Voce a Luz do meu Viver

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Cansado

Ando pelas ruas cansado emocionalmente,abalado mentalmente,mas apesar disso,mostro meu sorriso e digo bom dia para as pessoas que vejo
Não sei exatamente se já me conheço,mas as vezes eu mesmo não me entendo,velhos erros frequentes cometidos por mim,que faz eu ser sentir um imaturo,por derramar as mesmas lágrimas de sofrimento pelos mesmos motivos inúmeras vezes
Dói ficar insistindo em coisas que não vai te levar a lugar nenhum,não vai dar os presentes que seu coração deseja,e vai continuar dando surras até seu coração se tornar um coração melancólico
Parece que a felicidade corre no meu sangue quando bem entender e depois se vai depois se vai
Quero ser inteiro novamente,sentir vazio,ver denovo minha felicidade transbordar

Não sou o que fui ontem,Não serei como querem no amanhã.Todas noites medito em meu casulo,para amanhecer,transformada em uma nova e diferente borboleta.

Delírios

Colho de tua boca, o doce sabor
De teu amor, que bem sei é meu
E quanto mais eu provo, mais eu dou valor
A tudo o que a vida me escondeu...

Tua face, azulada e lisa
É um repouso certo para minha mão
Teu rosto , em teu olhar me profetiza
A mística densidade da paixão!

Apaixonado, lanço-me sobre teu corpo
Apreciando tuas emoções finais
Abraço-te tão forte, quanto forte posso
E juntos desfrutamos sonhos imortais!

Amo teus encantos naturais
Tua franqueza fria e a doce malícia
Com que me convences, de modos informais
A mergulhar-me num mundo de delícias...

⁠Oceano de Desejo

Meu corpo é maré alta, um oceano que se agita, sempre à espera de algo que o toque, que traga a calma ou o caos. Não são todas as mãos que sabem navegar esse mar profundo. Algumas apenas afundam, outras seguem sem perceber a profundidade. E eu espero por quem tenha coragem de mergulhar, por quem entenda que desejo não é só pele, mas a união de duas almas que se reconhecem no abismo e se elevam juntas, sem medo de se perder, mas prontas para se encontrar.

⁠O Peso da Presença: Quando o Medo de Ser Incômoda Nos Faz Ausência

Ao meu medo de ser incômoda, atribuo meus afastamentos e ausências.
Já fui aquela pessoa extremamente presente, que ao menor sinal estava lá, de prontidão.
Ainda sou, mas hoje me blindo de informações — uma pausa do mundo para não exceder meus limites,
os quais já foram exaustivamente ultrapassados.

Se for realmente urgente, coloco minhas dores no bolso, me faço forte e estarei lá, presente.
Mas o receio de ser incômoda, de parecer forçar algo, inclusive a presença,
me faz recuar de imediato.
Ainda que meu desejo seja permanecer, escolho me afastar, recolher-me, curar-me.

De alguma maneira, encontro força na solidão escolhida,
para não me tornar um peso na vida de quem amo.

E assim, me torno ausência antes que me tornem excesso.

⁠Que tal conhecer meu quintal?

Aqui, cada caminho guarda histórias, cada paisagem tem alma, e cada rosto carrega a força da nossa gente. Indiaroba-SE não é apenas um lugar no mapa, é um lar, um abraço de natureza e tradição, um refúgio onde a cultura pulsa e a vida acontece com simplicidade e grandeza.

O Rio Real nos banha, o sabor do aratu nos reúne à mesa, as ruas sussurram memórias e os olhares se encontram na cumplicidade de quem pertence. Aqui, viver é sentir, celebrar e preservar.

Se ainda não conhece, venha! Se já conhece, sempre há algo novo para ver e sentir.

Orgulho de vivermos aqui!

Doce primavera:

E então, chega mais um ano.
Mais experiência pra mim.
Mais uma ruga em meu rosto,
mais um girassol no meu jardim.

Tudo que tenho vivido,
não me arrependo de nada.
Das dores faço o alicerce,
para minha nova morada.

E assim, eu vivo a seguir,
empilhando
meus medos no armário,
sigo com coragem sem fim.

E se os caminhos
nem sempre for flor,
eu mesma
recomeço um novo jardim.

Sei que a cada novo ano,
é Deus me mostrando,
que vive a cuidar de mim.

Beijo eterno

Quero um beijo sem fim,
Que dure a vida inteira e aplaque o meu desejo!
Ferve-me o sangue. Acalma-o com teu beijo,
Beija-me assim!
O ouvido fecha ao rumor
Do mundo, e beija-me, querida!
Vive só para mim, só para a minha vida,
Só para o meu amor!
Fora, repouse em paz
Dormida em calmo sono a calma natureza,
Ou se debata, das tormentas presa, -
Beija inda mais!
E, enquanto o brando calor
Sinto em meu peito de teu seio,
Nossas bocas febris se unam com o mesmo anseio,
Com o mesmo ardente amor!
De arrebol a arrebol,
Vão-se os dias sem conto! E as noites, como os dias,
Sem conto vão-se, cálidas ou frias!
Rutile o sol
Esplêndido e abrasador!
No alto as estrelas coruscantes,
Tauxiando os largos céus, brilhem como diamantes!
Brilhe aqui dentro o amor!
Suceda a treva à luz!
Vele a noite de crepe a curva do horizonte;
Em véus de opala a madrugada aponte
Nos céus azuis,
E Vênus, como uma flor,
Brilhe, a sorrir, do ocaso à porta,
Brilhe à porta do Oriente! A treva e a luz – que importa?
Só nos importa o amor!
Raive o sol no Verão!
Venha o Outono! do Inverno os frígidos vapores
Toldem o céu! das aves e das flores
Venha a estação!
Que nos importa o esplendor
Da primavera, e o firmamento
Limpo, e o sol cintilante, e a neve, e a chuva, e o vento?
Beijemo-nos, amor!
Beijemo-nos! que o mar
Nossos beijos ouvindo, em pasmo a voz levante!
E cante o sol! a ave desperte e cante!
Cante o luar,
Cheio de um novo fulgor!
Cante a amplidão! cante a floresta!
E a natureza toda, em delirante festa,
Cante, cante este amor!
Rasgue-se, à noite, o véu
Das neblinas, e o vento inquira o monte e o vale:
“Quem canta assim?” E uma áurea estrela fale
Do alto do céu
Ao mar, presa de pavor:
“Que agitação estranha é aquela?”
E o mar adoce a voz, e à curiosa estrela
Responda que é o amor!
E a ave, ao sol da manhã,
Também,. a asa vibrando, à estrela que palpita
Responda, ao vê-la desmaiada e aflita:
“Que beijo, irmã!
Pudesses ver com que ardor
Eles se beijam loucamente!”
E inveje-nos a estrela... e apague o olhar dormente,
Morta, morta de amor!...
Diz tua boca: “Vem!”
“Inda mais!”, diz a minha, a soluçar... Exclama
Todo o meu corpo que o teu corpo chama:
“Morde também!”
Ai! morde! que doce é a dor
Que me entra as carnes, e as tortura!
Beija mais! Morde mais! Que eu morra de ventura,
Morto por teu amor!
Quero um beijo sem fim,
Que dure a vida inteira e aplaque o meu desejo!
Ferve-me o sangue: acalma-o com teu beijo!
Beija-me assim!
O ouvido fecha ao rumor
Do mundo, e beija-me, querida!
Vive só para mim, só para minha vida,
Só para o meu amor!

PROCURO-ME

Procuro-me
nas entrelinhas
do meu complexo
enígma...

Sou
charada
indesvendável
...partícula!

Um micro-ser
no Universo
que me ronda...

Insignificante
gota
na imensidão
da onda...

Definição
do
indefinido...

Réu
sem veredicto...

Sou isso:
uma placa
sem aviso!

Errada, sufocada, torta, deprimida, vazia, mergulhada no meu próprio poço, fora de ordem, depressiva, pra baixo, triste, esquecida, abandonada... Normal.

⁠SENHOR MEU DEUS,
Obrigado por todas as bênçãos
que o Senhor nos concedeu hoje
e pelas bênçãos que o Senhor nos dará amanhã.
Guarda-nos em suas mãos.
por favor, nos conceda um bom descanso
e um doce despertar,
AMÉM.

Tudo o que eu percebo no mundo, percebo em mim. Isto nada mais é do que o meu corpo afetado pelo mundo.

Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.

Bíblia Sagrada
Mateus 18:20.

Mas, no meu coração, eu sei que vou abandoná-lo. É meio que triste como os instintos enganam você ou isso lhe agrada?

Veio-me a vontade de dizer outras palavras, com o fito de expressar quatro coisas sobre o meu estado e que eu ainda não tinha manifestado. A primeira é que eu me amargurava muitas vezes, quando a minha memória induzia a minha fantasia a imaginar as mutações que o Amor produziria em mim. A segunda era que o Amor, muitas vezes, me possuía tão fortemente, que outra vida não restava em mim senão o pensamento que falava dessa mulher. A terceira é que, quando essa batalha amorosa se travava dentro de mim desse jeito, eu ia ficando cada vez mais pálido à procura dessa mulher, certo de que haveria de tomar o meu partido, ao assistir o semelhante em combate _ mas eu me esquecia o que acontecia comigo toda vez que me aproximava de tanta graça. E a quarta coisa é que esta visão não só não resultava em meu favor, como, ao contrário, acabava, em definitivo, com o sopro de vida que ainda me restava. Disse então o seguinte soneto:
Perversas qualidades dá-me o Amor...

Dante Alighieri
Retrato do Amor quando jovem

Nota: Trecho de "A Vida Nova" de Dante Alighieri

...Mais

Tentaram parar meu tempo
petrificar meus sorrisos
e congelar meus sonhos.

Eu quase permiti, mas fugi.
Eu construí castelos em dunas
sentei sobre as águas e refleti,
por dias pensei e até chorei.

Chorando pensei:
Eu não queria ficar sem amor,
meu coração eu não quero vazio.

Me amarrei na força do amor,
me reergui!
Ai foi que eu percebi
que a força que precisava estava aqui,
vinha do meu coração.

Então eu venci!!!!! ()

Hoje meu corpo, minha mente e meu espírito estão em harmonia, formando uma equipe saudável.

Nem sempre um sorriso
É a expressão de alegria.
Quando meu coração chora,
Disfarço a dor sorrindo.

E mesmo com meu charme,as pessoas costumavam a achar que eu era um monstro,e eu passei a acreditar nelas...Mas depois de um tempo...você para de se importar com a opnião das pessoas,e aprende a confiar mais em si mesmo.

Observa meu silêncio, e decifra-me em um olhar.