Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda

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... se possível,
que ao menos por hoje
celebres a Verdade: respira!
Pois, ao respirares, testemunharás
em ti a maisextraordinária
das verdades:
a vida!

Quanto mais vejo detalhes, mais percebo o quanto as pessoas se importam de menos.


Eu acho tão cruel, as pessoas não se importarem, ou simplesmente decidirem não se importar, como se fosse a forma certa de se portarem,"não é problema meu" mas se fosse no lugar da pessoa, vc não ia querer estar. Quando uma pessoa desconta seu nervosismo que não é pouco em si, fica as marcas, mesmo que a tempestade passe, ela não fica intacta, mas para os outros é como se o sol nunca tivesse se escondido. Como se fosse apenas uma ironia do destino.


Talvez pq eles não tenham experimentado a tempestade, então eles não sabem, como é não ver o sol de verdade. Mas ao mesmo tempo também não se importam se alguém está em uma tempestade. Ninguém tem um guarda-chuva, apenas maldade.⁠

Estamos todos no mesmo barco... Uns mais perdidos, outros menos.

"Tudo passa ...
Tudo vai ...
Tudo é fase ...
Nessa vida mais ou menos."
Haredita Angel
20.03.19

"Deixe de lado as fórmulas prontas e os padrões rígidos.
Julgue menos e acolha mais:
- Eis o princípio divino-humano.”
Haredita Angel
03.06.17

"Sou muito resistente.
Resisto a tudo!
Menos a tentação..."
(de te amar)
Haredita Angel
20.8.17

-Era uma vez, uma garota loira que tinha uma amiga morena, e as duas tinham um parafuso de menos em suas cabeças...😄
Haredita Angel
01.10.11

No mesmo mundo, no mesmo chão, no mesmo plano.
Nem menor, nem melhor e muito menos maior...
apenas vejo as coisas de um jeito diferente.
Eu olho como poeta,
penso como um filósofo
e escrevo como um louco.
Por quê?
Simples. Porque justo o que me faz semelhante,
também me torna ÚNICO...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j.

⁠Quem recorre à Mentira para defender o que Acredita, acredita em tudo, menos, na Verdade.

⁠Você sempre será exigente demais aos olhos dos que se empenham de menos.

Um homem mau oferece muito menos perigo empunhando uma arma do que folheando uma Bíblia.


Empunhando uma arma, ele é previsível, folheando uma Bíblia, não mais.


Pois, nas terras férteis da instrumentalização religiosa, o que não falta é gente ruim se valendo do nome do Filho do Homem para se esconder, aparecer e se promover.


Quando um homem mau empunha uma arma, pode até ferir corpos e espalhar medo por algum tempo.


Mas quando ele abre uma Bíblia e se apropria da fé alheia para justificar sua maldade, o perigo se torna ainda maior.


A arma só atinge a carne, mas a Manipulação Religiosa corrói a Consciência Espiritual, Desfigura a Verdade e Aprisiona o Pensamento.


É por isso que, muitas vezes, o estrago causado por um Falso Profeta se prolonga para muito além de sua própria existência: porque não apenas mata, mas ensina outros a matarem em nome de suas verdades.


A fé deveria libertar e iluminar, mas, nas mãos de quem só deseja poder, transforma-se em algemas invisíveis.


Eis a gritante diferença: balas deixam cicatrizes no corpo, enquanto a palavra descaradamente distorcida deixa cicatriz na alma.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a Religiosa.

Se soubéssemos ao menos admirar a disciplina dos japoneses como eles admiram o nosso futebol, talvez a nossa primeira derrota não fosse tão vergonhosa.

⁠Entre a
indiferença e a imposição,
eu fico com a que
fere menos:
a indiferença.


A imposição já chega fazendo barulho demais, atravessando vontades, atropelando silêncios…


Ela não pergunta, determina.


Não escuta, ordena.


E quase sempre se disfarça de cuidado, de verdade absoluta, de “é para o seu próprio bem”.


Mas deixam marcas — profundas, invisíveis e até persistentes.


A indiferença, embora gélida, ao menos respeita nossas fronteiras.


Dói, sim.


A ausência pesa, o vazio ecoa…


Mas nela ainda há espaço para respirar, para escolher, para não ser moldado à força pelo desejo do outro.


A indiferença não invade a alma; apenas passa ao largo dela.


Entre ser ignorado e ser violentado em nome de certezas alheias, há uma diferença crucial: um fere pela falta, o outro fere pelo excesso.


E excessos, quando impostos, quase nunca constroem — apenas nos quebram.


Talvez o ideal fosse o cuidado que escuta, o amor que propõe sem impor, a presença que respeita.


Mas enquanto isso não acontece, que ao menos nos poupem da brutalidade das verdades empurradas goela abaixo.


Entre a indiferença que não pede para ir nem ficar e a imposição que já chega metendo os pés na porta, que fique a indiferença.


Porque aquilo que não toca pode até doer,
mas o que força… costuma ferir demais.


Me abandone, mas não me atormente!

⁠Que Deus é fiel,
o mundo já sabe,
ou ao menos deveria saber — e nós, até quando somos fiéis?


Deus tem sido sempre tão Generoso conosco que, se a Graça não fosse um Favor Imerecido, o Constrangimento talvez fosse muito maior que a Gratidão.


Não porque me falte reconhecimento, mas, porque sobra consciência das próprias falhas.


A graça, quando compreendida de verdade, não infla o ego — ela o desarma.


Talvez, sem essa plena consciência de imerecimento, dificilmente eu escaparia do abraço do constrangimento.


E há algo de profundamente pedagógico no favor que não se pode pagar, negociar ou justificar.


Ele nos retira do centro do palco, desmonta a agridoce ilusão de mérito e nos coloca no único lugar possível diante do Divino: o da humildade…


A Espiritual e a Intelectual.


Quem entende a graça não anda de peito estufado; anda de cabeça baixa, não por culpa, mas por reverência.


O constrangimento, nesse contexto, não é a vergonha paralisante, é puro espanto.


É perceber que, apesar de quem somos, carregados de rastros de podridão, continuamos sendo alcançados pelas mãos misericordiosas do Pai.


Que mesmo quando nossas mãos estão vazias de boas razões, elas ainda são preenchidas de misericórdia.


E isso nos educa mais do que qualquer repreensão.


Talvez a maior evidência de maturidade espiritual seja justamente essa: não transformar a generosidade de Deus em direito adquirido, nem a graça em moeda de barganha.


Quem vive consciente do favor imerecido não se acostuma com ele — agradece, cuida e tenta responder, não com merecimento, mas com fidelidade.


Que Deus é fiel, o mundo já sabe ou ao menos deveria saber — e nós?


Até quando somos ou tentamos ser fiéis?

⁠Quem sugere que a justiça se valha de outro crime para se cumprir, pode ter qualquer sede, menos de Justiça.


Tentar legitimar um crime, em detrimento de outro, revela muito mais sobre suas próprias carências do que sobre qualquer virtude moral.


Porque a justiça, quando precisa caminhar sobre as sandálias do delito, já não é justiça — é vingança disfarçada de princípio.


A verdadeira justiça não nasce do atalho, nem se sustenta no erro alheio.


Ela se constrói justamente no compromisso de não reproduzir aquilo que condena.


Do contrário, perde o direito de apontar o dedo, pois passa a caminhar no mesmo terreno que finge combater.


Há quem confunda sede de justiça com fome de punição.


Mas justiça não se alimenta de excessos, nem se satisfaz com a quebra das próprias regras.


Quando alguém aceita um crime como meio legítimo, o fim já se encontra corrompido.


No fundo, quem defende esse tipo de lógica não clama por justiça — clama por triunfo, por alívio emocional, por aplacar ressentimentos.


A justiça, ao contrário, exige sobriedade, limites e, sobretudo, integridade.


Porque só permanece justa aquela que se recusa a se tornar aquilo que combate.

Concordar com o Papa ou com o Trump é o de menos, o trágico é alugar a cabeça para quem jamais honraria o aluguel sem recorrer à IA e aos caprichos dos algoritmos.

Os Sequestradores Mentais conseguem “ocultar” muita coisa, menos o medonho Projeto de Poder.


Porque todo projeto de poder, cedo ou tarde, deixa rastros…


Ele aparece na tentativa de controlar narrativas, de dividir pessoas entre “nós” e “eles”, de transformar adversários em inimigos e de convencer a sociedade de que questionar é um ato de traição.


A manipulação não sobrevive sem o Medo, sem a Repetição e sem a Desinformação.


Ela prospera quando as emoções substituem os fatos e quando a lealdade passa a valer mais do que a verdade.


É nesse ambiente que muitos deixam de Pensar Por Conta Própria e passam a apenas reproduzir discursos prontos.


Por isso, o maior antídoto contra qualquer projeto de dominação não é a troca de um grupo por outro, mas a preservação da consciência crítica.


Democracias saudáveis dependem de cidadãos que desconfiem de promessas absolutas, fiscalizem quem exerce o poder e estejam dispostos a rever suas próprias convicções diante de evidências.


Nenhum governante, partido ou ideologia deveria estar acima do Escrutínio Público.


Quando líderes passam a ser tratados como Infalíveis, a Liberdade perde espaço para o culto à personalidade, e o interesse coletivo corre o risco de ser substituído por interesses particulares.


A Verdadeira Liberdade começa quando ninguém consegue sequestrar a nossa capacidade de pensar.


Quem preserva o Discernimento pode até mudar de Opinião, mas jamais entrega sua Consciência a quem pretende governar mentes antes de governar um país.⁠

⁠Se pudéssemos ao menos mensurar a agonia das Ligeiras e Inesperadas Despedidas, certamente aproveitaríamos um pouquinho mais a companhia uns dos outros.


Talvez demorássemos menos para dizer “eu te amo”, “senti sua falta”, “fica mais um pouco”.


Talvez deixássemos de economizar abraços, de adiar encontros, de acreditar que haverá sempre um amanhã disponível para aquilo que hoje nos parece tão pouco urgente.


A vida, porém, tem essa maneira estranha, silenciosa e até cruel de nos ensinar que algumas Despedidas não fazem anúncio.


Não batem à porta, não pedem licença, não nos concedem o privilégio de uma última conversa.


Às vezes, a pessoa parte enquanto ainda estamos distraídos com coisas tão pequenas, preocupados com problemas que, depois, descobrimos que nunca foram realmente importantes.


E é justamente isso que assusta: perceber que muitos dos nossos “depois” podem nunca mais chegar.


“Depois eu ligo.”


“Depois a gente se encontra.”


“Depois conversamos com calma.”


“Depois eu digo o quanto você é importante para mim.”


Mas a vida não assina contratos com o tempo.


Não nos garante reencontros, segundas chances ou despedidas dignas da importância dos que partem.


Talvez por isso devêssemos olhar com mais atenção para aqueles que caminham ao nosso lado.


Escutar um pouco mais…


Julgar um pouco menos.


Perdoar enquanto há tempo.


Celebrar presenças sem esperar que se transformem em saudade para que finalmente compreendamos o seu valor.


Porque, no fim, não são os grandes acontecimentos que necessariamente permanecem em nossa memória.


São os detalhes: uma conversa qualquer, uma risada inesperada, um café compartilhado, uma mensagem recebida num dia difícil, um abraço que parecia comum e que, mais tarde, se tornaria inesquecível.


A saudade é uma espécie de arqueóloga do afeto: vasculha o passado procurando vestígios daquilo que não soubemos valorizar enquanto estava presente.


E talvez a grande sabedoria esteja justamente em não esperar pela ausência para reconhecer a presença.


Que a gente aprenda, enquanto ainda há tempo, a estar inteiro onde o coração estiver.


A olhar nos olhos.


A demonstrar.


A agradecer.


A permanecer um pouquinho mais quando alguém precisar de nós.


Porque algumas Despedidas duram apenas alguns segundos, mas podem deixar uma eternidade inteira de profundos silêncios.


E, se não podemos impedir que as pessoas partam, podemos ao menos fazer com que, enquanto estiverem conosco, saibam o quanto são amadas.


Talvez seja essa a maneira mais bonita de vencer, ainda que por instantes, a dolorosa impermanência da vida: fazer do tempo que temos juntos um lugar onde ninguém precise duvidar do próprio valor.

Nessa manhã eu chorei.
Noite passada também.
Por que simplesmente sumiu?
Ao menos, diga que está bem.

Nessa manhã eu chorei.
Noite passada também.
Por que simplesmente sumiu?
Ao menos, diga que está bem.


Vi lento o dia a passar...
E um mês, uns dez anos durar.
O peito, notei congelar
Arder, doer e sangrar...