Voce Chegou sem Pedir Licenca

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Então pode ir sem pedir licença, não precisa ter educação, eu nunca tive e sobrevivi do mesmo jeito. Pode ir, você passou tempo de mais na minha vida...

Porque, tem que ser assim?
Ó amor cruel, que vem e entra sem pedir licença,
Nos consome por inteiro, nos faz feliz por uns dias,
E em outros, nos entristece...
Faz sentirmos saudade e solidão,
Quando a nossa amada não esta presente.
E nos enche de alegria quando sonhamos com ela...
Ou quando apenas sentimos seu perfume.
Ó amor cruel, cruel amor,
Porque nos castisga tanto,
Para, que serves afinal?
Nos tornar boêmios? Seresteiros? Namorador da lua?
Ou simplesmente, mais um na madrugada.
Esperando sua amada.(Vieira)

Lindo
é quando o amor chega sem pedir licença
sem implorar
sem desgastar
sem magoar...
Porque quando se ama verdadeiramente
a própria alma faz do outro abrigo...
Eterna morada!

"Somos quem somos e não precisamos pedir licença para existirmos"

⁠IMAGINE…
um caminho onde a alma possa descansar.
Onde o sonho não precise pedir licença
e o coração possa ser inteiro.

DESEJE com a delicadeza de quem acredita,
mesmo depois de ter chorado baixinho.
Mesmo depois de quase desistir.

CONQUISTE,
não para provar nada a ninguém,
mas para honrar tudo o que você sentiu no processo.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Algumas dores não passam... elas apenas aprendem a andar ao nosso lado sem pedir licença.

Lindo é quando o carinho
entra sem pedir licença e
de própria vontade !
É quando duas almas
se aceitam
se amam
se identificam e
se doam
sem maldade
sem falsidade
Respeitam a sua individualidade.
E são esses..
Que desejo perto de mim de
verdade.

Setembro chega sem pedir licença,
derrama o amarelo dos ipês sobre o cinza das ruas,
traz consigo o sopro da primavera,
e nos lembra —
que há beleza até no que cai,
que o chão também floresce em meio às estações.

Taças roubadas,
corações feridos,
histórias que doem
sem pedir licença.


Um encontro intenso,
na ânsia de ser,
de ter,
de sentir,
de estar.


A razão grita: não.
O desejo arde: sim.
E o óbvio infame
se impõe —
não dá.


Fica o gosto amargo
do fracasso,
a sombra da inutilidade,
o eco da insuficiência.


A realidade,
crua e implacável,
não tem como consertar.

O amor é assim… ele se espalha sem pedir licença, sem escolher o lugar.
Às vezes nasce num quarto pequeno, às vezes cresce numa casa grande — mas sempre encontra um jeito de se aconchegar onde há sentimento verdadeiro.
E foi assim com você.
Sem esforço, sem aviso, sem medida… o amor simplesmente chegou e tomou seu espaço dentro de mim.
Fez morada, acendeu luzes, abriu janelas.
Onde quer que estejamos, seja no silêncio de um canto simples ou no calor de um abraço demorado, o amor sempre acha o seu ninho — e o meu ninho é você.
Com carinho

O sofrimento chega sem pedir licença.
Ele dói, confunde e parece não ter fim.
Mas também revela forças escondidas.
Com o tempo, ele ensina o que realmente importa. E nos torna mais humanos e sensíveis.

Ontem foi um hoje que passou sem pedir licença.
Hoje é o único lugar onde o futuro respira.
Amanhã é promessa — nunca morada.
O futuro não vem de longe,
ele chega disfarçado de agora.
Bate à porta como instante,
entra como escolha,
e sai como lembrança.
No hoje de ontem, eu adiei.
No hoje de agora, eu decido.
E no hoje que chamam de amanhã,
colherei o peso do que fiz
ou o vazio do que temi.
Pergunto: que futuro é esse
que só reconheço quando já partiu?
Talvez não seja cego o futuro,
mas distraído o olhar
que insiste em procurá-lo adiante
quando ele sempre esteve aqui.
O futuro não se vê —
se constrói.
Não se espera —
se vive.
Ele nunca mora no depois,
apenas atravessa o presente
e cobra silêncio ou coragem.
Porque o futuro vem sempre hoje.
E quem não vive o hoje
assiste o amanhã
indo embora
sem sequer dizer adeus.

Tô me afastando sem pedir licença,
sem carimbo, sem protocolo, sem perdão implorado.
Minha estrada não tem cronograma,
nem calendário que dite o compasso da minha respiração.
Quem não deseja estar na caminhada comigo
fica pelo acostamento da própria escolha.
Eu sigo, inteiro, mesmo que em pedaços,
porque minha alma não negocia liberdade.
Se você não tem alma, não é livre,
não espero nada de você.
O vazio não me alimenta,
a ausência não me prende.
Eu sou o corte que rompe o silêncio,
sou a palavra que não se curva,
sou a sombra que se ergue contra o peso do mundo.
E sigo — sem licença, sem permissão,
com a força de quem não precisa pedir para existir.

O ano passou sem pedir licença. Levou coisas, deixou marcas e ensinou silêncios. Nem tudo virou conquista, mas tudo virou experiência.

Cheguei sem pedir licença
com minha rima pesada.
Meu cordel pesado tem
31 anos de estrada.
Tive meus altos e baixos,
mas estou na caminhada.

Deixa o seu arco-íris interior brilhar sem pedir licença. O mundo precisa das suas cores.

Saudade.
Chega e entra sem pedir licença.
És a dona da chamada ausência.
Chega e aperta a ferida.
Nem se importa se estou na lida.
Contigo tenho que aprender a andar.
Me ajustar ao teu caminhar.
Dependendo do momento, sei a sua idade.
E seu nome? Chama-se saudade.

Indomável


A arte modifica tudo.
Ela atravessa o tempo sem pedir licença,
desarruma certezas,
rasga molduras invisíveis.


Não segue padrões,
não se curva a tendências,
não cabe em vitrines nem em fórmulas prontas.


Ela é livre,
leve como vento que entra pela janela aberta,
solta como pensamento que se recusa a ser domesticado.


A arte não imita o mundo,
ela o recria.
E, no silêncio de quem sente,
ela transforma tudo outra vez.

Quem acessa sem pedir licença, tem que estar preparado para o pior; aquilo que temia ver.

"Liberdade é o direito de ser quem eu sou, sem pedir licença a ninguém." (Odilon Carlos)