Voce a Luz do meu Viver
Meu apego e interesse, bem como meu desapego e desinteresse, são diretamente proporcionais à atenção que recebo.
Eu tenho as melhores e mais engraçadas companhias. Tenho amigas de infância, que cresceram ao meu lado, e mesmo que estejam brigando comigo por mais uma vez eu chegar alegremente alcoolizada da balada ou por qualquer idiotice que eu tenha feito, elas permanecem aqui, ao meu lado. Somos tão diferentes, mas tão unidas. Somos irmãs.
Eu converso sozinho, me pergunto e me respondo, me machuco e me perdoo, sou meu melhor amigo, as vezes pior inimigo, não existe ninguém que me suporte mais do que eu mesmo.
Que o meu desejo louco deixe um rastro de luxúria em tua memória, para que teu corpo jamais me esqueça.
Todo Dia É o Meu Aniversário
Ontem me fizeram chorar....
Ontem sem que eu percebesse
Eu permiti que me fizessem chorar....
Mas as crianças inocentes
Passaram tão felizes sorrindo
Em cima daquela carroça velha,
E eu tenho as minhas pernas.
Hoje
A aquela lágrima não existe mais
Porque para cada dia
Há sua própria agonia
Que jamais se repete,
Pois é única tal qual a alegria.
E por isso todo dia
É o meu aniversário
Porque todo dia
Eu renasço das cinzas de ontem...
Todo dia eu renasço das cinzas de ontem...
Pois neste mundo
Quem não é fenix
Deixa de existir....
Pois neste mundo
Quem não for fenix
Deixa de existir!
Todo dia é o meu aniversário.
Ontem alguém me ofendeu...
Ontem sem que eu percebesse
Eu permiti me sentir ofendida.
Eu nunca nasci
Com tudo que eu queria,
Mas eu tenho os dois braços.
Por isso todo dia é o meu aniversário...
Todo dia eu renasço das cinzas...
Eu renasço das cinzas de ontem
Que nunca deixarão de existir....
E pra mim o mundo é sempre novo e diferente
Daquele que eu conheço sempre.
E por isso todo dia
É o meu aniversário
Porque todo dia
Eu renasço das cinzas de ontem...
Todo dia eu renasço das cinzas de ontem...
Pois neste mundo
Quem não é fenix
Deixa de existir....
Hoje
A aquela lágrima não existe mais
Porque para cada dia
Há sua própria agonia
Que jamais se repete,
Pois é única tal qual a alegria.
Todas as flores simples que nasceram em meu jardim eu as matei ,
Pela flor com mais espinhos me apaixonei,
Mas só agora depois de todas minha folhas secarem ,
fui ver quem me amou de verdade..."
Sinto sua falta!
Como minha confidente,
Amiga, meu mimo,
Meu simpósio de emoções,
Quero ser seu com tudo que tiver de ser...
Com seu choro, alento, confidente, seu brilho no olhar...
Quando saio e chego!
Quero ser seu primeiro e único,
Não por querer meu e sim Seu,
Dizes que não tem tempo mais para o Amor e ninguém mais,
Como posso Eu crer, quando vejo com um singelo sorriso e brilho no olhar quando chego.
Com isso encho-me de alegria em ser sua alegria no começo do Dia ou no cair da noite para dizer "Boa Noite".
E para o dia seguinte...
Sinto sua Falta...!
Não me julgue. Não analise minha vida, não meça meu caráter.
Se vai tentar julgar, calce os meus sapatos e ande o caminho que passei, viva as minhas tristezas, as minhas dúvidas, os meus sofrimentos e as minhas alegrias. Entenda todos os pontos de vista, sinta o que sinto no meu coração, entre no meu cérebro e enxergue minha racionalidade e minhas motivações. Tropece nos meus erros, levante-se, tropece outra vez, sofra e levante-se de novo.
E aí talvez entenda que cada um tem a sua própria história.
Entenda que não existem regras, não tem certo ou errado.
Entenda que sempre há 2 lados de uma moeda e que nem sempre 1 dos lados é o correto. Todos têm suas motivações, seus atos de fé, seus impulsos, seus sentimentos e suas verdades.
Não julgue nunca, pois é fato que ninguém sabe qual trilha da vida foi seguida. Então, se não sabe, guarde seu julgamento pra você. Que atire a primeira pedra aquele que nunca tiver errado.
Em nome da ciência eu proclamo a Jesus Cristo como Filho de Deus. Meu senso científico, que valoriza muito a relação entre causa e efeito, compromete-me a aceitá-lo como fato. Minha necessidade de adorar encontra nEle a mais plena satisfação.
Eu me sinto uma pessoa solitária...
uma pessoa vazia…
é como se todos que estão ao meu redor...
simplesmente não estivessem ali.
Beijo eterno
Quero um beijo sem fim,
Que dure a vida inteira e aplaque o meu desejo!
Ferve-me o sangue. Acalma-o com teu beijo,
Beija-me assim!
O ouvido fecha ao rumor
Do mundo, e beija-me, querida!
Vive só para mim, só para a minha vida,
Só para o meu amor!
Fora, repouse em paz
Dormida em calmo sono a calma natureza,
Ou se debata, das tormentas presa, -
Beija inda mais!
E, enquanto o brando calor
Sinto em meu peito de teu seio,
Nossas bocas febris se unam com o mesmo anseio,
Com o mesmo ardente amor!
De arrebol a arrebol,
Vão-se os dias sem conto! E as noites, como os dias,
Sem conto vão-se, cálidas ou frias!
Rutile o sol
Esplêndido e abrasador!
No alto as estrelas coruscantes,
Tauxiando os largos céus, brilhem como diamantes!
Brilhe aqui dentro o amor!
Suceda a treva à luz!
Vele a noite de crepe a curva do horizonte;
Em véus de opala a madrugada aponte
Nos céus azuis,
E Vênus, como uma flor,
Brilhe, a sorrir, do ocaso à porta,
Brilhe à porta do Oriente! A treva e a luz – que importa?
Só nos importa o amor!
Raive o sol no Verão!
Venha o Outono! do Inverno os frígidos vapores
Toldem o céu! das aves e das flores
Venha a estação!
Que nos importa o esplendor
Da primavera, e o firmamento
Limpo, e o sol cintilante, e a neve, e a chuva, e o vento?
Beijemo-nos, amor!
Beijemo-nos! que o mar
Nossos beijos ouvindo, em pasmo a voz levante!
E cante o sol! a ave desperte e cante!
Cante o luar,
Cheio de um novo fulgor!
Cante a amplidão! cante a floresta!
E a natureza toda, em delirante festa,
Cante, cante este amor!
Rasgue-se, à noite, o véu
Das neblinas, e o vento inquira o monte e o vale:
“Quem canta assim?” E uma áurea estrela fale
Do alto do céu
Ao mar, presa de pavor:
“Que agitação estranha é aquela?”
E o mar adoce a voz, e à curiosa estrela
Responda que é o amor!
E a ave, ao sol da manhã,
Também,. a asa vibrando, à estrela que palpita
Responda, ao vê-la desmaiada e aflita:
“Que beijo, irmã!
Pudesses ver com que ardor
Eles se beijam loucamente!”
E inveje-nos a estrela... e apague o olhar dormente,
Morta, morta de amor!...
Diz tua boca: “Vem!”
“Inda mais!”, diz a minha, a soluçar... Exclama
Todo o meu corpo que o teu corpo chama:
“Morde também!”
Ai! morde! que doce é a dor
Que me entra as carnes, e as tortura!
Beija mais! Morde mais! Que eu morra de ventura,
Morto por teu amor!
Quero um beijo sem fim,
Que dure a vida inteira e aplaque o meu desejo!
Ferve-me o sangue: acalma-o com teu beijo!
Beija-me assim!
O ouvido fecha ao rumor
Do mundo, e beija-me, querida!
Vive só para mim, só para minha vida,
Só para o meu amor!
Meu alicerce não foi erguido sobre o artificio da superficialidade.
Minha morada é no mais profundo das coisas.
Encontro-me no porão de minhas memórias,
E vejo os fantasmas do meu passado se agitarem em volta do meu presente.
Esta coisa terrível de não ter ninguém para ouvir o meu grito. Esta coisa terrível de estar nesta ilha desde não sei quando. No começo eu esperava, que viesse alguém, um dia. Um avião, um navio, uma nave espacial. Não veio nada, não veio ninguém.
Se pelo menos um verso meu,
Mesmo confuso, perdido,
Te fizer sorrir quando acabar de ler,
Tudo vai fazer sentido.
Porque vai ter sido um poema
Que me levou até você.
Há um lado meu que pede: “Mande tudo para o inferno”. E outro que ainda insiste: “Mais um pouquinho de paciência, só um pouco mais”.
Engraçado como ainda te persigo em vozes, em perfumes, em musicas, como ainda te desejo em meu pensamento. É mais engraçado ainda, saber que você sabe de tudo, e mesmo assim o seu silêncio me machuca e é como se isso me fizesse continuar no seu belo caminho, mas sem chances de te encontrar.
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