Voce a Luz do meu Viver
Processo
O vento empurrava meu peito
Acinzentado
Mas tudo direito
Ainda assim, acabado
Caminhara
Com destino
Orara
Buscara o trino
Caminho
Não importa a direção
Como pássaro fora do ninho
Ação pela reação
Pouco tempo passou
Assim senti
O destino chegou
Nem vi
Tinha que viver
Jamais parar
Entender
Não chorar
Doce professor
Estava na hora de criar
Se permite a dor
É para ensinar
A epifania é constante
Desesperado
Mas o remédio era calmante
E logo estava acabado
Fim do grão de trigo
Novo progresso
Ele é pai e amigo
"Sem retrocesso"
"Deixe seu peso comigo"
Depois disso, apenas rezo.
NATAL
A noite iluminada
O presépio armado
Luzes piscando nas ruas
Lembrando do meu passado.
Aquele cheiro de aconchego
Deus nossa maior luz
A ceia era compartilhada
O amor que nos conduz.
A árvore era de galhos secos
Nossa sublime tradição
Antes de abrir os presentes
Fazíamos a oração.
Natal não deveria ser luxo
Jesus viveu na simplicidade
A mensagem que nos deixou
Preservar a felicidade.
Que o Natal seja de abraços
União em todos os lares
Que a família seja a canção
Ecoada pelos ares.
Feliz Natal!
Irá Rodrigues.
E de repente o silêncio…
Meu coração está tão triste…
Nele habita Deus.
Meu pai, mãe, irmãos, cunhados, sobrinhos, tios, primos,
Esposo, filha, genro,
Amigos e animais o compõem.
Cada um que se vai leva um pouquinho dele ❤️
Muitos já se foram,
Que eu me vá com Deus antes dele ficar totalmente vazio de tudo o que eu amo.
Eu me lembro que quando chegávamos na casa de
meu avô paterno, ele gritava:
— Põe água no feijão, Maria!
Era aquele pingo de carne na panela, mas com a
mistura do caldo do feijão, arroz e da farinha sempre
aumentava. E era muito bom.
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
POETA NILO DEYSON
Quero acordar do sonho e encontrar
Minha pequena, meu amor, meu
Universo que me acompanha
Desde a fundação da consciência
Eu não quero acordar sem ela;
Deixe-me dormir e sonhar que
É normal um amor profundo e
Proibido, mas verdadeiro puro
Eu descobri que sou apaixonada.
Apaixonada pelo som ritmado das mãos trançando meu cabelo,
enquanto a espuma morna da louça se desfaz entre meus dedos.
Apaixonada pelo aperto firme e um tanto exagerado das bochechas,
como se minha mãe quisesse segurar o tempo entre os dedos.
Apaixonada pela cachorrinha que me faz menos gigante,
mais humana,
quando sua respiração pequenina encosta na minha perna
como um lembrete de que sou casa para alguém.
Os cheiros que colecionei —
da camisa do meu amor depois de um dia inteiro,
ou do perfume de café fresco
que anuncia manhãs sem pressa.
Descobri que sou apaixonada pelos meus irmãos em Cristo,
que saíram comigo pelas ruas em evangelismos,
compartilhando a fé entre risadas e histórias.
Pelas vigílias que atravessaram madrugadas,
onde a oração era forte o bastante
pra fazer o céu parecer um pouco mais perto.
Pelas vezes que nos sentamos ao redor de uma mesa,
simplesmente pra comer e rir,
como se o Reino de Deus coubesse naquelas conversas.
Apaixonada pelos amigos da faculdade,
que enxugaram minhas lágrimas nos dias em que quase desisti,
mas também dividiram hambúrgueres comigo no BK,
transformando cansaço em pequenos festivais de alegria.
Pelas piadas que só eles entendem,
e pela forma como me lembraram, sem dizer,
que o sonho vale a pena.
A vida se revelou um emaranhado de bênçãos,
como uma colcha de retalhos, onde cada pedaço
carrega um cheiro, uma textura, uma música.
Eu quase chorei.
Porque guardar essas sensações é como colecionar amanheceres,
e perceber que, no fundo,
sou casa para tudo isso.
"Não bebo, não fumo e não uso drogas; meu único vício é admirar o que é belo. Não gosto de festas ou baladas, prefiro o aconchego do meu lar. Vivo com o propósito de evoluir constantemente e sou guiado pela minha fé em Deus."
A canção do nosso amor
Meu bem, aguardo ansioso.
O encontro de nossa música.
Quando finalmente.
Dedilharei os acordes de vosso corpo.
Encontrarei nas cordas da tua voz.
A chuva que me trará a calma.
Faremos dos sons de nossa emoção.
Uma bela canção.
Meu coração acelerado.
Sentirá o teu sangue no meu peito.
Que marcará em minha pele tua lembrança.
Enquanto o suor do teu peito.
Pinga em meu rosto.
Minha pele se arrepia com teu gosto.
Pauliane, nome que ecoa no tempo,
Sussurro doce, meu maior lamento.
Na infância, quando o mundo era vasto,
Teu sorriso era o brilho do espaço.
Teu olhar guardava segredos do céu,
Um mundo de estrelas sob um fino véu.
Mas eu, tímido, prisioneiro do medo,
Deixei calado o amor em segredo.
Cada passo teu, uma dança discreta,
Cada riso, a melodia mais completa.
Cada chute que ela dava na bola era um sonho embalado,
Ela usando aquela mecha dourada no cabelo me deixava todo encantado,
Mas minhas palavras, presas na garganta,
Fizeram-se silêncio que a alma canta.
Os anos passaram, levaram-te ao longe,
Mas teu nome em mim é fonte que não se esconde.
Pauliane, guardo-te no peito como canção,
A lembrança de um possível amor, minha eterna estação.
Se pudesse voltar, ao tempo voaria,
E no murmúrio do vento, teu nome diria.
Pauliane, és a história que ficou sem final,
O poema que vive em meu coração imortal.
Não seria uma dor isso em meu peito, sim um aperto, talvez até um anseio, seja por algo como um motivo uma meta , ou por alguem que seja uma companhia, uma pessoa em que a conversa seja legal e o silencio seja apreciado e não desconfortante .
O meu amor por Israel é como um casamento: é o único país que escolhi amar na saúde ou na doença, na riqueza ou pobreza. Já o Brasil é como o amor pelos pais: um amor com o qual você já nasce."
Não será a última facada
Deixo meu amor por ti neste ano,
Que o novo ciclo seja um rumo ao verdadeiro amor,
Ao motivo da minha real felicidade.
Nosso amor é real, mas inalcançável,
É doce e melancólico, como um sonho fugaz.
Tu me trazes a alegria e a dor em um mesmo sopro,
E sei que meu coração clamará por teu nome,
Ansiará romper o peito apenas para te buscar.
Mas preciso te esquecer, preciso caminhar adiante,
Soltar-te das amarras da minha alma,
Por meu próprio bem, pela minha redenção.
Meu coração suportará esta facada,
Não é a primeira, tampouco será a última.
Pois há força na dor e vida após a perda.
O Fogo Que Não Se Apaga
Ele me pediu calma,
mas não sabia
que meu caos era poesia.
Tentei me moldar,
mas sou vento,
sem argila.
Queria me entender,
mas sou oceano,
não piscina tranquila.
Achou que poderia me conter,
mas eu transbordo
em cada esquina.
Eu não sou linear,
sou curva,
sou chama,
sou ruína.
E quem quiser,
que dance com meu fogo,
sem apagar minha sina.
A poesia é uma terapia para o coração
A poesia é uma terapia para o meu coração
Que andava triste e desiludido com a decepção
Agora com o andar da carruagem encontrei beleza na vida
Na cor, no sabor, na flor se esconde um beija-flor
Nas palavras verso e prosa com as letras juntas escrevo amor.
Compor músicas é meu maior talento
Dotado de poderes estou criando Arte transcendendo o tempo.
Entrei no teatro palácio das emoções
Eu sou ator enceno a tragédia de Shakespeare, apresentando um show de paixão e dor.
Um novo rumo meu ser tomou
De múltiplas facetas
Predestinado a ser Poeta da paz, anjo da paixão e escritor de jornadas.
A novata
"Bom dia, precisa de alguma coisa?
Não, hoje é meu primeiro dia aqui
Seja bem-vinda!
Estávamos te esperando
Você vai sentar do meu lado"
Foi assim que fui recebida
Com educação
E empolgação
E assim nós nos conhecemos
E é isso o que merecemos
Ser bem recebida
Ser querida
E não suportada
E você já foi novata?
Dá aquele medo, insegurança
Do novo
Difícil ter confiança
Você está começando
Ou recomeçando?
Não é fácil
O novo assusta
Por isso é tão importante essa ajuda
Esse acolhimento
Minimiza o sofrimento
Se você não é o novato
Seja essa pessoa que recebe e acolhe
Seja a pessoa que você gostaria que fossem com você
Dessa atitude não me esquecerei
E também serei
Essa pessoa na vida de quem está começando
Assim como um dia já fui
Teve outras pessoas especiais
Tão sensacionais
Que tenho gratidão
E levarei no meu coração
Obrigada a todos que ajudaram a essa
novata!
Sobrevivente da Tempestade
Meses atrás, meu pulso carregava as cicatrizes de uma dor que parecia infinita, traços profundos de uma luta silenciosa contra uma tempestade chamada depressão. Hoje, essas marcas são apenas vestígios de um passado sombrio que se cicatrizou. Eu sou uma sobrevivente, alguém que encontrou força onde parecia não haver mais nada.
Às vezes, essa sombra tenta voltar, sussurra em meus pensamentos, mas eu me lembro: já venci antes, e posso vencer de novo. Carrego em mim a prova de que as feridas podem se fechar, e que, mesmo na escuridão, há sempre uma faísca de luz esperando para brilhar.
[Verso 1]
Vejo com emoção com face de brisa leve
Polindo meu coração como a pureza da neve
Levando em seu semblante
A melodia da flor
Guiando feito mirante a estrada do sonhador
Os sonhos fazendo trama nas linhas do pensamento
É planta criando rama e raiz de sentimento
[Verso 2]
Que o doce da mel da ilusão
Não me falte em momento risonho
Que venha com sedução
Para alimentar meus sonhos
[Refrão]
Quando a palavra me escapa
Só sentimentos permeiam
Como uma brasa quente
Correndo na minha veia
[Final]
E assim vou seguindo a trilha,
Com sonhos a me guiar,
Como o brilho de uma estrela,
Sempre pronto pra sonhar.
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