Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda

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Me reinvento quantas vezes for necessário porque viver é esse equilibrar-se e desequilibrar-se sem fim

Viva a Vida! Viva! Viver é bom demais!!!

Uma mesa, algumas cadeiras, um chá e boas conversas. Deve ter sido tão bom viver isso na geração passada.⁠

Nunca é o que se faz ou sente que é o relevante para viver intensamente, mas o que se é.

Régis L. Meireles.

Fidelidade, a marca de quem tem caráter, infidelidade um jeito de viver enganar a si mesmo e abrir cicatrizes na alma de quem jura ama

Que a vida seja uma canção de viver, ⁠que cada sol que nascer, o amor em cada coração vai renascer.

⁠Enquanto vida, EU quero viver COM ALEGRIA E Agradecer a Deus A cada DIA amanhecer .

Amar é viver, odiar é morrer, a raiva mata você, e deixa vivo quem te fez enraivecer.

Força para viver, porque o amor está a perecer, te usam hoje se precisam e depois descartam você, vivemos num tempo instável, hoje você é amável, amanhã é descartável.

A tensão
No coração,
O colapso
Num lapso
Sem conexão
Com a situação
Do meu viver
Que me leva sofrer.

A meditação inconstante
da alma,
que busca
no cotidiano do viver,
encontra o que deseja
num simples abraço.

Entre a expectativa do que há de acontecer
e a realidade do viver,
o tempo de espera é pura tortura.

Que a nossa vida desperte no outro a alegria de viver e que a nossa partida traga lágrimas de esperança aos que devem continuar.

Existe uma diferença enorme entre estar viva e finalmente começar a viver.

⁠A natureza nos dá um ensinamento essencial: que aprendamos a viver sozinhos, sem depender da ajuda ou companhia de alguém para nos sentirmos bem.

"Talvez a maior prisão seja viver preso ao passado, permitindo que suas dores e traumas impeçam a plenitude do presente e a possibilidade de abraçar o hoje com serenidade.”

Tudo parece confuso, contudo permita que Deus ilumine a sua mente para que possas viver conforme de Deus "preste mais atenção"!

Colecionar memórias é a forma mais bonita de viver. A vida é boa demais para passar despercebida, então eu escolho guardar momentos: risadas simples, conversas inesperadas, pequenos instantes que aquecem o coração. No fim, são essas lembranças que contam a verdadeira história de quem somos e do caminho que percorremos.

Tem uma coisa que ninguém conta quando a gente começa a viver achando que é protagonista de alguma grande história… é que no final, o público vai embora sem avisar. Um por um. Sem aplauso, sem despedida organizada, sem aquela trilha sonora dramática que a gente imaginou na cabeça. A vida não tem créditos finais, ela tem silêncio.


Eu fico pensando nisso às vezes, assim, do nada, mexendo no celular ou lavando uma louça qualquer. Em algum momento, vai existir um dia em que a última pessoa que lembra de mim vai respirar fundo pela última vez… e pronto. Acabou. Não sobra nem eco. Nem alguém pra dizer “ela gostava disso”, “ela ria assim”, “ela tinha esse jeitinho estranho de pensar demais enquanto fingia que estava de boa”.


E olha que curioso, porque a gente passa a vida inteira tentando deixar marca. Filho, foto, vídeo, texto, briga, reconciliação, status bonito, frase de efeito… como se a gente estivesse assinando presença no mundo. Só que o mundo é um quadro branco gigante e insistente, que apaga tudo com o tempo. Sem dó, sem cerimônia, sem perguntar se pode.


E não é triste do jeito que parece, sabe? É quase libertador, mas com um toque de deboche. Porque se tudo isso vai desaparecer mesmo… então pra quê tanto peso? Pra quê viver como se estivesse sendo avaliada por um júri invisível que nem vai existir daqui a alguns anos?


Eu começo a achar que a graça da vida não está em ser lembrada, mas em sentir enquanto dá tempo. Em rir alto mesmo sabendo que ninguém vai guardar o som. Em amar alguém mesmo sabendo que essa história não vai virar lenda. Em viver como quem escreve na areia, sabendo que a onda vem… mas escrevendo mesmo assim, caprichando na letra, fazendo até um coraçãozinho no final.


No fundo, talvez a gente não precise ser eterno. Talvez a gente só precise ser intenso o suficiente pra que, enquanto estamos aqui, faça sentido. Nem que esse sentido dure só o tempo de um café quente ou de uma conversa que ninguém mais vai lembrar amanhã.


Porque veja bem… o esquecimento não é um castigo. É só o jeito do mundo seguir em frente. E a gente, enquanto ainda está aqui, pode escolher: viver tentando não ser apagada… ou viver sabendo que vai ser, mas mesmo assim, viver bonito.


Agora me diz, se tudo acaba no silêncio… não dá uma vontade ainda maior de fazer barulho enquanto dá tempo?

Eu mereço viver em paz.