Voce a Luz do meu Viver

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Sentir as necessidades ao meu redor

Sentir minha dor, meu eu, minhas conquistas, meus deveres e meus entender


Sentir a Si Mesmo


O primeiro passo para a evolução da nossa alma é voltar o olhar para dentro e aprender a nos escutar com honestidade. Sentir o próprio eu significa acolher as nossas dores sem julgamento, reconhecer o valor das nossas conquistas com gratidão e encarar os nossos deveres com maturidade. Quando nos permitimos sentir e decifrar o que se passa na nossa intimidade, alcançamos o verdadeiro entender da vida. Não fuja de quem você é. Olhar para o próprio espelho da alma é a única forma de pacificar o coração e encontrar a força necessária para continuar caminhando em direção à nossa luz.

Busquei mil maneiras de mostrar meu amor...
Parei quando ele usou mil e uma mentiras e causou meu dissabor.
⁠

Minha Rainha;


Sonho por sua presença
Ouvir tua voz aos ouvidos
Te obedecer
Não desviar meu olhar
te pertencer
Doar a Minha Rainha
minha Alma
e todo meu ser.

Desejar silenciosamente
Sua presença sobre mim
Ser seu brinquedo
seu desejo
Satisfaze-la sem fim.

Quero poder te cuidar
me ajoelhar aos seus pés...
e beijar,
estar juntinho de ti
mimar, agradar...
e a cada minuto e segundo
me embriagar com teu cheiro
sem nunca ficar alheio
viver para ti nesse mundo


Sua vontade é a minha
o teu prazer é o meu
Amar como nunca na vida
ter o amor que é seu
Minha Rainha, Minha Deusa
tão bom descobrir sua existência
minha vida se completa
agora fazendo parte da sua
sem nenhuma resistência
te pertenço
sou seu
sempre fui seu.

"'Amor, estou morrendo de saudades.'
Ah, meu bem, saudade foi feita pra ser sentida.
O engano foi feito para aperfeiçoar a vida.
Ledo engano deste que há muito lhe ama, achei que você fosse feita pra ser minha.
Infelizmente, meu amor, o seu beijo, seu abraço, a nudez do seu corpo serão incapazes de curar as minhas feridas.
Mas sou grato pela tentativa.
Mas é o seu 'morrer' que me drena a vida.
Sei que não tem inocência, és um todo de malícia.
Lascívia.
Pronta para novamente destruir a minha vida.
Agora vens e me dizes algo que há muito eu queria.
'Amor, estou morrendo de saudades.'
Quisera eu ser capaz de novamente afogar-me em seu poço de leviandades e resolver a minha vida.
Eu sei, você sabe, perdão não cura ferida.
E a saudade, amor, foi feita para ser sentida..."

Solidão e Resistência

Desde que nasci, caminho com a solidão ao meu lado.

Vaguei por estradas em busca daquilo que nunca tive,
sofri em silêncio,
guardando dores que ninguém viu.

Aprendi da forma mais dura
a nunca pedir ajuda.
Para mim, ajuda era sinônimo de fraqueza.

Tentei melhorar,
lutei,
permiti a mim mesmo mudar.
Mas não floresci na primeira tentativa.
Quando falei, me decepcionei.

Ainda assim,
de cada queda eu me levantei.

E entre todas as lições que a vida me deu,
aprendi que o amor que realmente permanece,
o amor que vale a pena cultivar,
é o amor-próprio.

Observei de longe o que parecia estar ao alcance dos meus olhos, porém não me pertencia.
O meu silêncio gritava, mas a dor e os traumas me prediam...
Sou cicatrizes; Sou lágrimas no silêncio; Sou clamor sem ser visto...
Não merece ter pena ou compaixão de minhas dores...
Mas saiba com todos os meus erros, sim, e todas as qualidades...
Eu te amei tão alto em silêncio.

A verdade é que tudo o que mais ansiara era não esboçar fingimentos em meu rosto e finalmente expressar verdade.
Em outro universo eu havia te esquecido a ti e á dor que deixaste ao ires embora, já não pensava em ti e nos teus doces olhos.
Nesse universo eu não oraria a Deus e a todas as entidades que me enchesse com a tua presença.
Eu queria acreditar e nas tuas palavras vazias e fingir costume.
Nós não somos iguais.

Eu admiti-o ,
Admiti mais de mil vezes em voz alta
ao vivo e ao estéreo
Foste tu o meu grande amor


Foste aquele que a vida levou de forma amarga e injusta
Sendo que não era para ter sido retornado


Porque ?
Não nego que queria o e ansiava
Ansiava por mais
Pelo teu toque ,
Teu beijo, tua voz.....


Mas diz-me , porque?
Em momento havia parecia que algo entre nós ainda tinha sobrevido
Que algo ainda era real.
Em outro regressei a minha comum tristeza.


Será que tudo isto valeu a pena ?
Mexer no que já estava cicatrizando mesmo sabendo dos risco,
Do risco que ainda manteres decisão egoísta.

ORAÇÃO DO TRABALHO

Senhor, venho lhe pedir que abençoe meu trabalho e de todas as pessoas que trabalham honestamente. Guia meus passos e não permita que sofra alguma queda, acidente, violência, maldade ou qualquer outro mal, no trabalho ou fora dele, para que possa retornar bem ao meu lar. Rogo-lhe renovar minhas forças, durante meu descanso, para que possa retornar novamente ao trabalho e prosseguir evoluindo, com amor, saúde, disposição, bondade, paz, alegria... Amém.

A primeira vez que te vi, meu coração palpitava forte, senti minha pele transpirar e meu corpo vibrar de emoção. A primeira vez que te vi meus olhos te beijaram primeiro que minha boca e minha mente já se deleitava em ti antes mesmo de te tocar. A primeira vez que te vi corri para teus braços tal como um pássaro que voa para o seu ninho, ou como um rio que corre para o mar. Senti-me novamente como menino, me entreguei ao teu abraço, sem ter hora, momento, nem instante para voltar!

"Meu amor, eu não te quero de volta.
Roguei tanto para que não fosse; hoje, aos céus clamo para que nunca mais bata em minha porta.
Perdão, amor, mas eu não te quero de volta.
Meu peito, no seu aconchego, era um todo de alegria; hoje, ao pensar em ti, minh’alma chora.
Ouvi, entendi, mas, amor, por favor, eu não te quero de volta.
Lembra das juras, dos pedidos, a mudança que nunca veio, as brigas fora de hora?
Então, amor, sei que lembras, e é por isso que não te quero de volta.
A vida é sofrida, a solidão aguerrida; por um dia ter lhe amado, eu queria ter arrancado o meu coração fora.
Amor, por favor, sem beijos; o seu corpo me atiça, é tão difícil resistir. Nem mais um passo: eu não te quero de volta.
A pele arde, os olhares se cruzam, sou incapaz de resistir, mas hoje, sim, as recaídas se tornaram histórias.
Memórias, só memórias, amor, pois hoje não te quero de volta.
Por favor, amor, não chora.
Você sabia o que viria, sabia o que haveria quando decidiu sair por aquela porta.
Obrigado por vir, tentar um beijo, um ardir; obrigado pelo cheiro doce e o vislumbre ao se despir, mas agora vá embora.
Amor, eu não te esqueci, mas resolvi lembrar de mim e, com lágrimas nos olhos, te digo: — Eu não te quero de volta..."

Tu és a frase mais linda do meu vocabulário. Amo-te
⁠

"Quando sonho contigo, o meu pesadelo é acordar.
Despertar-me de mim, olhar ao meu lado e ver que você não está lá.
Vivendo você, meu pesadelo é amar.
Sim, pois, viver sem quem se ama é o próprio ser amaldiçoar.
Odeio todo sonho, pois eles nos mostram que tudo àquilo que poderíamos viver é impossível alcançar.
Por vezes, parece-me, o próprio Deus priva-me de contigo sonhar.
Ao meu ver, é o mais terrível dos pecados, a felicidade de contigo, mesmo em noutra realidade, almejar.
Hoje sonhei contigo, mas quando desperto, senti todo o meu paraíso, em segundos, desvanear.
Só me recordo os lampejos, um seio, um beijo, o macio aconchego e da tez morena, o aveludar.
Maldição do homem, ter coração e poder amar.
Me amaldiçoa aquele ósculo, que jamais pude lhe dar.
O amor é ópio, é preferível ódio, por ser mais fácil de lidar.
Ter quem se ama, tentá-lo, não importa a gana, é demasiado mais fácil secar o mar.
Cada estrela do céu, por cem vezes e mais uma contar.
O próprio Sol, o invejoso de sua luz, amada minha, se apagar.
Quem sabe até o próprio firmamento despencar.
Hoje eu tive um pesadelo, sonhei que nos amávamos e eu lhe dava um beijo, só pude percebê-lo, ao acordar..."

*O Uniforme da Virtude*


O jornal apareceu no meu jardim numa manhã em que eu não estava esperando por notícias.


Não era assinante. Nunca fui muito chegado a jornais, principalmente depois que descobri que as tragédias do mundo chegavam mais rápido pela internet e as mentiras continuavam chegando no mesmo ritmo.


Peguei o jornal pela ponta, como quem recolhe alguma coisa suspeita.


Levei para a varanda.


Sentei na cadeira velha e coloquei os pés sobre o parapeito. O gato estava deitado no degrau. Olhou para mim. Miou.


Parecia perguntar:


— Você vai realmente ler isso?


Não respondi.


Ele se espreguiçou, virou de costas e foi cuidar de assuntos mais importantes. Provavelmente dormir.


Abri o jornal.


Na primeira página havia um cidadão sorrindo.


Era um dos homens que ocupavam um dos cargos eletivos daquela nova cidade. O sorriso tinha aquela medida exata que os fotógrafos gostam. Nem alegria demais, nem preocupação demais. Apenas o suficiente para parecer humano.


Ao lado da fotografia, um título falava sobre dignidade humana.


Li.


O homem defendia respeito, inclusão, empatia, tolerância e todas aquelas palavras que hoje aparecem juntas com a mesma facilidade com que antigamente se escrevia “atenciosamente” no fim de uma carta.


Continuei lendo.


Não havia nada errado com o que ele dizia.


Esse era justamente o problema.


O sujeito tinha aprendido a dizer tudo certo.


Fiquei alguns minutos olhando para o papel.


Pensei que talvez eu estivesse ficando velho demais para certas coisas. Talvez o problema fosse comigo. Talvez fosse apenas implicância de um homem que já viu muita gente falar bonito antes de fazer alguma coisa feia.


Mas então lembrei que tratar alguém com respeito nunca foi o problema.


O problema começa quando a virtude vira uniforme e a consciência passa a usar crachá.


Parei de ler.


O gato voltou.


Sentou ao meu lado.


Olhou para o jornal.


Depois olhou para mim.


— É — eu disse. — Também achei estranho.


Voltei ao texto.


O homem falava sobre uma sociedade mais humana. Era uma boa ideia. Quase bonita.


Só que eu conhecia aquele tipo de discurso.


A cidade continuava cheia de gente que passava por moradores de rua sem enxergá-los. Velhos continuavam conversando sozinhos dentro de apartamentos silenciosos. Crianças aprendiam cedo que certas coisas eram vendidas antes mesmo de serem compreendidas.


E nós continuávamos medindo pessoas.


Pelo salário.


Pela aparência.


Pelos seguidores.


Pela utilidade.


Pela capacidade de nos servir.


Depois chamávamos aquilo de sociedade civilizada.


Talvez fosse por isso que a expressão “politicamente correto” tivesse adquirido tanta importância.


Não porque respeito fosse ruim.


Respeito é necessário.


O problema é quando a palavra passa a substituir o comportamento.


Trocaram a ética pela etiqueta.


É mais fácil.


Etiqueta exige apenas que você saiba onde colocar o garfo.


Ética exige que você saiba onde colocar a própria crueldade.


E isso dá trabalho.


Continuei lendo.


O político falava sobre empatia.


Eu pensei em quantas pessoas conhecia que publicavam frases sobre empatia e não conseguiam ouvir cinco minutos de alguém que discordasse delas.


Era uma coisa curiosa.


A crueldade havia aprendido gramática.


A hipocrisia descobrira o vocabulário da inclusão.


A mentira tinha feito faculdade.


E eu não estava completamente fora disso.


Foi aí que a leitura começou a ficar desagradável.


Porque é fácil apontar o dedo para o sujeito da fotografia.


Mais difícil é olhar para a própria mão.


Eu também já fui injusto.


Já tratei pessoas como inconvenientes porque estavam atrapalhando meu dia.


Já concordei com alguém em público e pensei o contrário em silêncio.


Já me calei diante de uma covardia porque falar custaria alguma coisa.


Já fui educado quando deveria ter sido honesto.


E talvez essa seja uma das formas mais discretas da hipocrisia.


Não mentir para os outros.


Mentir para si mesmo com boas maneiras.


Fechei o jornal.


Fiquei olhando para o jardim.


O gato tinha encontrado uma sombra e dormia dentro dela.


Ele não precisava escrever sobre dignidade.


Não precisava defender ninguém.


Não precisava publicar uma frase bonita.


Se alguém o incomodasse, ele simplesmente iria embora.


Talvez houvesse alguma sabedoria nisso.


A verdadeira decência nunca precisou de cartilha.


Ela aparece quando ninguém está olhando.


Quando você poderia humilhar alguém e decide não fazê-lo.


Quando poderia esmagar e prefere não usar a força.


Quando discorda sem precisar transformar o outro em inimigo.


Quando ninguém está fotografando.


Quando não existe plateia.


Quando não existe recompensa.


Talvez seja aí que começa o caráter.


Todo o resto pode ser teatro.


E o teatro sempre foi um esconderijo confortável para quem tem medo de ser visto sem maquiagem.


Voltei a abrir o jornal.


A fotografia continuava ali.


O sorriso também.


Pensei que talvez o homem da fotografia acreditasse sinceramente no que havia escrito.


Isso também me incomodou.


Porque seria mais fácil se ele fosse apenas um canalha.


Mas ninguém é apenas uma coisa.


Nem eu.


Nem ele.


Nem o sujeito que fala sobre moral enquanto pisa no outro.


Talvez o maior escândalo do nosso tempo não seja a existência de pessoas ruins.


Elas sempre existiram.


O problema é outro.


Aprendemos a vestir a roupa da virtude.


Aprendemos quais palavras provocam aplausos.


Aprendemos quais indignações rendem aprovação.


Aprendemos a parecer bons.


E, em algum momento, esquecemos de perguntar se ainda somos.


Olhei novamente para o gato.


Ele abriu um olho.


— Você tem alguma opinião sobre isso?


Ele fechou o olho.


Justo.


Talvez a humanidade pudesse aprender alguma coisa com os animais.


Eles não costumam fingir que são melhores do que são.


Nós fazemos o contrário.


Construímos discursos para esconder nossos dentes.


Chamamos isso de civilização.


Chamamos de progresso.


Chamamos de consciência.


Às vezes, talvez seja apenas medo de admitir que continuamos sendo animais assustados, egoístas e famintos por aprovação.


A diferença é que agora sabemos escrever sobre isso.


E escrever bem sobre humanidade não torna ninguém humano.


Fechei o jornal de vez.


Coloquei-o sobre a mesa.


O gato continuava dormindo.


Fiquei ali, olhando para ele e pensando que talvez eu tivesse passado a manhã inteira procurando hipocrisia nos outros para não precisar encontrá-la em mim.


Essa foi a parte que mais me incomodou.


Porque a consciência também sabe usar uniforme.


E, quando quer, sabe até sorrir para a fotografia.

A mata, que era o meu reino
Hoje é cinza e solidão
Onde eu rugia com brio
Resta o som do caminhão

As cercas vão me prendendo
Onde antes era o meu chão
E o homem vai esquecendo
Que somos parte do mesmo quinhão.

Peço que o olhar se transforme
Que o respeito possa voltar
Pois se a selva adormece
A vida vai se apagar

Não quero ser só gravura
Ou um bicho de museu
Quero ser força da natureza
No lugar que Deus me deu.

Ainda há tempo de cura
De plantar o que se perdeu
Para que a onça futura
Não diga o adeus que eu disse ao meu.

O meu pecado clama por uma reparação que eu não posso dar; logo, somente Jesus, o Salvador de dignidade infinita e mérito superabundante, poderia operar a minha justa Redenção.

Como a magnitude do meu pecado é de ordem infinita por ofender a Deus, apenas um Salvador de dignidade infinita e mérito superabundante poderia operar a minha justa Redenção.

Por trás do meu sorriso
Por trás do sorriso de uma mãe atípica existe uma mulher que muitas vezes chora escondida para não preocupar ninguém.
Existe uma mãe que pesquisa, corre atrás, insiste, enfrenta portas fechadas e luta por direitos que deveriam ser garantidos sem precisar implorar.
Existe medo do futuro, preocupação com o presente e, ao mesmo tempo, uma esperança enorme de ver o filho conquistar seu espaço no mundo.
Eu aprendi que não preciso ser forte o tempo todo. Posso ter dias ruins, posso cansar, posso chorar. Isso não diminui o meu amor e nem a minha força.
Porque amanhã eu levanto novamente.
Não porque seja fácil, mas porque existe alguém que me ensina todos os dias que pequenas conquistas podem ser gigantescas.
Sou mãe atípica. E a minha maior inspiração é o meu filho. ❤️

Se necessário ou desejado, o produto adquirido, se for de qualidade, ganha importância.


(Meu filho, se você precisa de uma ferramenta e compra uma porcaria, você não tem um produto, você tem um problema)