Voce Acendeu a Luz da minha Vida
Em conversa com a minha mãe em 12-05-2015:
A propósito do meu tempo de descontos para a Segurança Social até esta altura;
Eu- Mãe, descontei desde 1991 tenho 21 anos de descontos. Olhe aparece neste extracto quanto ganhei anualmente.
Mãe- Filho ganhas-te tão bom dinheiro e agora não tens nada..... (eu um sorriso amarelo, com cara de enjoado) :D
Eu- Pois mãe, não me arrependo nada, do que vivi já ninguém me tira, o que conheci também não me tiram, o conhecimento adquirido também já ninguém me tira. Vamos almoçar? Você não está a dizer nada com jeito.... :D
Mãe- Ah não estou a dizer nada com jeito, deixa lá, eu não ambicionei nada demais.
Eu- E eu não me arrependo de nada! (E não).
Minha dor é sua dor.
Minha dor é sua vergonha.
Minha dor te desafia.
Minha dor lhe intriga.
Minha dor lhe questiona.
Minha dor é sua insonia.
Eu sou um menino(a) de rua
Aquele olhar divino, o qual se dividia em cores com emoções. Cores que me farão lembrar da minha adolescência, que me fará reviver toda aquela aventura outra vez. Uma jovem, linda e corajosa que me fez entender o poder da amizade. Eu sempre fui muito observadora e, o olhar daquela jovem foi o mais lindo que já vi na minha vida. Um olhar que era o meu vício... Seu temperamento, junto aos seus olhos que mudavam desordenadamente. As vezes eram castanhos claros que refletiam seu temperamento calmo, simples... depois, ficavam verdes, e junto a essa cor, o seu desejo de cantar e viver cada dia um de um jeito diferente; Mas ai, toda a sua rebeldia de adolescente vinha quando o olhar escuro vinha para vingar a vida que tinha... Porém, de ante de toda essa mudança de humor que ela tinha e de toda essa mutação sobre a sua melanina, eu sempre soube que suas atitudes eram o seu jeito de menina e que, na verdade seu olhar remetia uma única cor: o azul.
" Se me tratares com indiferença, não espere o mesmo da minha parte, pois que nós não somos iguais".
O tom da minha voz sempre é suave, mas não se engane; meu coração é um trovão ao ritmo de Rock and roll
(Ruy Marques)
Caso eu consiga alcançar oque venho lutando
minha história terá um "Final-Feliz".
Caso contrario, sera apenas um "Final".
Se eu pudesse apagaria da minha memoria todo mundo que já me fez mal, mas eu não posso e isso acaba comigo!
Meu desafio é tornar minha companhia cada vez mais agradável, pra conseguir andar sozinha sem nunca me sentir solitária.
Não lhe pedirei desculpas, já que lhe causei dor por meu tanto amor, fostes minha mente doentia que lhe adoentou, hoje sou posto ao solo em meu gradativo esvair por teu perdão...
Por tua ingrata saudade, postes a me buscar naqueles poemas cravados, porá em pedras na minha ceifada vida, dentre os campos qual me buscaras, morte, porém fartar-se-á...
Eu tenho outra paixão
Brincando com minha emoção
Juntos devoramos estradas
Sempre em busca de alvoradas!
Meu amado fusca
Que a outros carros ofusca
Pois quando caminhos, busca
Desafiante eles assusta!
Dizem não ser ele bonito
Mas nisso eu não acredito
É boa pinta, é charmoso
Eita carrinho gostoso!
Meu volkswagem
Me levando sempre além
Das perspectivas sonhadas,
tendo comigo a mulher amada,
Pela não palpável estrada
Dos lugares de ilusão
Onde tudo que há se acalma
Nos deixando ouvir a alma!
Meu fusca, meu carro, meu amigo
Quero sempre estar contigo
Aqui e na eternidade
Para nunca de ti sentir saudade..
Esses dias estava me perguntando de onde saiu essa minha ideia e fascinação pelo "desapego". Depois de muito pensar, repensar, analisar, eu soube. Ah, entendi tudo. Sabe qual o meu problema?
Eu sou intensa. Não sei ser de menos, amar um pouquinho ou sentir pela metade. Não consigo guardar palavras nos pensamentos ou fingir ser algo que não sou só para parecer normal. Aqui é alma, corpo e coração. É se jogar no abismo sem o receio de não ter ninguém lá embaixo esperando por mim. Quero tudo muito, agora, anda! Vê se não demora, porque também não gosto de esperar. Aqui é oito ou oito mil. Se for pra ser, que seja demais, intenso, dê frio na barriga. Que seja rápido, repentino, gostoso. Que me jogue na parede, puxe pelo cabelo e me leve para viajar no dia seguinte. Que seja algo surreal, que dê borboletas no estômago e me deixe querendo mais. Que seja faísca, fogo, incêndio. Que seja um amor gritante, insano e completamente, único. Mas se não puder ser tudo isso, que seja um nada. Que vá embora da minha vida antes mesmo de cruzar a soleira da porta. Gosto que me transbordem, e não apenas acrescentem.
Nós que somos intensos temos dois caminhos a seguir: o caminho mais fácil e o caminho mais difícil. O caminho mais fácil é o que escolhi desde o início, o desapego. Se é para ser tudo ou nada, que seja logo o nada. Que seja o desapego, a liberdade, a leveza de ser sozinho. Que seja o aprender do caminhar sem mãos dadas, o equilibrar sem apoio, o sorrir sem motivo. Que seja a valorização do eu, a preservação do coração, a armadura que previne o cupido. Que seja sozinho, mas que seja feliz. Se for pra ter um pouco, que não tenha nada.
E qual o caminho mais difícil? Ora, vocês já devem saber. A segunda estrada nos leva ao amor, ao tudo, ao intenso. Só os corajosos tem armas suficientes para combater os inimigos invisíveis que insistem em assombrar esse caminho tortuoso e sem volta. Agora vocês me entendem melhor? Se comigo é tudo ou nada, estou esperando alguém que mereça o meu ''tudo''. Alguém que me ensine a voar, cure o meu medo de altura, me dê as mãos. Alguém que não se importe com meu passado, sare as feridas, remende o coração. Alguém que assim como eu, se protegeu tempo demais, e agora vai se permitir viver – pela primeira vez.
Então não é que eu não acredite no amor. Eu acredito, e muito. E é exatamente por acreditar demais, que eu não posso me permitir vivê-lo assim tão intensamente com qualquer um que ofereça um abraço caloroso.
Um dia, tenho certeza de que o desapego se tornará um grande amor, e assim como tudo na minha vida, vou viver intensamente até o último minuto com um sorriso no rosto e com a certeza de que essa vai ser uma história de tirar o fôlego. E se possível, que o nosso primeiro beijo seja debaixo de chuva.
JOGADA AO VENTO
E na minha loucura me perdi
Dos meus próprios devaneios
Transformando-os em esperanças vazias
De quem já não pensa em nada
Foram-se as quimeras
E os sonhos da imaginação
Sobrou o vazio de uma mente oca
Sem mais nenhuma expectativa
Num solo estéril
Semeei a podridão
De grãos infecundos
Jogados ao léu
A frieza do nada me envolve
E nada mais faz sentido
Homens e mulheres
Crianças e velhos
Só o vazio me preenche
De um nada sem importância
O que será ou o que virá
Não faz mais diferença
De bom, dentro de mim
Resta pouco ou quase nada
Os sonhos fundiram-se aos pesadelos
E as noites aos dias
O bem e o mal são tão efêmeros
Como a vida e a morte
E essa maldita dualidade
Me faz ser quem não sou
Talvez amanhã eu esteja eufórica
E escreva palavras bonitas
Talvez amanhã eu nem acorde
E durma o meu sono derradeiro
Na minha loucura me perdi
E por que cargas d'águas não consigo
Preencher esse vazio que restou
E fez de mim...nada
(Nane-14/05/2015)
Deixei minha solidão em minha canoa,
Remei pelos rios no inverno e no verão,
Teu corpo e alma seguiam comigo à toa,
Vozes ferozes invadiam meus pensamentos
O murmúrio do remo me fazia delirar
Olhava para o céu...Como seria no mar?
É hora de voltar, valeu a pena recordar.
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