência como justificativa para algo mais profundo?


Já passei por tantas coisas na vida. Sobrevivi a situações que pensei que me quebrariam para sempre. Aprendi muito com a dor, mas também vivi momentos maravilhosos — momentos que hoje parecem fotografias desbotadas guardadas numa gaveta da memória.


Sinto saudade daquela mulher que ria fácil, que sonhava alto, que se sentia capaz.


Agora, às vezes, acordo e me pergunto em silêncio:
Será que estou em depressão e não sei?
Talvez essa seja a pergunta mais honesta que fiz a mim mesma nos últimos meses.


Porque o que mais dói não é o peso no corpo.
É o peso de não me reconhecer.

" Hoje quero uma volta ao passado, para encontrar pessoas as quais devo pedir perdão. Acho que é chegado o momento de continuar minha viagem, sem esses sentimentos guardados, que tanto pesam o coração...

Nunca se canse, de pedir a Deus,
que o guie na direção certa, porque nem tudo que a terra aplaude, o céu aprova...