Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Pai, vc é um exemplo para aquele filho mesmo nas horas mais tristes. Soubeste me encorajar nas tuas horas mais frustrantes, dissestes "segue em frente que consegues".
Os filhos, mesmo frustrados com o pai, têm um legado deixado pelo pai, por mais que não tenha sabedoria, procura dar algo que o filho venha a se orgulhar mesmo.
O Saleiro Espertinho
Ana era uma garota espevitada, cheia de energia e com um talento especial para pregar peças no namorado João — ou melhor, no Príncipe, como gostava de chamá-lo quando queria ser carinhosa (ou um pouco travessa).
Numa manhã ensolarada, Ana se aproveitou para trocar tudo de lugar no armário dos temperos. O açafrão foi para o lugar do orégano, o cominho para o do sal, a pimenta para o do açúcar — uma verdadeira confusão aromática.
Depois de terminar, saiu rindo baixinho, ansiosa para ver a reação do Príncipe. Mas, curiosa, voltou ao armário no dia seguinte para conferir se ele tinha colocado tudo de volta no lugar. Para sua surpresa, o armário estava como ele sempre deixou! O Príncipe percebeu a bagunça, mas parecia não ter gostado do “novo arranjo”.
Ana não se deu por vencida. No dia seguinte, voltou ao armário e decidiu fazer uma mudança mais sutil: mexeu apenas no saleiro. Só ele. Colocou o saleiro no lugar do açúcar, deixando o resto do armário intacto.
Quando o Príncipe entrou na cozinha para preparar o almoço, abriu o armário, pegou o saleiro e... parou. Olhou para o saleiro, olhou para o açúcar, coçou a cabeça e sorriu.
— Ana, você mexeu no saleiro de novo, né? — perguntou ele, já sabendo a resposta.
Ana, sentada na mesa com um sorriso de quem acabou de ganhar uma partida, respondeu:
— Só para você não esquecer que a cozinha é minha área de diversão!
O Príncipe riu e disse:
— Tá bom, você venceu essa. Mas cuidado, porque amanhã eu vou revidar!
E assim, entre saleiros trocados e risadas, Ana e seu Príncipe transformaram a cozinha numa verdadeira arena de brincadeiras, onde o amor e a diversão eram os temperos principais
Reflexão sobre Ética, Dignidade e Oportunismo
A ética é muito mais do que um conjunto de regras ou códigos a seguir. Ela é a base invisível que sustenta nossas relações, decisões e a própria noção do que é justo e correto. Ser ético é agir com integridade mesmo quando ninguém está olhando, é escolher o caminho difícil porque é o caminho certo, é respeitar o outro mesmo diante do conflito ou da adversidade.
Em um mundo onde a velocidade dos acontecimentos e a busca pelo sucesso imediato muitas vezes dominam, a ética se torna um ato de coragem. Porque manter-se fiel aos próprios valores pode significar abrir mão de ganhos fáceis, desafiar injustiças silenciosas e resistir à tentação do oportunismo.
O oportunismo, por sua vez, é o contrário da ética. Ele apaga memórias, desconsidera esforços, destrói laços e reescreve histórias para benefício próprio, sem respeito pelo passado ou pelas pessoas envolvidas. É a voz que troca a gratidão pelo interesse, a verdade pela manipulação, a construção pelo desmonte. O oportunista olha para trás e vê apenas aquilo que pode ser explorado, esquecendo tudo o que foi vivido e construído.
Nosso futuro é, por natureza, incerto. Não sabemos quais desafios ainda enfrentaremos, nem quais portas se abrirão. Mas há algo que não pode ser deixado para trás nem perdido em meio a esse caminho: a dignidade. Ela é o farol que guia a conduta, o alicerce que sustenta a alma e o legado que deixamos para aqueles que virão depois.
Resistir ao oportunismo, então, não é apenas uma defesa pessoal — é um ato de preservação da humanidade que carregamos dentro de nós. É a reafirmação de que, apesar das adversidades, manter-se íntegro vale muito mais do que qualquer ganho efêmero.
No fim, a ética não é só um valor. É o que nos define. E a dignidade é o que permanece quando tudo mais se desfaz.
Nossa família é mantida por um pilar de respeito mutuo e outro de acolhimento, pilares soldados pela gratidão e consideração mutua e pelo controle das palavras que dizemos entre nós.
TEMPO REMOTO (soneto)
É bom que eu prose ao léu, assim acostumo
na solidão, da privação de um amor passado
pois a lembrança surrara no pesar suspirado
perdendo no versejar aquele rítmico prumo
Terá, e virá, um certo dia, então, presumo
um sentido para o verso, o mais sonhado
talvez o que mais mime, o mais encantado
que anuncie juras, e sensação para o rumo
E, se ao chegar a hora de um verso absorto
que não se apague o ardor, seja conforto
poético, velando a minha aflitiva soledade
Ouvidos não darei a inspiração sem alento
pois, poesia de saudade tem padecimento
mesmo que de boa lembrança, a saudade.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14 junho, 2025, 15’09” – Araguari, MG
Todo grande feito começa com um pensamento — mas é a coragem de realizar que o transforma em realidade.
A vida é uma jornada de progressão constante, um desenrolar diário que exige honestidade, disciplina e perseverança.
Haverá dias iguais, outros mais desafiadores e alguns melhores.
Um exercício diário de autoconhecimento!
SOBRE A CRUZ...
Na cultura católica, a cruz vive presente no hábito da irmandade; é um instrumento de fé na vida cotidiana desses irmãos. É usada por alguns, para exorcizar pessoas possuídas por entidades do mal. — Por líderes espirituais e religiosos que acreditam que os espíritos imundos encarnados, nas suas abordagens, corram da cruz.
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Mundos aparte são parte de um só; o nosso próprio.
No amor e fantasia, viaja aquele que a vida sabe apreciar.
Roteiro de todos os mundos que sempre no nosso estão presentes.
Permita-se viajar!
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Tc.23042025/064
Às vezes, tudo o que precisamos é isso: um passo. Um sopro. Umanovapágina.
(trecho do livro: Quando a Morte Sentou ao Meu Lado)
A REVOLTA DOS SANTOS
Um manifesto para quem ainda acredita na luz, mas não aguenta mais a farsa
1. O SUSSURRO QUE NINGUÉM OUVE
Você sente, não sente?
Algo está errado.
Não é um erro gritante. É um veneno doce, um câncer que se passa por remédio.
O mal não veio de capa preta. Veio de marketing sagrado. De Deus em promoção. De fé com entrega grátis.
E você, bom demais para desconfiar, foi engolido.
2. A FÉ QUE VIROU MOEDA
Seu coração clama por infinito.
E te vendem curtidas.
Sua alma anseia por sagrado.
E te empurram entretenimento espiritual.
Fizeram da sua sede de Deus um consumo. Da sua oração, um algoritmo. Da sua esperança, um produto.
Pergunte-se:
Quando sua fé realmente quebrou algo?
Quando sua bondade de verdade assustou alguém?
3. OS VENDEDORES DE DEUS (E OS COMPRADORES DE ALMAS)
Os novos fariseus não apedrejam ninguém na rua.
Eles te cancelam nos stories.
Não cobram impostos no templo.
Cobram sua autoestima em troca de "bênçãos".
O altar virou palco. O milagre virou espetáculo. O silêncio sagrado virou tráfego engajado.
Jesus não sorria pra foto.
Jesus quebrou a mesa dos picaretas.
4. A BONDADE QUE NÃO SERVE PRA NADA
Te ensinaram que "ser bom" é:
Não questionar
Não perturbar
Pagar a assinatura do céu
Mas ouça isso:
Bondade que não incomoda é enfeite.
Fé que não transforma é placebo.
Você foi treinado para ser inofensivo.
Para ser vela embaixo da mesa.
Para amor com nota fiscal.
Chega.
5. O CHAMADO DOS INQUIETOS
O reino dos céus não tem planos premium.
A verdade não tem patrocinadores.
Você quer algo real?
Terá que:
Amar sem hashtag
Crer sem garantia
Quebrar coisas em nome do sagrado
Como aquele homem que entrou no templo
e derrubou a mesa dos vigaristas.
(Sim, esse ainda é o modelo.)
6. O AVISO DOS DESPERTOS
Não seremos mais:
Seguidores de gurus de paletó
Assinantes de milagres
Compradores de perdão em 12x
Voltaremos ao essencial:
Ao silêncio que fala mais que 1000 pregações.
À fé que não cabe em nenhum post.
Ao amor que não pede like.
7. O DESAFIO FINAL
O anticristo não é um monstro.
É todo mundo que vende o que não tem preço.
E Cristo?
É todo mundo que se recusa a ter preço.
De que lado você está?
"Bem-aventurados os famintos de verdade, porque eles já estão fartos de mentiras."
✝︎
Para os que preferem o deserto aos templos lotados
OS LOUCOS: ELES ESTÃO POR PERTO
Você já sentiu um frio na espinha ao notar a presença de alguém?
Alguém que deixa uma sombra na sua alma, como se soubesse segredos que você nunca ousou contar?
Talvez tenha sido na escola, entre risos abafados num corredor mal iluminado.
Ou numa conversa que te fez parar — como se o tempo tivesse dobrado sobre si mesmo.
Talvez você ainda não os tenha encontrado — o que seria uma pena.
Uma falha do destino.
Um vazio que você nem percebe.
Mas cuidado: eles estão aí.
E há quem os evite com um muxoxo arrogante, como quem teme o que não consegue controlar.
Sabe aquelas figuras que, sem jamais te conhecer, mudam o jeito como você vê o mundo?
Talvez por tê-las observado de longe, talvez por ter ouvido um sussurro sobre elas.
Uma coisa é certa: você as conhece.
E isso te assusta.
Elas, através da loucura, acabam encontrando os milhares de personagens que você finge não existir em si mesmo.
Há aqueles cuja loucura atravessou eras.
Moldaram gerações.
Suas vozes ainda sussurram em cantos escuros, evocadas com um misto de orgulho e temor.
Como fantasmas que nunca partem.
Eu sei disso.
Fui tragado por vários deles.
Não sei quando começou. Mas sei que é um caminho sem volta.
No início, achei que poderia apenas espiar.
Manter distância.
Ficar imune àquela febre que consome.
Mas a loucura deles é um veneno que não avisa: ela te pega, te envolve, te faz querer mais.
Porque veja bem: alguém que mergulha sozinho nos labirintos da mente,
Que enfrenta os dilemas mais antigos da alma humana,
Que desce ao abismo e volta com algo que te faz rir até doer, chorar até secar,
Ou abrir mão de certezas que você jurava inabaláveis…
Esse alguém não é como nós.
E quando, partindo de um canto esquecido deste planeta,
Eles atravessam fronteiras que não vemos,
Tateando o desconhecido,
Trazendo de volta uma chama que ilumina, que queima, que transforma — Tudo isso apenas com o poder de uma mente inquieta,
Organizando o caos em algo que prende crianças em sonhos,
Adultos em verdades cruas,
Ou canções que despertam em nós nostalgia, amor, e a transformação de um ambiente…
Você há de convir:
isso não é normal.
É perigoso.
É magnético.
É loucura.
Agora, aproxime-se.
Vou te contar um segredo.
Mas guarde-o com cuidado:
Eu me tornei um deles.
Sou um louco. Sou escritor.
E se você leu até aqui…
Bem-vindo ao jogo.
Num mundo onde o caos sussurra e a pressa nos arrasta, os livros se erguem como faróis — de silêncio e sabedoria.
Eles não são apenas páginas: são portais que os loucos abriram.
São abraços que acolhem, vozes que ensinam, espelhos que revelam.
Para cada coração inquieto, há um livro que espera, pacientemente, para ser descoberto.
E entre todos eles, a Bíblia — é o mais poderoso. ✨
A leitura é mais que um hábito.
É um refúgio.
Certa vez, ouvi um orador diante de uma multidão dizer:
‘Não sei a quem você machucou, decepcionou ou feriu. Mas hoje, eu lhe digo: siga em paz.’
Naquele instante, algo explodiu dentro de mim.
Que tipo de facilidade é essa que concede perdão a quem talvez nunca reconheceu o próprio erro?
Será que perdoar tão prontamente — sem uma reflexão, sem um pedido de desculpas — não alimenta uma geração que evita a responsabilidade?
Uma geração que acolhe argumentos vazios, que prefere o conforto de um perdão automático a encarar a dor da culpa e a necessidade do arrependimento?
O perdão é nobre, mas não pode ser banalizado.
Declarar “eu te perdoo” sem consciência pode impedir a evolução de quem precisa amadurecer.
E negar esse processo, em nome de uma falsa paz, é enfraquecer o pensamento crítico, é sufocar o aprendizado que nasce da dor.
Perdoar não é esquecer.
É entender, é aceitar, é permitir seguir…
mas sem ignorar a responsabilidade que cada um carrega pelas marcas que deixou.
Quinta-feira de Vênus
Ela acorda assustada com o despertador, por um instate acreditou que era segunda-feira e precisava ir para o trabalho. — desativou o alarme e percebeu que ainda era só o feriado de quinta-feira. Sorriu por ter esquecido de desativar o alarme na noite passada. — Bom, já que eu acordei, então vamos né?! — Disse ela sem o menor tom de queixa por acordar cedo em pleno feriado.
O dia começara breve, mas ela não tinha pressa, já teve urgência em sua vida e percebeu que avidez, nunca te satisfez. – Aprendeu a ter calma, a sentir cada passo, dos físicos aos metafóficos. Já teve sonhos engavetados, sonhos em rascunhos, sonhos falidos e sonhos realizados. Mas a vida não assustara, não tinha medo da única coisa que a vida tem a oferecer — viver — e assim seguia seus dias. Aprendera que sua paz era mais importante do que manter um status. Na escola da vida, era uma boa aluna, levava como podia, ajudava como podia, sofria só pelo que deveria, não prolongava o que não deveria — mas o mais importante, sorria, sempre que podia.
Mulher decidida, de carater marcante. Se fosse poema, seria como a Divina Comédia escrita do Dante Alighieri - se fosse MPB, Relicário da Cássia Eller - se fosse filme, não seria uma obra concluída - ela é muito para caber em tão pouco. — Moça sorridente, com que fosse sorridente — tinha passos leves pelo feriado da sua quinta-feira. Colocava música para ouvir, andava pela casa, em sua distração entre canções e tarefas diárias, cantava e esquecia que o tempo passava — esquecia a vida lá fora — lembrava apenas dela, rodopiava entre cômodos enquanto dançava. Cantava melhor a cada taça de vinho que tomava.
A tristeza se perdia
em suas ravinas,
fazia da vida teu teatro,
aprendeu a nunca
se arrepender
de nenhum ato.
Se tivesse nascido em outra época, faria parte do Panteão de Roma — talvez a chamariam de Vênus — já era quinta-feira a noite, o dia passara, mas não sua vontade de viver ele, a noite também era sua, não temia pelo desconhecido, continuava deliciando seu vinho para afogar sutilmente algumas saudades misturada com vontades — sabia das suas prioridades, mas naquela noite so precisava de uma pausa, não queria raciocinar, não queria se policiar, seu juizo já havia dormido — no fim daquela noite, na sua banheira ela queria relaxar, no final daquela noite, ela só queria se amar.
O sussurro do vento nas folhas antigas carrega segredos de um tempo que nunca conhecemos, mas sempre sentimos.
(LilloDahlan)
Cada cicatriz na pele é um mapa de batalhas silenciosas, traçado por noites de coragem e lágrimas.
(LilloDahlan)
AMIZADE...
Dizem que é impossível que uma amizade entre um homem e uma mulher exista, porém somos a prova viva que isso é capaz sim. Nós respeitando, enxergando nossos valores e tendo nossas regras, que só pertence a nós dois.
Somos intensos, intensos em cada momento que estamos juntos. Cada segundo. Cada risada. Cada grito. Cada loucura. Um pouco de cada coisa.
Nossa amizade é mais vivida do que registrada.
Dividimos os mais variáveis existentes sentimentos juntos, desde um choro por não se sentir bem ou resolver algo, há alegrias e conquistas que cada um almejou.
Nem sempre podemos estar juntos. Sentimos saudades das nossas companhias. Mas sempre damos um jeitinho de nós encontrar e se divertir mesmo com o mínimo de verba em nossos bolsos. Fazemos o acaso ser nosso caso.
Nossa amizade é um verdadeiro baú do qual vamos guardando ali memórias, lugares, momentos, risos e tudo que pudermos ter...
Eu amo cada instante ao seu lado, cada conversa nossa, cada riso seu... - amamos cada detalhe nosso, mas o que realmente nos chama muito atenção, é o quão somos inocentes quando estamos juntos.
Somos intensos. As vezes nós brigamos e isso é normal. Porém nos entendemos, porque a amizade nos ensina que, nem tudo é um mar de flores. As vezes precisamos de espaço e a gente temos o dever de saber quando isso deve acontecer.
[Espaço dedicado para relatar a ou as pessoas destinadas para essa mensagem]
Gratidão por aparecer do nada e transformar meus dias em dias impressionantes.
Que perdure por muitos anos essa nossa história de amizade que temos....
EU ACHO...
Acho que deveríamos ficar juntos.
Daríamos certos se fôssemos um casal.
Apesar das divergências existentes entre nós, nos entendemos bem.
Nós respeitamos, sabemos ter empatia um pelo outro.
Dividimos emoções, segredos, ideias e até mesmo a conta das despesas.
Sim, acho que deveríamos ficar juntos.
Somos intensos no que sentimos.
Verdadeiros em tudo o que fazemos e falamos.
Somos persistentes em diversas coisas e assuntos, caso contrário, já teríamos se odiado a muito tempo, sem nem sequer nós dar a chance de um novo recomeço.
Sim, acho que deveríamos ficar juntos.
A vontade de termos um ao outro é mais forte, capaz de nós unir toda vez que brigamos, nós afastamos ou dizemos algo que desagradou o outro.
Somos carentes das nossas companhias.
Quando nós dois estamos juntos, o mundo lá fora não nos interessa.
Nossa união pode transformar dor em amor.
Sim, acho que deveríamos ficar juntos.
Você tem um perfume doce, aquele que você sabe que eu adoro. Já eu, tenho aquele abraço caloroso e aconchegante que te envolve toda.
O que seria de nós se não tivéssemos um ao outro?
Sim, eu tenho certeza de que deveríamos ficar juntos....
Escrito por Victor Rangel....
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