Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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**O Poder da Bênção: Um Eco de Amor e Prosperidade**

_Quanto mais eu abençoo, mais as pessoas são abençoadas, e esse fluxo de bondade retorna para mim multiplicado_.
_É como plantar sementes de luz em corações que, ao florescerem, espalham a beleza para todos os lados._

*Quando ofereço uma palavra de encorajamento, um sorriso sincero, um gesto de carinho ou um pensamento positivo, estou liberando uma energia que não se limita a um único destino.*
_Essa energia, carregada de boas intenções, viaja, toca outras almas e as inspira a serem também portadoras de bênçãos._

_*Cada ato de abençoar é um ato de fé no bem, uma crença no potencial positivo que reside em cada ser._*
_E o universo, em sua infinita sabedoria, responde a essa energia, devolvendo-a em forma de prosperidade, alegria, amor e paz_.

*Que possamos, então, escolher abençoar abundantemente. Pois, ao elevarmos os outros, elevamos a nós mesmos, criando um mundo onde a gratidão e a generosidade florescem sem fim.*

*A bênção que você dá é a bênção que você recebe.*

Espero que essa mensagem ressoe com você e seus amigos!
Natalirdes Campos

Inserida por NatalirdesBotelho

"Cada página virada é um novo horizonte!"

Inserida por nanda_ericca

⁠As coinscidências que aconteceram, foram resultados do meu esforço a fim de te ver ao menos um instante.

Inserida por robsomrezende

⁠Enquanto você lê...

Te procuro no silêncio,
Lá você já está,
Com a cabeça nas nuvens,
Um livro sempre à terminar,

Tem sorriso que sussurra,
Olhar que voa sem pedir licença,
Um pezinho miúdo que pisa leve,
Mas, deixa rastro em presença,

Fala pouco por mensagem,
Fala muito quando fica,
Ainda que sem palavras,
Confortavelmente,
Olhando pela janela do meu quarto,

Buscando a lua que nem sempre tem,
Um holofote
Com seu teatro na alma,
Um vinho no fim da trilha,

Depois bota um filme para não assistir,
Mas deita no meu peito como quem sabe onde ir,
E eu?
Amarro teus punhos com cetim,
Não para prender,
Sou ninho, não gaiola,

Mas, naquela hora, quero despertar o desejo,
Te desenho com a ponta dos dedos,
Tua respiração tropeça em mim,
Você é poema, som no silêncio da paz,

Fala pouco, mas me escuta inteira,
Qualidade,
Não é quantidade,
Para duas pessoas inteiras.

Inserida por LeticiaDelRio1987

⁠⁠O Palácio por dentro é lindo que parece uma mansão, mas além de uma Gabriela é um nome que tem muita perfeição ❤️❤️.

Inserida por rafinha_lima

⁠Ninguém perde aquilo que não viveu, é só um "e se" que não aconteceu.

Inserida por joyce_domingues

⁠Todo começo sempre terá um final
Dizem que esse já é um futuro marcado
Falam que são mais espertos
Mais algo me deixa inquieto
Não quero ser mais um perdido no deserto
Eu não aceito o certo
Se essa sentença fosse verdadeira
Já estaria acabado minha certeza
Que o seu amor me vira de ponta cabeça
Me enlouquece de uma forma tão intensa
Então prefiro tirar a cabeça
Do que viver uma realidade que você não esteja

Inserida por Pedro7849

⁠A vingança é uma prisão com uma faca na mão
Com um fundo de solidão
E um fim sem exploração

Inserida por Pedro7849

⁠era só um amor.
mas me fez esquecer
onde deixei minha dignidade.

não era fome.
mas parei de comer.
não era febre.
mas tremi quando ele disse que não sabia o que sentia.

eu, que sempre fui boa de ir embora,
fiquei.
como quem erra de propósito
só pra ver até onde aguenta.

abri mão do sono,
da lógica,
da escova de dente,
do aviso que dizia “não ultrapasse”.

troquei o arroz com feijão
por silêncios indigestos.
troquei o básico
por tudo que me fazia doer
mas que me fazia sentir.
e eu, no fundo, prefiro o que machuca
ao que não faz nada.

ninguém me avisou que
o amor que a gente aceita
diz mais sobre o nosso vazio
do que sobre o outro.

ele nunca prometeu.
mas também nunca foi embora.
e essa presença que não assume.
foi o que mais me corroeu.

me deixei amar como quem se deixa atropelar devagar:
primeiro a perna,
depois a vergonha,
por fim, a parte que ainda dizia
“isso não é amor”.

não é que eu não soubesse.
é que eu já tinha aceitado morrer bonita
na beira da estrada.

Juliana Umbelino

Inserida por Umamineira

⁠o amor que me fez mudar de altura

não foi súbito.
ele não chegou me virando do avesso.
foi um desvio pequeno, quase distração.
e, quando percebi,
meus pés já não tocavam mais
o mesmo chão.

era amor.
mas não desses que pedem manual.
era amor
como uma outra densidade do ar.
como se respirar perto dele fosse
um idioma secreto entre pulmões
que não mentem.

antes dele, eu vivia no nível do necessário.
sabia pagar contas emocionais,
fazer pactos de sobrevivência,
entregar o corpo
com a alma em modo avião.

mas ele…
me leu como quem abre um livro
com as mãos limpas.
sem pressa.
sem medo de encontrar
o que não entende.

ele não me prometeu nada.
mas me entregava presença
como quem escreve no escuro
e ainda assim acerta a grafia
do meu nome.

com ele, os rituais mudaram.
não era mais sobre manter.
era sobre descobrir
como o toque pode ser pausa
e o silêncio, construção.

então, deixei o básico.
não por orgulho,
mas porque ele me lembrou
que aceitar pouco
é uma forma lenta de se retirar da vida.

e eu queria estar inteira.

quando ele chegava,
o tempo esquecia da obrigação
de andar em linha reta.
ficávamos ali:
não fazendo planos,
mas modificando o que o mundo
parecia ser.

em vez de “estamos juntos?”,
era “o que estamos inventando hoje
pra sermos mais reais?”.

ele me fazia rir de coisas
que eu ainda não tinha perdoado.
me fazia dizer “fica”
sem precisar perder nada pra isso.

não era conto de fadas.
era conto de carne.
onde a pele reconhece antes da palavra,
e a palavra vem limpa.

com ele, aprendi a não fugir
quando tudo parecia bom.
aprendi que o conforto verdadeiro não anestesia...
expande.

com ele, o mundo parava de pedir explicação
e começava a fazer sentido
só por ser habitado a dois.

ele não era meu lar.
mas me ensinou a morar em mim
sem medo de abrir as janelas.

e quando me perguntam se foi amor,
não sei dizer.
mas sei que desde ele,
nada que me oferece o básico
consegue ficar.

Juliana Umbelino

Inserida por Umamineira

⁠o amor que me tirou da categoria de sobrevivente

aconteceu sem anúncio.
um gesto despretensioso
e, de repente, eu estava rindo.
rindo de verdade!
sem o dente de trás doendo,
sem a pressa de acabar logo.

e eu que já tinha ensaiado tantas fugas,
fiquei.
não por esperança.
era por vergonha de não saber
como recusar um afeto
que não me pedia nada.

ele não me fez voar.
mas, pela primeira vez,
meus joelhos não tremiam por medo.

com ele, eu parei de ser
uma mulher que espera.
e comecei a ser uma mulher que respira.
em voz alta.
com respiração feia mesmo.
daquelas que ninguém edita
pra caber num story.

ele olhava pra mim como quem diz:
“é, você tem partes ruins.
que bom.”

e eu fui abrindo gavetas que nem lembrava ter.
fui pendurando as armaduras.
fui perdendo o medo
de ser tocada
sem que isso significasse
contrato ou colapso.

tudo nele era verdade que não doía.
e, por isso, doía um pouco.
porque eu aprendi a desconfiar
de qualquer lugar onde meu nome
não viesse com grito.

com ele, o amor não era destino,
era desvio.
uma linha torta
onde eu quis morar um tempo
sem precisar arrumar as malas.

e foi ali, entre um gesto idiota
e um silêncio sincero,
que eu entendi:

não era sobre me completar.
era sobre parar de me mutilar pra caber nos amores anteriores.

ele me quis inteira,
mesmo com os ossos fora do lugar.

e isso, pra mim,
foi o suficiente
pra nunca mais aceitar o suficiente.

Juliana Umbelino

Inserida por Umamineira

⁠[sem título]

manhãs sem plateia também contam.
há um intervalo entre acordar e obedecer
onde ainda não se é função,
nem imagem,
nem ideia mastigada de beleza.
apenas corpo e respiração.

o que vem depois disso
é o que sustenta.
não o que produziu, entregou, agradou.
mas o que silenciou
o impulso de se esconder
no que já deu certo.

há dias em que o silêncio fede.
há dias em que a sombra
pesa mais que o vestido.
há dias em que nada encaixa.
e ainda assim, não se grita.
não se implode.
não se performa dor.

apenas se insiste.

não por heroísmo.
mas por uma espécie de pacto secreto com o próprio eixo.

o mundo não aplaude
quem não cede ao papel.
mas existe um tipo de vitória
que não sobe em palco:
aquela que acontece
quando o salto aperta
e, em vez de sorrir pra foto,
opta-se por tirar o sapato.

ninguém repara,
mas é ali que mora a liberdade.
no não contar.
no não provar.
no gesto pequeno de sair do personagem
sem pedir desculpa à narrativa.

não é sobre força.
é sobre não fingir mais leveza
onde se carrega concreto.
é sobre sentar-se reta na cadeira
sem torcer o corpo pra parecer menor.
é sobre encarar o espelho
e não ver projeto, nem fracasso,
só estrutura.

quando isso acontece,
quando já não se quer ser preferida, escolhida, notada
quando já não se mede valor pelo reflexo
quando não se escreve mais
pra ser entendida
mas pra não adoecer..

então sim:
há paz.

não como prêmio.
como consequência.

Juliana Umbelino

Inserida por Umamineira

⁠A dor de um homem possa ser o que o defina se souber suporta-la em em silêncio ele não sucunbira ao caos e se manterá integro em seu interior,não deixando que notem sua dor.

Inserida por atinespensador

⁠O Sol e a Lua precisam de um tempo para que o próximo eclipse possa acontecer.

Inserida por tomiyuuss

⁠O ESPÍRITO POBRE

Quanta gente cretina espalhada pelo mundo, a

Internet é um meio extenso, para infinitas possibilidades, demonstrar frustrações diminuindo

uns e outros, como se isso fosse abrandar o que

se passa dentro de seres tăo rasos, tão medíocres...

não vai.. poucos săo os que usam os meios de

informações, conexões... para adquirir conhecimento, é tão nojento ver gente assim, não vou

dizer que tenho dó dessas pobres criaturas, não

mesmo! Optaram pela mediocridade, não sẵo

felizes, não são evoluidas mental e espiritualmente, não buscam nada de proveitoso, são almas

podres, que se não soubermos desviar, podemos

sim, sermos contaminados pela vida rasa e sem

propósito que não seja envenenar as pessoas que

têm o desprazer de cruzar com seres tăo baixos

e vazios de coisas grandiosas... azar o deles,

dificilmente conhecerão a leveza da gentileza, do

riso solto e do estar bem consigo, da desnecessidade em tentar machucar para se imaginar superior.

Rossana Mesquita

Inserida por rossana_mesquita_1

⁠A traição amorosa não é só um defeito de carácter, uma pilantragem, uma sacanagem!

Ela é também uma brecha no relacionamento que encontrou uma oportunidade.

Inserida por apollo_nascimento

⁠Oque algumas mulheres precisam entender é que, para um homem de valor!?

Ser o provedor, protetor, o homem que daria a vida por amor!

Não é uma obrigação, é uma virtude;
E homens virtuosos não se envolvem com qualquer mulher.

Inserida por apollo_nascimento

⁠Postou que eu sou um artista genérico. Escrever nas redes tem sido tão fácil. Enquanto ele odeia, nós realiza, peço que obtenha a visão de mercado.

Veigh

Nota: Trecho da música Artista genérico.

Inserida por pensador

⁠O que é um herói? Um raio de luz no meio da escuridão. Um salvador num momento de crise. Aquele ser perfeito no coração das pessoas!

Inserida por pensador

⁠Ganhar confiança exige um grande esforço, mas dá para destruí-la com um peteleco.

Inserida por pensador