Voce a Luz do meu Viver
NÃO ME JULGUE
Deixa eu te explicar o seguinte:
sabe meu nome, mas não minha historia...
pode saber até oque eu fiz, mas não sabe oque eu passei
sabe onde estou, mas não de onde venho...
Pode me ver ate rindo, mas não sabe o que eu sofri... "NÃO ME JULGUE"... Saber meu nome, não sgnifica que tu conheça a minha vida
e nem do que sou capaz
Críticas sem um mínimo de informação são descartáveis.
Em meu ataque a um defeito... quem disse isso...meu sol foi engolido que disse isso o único que diz algo sou eu
Cada palavra que eu falar
Preste atenção no meu olhar
E tente ouvir meu coração
Chamando por você
Eu já chorei não vou negar
Mas no invisível acreditei
E essa fé te trouxe aqui
Para eu me declarar
Te amarei enquanto houver vida em mim
Na alegria e na dor, eu vou te amar
Na poesia do amor te encontrei
Não há mistérios ao seu lado
É tão simples ser feliz
Te darei meu ombro amigo,
Se quiser chorar
Acredite na pureza do amor
Dói, sim. Dói muito. Vai passar. Mas que dói, dói.
Dói cada vez que toca o meu telefone, nas vezes em que chega uma mensagem, cada vez que leio meus e.mails.
Dói de dia, dói de tarde, dói de noite. E como dói.
Dói cada vez que não te acho no rosto das pessoas, nas ruas por onde ando, na minha vida.
Dói a ausência, a lembrança, a falta de esperança. Dói as vezes que fico sozinho, cada vez que chega a noite.
Dói quando respiro, quando transpiro, quando espirro. E dói demais, demais.
Dói como nunca doeu antes.
Dói quando ando, quando corro, quando paro. Dói no sol, no cinema, no chuveiro.
Dói quando lembro que não faço mais parte do seu dia a dia. Quando lembro dos nossos planos, dos nossos sonhos, dos nossos beijos.
Dói quando lembro que você não quis, que você não quer, que perdi você.
Dói, sim. E dói muito.
Mas vai ter que passar. Um dia passa.
Porque preciso, porque mereço, porque anseio.
Porque fiz tudo o que podia, mostrei tudo o que sentia, esperei mais do que devia.
Vai passar.
O silêncio me deprimia. Não era o silêncio do silêncio. Era o meu próprio silêncio.
Escrevo porque te amo
E é por amar-te que escrevo
Ecoa em palavras
O meu amor
O desejo ardente que sinto
Por você
O meu coração bate
E é em cada batida
Que encontro razão
Pra viver
E
Ao te ver
Perco o ar
Perco a fala
Perco minha sanidade
E dou espaço para a insanidade
Em meio a incertezas
A única certeza que tenho
É que vivo
Por você
Pra você
Todo coração que arde nesta noite
é amigo da música.
Ardendo, ansioso por seus lábios,
meu coração transborda por minha boca.
Minha depressão e a auto-mutilação são as únicas coisas que tenho ao meu redor, não quero viver muito apenas o suficiente para ser feliz.
Seja suave...
Me cuide como tua flor.
Me olhe...
Sinta meu perfume.
Seja sutilmente um toque,
o calor que preciso.
Faça-se em mim...
Só não roube minha essencia,
Me deixe ser sempre viva assim,
pra ti.
Só para o meu prazer
Não fala nada, deixa tudo assim por mim
Eu não me importo se nós não somos bem assim
É tudo real nas minhas mentiras,
E assim não faz mal
e assim não me faz mal não
Noite e dia se completam, nosso amor e ódio eterno
Eu imagino, eu te conserto, eu faço a cena que eu quiser
Eu tiro a roupa para você, minha maior ficção de amor
Eu te recriei, só para o meu prazer
Não vem agora com essas insinuações
Dos seus defeitos ou de algum medo normal
Será que você não é nada que eu penso
Também se não for, não faz mal
Não me faz mal não.
"SUPERMENCADO"
Ainda ficou um pouco
de teu cabelo no travesseiro
de teu corpo no meu corpo
de teu cheiro
um pouco da tua colônia
em alguns vestidos meus
ficou no meu cotidiano
um gosto bobo de adeus.
Ficou um resto de shampoo
no teu frasco no banheiro
de tudo ficou um pouco
de teu jeito, de teu cheiro.
Ficaram umas coisas tuas
espalhadas pelo quarto.
Ficou teu riso marcado
na moldura no retrato.
Em tudo ficou um pouco.
Ficou nosso jogo de damas
(eu branco, você preto)
intacto no sofá-cama.
Alguns discos teus, alguns livros
na parede atrás da porta
a gravura de Dalí
e tua natureza morta.
Um pouco de teu silêncio
se espalhou pela casa
tua xícara de porcelana
verde e branca, sem a asa.
De você ficou um pouco
do trem daquela viagem
do nosso jantar chinês
da nossa camaradagem.
Ainda ficou tua letra
em alguns papéis amassados.
Em tudo ficou um pouco
na rua, no supermencado.
Ficou um pouco de você
no mar, no rio, na serra
na estrada da casa de campo
na pedra, no gato, na terra.
Ficou um pouco do teu rosto
no rosto dos meus amigos
ficaram palavras tuas
em tudo aquilo que digo.
Eu fiquei com o teu jeito
de querer falar primeiro
teu corpo no meu corpo
cabelo no travesseiro.
Dê-me uma chance de provar o meu amor platônico e meu imenso carinho que acredito em ser essencial a você;
O privilegio é para poucos que tenta encontrar o amor com algum tipo de intenção com a felicidade;
Seus olhos me vêem com uma certa importância e que faz meu coração transborde de orgulho e sentimentos dignos;
Se não for amor, com toda certeza é loucura mais intensa que há entre os sentimentos;
Sentidos desatados que finca no interior e não tem explicação;
E por ser mulher independente, por não precisar de ninguém para pagar minhas contas, arcar com meus compromissos, me responsabilizar pelos meus atos, tantas vezes sou tratada como autossuficiente.
E fico com uma sensação que, muitas vezes, as pessoas se esquecem de terem cuidado comigo.
Não sou apenas uma figura. Sou uma pessoa e sinto desejo, amo, me canso às vezes, numa intensidade.
Mesmo sendo forte na maior parte do tempo, andando em passos firmes, tendo determinação, também fico frágil, insegura, titubeante, querendo muito só um colo.
O meu desejo nesta noite,
É teu beijo e o aroma que exala do teu corpo;
O calor contagiante das suas mãos a me tocar,
O arrepio ao te sentir na minha nuca a respirar
Despertando os meus sentidos
Aguçando a libido enlouquecendo-me
Com sussurros delirantes no ouvido
Os beijos e abraços apertados,
Em meio aos nossos corpos já despidos e suados,
A tua mão passeia e desvenda cada parte do meu ser
Com um misto de mordidas e carícias puxões e levantadas,
Viramos petecas sendo atiradas contra uma parede e outra
Deste quarto mal decorado;
Em fim a cama e encontrada nos atiramos
Então você despe-me do salto e retira-me a lingerie com a boca
Deixando-me mais louca Me tortura com tal ato.
Cobrindo com beijos o meu corpo
Após me amarrar junto às grades da cama,
Contorcendo de excitação
Com você transformando
O meu corpo no seu parque de diversão
E nesse brinquedo deixa nos perder
Fazendo nossa fonte de prazer,
Gemidos se confundem a essa altura
A sua mão levanta a minha cintura
Libertando-me das grades ao me beijar...
Agora eu te mosto,
O quão eu solta posso,
Contigo entre os meus braços, te conduzo pelo quarto,
Levo-te pra mesa no canto te sento beijo, lombo te ama...
Minha linda, agora te faço,
Morrer de prazer em meus braços, Seu corpo se treme e gela... Tão bela
O teu líquido é o alimento que preciso teu perfume o aroma que aguça
e os teus braços o cobertor que aquece o meu corpo nu.
Agora tu dormes no meu ombro,
Como num encanto, mulher que enfeitiça,
Ao despertar com um sorriso de me beija, balançando a cabeça,
Há essa noite o prazer nos cercara,
E o seu sono será apenas pausas amenas
Essa noite seremos só eu e você e morremos várias vezes de amor e prazer...
Perguntei ao tempo como se perguntasse a um velho sábio que estava passando: - Tempo, senhor do meu destino, que remédio é esse que dizem que só você tem, o qual pode me curar deste sentimento, deste aperto que tenho dentro de mim e que parece não ter mais fim? - Ele então como um velho sábio que era me respondeu: - Apenas seja paciente comigo e deixa-me passar primeiro!
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