Vivi

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De todos os segundos da minha vida, eu vivi um só.

Eu vim de histórias que eu nem vivi.
De mãos calejadas antes de mim.
De sonhos guardados em silêncio e
medos que aprenderam a existir.

É preciso de segredos para viver.
É preciso saber viver para viver.
Eu vivi o que era para ser vivido...
Do livro: Mulheres célebres 3

Troco agora a moldura,
não para apagar o que vivi,
mas para abrir espaço
ao que a vida insiste em florescer.
Cléber Novais.

Bem Vindo 25 !


De todas as experiências que vivi nesses 25 anos, só posso dizer que tudo na vida sempre está em mudança que nada é como a gente acha que é.E que nada dura pra sempre, que as suas escolhas partem de você para você não para os outros, que a gente não deve viver a vida querendo agradar a todo mundo se não agradarmos a nós mesmos, que sempre vai ter gente pra julgar e poucas pra ajudar. Não dá pra agradar todo mundo mas da pra ser feliz sozinho, a gente quebra a cara mas se levanta, com os arrependimentos vem os ensinamentos, que o foco da vida é colecionar momentos e amigos e não dinheiro e bens matérias.


Hoje felizmente posso agradecer pelos momentos que vive. pelas pessoas que conheci mesmo não estando mais presentes. o que importa são as lembranças do que foi bom do que foi ruim, do que foi vivido.


Só espero seguir a vida do meu jeito livre e colecionando memórias, e que o tempo possa dar serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, a coragem para mudar as coisas que não posso aceitar e a sabedoria para esconder os corposdaquelas pessoas que eu tive que matar por estarem me enchendo o saco.Tô brincando,só tenho vontade.


Viva todos os dias da sua vida como se fosse o último.
Um dia você acerta. +1 ano pra conta.

Anjo


Eu amei um anjo
eu dormi com um anjo
eu vivi com um anjo


e nesses dias eu fui feliz
nesses dias eu morri
morri e renasci
metamorfose ambulante


agora me sinto como Zeus
mas meu anjo foi pro céu
viver junto do verdadeiro Deus

⁠Às vezes fico com saudade
De momentos que eu ainda não vivi
Às vezes peco na vontade
De sentimentos que eu ainda não senti

Te vejo nas paredes dos hotéis
Eu vivo interpretando papéis
Às vezes não sei mais quem sou
Me deu vontade de voltar

Pois eu sei, que você quer viver comigo outra vez
Que você quer viver ao lado meu, até a luz do sol se apagar

As ruas que andei, ladeiras que subi, encantos que vi, momentos que vivi.
Sonhos que dobraram esquinas, subiam escadas.
Da janela velha eu via telhados que guardavam vidas.
Saudades que ficou carrego dentro de mim.
Sheylasouza


⁠Uma vez me questionaram por que eu escrevo tanto sobre o amor, se eu já vivi alguma paixão ou se apenas invento as histórias que coloco no papel. Eu respondi que eu não escrevo sobre o amor por desejar ser amada como nos meus textos, mas sim por acreditar que o amor é a força mais poderosa e transformadora que existe. Eu escrevo sobre o amor porque ele me inspira, me desafia, me ensina e me faz crescer. É, escrevo sobre o amor porque ele é a essência da vida.
Eu nunca escrevi sobre como me apaixonei de verdade, mesmo que isso possa ter acontecido. Mas a verdade é que eu sinto o amor tão presente na minha vida, como se eu tivesse amado alguém de verdade. Eu sei que parece confuso, mas é que eu sempre fui fascinado pelos filmes de romance e pela obra de Shakespeare, a qual é a minha maior referência pessoal. É por isso que o romance é o meu tema preferido para escrever, mesmo que eu não tenha vivido um na realidade.

~Safira souza

Criminais


Vivi,vivo e sempre viverei entre o real e o irreal.
Porque muito mais posso num mundo irracional
onde nada temo,nada devo.


Quem disse isso uma vez
não foi um poeta
não foi um profeta
também não foi um santo.


Quem um dia ousou dizer
essas palavras, na verdade
foi um assassino
no auge da sua sagacidade.


Mas seu nome ainda dá medo
aos que relembram do seu crime
apesar dos apesares
e de toda a morte morida
ele às vezes ainda fala
coisas que são muito verdade.


Quem disse isso um dia
foi o mais cruel dos assassinos
que,por sua insânica esquisofrenia
viveu,vive e viverá sempre entre o real e o irreal.

Quando eu contava cerca de sete anos de idade, vivi um episódio singelo na forma, mas profundo em suas consequências. Havia, nas cercanias de minha infância, um homem dado à intriga fácil, desses que fazem da palavra instrumento de desordem. Num instante de impaciência, ainda imaturo, nomeei-o pelo que me parecia ser: fofoqueiro.


A palavra, uma vez proferida, não se dissipa — retorna. E retornou. Chegou aos ouvidos de minha mãe, que, sem hesitação, aplicou-me a devida correção.


Não foi a dor que me marcou — pois essa é efêmera. Foi a intenção pedagógica, precisa, quase cirúrgica. Minha mãe não punia por ira, mas por princípio. E suas palavras ecoam até hoje com a força de um mandamento: “Respeite os mais velhos.”


Naquele tempo — e aqui não falo com saudosismo barato, mas com senso histórico — o respeito não era tema de debate, era prática cotidiana. No transporte público, por exemplo, não havia hesitação: a presença de um idoso bastava para que nos levantássemos. Não por obrigação legal, mas por formação moral.


Éramos moldados sob a égide de limites claros. Havia hierarquia. Havia disciplina. Havia, sobretudo, a compreensão de que viver em sociedade exige contenção do ego e consideração pelo outro.


O que observo hoje, entretanto, é uma perigosa diluição desses fundamentos. Confunde-se liberdade com ausência de freio. Exalta-se o indivíduo em detrimento do coletivo. E o resultado é visível: uma erosão silenciosa do respeito, da paciência e da responsabilidade.


Não se trata de nostalgia — trata-se de estrutura. Nenhuma sociedade se sustenta sem pilares. E pilares como respeito, disciplina e responsabilidade não são acessórios: são indispensáveis.


A pergunta, portanto, não é retórica — é urgente:


que tipo de caráter estamos formando… e que tipo de sociedade estamos autorizando a existir?

Às vezes eu paro e penso em tudo que vivi e onde cheguei com meu filho, puts conseguimos ...mas ainda temos muito a caminhar...nossos sonhos nunca acabam..nossos objetivos sempre estarão se renovando...isso é estar vivo...isso é viver...isso é amar viver !!!!

“Carrego no olhar a saudade de algo que nunca vivi, mas sempre senti.” JULIANA HOFFMANN LISKA

Sinto que já vivi tudo que pude viver
Não tenho mais dores para sentir
E não tenho mais esperanças para crer


Tenho memórias para esquecer
Mas elas sempre voltam
Ao anoitecer


Não tenho motivos para ficar aqui
Mesmo que eu procure
Não tem nada aqui que eu possa possuir.

Vivi perdida...agora que estou me encontrando, tudo ao meu redor parece perdido demais...

⁠Finalizo o dia com o coração sereno.
Agradeço pelo que vivi,
entrego o que não entendi
e confio no que ainda virá.

Que a noite nos embale com paz,
nos renove a esperança
e nos lembre, com doçura,
que o amanhã já está nas mãos de Deus.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Sem te ver eu mim apaixonei ao te conhecer eu te amei, vivi 24 anos sem você hoje não passo um dia sem te querer.




A.K

Já vivi em muitos lugares, em diferentes países, e aprendi uma lição importante: nem sempre é o lugar que determina nossa realização, mas as pessoas, as conexões e a energia que nos cerca. Há ambientes que favorecem o crescimento, enquanto outros parecem limitar nosso potencial. Por isso, quando tudo deixa de fluir de forma saudável, vale a pena buscar novos horizontes até encontrar um lugar onde seja possível prosperar, evoluir e dar frutos.

Eu vivi traumas que moldaram minha voz
Mas não calaram quem eu sou
Transformei ruína em chão possível
E do que sobrou, algo novo brotou
Não virei dura pra sobreviver
Nem cínica pra não sentir
Eu escolhi continuar humana
Mesmo sabendo tudo que eu vivi

Eu vivi traumas que quase me fecharam
Mas não fiz deles minha morada
Perdoei não pra salvar quem feriu
Mas pra não continuar algemada