Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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Estranheza


"Após anos preso na gaiola. O pássaro não da à mínima para a grade aberta. Conformou-se com a sua vida regrada com comida e água trocada."

Era eu
Pássaro blindado do mundo
Ser oriundo do céu
de lá vim
pra lá voltei
marcado pela maldade cruel
transpassado pelo aço do rancor
maquiado, camuflando amor
peça de xadrez perdido na dama
fugi de mim, parti de quem me ama
fui antes do tempo
enfrentei o julgamento
por quem jamais será julgado
abreviei a história
caminhei para o outro lado

Sou pássaro, voou além da imensidão do mar, me faço garça...corro contra o vento, a favor do tempo e me entrego nos braços do luar.

Parando de soluçar o pássaro começou a repetir uma palavra que Will não compreendeu.
- "Runa". Seria isso mesmo? Não. Era Karuna. Não havia a menor dúvida.
Levantando a mão trêmula, Will apontou para as frutas na cesta redonda. Mangas, bananas... Sua boca seca se encheu d'água.

Esqueça as preocupações, pare agora e olhe para a beleza do céu, das plantas, dos cantos dos pássaros e sinta a harmonia em equilíbrio com você.

Pássaro que canta bonito jamais pode viver em gaiola.

Multidões movimentam-se em mim, não cabem em gaiolas...
De livre pássaro voador que sou.

Pena tenho do pássaro que fica preso para encantar com o canto os que estão livres lá fora.

ouço o canto do pássaro
que vem lá de fora
corro pra observar
e me encantar
e vejo também as borboletas
a flutuar e bailar
na brisa do ar
que o vento traz e leva
e o cheiro da relva
perfuma o ambiente
as flores colorem meu dia
e assim Deus me enche de alegria
agradecida e enternecida
meio sem jeito eu sorria!!!

De que adianta deixarmos a porta da gaiola aberta, se cortamos as asas do pássaro? De que adianta chamá-lo à liberdade, se ele prefere o comodismo da prisão?

O voo é instinto do pássaro; o domínio, vocação da águia.

⁠Pássaro que bate asas e ganha o mundo… só retorna ao ninho, de visita !

⁠Para fazer parte de algum bando, o pardal, pássaro desprovido de qualquer talento, se insere no grupo e imita o canto dos demais. Isso não é sobre pássaros.

Meu pequeno pássaro.




Veio no outono juntamente com as folhas ao chão.
Com suas asas abertas demonstrando o quão majestoso era.
Escondia marcas, dores, mas até na sua dor existia tanta pureza e beleza.
Cantava uma melodia hipnotizante, cantava sentimentos reais.
Tão pequeno e grande ao mesmo tempo.
Eu queria aquela criatura fascinante para mim. O coloquei em um pedestal, aprisionei em meu coração, cortei suas asas e mais uma vez causei outra dor.
Logo aquele pássaro antes livre, de melodia hipnotizante deu lugar a um passarinho triste com suas lindas asas que no passado não tão distante se mostrava majestosa em liberdade agora fechada dava espaço pra algo triste.
Eu compreendi que para meu pequeno pássaro sua beleza vinha da sua liberdade.
Deixei ir . Ele bateu asas e voou . Ao longe, voltei a ouvir sua linda melodia, encheu meu coração de amor.
E na primavera ele se foi, ganhou o mundo.
Meu pequeno pássaro , foi sem olhar o que deixou pra trás.
Hoje não choro mais, as lágrimas deu espaço as lembranças e quando eu menos esperava o outono a lhe estava e com as folhas ao chão o meu pequeno pássaro voltou com uma outra linda canção.

⁠CLASSIFICAÇÃO DE PESSOA, PÁSSARO, PEIXE E MINHOCA QUANTO AO AMBIENTE E LOCOMOÇÃO


‎Uma Pessoa é um Animal Aéreo quanto ao Ambiente e é um Animal Marchador quanto à Locomoção.


‎Um Pássaro é um Animal Aéreo quanto ao Ambiente e é um Animal Voador quanto à Locomoção.


‎Um Peixe é um Animal Aquático quanto ao Ambiente e é um Animal Nadador quanto à Locomoção.


‎Uma Minhoca é um Animal Solúmeo ou Solúmico quanto ao Ambiente e é um Animal Rastejante quanto à Locomoção.

⁠O pássaro que não conhece fronteiras, não teme as disputas dos homens.

Seguindo aquela estrada Passa carro e placa, passa casa e pássaro, passa o tempo e a vida. Seguindo aquela estrada Passa boi, passa pasto, passa gente e passo, passa bicho, passa o mato, passa paisagem e retrato. Seguindo aquela estrada Passa o mundo — e eu passo. Passa flor — e eu passo.
Passa amor — e eu passo. Mas logo paro. Retrocedo. Passa amor — e eu paro. E não passo mais nada.

Nem toda FEIURA é Fria. Nem todo Pássaro é Ligeiro. Nem toda DOR é Passageira. Nem toda FELICIDADE é Duradora. Nem todo ESCRITO é Verdadeiro!!! Rolemberg.

Na política, esquerda e direita representam não polos opostos, mas sim duas asas do mesmo pássaro, carregando-o na mesma direção limitada. Ambas surgem do mesmo corpo, com ideais que às vezes divergem em aparência, mas convergem na manutenção do sistema que as sustenta. Não importa qual asa alce voo mais alto ou mais baixo, o pássaro permanece preso ao seu voo circular, incapaz de alcançar altitudes verdadeiramente renovadoras. Assim, a luta entre esquerda e direita torna-se, na prática, um movimento estéril, uma dança mecânica onde se troca o cenário e as palavras, mas o desenho permanece inalterado. O voo do pássaro político é árido, desprovido de novas paisagens, onde o horizonte é uma mera repetição do passado, indivisível das mesmas estruturas que alimentam seu existir.

Bendito é o pássaro, esse errante, que, não tendo casa, não conhece o destino de estar perdido.

Mas eu, pobre de mim, vagueio vacilante, entre o ser que sou e o ser que sonho, tímido e escondido.

Como pode um coração ousar ser verdadeiro e não temer a sombra de ficar sozinho? Ou será que a dor da solidão, esse lobo sorrateiro, doa menos que o disfarce de um falso carinho?

Eu que pensei ter asas, bati-as ao vento para garantir pouso, pão, algum alento. E eis que desperto bicho sem nome, que às vezes sequer sente fome quando tenta, com estômago vazio, digerir o peso inteiro dos sentimentos.

Dizei-me: também as aves levam cicatrizes dos ninhos quentes, dos pousos infelizes, dos amores que encontram pelo céu afora? Pois eu, sem jamais ter aprendido a voar, trago marcas que nenhum tempo leva embora.

E perdoai-me a tristeza da notícia: quem não sabe o último dia em que o pai lhe tomou nos braços, também não sabe medir a saudade antiga por nunca ter a quem oferecer seus laços.

Ah, mas não é esta a sina humana? Dar o que lhe falta, sofrer o que é seu, sonhar o que nunca alcança, buscar no outro o espelho dos sonhos que inventou no seu?

Por isso, digo em voz baixa, como quem teme a própria vida — preferiria ser pássaro, simples e passageiro: não ter morada fixa, não disputar o coração alheio, não desejar casa em peito que só bombeia sangue e dos quais a propriedade não leva nome.