Voce a Luz do meu Viver
Eu sei que poucos vão ler este meu desabafo, afinal o brasileiro está no rank dos que menos lêem kkk mas vamos lá, desculpa :)
Constantemente me pegava checando meu smartphone ou notebook de forma inconsciente, deslizando por feeds repletos de informações variadas. Um vício. Sempre que estava sem alguma tarefa imediata para fazer, olhava algum feed. Quando tinha alguma tarefa mais complexa, checava as redes sociais como forma de “buscar inspiração”, e quando me dava conta já havia desperdiçado uma quantidade enorme de tempo procrastinando. É tão comum ver as pessoas reclamando da falta de tempo, da rotina corrida, mas quando nos damos conta do quanto gastamos em redes sociais percebemos que, na verdade, há muito mais tempo disponível para fazer coisas que gerem algum valor do que podemos imaginar, e nossa queixa nada mais é do que irracional.
Como consequência, sofro com uma dificuldade muito maior de me manter focado por longos períodos de tempo. Estou sempre buscando aprender coisas novas como autodidata, e sei o quanto esse hábito me impede de progredir no aprendizado. Para aprender, precisamos dedicar tempo de foco exclusivo , sem distrações , àquele conteúdo repetidas vezes, durante vários dias. Não há como aprender (com aprender, quero dizer construir conhecimentos sólidos) de outra forma. Não há como aprender olhando para as redes sociais a cada 5 minutos.
Aquela sensação de que você está sempre perdendo alguma notícia, alguma informação relevante que vai mudar a sua vida, ou alguma mensagem ou informação importante por não estar checando suas redes. Este, aliás, é o principal medo a ser superado ao tomar uma atitude como a que estou tomando agora, de abandonar as mídias sociais. O medo de ficar desatualizado, de perder oportunidades ou informações importantes, postar fotos com os amigos. Mas, no fundo, é apenas uma ilusão. Pare para pensar: quando foi a última vez que alguma rede social foi fundamental para trazer uma informação relevante para sua vida? Nenhuma!
Em resumo, decidi tomar esta atitude para alcançar alguns objetivos. O primeiro deles é me cuidar mais e desperdiçar menos tempo. Tendo mais tempo disponível ou menos tempo sendo jogado fora poderei gastá-lo com mais qualidade, me tornando mais produtivo, criativo e aprendendo mais, além de criar novos hábitos, que tenham mais potencial de gerar algum valor para mim.
É a primeira vez que digo isso abertamente aqui:
A questão da minha ansiedade e depressão é o principal motivo dessa minha decisão. Eu sei que não estou bem, eu sinto isso todos os dias, um vazio, uma tristeza, um sentimento de solidão que só quem sente sabe o quanto nos corrói por dentro. Em busca de "não me sentir só" perco meu tempo nas redes sociais e busca de aliviar tudo isso.
Me sentia na necessidade de conversar com alguém a todo tempo. A vida de todos à sua volta parece melhor que a sua, você começa a sentir um complexo de inferioridade então. A ansiedade de ver uma resposta naquela conversa que você está, ou até mesmo ficar esperando uma mensagem que não vai chegar. Eu sou um rapaz simpático, engraçado, quem me conhece sabe disso e nem imagina o que se passa na minha cabeça atrás dos bastidores.
Maços de cigarro, dificuldades para dormir, e quando durmo, dificuldades para acordar, ou até mesmo digo "que droga, mais um dia"?
Machuquei pessoas por não saber sobre o que eu mesmo sentia, por não entender o que eu realmente sentia. É confuso mas ao mesmo tempo que você é um turbilhão de sentimentos você não sente nada!
Sabe o que é você saber que tem que se alimentar e não sentir fome, não se alimentar? Não sentir prazer na vida? Chorar do nada em casa, no trabalho, na faculdade? Acordar com sonhos e no fim do dia todos eles sequer existem mais. E ter que estar ali todo dia e demonstrar que está tudo bem?
Ainda mais sabendo o que você era antes, como você era antes, é muito triste! Ficar se perguntando:Aonde foi que eu me perdi?
Eu gosto de fazer as pessoas sorrirem de verdade, conto piadas, tento fazer bem para as pessoas, pois quando eu olho para elas eu penso: "poxa, era assim que eu queria estar, eu só queria sorrir de verdade.
Quero limpar um pouco a minha mente com isso, criar menos expectativas sobre algumas coisas, mas também sei que talvez esse isolamento agrave a situação.
Quero melhorar minha relação com as pessoas, com o ambiente ao meu redor e comigo mesmo, em outras palavras, eliminar a superficialidade. O uso habitual de redes sociais parece tornar a maior parte da nossa vida superficial: conhecimento superficial, informações superficiais, relacionamentos superficiais.
Estarei deixando o Facebook, Instagram e talvez até o Whatsapp, considerando que já até quebrei o meu celular com um martelo mas estarei comprando um daqueles simples com apenas ligação e SMS. Contudo, sempre que precisarem falar comigo encontrarão em meu perfil, meu e-mail e telefone (somente ligação e sms). Não vou excluí-las, apenas trocar para uma senha da qual eu não me lembre.
Talvez no período de um ano voltarei aqui e contarei sobre a experiência, quem sabe não torne uma inspiração para vocês também :)
Abraços a todos.
REFLEXÃO DE UMA ALMA
As estrela
na minha noite brilham...
Refulgindo de novo o sol
no meu caminho.
E uma estrela brilhou,
no firmamento escuro de minha alma.
Orientando-me o caminho
que não pode nunca se extinguir.
E eu crescia,e cresci
sem limites de tempo
que não posso definir.
Raramente estou mais feliz do que quando passo um dia inteiro a programar o meu computador para fazer automaticamente uma tarefa que de outra forma demoraria uns bons dez segundos a fazer à mão.
Ao me conhecer, não crie expectativas a meu respeito.
Não me adule como princesa.
Não me idolatre como santa.
Não me rejeite como demônio.
Sou mulher. Sou anjo. Sou fera. Sou quem quero ser.
E não autorizo ninguém a esperar nada de mim.
Minha vida não é uma rua por onde todos passam, é um jardim encantado que poucos tem acesso.
meu coração gótico vive na solitude de meus pensamentos,
ar da vida deixou marcas das quais o luto e uma profunda cicatriz.
todos meus dias são parte da escuridão que carrego na minha alma,
mesmo no feitiço do tempo o sentimento ..
não muda apenas aprofunda se,
como as chamas da perdição caminho sem destino,
para lugar nenhum somente vago,
na esperança de encontrar meu amor,
solitude amada frondosa na amplitude o vago do meu ser,
desdenho o amor, belo prestes morrer eterno amo,
meramente amar por amar entre as vestis do desejo,
pairo e reflito que foi amar, um sentimento do destino ,
seria brando ou curto a semente da solitude aflora,
em meus pensamentos glorifico o tempo que passou,
dentro dos pequenos cacos ainda restou um amor,
dentro da minha alma os pedaços são recolhidos
separados, reciclados, para aja espaço para o vazio,
eterno, distante amargurado sem destino eis meu coração.
por celso roberto nadilo
[...] passei o dia andando pelo bairro. Cheguei a pegar meu velho trenó e meu velho cachecol. Há algo de confortável nisso para mim.
Subi a colina onde costumava usar o trenó. Havia muitas crianças ali. Eu fiquei vendo elas voarem. Dar saltos e apostar corridas. E pensei que todas aquelas crianças um dia iam crescer. E todas aquelas crianças iam fazer as coisas que nós fazemos. E todos eles beijarão alguém um dia. Mas agora andar de trenó era o bastante. Acho que seria ótimo se bastasse um trenó, mas não é assim.
A partir de agora só quero ser feliz. Fique do meu lado quem quiser, e quem não quiser que saia de uma vez da minha vida. A partir de agora só vou dar valor a quem realmente merece.
ÚLTIMO SUSPIRO
A escuridão abraçou minha alma vazia
Vejo meu mundo se diluindo, sufocado pela
Mortalha do destino.
Gotas rubras pingam de meus pulsos dilacerados
Frias, sem dor, sem vidas...
Nada mais importa, apenas meu último suspiro.
Vejo a luz esvanecer e a escuridão eterna me engolfar.
Sinto o mórbido sussurro da morte me chamando,
Enquanto a chuva entoa sua lamúria no vale da névoa fúnebre.
Minha essência melancólica mergulha
Na solidão da natureza morta.
Agora eu posso vagar ao lado dos emissários do silêncio,
Nas sombras gélidas, eu caminho em meio aos túmulos ermos
Sentindo as brisas deprimentes soprarem minha lápide!
Meu mundo agoniza, tudo que resta, são memórias esquecidas.
No orvalho da floresta, minhas cinzas caem e
São sopradas pelos ventos frios do inverno.
Agora posso voar como os corvos,
Enquanto meu espírito mórbido descansa
No vale do silêncio eterno.
Não é a lua que se movimenta no céu estrelado, são as nuvens. Não é o meu amor que está deixando de fluir por você, são seus atos, que a cada dia me decepcionam mais.
Meu nome é Nordeste
Tenho seca tenho fome
tenho pressa companheiro
se o desprezo me consome
eu sou forte e verdadeiro
você vem mas logo some
sabe bem que eu tenho nome
sou Nordeste Brasileiro.
O Peso da Presença: Quando o Medo de Ser Incômoda Nos Faz Ausência
Ao meu medo de ser incômoda, atribuo meus afastamentos e ausências.
Já fui aquela pessoa extremamente presente, que ao menor sinal estava lá, de prontidão.
Ainda sou, mas hoje me blindo de informações — uma pausa do mundo para não exceder meus limites,
os quais já foram exaustivamente ultrapassados.
Se for realmente urgente, coloco minhas dores no bolso, me faço forte e estarei lá, presente.
Mas o receio de ser incômoda, de parecer forçar algo, inclusive a presença,
me faz recuar de imediato.
Ainda que meu desejo seja permanecer, escolho me afastar, recolher-me, curar-me.
De alguma maneira, encontro força na solidão escolhida,
para não me tornar um peso na vida de quem amo.
E assim, me torno ausência antes que me tornem excesso.
Que tal conhecer meu quintal?
Aqui, cada caminho guarda histórias, cada paisagem tem alma, e cada rosto carrega a força da nossa gente. Indiaroba-SE não é apenas um lugar no mapa, é um lar, um abraço de natureza e tradição, um refúgio onde a cultura pulsa e a vida acontece com simplicidade e grandeza.
O Rio Real nos banha, o sabor do aratu nos reúne à mesa, as ruas sussurram memórias e os olhares se encontram na cumplicidade de quem pertence. Aqui, viver é sentir, celebrar e preservar.
Se ainda não conhece, venha! Se já conhece, sempre há algo novo para ver e sentir.
Orgulho de vivermos aqui!
Oceano de Desejo
Meu corpo é maré alta, um oceano que se agita, sempre à espera de algo que o toque, que traga a calma ou o caos. Não são todas as mãos que sabem navegar esse mar profundo. Algumas apenas afundam, outras seguem sem perceber a profundidade. E eu espero por quem tenha coragem de mergulhar, por quem entenda que desejo não é só pele, mas a união de duas almas que se reconhecem no abismo e se elevam juntas, sem medo de se perder, mas prontas para se encontrar.
Tentaram parar meu tempo
petrificar meus sorrisos
e congelar meus sonhos.
Eu quase permiti, mas fugi.
Eu construí castelos em dunas
sentei sobre as águas e refleti,
por dias pensei e até chorei.
Chorando pensei:
Eu não queria ficar sem amor,
meu coração eu não quero vazio.
Me amarrei na força do amor,
me reergui!
Ai foi que eu percebi
que a força que precisava estava aqui,
vinha do meu coração.
Então eu venci!!!!! ()
Meu alicerce não foi erguido sobre o artificio da superficialidade.
Minha morada é no mais profundo das coisas.
Resiliência é aquela capacidade de não desisto do meu propósito. A vida é cheia de obstáculos, de dificuldades e a grande bênção é que a gente não desiste dela. Eu não preciso lutar com o outro, eu não preciso matar o outro. Eu preciso encontrar o caminho de chegar até lá. Que salto eu tenho que dar?
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