Voce a Luz do meu Viver
Meu Deus! Cadê a dona Poesia? Cadê a
sua inspiração?Os seus versos hoje estão tão
mudos, o que foi que aconteceu, que a sua
prosa está em silêncio? Até agora ela não
deu uma palavra, parece que perdeu a língua!
hoje ela não quer conversa com ninguém.
Meu coração chorou quando o Senhor Jesus Cristo, veio iluminar os meus olhos e a alma; trazendo salvação, vida e paz. Aonde outrora só existiam trevas, tristezas, devastações e dores.
Com Deus,
saúde, amor,
fé e coragem,
todas as coisas virão!
Gratidão meu Deus,
por me dar
sempre além
do que eu preciso!
Amém!
“Vendi o meu sorriso a nenhum preço, e em troca disso ganhei a alegria de fazer sorrir alguém.”
— É preciso reciprocidade nas coisas que funcionam à dois!
POEMA " ENIGMA SEM TOM"
Não é depender do universo;
Tenho elo com aquilo que meu espírito
Diz : Quero!!!
É a compreensão que faz o mundo girar,
Nada sai do lugar se nunca se pode em
Seu mundo parar, que é outro mundo, sei lá...
Você é livre para sonhar, estrague-à
Confundo seus mundos, homens,
Mulheres mudos; não mudo por
Ninguém meu mundo, sei de tudo;
Não me iludo em vocês ainda meninos,
Fracos perdidos nos mitos
No labor, no adorar, depender, defender
Esperar, negar essa vida e depois do fim, morrer no crepúsculo dos seus ídolos mitos, dentro de cada ser, padecer e na memória do tempo desaparecer...
Mortos não vivem vivos,
Quem lembra de você?
Quem lembrará de você?
Não sabem saber e se sabem,
Não querem entender e se
A vida foi fútil, rasa, não sendo
Interessante não há o porquê
Viver a vida da qual criticam,
Seu íntimo escondido, instinto,
Selvagens primitivos se soltem,
Alucinados presos, delírios, se
Enjaulem, quem poderá vê o
Espaço no universo como ele é?
Portanto, que venha de dentro de
Mim secretas energias do universo
Em signos de harmonia, enigmas
onde é simples não se apreciar
O futuro da loucura pela ótica fora
Da magia de um gênio silêncio,
Na ausência da razão dada ao nada...
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Eu sou o que sou, ou estou me limitando por me definir?
Eu tenho aminésia temporal do meu ser em sua completude por quais motivos? Eu sou o que sou, por não querer ser nada além do que sou? Ou me defino para balizar um possível retrocesso emocional? Eu sou emocionante estável? Ou a ilusão do subconsciente nos prega peças nós alimentando com "Placebos" de emoções e valores irreais?
Chuva cai lá fora e aumenta o ritmo
Sozinho, eu sou agora o meu inimigo íntimo
Lembranças más vêm, pensamentos bons vai
Me ajude, sozinho eu penso merda pra carai
Meu silêncio incomoda mais do que meu falar.
Incomoda por ser forte seu grito. Esse meu silêncio, incomodativo, é o grito mais alto que há em mim.
Coração
Se em meu peito bater
Um coração de pedra
Nem intensa primavera
Poderá lhe florescer
E se nesse mesmo peito
Ter um coração de papel
Vira rima de cordel
Ou alvo de tiroteio
Mas, esse coração de carne
Que insiste tanto em amar
Fazendo meu peito sangrar
Que mim já se reparte
Busca sempre essa luz
E teima em palpitar,
Bem querer e bem amar
E na paixão sempre me induz.
A tenuidade encontrada nas batidas do meu coração, revelam através de cada lágrimas que escoam em minha face.
A minha pequenez e insignificância ao reconhecer que não sou nada sem Ti, meu amado Deus.
Deito meu olhar sobre o mar,
no instante em que a onda
mansamente toca meus pés,
trazendo vontades
não sei de onde,
nem de quê.
Ternas lembranças me percorrem
e um riso incerto voa,
saudoso das asas poéticas Pessoais
do mar salgado de Portugal.
Sou ungido
das tuas águas,
ó mar!
Sinto-me doce
ante teu sal.
Eu amo o meu País.
Mas ñ vou falar de Política.
Pq disto só existe crítica.
Falo de um País, cujo a sua fauna e flora é exuberante.
Falo tbm da Palanca Negra gigante.
Falo de poetas q soavam poemas em um autifalante...
E na nossa costa banhado de mares.
A brisa do vento por de baixo de uma bananeira, após um mufete pra te acomodares.
Não é somente o de classe alta q sabe viver.
Até o de classe baixa do seu jeito sabe sobrevive e conviver.
Falo de um País q aos poucos vai perdendo a essência das coisas, raízes e cultura.
Que no passado o colono viveu de algodão sal e cafe, hoje após a queda dicide envistir na agricultura.
Seguindo a viagem na estrada ainda vejo meninos descalços acarretando troxas, banheiras e bidões.
Sei q fazem pq não lhes resta opcões.
Vou falar do mais velho q ainda conta desse país, linda história.
Que apesar da trajetória, ele ainda guarda na memória.
Que não fomos derrubados pela força colonizadora.
Nem tão pouco pela guerra civil aterrorizadora.
Falo tbm daquela mama do musseque lamentando por aquele foi a luta e não voltou.
Apesar de tudo, ela contiou seu rumo e não se desmoralizou.
Apesar do tempo q passou.
Ela ainda sente falta das coisas q o vento levou.
Lembro de zungueira passando gritando pela venda da sua cabuenha.
Onde qm o comprasse assava na lenha.
Lembro-me do tempo q a vizinha mais velha chamavamos de tia.
Nos cuidava durante o dia, e podes crer q não havia mania.
Amo o meu país, mas sinto saudades dos velhos tempos.
Este q jamais voltará.
Restam somente marcas e recordações.
Naquela campa -
Há um poema cansado
Nas rimas do meu sofrer
Mais um momento marcado
Pela vontade de morrer.
Há um silêncio que agito
No fundo dos meus sentidos
E o meu poema é um grito
São meus sonhos perdidos.
E o que ficou do que fomos
Está preso ao fado, à poesia
P'ra mim seremos e somos
Aquele amor que eu sentia.
Aquelas horas tão nossas
Só eu as guardo no peito
Talvez também 'inda possas,
Lembra-las tu ao teu jeito.
Naquela campa tão fria
Deixo uma rosa e um beijo
Que a Musa desta poesia
Fica virada p'ro Tejo.
Jetski é o meu amigo fiel,
Sempre me leva para o mar,
Onde o vento sopra e o sol brilha,
E a água é cristalina.
Com sua velocidade e agilidade,
Navegamos sobre as ondas,
Sentindo a liberdade e a euforia,
Que só o mar pode nos dar.
A adrenalina corre em nossas veias,
Enquanto mergulhamos nas águas profundas,
Explorando os mistérios do oceano,
Sem medo de se perder.
Jetski é a minha aventura,
Sempre pronto para me levar longe,
Para lugares onde a vida é intensa,
E as memórias são eternas.
Então, vamos lá, jetski, meu amigo,
Partamos juntos para a jornada,
Aproveitando cada momento,
Em busca da felicidade e da paz.
Filha do norte
Sou o meu próprio Norte!
Filha da Amazônia
e cria das lendas...
Cresci ouvindo muitas histórias:
De Jurupari à Cobra Grande
Artifício dos antigos, talvez...
Freio para as crianças
e asas para imaginação.
Minha rede, minha nave,
Meu parque de diversão!
Que sempre me levou para longe...
Onde os pés não tocam o chão.
Sou viajante sem rumo
Que avistou um Belo Horizonte
E quis pousar...
Minha força vem da entranha da mãe:
Natureza,
Amazonas,
Caboclas ribeirinhas...
Nas minhas veias corre o
sangue das guerreiras,
que como uma aranha em sua teia,
Não se cansa de trabalhar.
Talvez, vivendo o dia a dia...
Vencendo os obstáculos,
ou simplesmente tecendo sonhos.
NORDESTE.
Meu sotaque é arrastado
venho de um povo valente
onde brota cada estado
se germina uma semente
sou da terra do arretado
da cultura e do oxente.
Pra ter o corpo quente, eu congelei meu coração,
pra esconder a tristeza maquiagem à prova d'água,
hoje você me vê assim e troca de calçada,
só que amar dói muito mais do que o nojo na sua cara
Aprende a dizer dizer meu, porque se te acostures a dizer nosso um dia podes morrer a fome
Se nos acostumarmos a viver de patilhas um dia iremos acordar e descobrir tú estás só
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