Vivi
Troco agora a moldura,
não para apagar o que vivi,
mas para abrir espaço
ao que a vida insiste em florescer.
Cléber Novais.
Bem Vindo 25 !
De todas as experiências que vivi nesses 25 anos, só posso dizer que tudo na vida sempre está em mudança que nada é como a gente acha que é.E que nada dura pra sempre, que as suas escolhas partem de você para você não para os outros, que a gente não deve viver a vida querendo agradar a todo mundo se não agradarmos a nós mesmos, que sempre vai ter gente pra julgar e poucas pra ajudar. Não dá pra agradar todo mundo mas da pra ser feliz sozinho, a gente quebra a cara mas se levanta, com os arrependimentos vem os ensinamentos, que o foco da vida é colecionar momentos e amigos e não dinheiro e bens matérias.
Hoje felizmente posso agradecer pelos momentos que vive. pelas pessoas que conheci mesmo não estando mais presentes. o que importa são as lembranças do que foi bom do que foi ruim, do que foi vivido.
Só espero seguir a vida do meu jeito livre e colecionando memórias, e que o tempo possa dar serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, a coragem para mudar as coisas que não posso aceitar e a sabedoria para esconder os corposdaquelas pessoas que eu tive que matar por estarem me enchendo o saco.Tô brincando,só tenho vontade.
Viva todos os dias da sua vida como se fosse o último.
Um dia você acerta. +1 ano pra conta.
Minha Aura Cigana 💃
Por tudo o que vivi,
senti, sofri,
sangrei e chorei,
aprendi a não criar raízes
onde o chão era lágrima,
insegurança e medo.
Minha alma carrega estradas,
olhos atentos ao horizonte,
bolsos vazios de posses
e o peito cheio de destino.
Trago no corpo os vestígios do tempo
e no espírito a liberdade inquieta
de quem nunca pertenceu ao cárcere
do que é fixo, morno ou imposto.
Sou passagem,
sou vento que não pede licença,
sou chama que arde,
que aquece, que queima,
mas não se deixa apagar.
Minha aura é cigana
porque escolheu a travessia
em vez do conforto,
a verdade em movimento
em vez da paz mentirosa do repouso.
Por tudo o que vivi,
senti, sofri,
sangrei e chorei,
preferi não fincar raízes
em solos contaminados de medo.
Carrego comigo lembranças e cicatrizes
que não pedem e não suportam
curiosidade, piedade e nem falsidade
apenas passagem.
Minha alma aprendeu cedo
que permanência, muitas vezes,
é apenas uma forma educada de prisão.
Trago nos olhos a dor das despedidas,
nos pés a poeira das estradas,
no peito um coração indomável
que sangra, mas segue adiante.
Sempre!
Sou feita de partidas,
de incêndios internos,
de escolhas que doem
mais nunca, a renúncia
a mim mesma.
Nunca!
Minha aura é cigana
porque recusou o conforto
doce da mentira
e escolheu vagar com a verdade
latejando na carne,
pulsando nas veias,,
acariciando a mente
e pacificando a consciência.
Por tudo o que vivi,
senti, sofri,
sangrei e chorei,
aprendi a ouvir o chamado
das estradas invisíveis
mais plenas de visão.
Minha alma
dança com o vento,
baila com as marés,
reconhece constelações
onde outros veem apenas noite.
Carrego no coração um mapa
que não conhece fronteiras e limites
e um tempo que se move
no compasso da liberdade.
Oh! Amada Liberdade!
Senhora do meu viver!
Sou feita de travessias serenas,
de tempestades arrebatadoras,
de silêncios que ensinam,
de palavras que ecoam,
de versos que florescem
sem pedir residência.
Minha aura é cigana
porque prefere o caminho
ao destino, e faz do mundo
um eterno lugar de passagem.
Vivi, senti, sofri,
sangrei e chorei,
por isso sigo adiante.
Sempre!
Raízes me pesam e sufocam,
Estradas do viver e do sentir
livre e leve, me salvam.
Minha aura é cigana:
não pertence,
atravessa o seu caminho.
E nada e ninguém
vai tomar posse
de mim.
O sol me ilumina,
a Lua me protege,
a vida me ensina
que seguir livre
é a minha sina.
✍©️@MiriamDaCosta
"Vi, Vivi e Sei... Saites de fotos são também aqueles locais onde alguns publicam 200, 400, 3 mil fotos e todas - sem uma única exceção - 'TÊM' que ser consideradas excelentes ou surgem muxoxos, beicinhos, chorinhos. Ah, o Cerumano!"
Texto Meu 0986, Criado em 2020
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
1570
"Ainda por falar em 'Década de 1970' foi com ela e nela que vivi e fui testemunha ocular e auditiva de dois fenômenos... Uma Grande Alegria e uma Desgraça, respectivamente a Conquista do Tricampeonato de Futebol, pelo Brasil (com aquela Seleção irreparável) e o anuncio de que 'O Sonho Tinha Acabado' , pela voz do John. Alegria e Tristeza, respectivamente!"
Anjo
Eu amei um anjo
eu dormi com um anjo
eu vivi com um anjo
e nesses dias eu fui feliz
nesses dias eu morri
morri e renasci
metamorfose ambulante
agora me sinto como Zeus
mas meu anjo foi pro céu
viver junto do verdadeiro Deus
Às vezes fico com saudade
De momentos que eu ainda não vivi
Às vezes peco na vontade
De sentimentos que eu ainda não senti
Te vejo nas paredes dos hotéis
Eu vivo interpretando papéis
Às vezes não sei mais quem sou
Me deu vontade de voltar
Pois eu sei, que você quer viver comigo outra vez
Que você quer viver ao lado meu, até a luz do sol se apagar
As ruas que andei, ladeiras que subi, encantos que vi, momentos que vivi.
Sonhos que dobraram esquinas, subiam escadas.
Da janela velha eu via telhados que guardavam vidas.
Saudades que ficou carrego dentro de mim.
Sheylasouza
Uma vez me questionaram por que eu escrevo tanto sobre o amor, se eu já vivi alguma paixão ou se apenas invento as histórias que coloco no papel. Eu respondi que eu não escrevo sobre o amor por desejar ser amada como nos meus textos, mas sim por acreditar que o amor é a força mais poderosa e transformadora que existe. Eu escrevo sobre o amor porque ele me inspira, me desafia, me ensina e me faz crescer. É, escrevo sobre o amor porque ele é a essência da vida.
Eu nunca escrevi sobre como me apaixonei de verdade, mesmo que isso possa ter acontecido. Mas a verdade é que eu sinto o amor tão presente na minha vida, como se eu tivesse amado alguém de verdade. Eu sei que parece confuso, mas é que eu sempre fui fascinado pelos filmes de romance e pela obra de Shakespeare, a qual é a minha maior referência pessoal. É por isso que o romance é o meu tema preferido para escrever, mesmo que eu não tenha vivido um na realidade.
~Safira souza
Criminais
Vivi,vivo e sempre viverei entre o real e o irreal.
Porque muito mais posso num mundo irracional
onde nada temo,nada devo.
Quem disse isso uma vez
não foi um poeta
não foi um profeta
também não foi um santo.
Quem um dia ousou dizer
essas palavras, na verdade
foi um assassino
no auge da sua sagacidade.
Mas seu nome ainda dá medo
aos que relembram do seu crime
apesar dos apesares
e de toda a morte morida
ele às vezes ainda fala
coisas que são muito verdade.
Quem disse isso um dia
foi o mais cruel dos assassinos
que,por sua insânica esquisofrenia
viveu,vive e viverá sempre entre o real e o irreal.
Eu não posso projetar a minha vida pelo que eu vivi, pelo que eu era, pelo que passei! Mas projetar pelo que eu sou e o que serei!
É do alto que vem a força que você precisa.
Em meio a tantas coisas que eu já vivi,
Boas e ruins. Eu descobri que a força que mantinha nas batalhas da vida vinha do alto, sim eu pude sentir!
Quando o chão faltou para eu pisar e eu pestanejei a cair num abismo, senti que alguém me carregava em seus braços!
Hoje eu sei que foi Jesus que me carregava em seus braços e me alimentava com o seu amor e cuidado!
Quando você sentir que nada mais te sacia, alimente-se da fé.
Van Escher
Quando eu contava cerca de sete anos de idade, vivi um episódio singelo na forma, mas profundo em suas consequências. Havia, nas cercanias de minha infância, um homem dado à intriga fácil, desses que fazem da palavra instrumento de desordem. Num instante de impaciência, ainda imaturo, nomeei-o pelo que me parecia ser: fofoqueiro.
A palavra, uma vez proferida, não se dissipa — retorna. E retornou. Chegou aos ouvidos de minha mãe, que, sem hesitação, aplicou-me a devida correção.
Não foi a dor que me marcou — pois essa é efêmera. Foi a intenção pedagógica, precisa, quase cirúrgica. Minha mãe não punia por ira, mas por princípio. E suas palavras ecoam até hoje com a força de um mandamento: “Respeite os mais velhos.”
Naquele tempo — e aqui não falo com saudosismo barato, mas com senso histórico — o respeito não era tema de debate, era prática cotidiana. No transporte público, por exemplo, não havia hesitação: a presença de um idoso bastava para que nos levantássemos. Não por obrigação legal, mas por formação moral.
Éramos moldados sob a égide de limites claros. Havia hierarquia. Havia disciplina. Havia, sobretudo, a compreensão de que viver em sociedade exige contenção do ego e consideração pelo outro.
O que observo hoje, entretanto, é uma perigosa diluição desses fundamentos. Confunde-se liberdade com ausência de freio. Exalta-se o indivíduo em detrimento do coletivo. E o resultado é visível: uma erosão silenciosa do respeito, da paciência e da responsabilidade.
Não se trata de nostalgia — trata-se de estrutura. Nenhuma sociedade se sustenta sem pilares. E pilares como respeito, disciplina e responsabilidade não são acessórios: são indispensáveis.
A pergunta, portanto, não é retórica — é urgente:
que tipo de caráter estamos formando… e que tipo de sociedade estamos autorizando a existir?
Às vezes eu paro e penso em tudo que vivi e onde cheguei com meu filho, puts conseguimos ...mas ainda temos muito a caminhar...nossos sonhos nunca acabam..nossos objetivos sempre estarão se renovando...isso é estar vivo...isso é viver...isso é amar viver !!!!
Sinto que já vivi tudo que pude viver
Não tenho mais dores para sentir
E não tenho mais esperanças para crer
Tenho memórias para esquecer
Mas elas sempre voltam
Ao anoitecer
Não tenho motivos para ficar aqui
Mesmo que eu procure
Não tem nada aqui que eu possa possuir.
Vivi muito tempo tentando me adaptara essa fluidez,
acreditando que era preciso correr,
produzir, seguir sem apego.
Com o passar dos dias, fui entendendo
que alguns sonhos pedem espera,
outros se desfazem,e há aqueles que só surgem
quando o cansaço já ensinou demais.
Não era perda, era mudança de direção,
o rastro natural das escolhas feitas
em outros tempos de mim.
"Saudades...
Não de quem...
Não sei de que..
Creio que dos sentimentos bons
que eu vivie que ainda vou viver."
Haredita Angel
03.09.25
