Vivi
Os momentos que eu vivi sempre serão eternos, as memórias, as lembranças, tudo que é bom, serão eternos .
Não dê tão valor a palavras que saiam da boca das pessoas, elas podem ter uma gota de irônia, escondida atrás de um oceano de docura (nem sempre genuíno).
Hoje em dia, muitas pessoas estão dando muito valor a essas palavras, não menosprezando-as e nem sempre todas as pessoas tem essas doses de irônia, umas ao contrário, tem um poder arrebatador muito grande, mas as pessoas tem que dar o valor supremo as atitudes, as considerações. Todos nós somos falhos, ninguém é perfeito, mas devemos procurar a perfeição, assim será melhor, eu tenho convicção disso!
Essas palavras serve para todos, inclusive a mim. E aceito-as.
Todo amor que tive,vivi,senti, só o seu não pude esquecer.O elo mais belo, amor puro e sincero que o tempo não pode apagar..
Calor no inverno,aguá no meu deserto de solidão,um relâmpago cortando o céu,trazendo beleza e medo com seu clarão.Te quero por perto não vou me enganar,não posso negar essa é a minha intenção.És minha primavera florindo nos meus dias tristonhos acelerando esse meu coração.Vamos voltar ao passado te quero a meu lado,pois só você acelera esse meu coração ...
Vivo assim como dar pra viver
Vivi assim foi por você
Vivo a vida que Deus me deu
Num mundo novo que apareceu
Não quero mais sentimentos idealizados,tudo que vivi até hoje foram coisas imaginarias,não sei como meu coração aguentou tanta ilusão.Senti sentimentos que por mais que não foram reais me machucaram,vivi histórias que poderiam não ser minhas,porém as coloquei em minha vida,talvez eu quizesse sofrer,não queria que os outros tivessem pena de mim,mas eles tiveram,não sei como deixei tudo chegar aqui,poderia ter deixado meu medo de viver uma vida real e então viver minha vida,sentir o que era pra sentir.Hoje estou aqui,sentimentos embaraçados,cansada de tudo que vivenciei até agora,sem saber o que fazer para viver o amanha,mas com a certeza de que eu tenho que viver o presente e esquecer o que fiz no passado,entao trazer os erros como uma lição de aprendizado para que no amanha eu saiba o que sentirei sem sair da realidade!
Eu guardei coisas do passado e tudo que vivi me isolaram,me fizeram sentir angustiada.Havia tantas sensações em mim,queria buscar quem sou verdadeiramente,descobrir o que sinto e o que senti,para dessa maneira me contagiar de alegria em minha escolha e não me atormentar por arrependimento.
Me rendi aos teus encantos...
Mergulhei nos teus beijos...
Não pensei em mais nada...
Vivi intensamente cada momento...
Entender o que aconteceu...
O amor quando vem não se explica ...
Muito menos se entende...
estamos distantes dessa sabedoria...
As vezes me sinto como uma jovem idosa,sinto que vivi uma vida inteira mas não consigo me lembrar,e agora estou cansada,necessito de paz.
I N T E N S I D A D E
Vivi com intensidade
todos os momentos...
Coloquei meu coração,
em tudo que senti
e demonstrei,
Sou assim...
o AMOR vive em mim!!
Devagarinho, caminho por cada rua que vivi com você...
Meu cheiro misturado com o seu,
Está em cada esquina,
Em cada banco de praça,
Em cada calçada adornada,
Adornada de lembranças, que são, para mim, valiosa herança.
Devagarinho, ouço aquela música tomando uma taça de vinho.
Sinto meu corpo queimar, quimera, pois não passa de primavera,
O verão que marcou aquela música, aquele vinho, já era...
Era que marcou o romance mais ávido, do sol mais dourado e do amor mais sagrado!
Devagarinho, abro as portas do passado,
Passado ainda presente, que a dor veemente insiste em ficar.
Você foi como uma linda e longa viagem de trem...
Chegou, lindamente ficou, e tristemente partiu...
Será que ainda é vivo nesse mundo?
Será que casou-se e teve filhos?
Ora, foi mesmo uma viagem,
Daquelas que os personagens não morrem...
E nunca deixam de existir.
Devagarinho, caminho por cada rua que vivi com você...
Meu cheiro misturado com o seu,
Está em cada esquina,
Em cada banco de praça,
Em cada calçada adornada,
Adornada de lembranças, que são, para mim, valiosa herança.
Devagarinho, ouço aquela música tomando uma taça de vinho.
Sinto meu corpo queimar, quimera, pois não passa de primavera,
O verão que marcou aquela música, aquele vinho, já era...
Era que marcou o romance mais ávido, do sol mais dourado e do amor mais sagrado!
Devagarinho, abro as portas do passado,
Passado ainda presente, que a dor veemente insiste em ficar.
Você foi como uma linda e longa viagem de trem...
Chegou, lindamente ficou, e tristemente partiu...
Será que ainda é vivo nesse mundo?
Será que casou-se e teve filhos?
Ora, foi mesmo uma viagem,
Daquelas que os personagens não morrem...
E nunca deixam de existir.
Já vivi o bastante para não ver o tempo voltar
E aprendi, que quando me arrependo
Talvez a cura não tenha tempo de curar
Eu sinto saudade de um tempo que ja passou... Das coisas que vivi. Coisas que talvez poderiam ter pego outro rumo, modificado meu destino... Tenho saudade dos amores, das amizades, da vida sem preocupações, das broncas, dos castigos, das tristezas e fe...licidades... Tudo faz falta... E o tempo nao volta mais!!!! então quero viver cada minuto intensamente, como se esse fosse o ultimo minuto que me resta... O tempo... Ele nao volta mais!!!! Então viva la vida!!!! PÉ NA TÁBUA!
Cavs.
Chorei,
Procurei esconder e escondi
Senti o que outrora não sentia
Vivi como nunca se vivia
Aprendi,
Que o futuro pode ser distante
Pra quem quer Vida Grande
Mas, nunca tão longe
Voei,
É como um pássaro ao sair do ninho
É um pássaro voando junto ou sozinho
Sorri,
A luta tem fim
No fim é apenas gargalhada
DESAFORTUNADO
Eu conheci a casa de um desafortunado
Nela vivi quase toda minha vida,
Apanhei gravetos para os invernados,
Puxei gavetas e guardei retratos,
Um arquivo morto de mim retirado.
Eu andei por dentro da casa cumeada
Tropecei pelos atalhos, cadafalsos
Troquei uma vida, que me dera, inventada
Por uma que eu vi de perto, andando enfalço.
Fui o primeiro desordeiro do motim.
Não tive nunca uma gota de raiva,
E foi assim, andando dentro e fora dos pântanos
Que hoje dou graças à sorte fora de mim.
A imaculada virgem, mãe da Conceição
O meu amparo, de quem mais eu vi nos olhos,
A minha amada, o tempo todo cortando a rota
Dos desamados, sempre me trouxe por sua mão.
Fiz pisoteio até o cultivo dos desgarrados,
E vi a festa da colheita das formigas,
E disso eu disse, com o coração e alma aflitos,
Não me descanso, mesmo quando estou sentado.
E da lavoura que os cupinzeiros demarcavam,
Umas espigas de milho bem debulhadas,
Pus o sabugo como mastro da bravata,
E lutei só, com Conceição, nela amparado.
Olha-me Deus, no que escrevi,
Eu relatei a minha vida e Vos traí,
Era um segredo até à outra por vir,
Até cansar, e cansado, aqui cair.
As curvas do teu rosto mostram um tempo que ainda não vivi, elas aparecem no oposto, mostram os desgostos os lamentos o que eu ainda não vi, são curvas curtas, porem múltiplas. Curvas que mostram, que o futuro não existe, o que existe; é um presente que muda a cada rasgo que grita, no segundo que passa. Não é o futuro, são só marcas da mudança.
A cada dia que minha vida passa, vou aprendendo sempre mais... Sei que tudo que vivi até hoje é apenas o início do que vou viver apenas a introdução da minha vida, haverá mais; Cada lágrima que sai dos meus olhos vai se transformar num sorriso amanhã;
