Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Quando eu casar e tiver filhos, quero ter netos e quando ficar velhinho quero lembrar de como foi divertido ser avô.
Eu ainda queria que você estivesse aqui. Ah! Como se não estivesse [ei aqui, dentro de mim] Eu estou aqui sonhando com o que poderia ser. Sonhando com um retorno inesperado. Sonhando com seu coração sentindo falta de me ter por perto. E pedindo a Deus pra que não encontre em outro alguém o que encontra em mim. O que me resta, por hoje sonhar...e ao longo dos dias torcer pra vida te trazer pra mim mais uma vez, por um leve escorregão do destino.
Não sei o que escrever
Nada sei para escrever
Sem saber escrever
Como vou escrever?
Não aprendi escrever
Vou insistir
Aprender escrever
Falta inspiração
Vou insistir
Até saber como
E o que escrever!
Ao andar de mãos dadas, você não somente transmite a mensagem de que não está sozinho(a), como ainda envia, sutilmente, fragmentos do seu estado de espírito. É como se ao ser observados andando juntinhos, entrelaçados pelos dedos (e almas), os olhos alheios percebessem que ali não vão duas pessoas, mas sim o resultado da união deles. Seria como uma transformação instantânea de "ele e ela", para "eles".
E isso acaba sendo um incentivo/exemplo do que outros podem querer para suas experiências, também.
Existe coisa mais bonita e motivadora, para jovens casais, do que ver um casal de idosos, andando, ainda que com dificuldades impostas pelo tempo, de mãos dadas e com um sorrir estampado no rosto? Aposto que sua resposta também é um sonoro "Não!".
Andar de mãos dadas, ao menos pra mim, é uma espécie de garantia de um porto seguro sempre ali, pra mim e pra ela, quando a gente vier a precisar. É deixar registrado que a gente até pode adiantar o passo ou retardá-lo, que ainda assim aquela pessoa que escolhemos para estar ao lado e ser nossa companhia, continuará perto o suficiente para que possamos nos sentir seguros o bastante para encarar qualquer obstáculo que possa surgir.
Quer saber? Você fica tão mais linda quando sorri assim, distraidamente. É como se inconscientemente você fizesse uma homenagem aos tantos olhares que ligeiramente atravessam teu caminho sem nem suspeitar do que existe por trás de tanta harmonia nos passos seguros que escondem com tanta perfeição os sintomas das noites - por vezes - mal dormidas.
Larga mão deste espelho e me olha nos olhos. Eles quase sempre farão festa ao lhe contar como você realmente é e frequentemente não nota.
Será que não percebe como eles se iluminam como farol na beira do mar, sempre que eu lhe vejo? Será que você nunca reparou no quanto eu fico sem jeito quando você me devolve o olhar e neste instante eu estremeço por dentro, e permaneço alguns segundos inerte, sem saber bem o que dizer, já que minha atenção está voltada inteiramente para sua boca que me dá mil explicações pelo interminável atraso de 10 minutos?
Preste mais atenção nos meus sinais. Assim você perceberá, por exemplo, como eu sempre abro um sorriso bobo quando lhe ouço falar com tanta veemência sobre o aterrorizante defeito no seu nariz, que só você vê enquanto eu perduro sorrindo do seu jeito acanhado de dizer que eu só posso estar cego por não notar. Ou quando me diz que de tão inquieta, mais uma vez cortou o cabelo e se arrependeu amargamente de ter se desfeito dos enormes 2 centímetros.
Ah, se você pudesse ver a si mesma através dos meus olhos!
Eu acredito que fazer alguém se sentir importante não exige tanta engenharia como se pensa. Basta que você fique atento(a) aos detalhes que se manifestam em silêncio e tome, ainda em tempo, a decisão correta.
Me diga se tem recompensa maior do que ver ele(a) acordar já sorrindo ao perceber que você lembrou que hoje é segunda-feira e que por isso vocês precisam e merecem comemorar, ainda que o motivo real seja o fato do café não ter ficado ralo.
Ufa!
Tem dinheiro no mundo que pague aquela cara de bobo(a) que ele(a) faz ao lhe ver se propondo a cortar o pão pra ela(e)? Posso até me arriscar a confessar que chega a ser uma poesia a forma como a faca desliza a margarina pelas fatias. Mas pode ser uma geleia, se você preferir. Ou requeijão? Ou nada disso? Decida, pô!
Vai me dizer que você é daquele(a) que pensa que gentileza se resume abrir a porta ou o guarda-chuvas. É?
Pois abrir sorrisos, (a)braços e a caixinha de música, também são formas genuínas de gentilezas que geram outras gentilezas. Ás vezes você nem precisa dizer uma palavra, basta estar por perto.
Sorrir nunca foi mais lindo do que diante de um outro sorriso como resposta. Eu acho.
E quando a gente realmente se importa, arruma tempo nem que seja contado nos dedos, só para dizer um "tô pensando em você" ou quem sabe, "Senti teu cheiro. Olhei pra trás mas não lhe vi. Que pena. Um beijo".
Pode parecer pouco, mas quando se pensa que a eternidade pode durar apenas 1 segundo, a decisão certa pode salvar o dia e a vida de quem costumava acordar se sentindo um nada.
E assim muitos de nós vamos:
Escrevendo nossa HISTÓRIA, pulando as LINHAS que Deus terminou como limites, errando nas escritas da aplicação da PALAVRA de Deus, dando TÍTULOS para o que não tem necessidade e ignorando o AUTOR principal da vida.
A gente conversa, mas nada é como antes. O tempo roubou a beleza do que sentíamos, não dá pra entender o que ficou, algo forte ainda une nós dois, mas tudo é diferente agora. O medo de um futuro onde estaremos com outras pessoas, de nos perder pelo caminho e nos reencontrarmos depois e perceber que ainda gostamos um do outro, o sentimento de ter jogado uma vida fora, sem ter quem se ama perto.
Isso me assombra todos os dias, o medo de nunca poder superar você.
"Como podeis vós comprar ou vender o céu, o calor, a terra? A Idéia nos parece estranha.
Se nós possuímos a frescura do ar e os espelhamentos da água, de que maneira poderá V. Excia. comprá-los?
Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada espinho luminoso do pinheiro, cada rio areento, cada bruma nos bosques, cada clareira, cada zoeira de insetos é sagrado na lembrança e na vivência de meu povo. A seiva que corre nas árvores lembra meu povo.
Os mortos dos homens brancos esquecem onde nasceram, já que vão passear dentre as estrelas.
Nossos mortos jamais esquecem esta terra magnífica, pois, ela é a mãe do homem vermelho. Nós somos uma parte da terra e ela faz parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia, são nossos irmãos. As cristas rochosas, os aromas das pradarias, o calor de nossos cavalos e o homem – todos são da mesma família.
Assim, o Grande Chefe de Washington, mandando dizer que quer comprar nossa terra, ele está pedindo demais a nós. Manda o Grande Chefe dizer que nos reservará lugares onde poderemos viver, confortavelmente entre nós. Ele será nosso pai e, nós, seus filhos. Pensaremos, portanto, na vossa oferta de comprar nossa terra. Mas, não será fácil. Pois, esta terra, para nós, é sagrada.
A água cintilante que corre nos riachos e rios não é só água, mas também, o sangue de nossos ancestrais. Se nós vendermos a terra, vós direis a seus filhos que ela é sagrada e que, cada reflexo das águas claras dos lagos fala dos fatos e das lembranças dentro da vida de meu povo. O murmúrio da água é a voz do pai do meu pai.
Os rios são nossos irmãos. Eles saciam nossa sede. Os rios levam nossas canoas e nutrem nossos filhos. Se nós vendermos nossa terra, vós deveis vos lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos e os vossos, e vós deveis doravante dar aos rios a ternura que mostrais para um irmão.
Sabemos que o homem branco não entende de nossos costumes. Um pedaço de terra parece, a ele, o pedaço da terra vizinho, pois é um estranho que chega, às escuras, e se apossa da terra de que tem necessidade.
A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e uma vez conquistada, o homem branco vai mais longe. Ele abandona o jazigo de seus avós e isso não o aborrece. Ele tira a terra de seus filhos, e isso não o aborrece. O túmulo de seus avós e o patrimônio de seus filhos caem no esquecimento. Ele trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como mercadorias de comprar, a pilhar, a vender como carneiros ou pérolas brilhantes. Seu apetite arrasará a terra e não deixará nela mais que um deserto.
Não sei, nossos costumes são diferentes dos vossos. As imagens de vossas cidades faz mal aos olhos do homem vermelho. Mas, talvez isso pode ser porque o homem vermelho é um selvagem e não entende.
Não há mais lugar calmo nas cidades do homem branco. Não há lugar para ouvir as folhas caindo na primavera, ou para ouvir a zoeira das asas de um inseto. Mas, talvez, isso pode ser porque sou um selvagem e não compreendo. A barulheira parece estourar os ouvidos. E que interesse tem-se em viver se o homem não pode ouvir o grito solitário do corvo noturno ou o coaxar das rãs ao redor de um acude, à noite? Eu sou vermelho, e não entendo. O Índio prefere o doce barulho do vento, lançando-se como uma flecha sobre o espelho de um lago, e o aroma do vento, dele mesmo, molhado pela chuva do dia, ou perfumado pelo pinheiro mando.
O ar é precioso ao homem vermelho, pois todas as coisas participam do mesmo sopro – o animal, a árvore, o homem, eles dividem, todos, o mesmo sopro. O homem branco parece não lembrar do ar que respira. Mas se nós vendermos nossa terra, vós deveis vos lembrar que o ar nos é precioso e que o ar dá seu espírito a todos que ele faz viver. O vento, que deu a nosso avô o primeiro fôlego, recebeu, também, seu último suspiro. E se nós vendermos nossa terra, vós deveis separá-la e a ter como sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco poderá sentir o vento, adoçado pelas flores dos pinheiros.
Nós pensaremos, portanto, na vossa oferta de comprar nossas terras. Mas, se decidirmos aceitá-la, eu porei uma condição: o homem branco deve tratar os animais selvagens como irmãos.
Eu sou um selvagem e não conheço outra maneira de viver. Vi mais de mil bisontes apodrecendo nos campos, abandonados pelo homem branco, que os abateu de um trem que passava. Eu sou um selvagem que não compreende como o "cavalo de ferro", largando fumaça, pode ser mais importante que o bisonte que nós matamos só para viver.
O que é o homem sem os animais? Se todos os animais desaparecerem, o homem morrerá dentro de uma grande solidão. Assim, o que aconteceu com os animais, acontecerá, brevemente aos homens. Todas as coisas dependem uma das outras.
Vós deveis ensinar a seus filhos que o chão que eles pisam é feito das cinzas de nossos avós. Dizei a vossos filhos, para que eles respeitem a terra, que ela foi enriquecida pelas vidas de nossa raça. Ensinai a vossos filhos aquilo que ensinamos aos nossos: que a terra é nossa mãe. Tudo que acontecer a à terra, acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no chão eles cospem sobre eles mesmos. Ao menos, sabemos isto: a terra não é do homem; o homem pertence à terra. Isto, nós sabemos. Todas as coisas são como o sangue que une a mesma família. Todas as coisas são dependentes. Tudo aquilo que acontece à terra, acontece ao filho da terra. Não foi o homem que teceu a teia de sua vida; ele não passa de um fio dessa teia. Tudo o que ele fizer para essa teia, ele o faz para si mesmo.
Mesmo o homem branco, com quem Deus passeia e conversa como dois amigos em comuns, não pode fugir do destino comum. Depois de tudo, nós, talvez, sejamos irmãos. Veremos. Há uma coisa que sabemos, e que o homem branco descobrirá, talvez um dia: é que nosso Deus é o mesmo Deus. Podeis pensar, agora, em possuir a nossa terra como quereis; mas vós não podereis. É o Deus do homem, e sua piedade é igual para o homem vermelho e branco.
Esta terra lhe é preciosa, e danificá-la é acumular de desprezo seu Criador. Os brancos também desaparecerão; talvez mais cedo que todas as outras tribos. Contaminai vosso leito, e vós sereis sufocados, numa noite, nos vossos próprios detritos.
Morrendo, vós tereis um brilho esplendoroso, ardente, com a força do Deus que vos trouxe até esta terra e que, em virtude de qualquer propósito determinado, voz fez dominar esta terra e o homem vermelho. Esse destino é um mistério para nós, pois não entendemos porque os bisontes são massacrados, os cavalos selvagens são domados, os refúgios das florestas impregnam-se da fumaça de muitos homens, e a vista das colinas floridas manchadas pelos fios que por elas passam.
Onde estão as noites? Desaparecidas. Onde a águia? Desaparecida. O fim da vida é o início da sobrevivência."
(Tradução de Júlio Geraldo Andrade Arantes)
[Carta do Cacique Seatle ao presidente dos Estados Unidos, Franklin Pierce – 1854]
Tem crente que não tem paciência com os outros, como se os outros não tivessem que ter paciência com ele...Paciência....Paciência... assim se vai levando a vida...Ninguém e perfeito mesmo, fazer o que? Só não abusa, pois isso é falta de caráter... Ef 4:2
Se amanhã eu fosse embora estava tudo bem... eu vivi com vocês exatamente como eu queria ter vivido.
Tens
Tens o sabor,
A essência do amor que me embriaga
Tens como uma linda canção,
A voz que me acalma
Tens o calor
Tens a pureza da flor
Tens a paixão
Tens meu amor
Tens o sorriso mais lindo
Tens o olhar mais belo e límpido
Tens a paz que quero e preciso
Tens tudo,
Tenho tudo,
Tenho você
Enxergo a neve
Branca como as nuvens
Paz imediata
Paz ingrata
Ouro de tolo
Magnetismo incontrolável
Véu de noiva
Drink no inferno
Prisão sem jaulas
Professor de muitas aulas
Caçadora de almas
Neve de ilusões.
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