Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda
Não importa o dinheiro, a classe social, a profissão, muito menos o sobrenome. Nada disso define caráter.
Não existe evolução nem entusiasmo que não sejam destruidores, ao menos em seus momentos de intensidade.
0461 "Não se iludam e muito menos comemorem... Meu estado de aparente tristeza tem a ver exclusivamente com os níveis baixos dos meus estoques de lagosta, de champã e de camarões VG."
"Se alguém tiver que ficar sem (seja lá o que for) que seja eu. Eu, pelo menos, não vou ficar chorando por ficar sem (seja lá o que for)!"
Frase Minha 0005, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Debater é preciso! Fugir do debate e/ou xingar a mãe do outro não é preciso! A menos… A menos que um dos debatedores seja leviano ou descompensado ou irresponsável. Ou tudo isso!"
Frase Minha 0630, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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1650
"Pelo menos dois não estão nada incomodados nem impressionados com Ateus nem com o que Ateus pregam. Esses dois somos Eu e o proprio Deus!"
1822
"Eles não cansam e muito menos mudam... Aqueles que vivem dizendo o que Deus quer de NÓS e das NOSSAS VIDAS, não deles nem das vidas deles!"
Não há nada menos cristão do que usar a Bíblia como um espelho para admirar a própria 'santidade' enquanto se diminui o próximo.
Menos um dia hoje.
Diz as horas se despedindo.
E o ponteiro que não para logo apita.
Amanhã é um novo dia. Agradeça!
O tempo voa, mas a gratidão permanece.
Com o ponteiro avançando e o dia se despedindo, fica o meu muito obrigado pela companhia e por essa energia renovadora. Que o descanso seja breve e o despertar revigorante, prepare-se para uma nova chance que o dia de amanhã te trará.
ꫂ❁Bom descanso ꫂ❁
Citações bíblicas são para acender luzes — não para apagá-las, muito menos para monopolizar a Graça.
Insulto maior não há, que ver tantos se valendo das Sagradas Escrituras para se esconder, aparecer... ou se promover.
Porque Deus jamais teria contribuído com uma única vírgula do livro mais vendido, mais lido — e menos vivido do mundo — para legitimar descuidos, maldade ou caprichos de apaixonados.
A Palavra, quando nasce da Fonte, não busca plateia, busca consciência.
Não pede eco, pede postura.
Nem deseja aplauso, deseja transformação.
Mas há os que a tomam como escudo, sem jamais permitir que ela os atravessasse.
Há os que a declare com fervor, mas não a deixe iluminar a própria sombra.
É há os que a cite de cor — e, ainda assim, não a conheça.
Talvez o maior desafio da fé não seja crer, repetir ou pregar… mas permitir que a Graça nos alcancem onde mais resistimos a ser alcançados.
Porque Escritura não foi dada para amarrar ninguém — foi dada para libertar.
E somente quem se deixa iluminar por ela descobre que a verdadeira luz nunca humilha; revela.
Nunca esmaga; desperta. Jamais separa; reconcilia.
E é justamente aí que a Filosofia reencontra a Fé no ponto mais delicado: o ponto em que ambas exigem do sujeito não a obediência cega, mas a coragem de se encarar.
A Filosofia nos pergunta por que acreditamos; a Fé nos pergunta como vivemos o que dizemos acreditar.
E, quando caminhamos sem medo, percebemos que essas perguntas são irmãs — não rivais.
A Escritura nos mostra caminhos, mas jamais os percorre por nós.
A consciência é quem decide se cada passo será um gesto de luz ou de vaidade.
Porque não há texto sagrado, capaz de elevar quem insiste em rastejar pelas conveniências.
E não há versículo que enobreça mãos que o brandem como arma enquanto o coração permanece fechado como punho.
Fé sem reflexão vira fanatismo.
Reflexão sem fé vira desespero.
Mas a união das duas — essa, sim, — é o que faz da Palavra uma ponte em vez de trincheira.
Talvez Deus nunca tenha pedido que interpretássemos a Escritura com perfeição… mas que a vivêssemos com honestidade.
Porque a Verdade, quando realmente é luz, não precisa ser defendida — precisa apenas ser deixada brilhar.
Porque a Oração sem Ação não ascende — retorna.
Não toca o Alto — ressoa no vazio de quem a profere.
E, talvez por isso, seu destino seja apenas os ouvidos dos tolos que imaginam que o Céu se move por frases que nem eles próprios se movem para viver.
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.
Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.
Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.
O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.
O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.
Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.
Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.
Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.
O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.
Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.
Que a dor seja escola, não vitrine.
E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.
Amém!
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.
Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.
Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.
Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.
É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.
Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.
Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.
É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…
Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.
E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.
Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.
Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.
Se expor aos riscos vivendo é muito menos arriscado do que não se expor somente existindo.
Viver é aceitar os riscos como parte da caminhada.
É se expor ao erro, à queda, à dúvida e, ainda assim, seguir adiante.
Existir sem se arriscar pode até parecer seguro, mas cobra um preço silencioso: o da estagnação.
Quem apenas existe se protege das feridas, mas também se priva dos encontros, das descobertas e das transformações que só a vida em movimento oferece.
No fim, viver — com todos os seus riscos — é muito menos perigoso do que atravessar o tempo intacto, porém vazio, assistindo à própria vida passar sem nunca ter realmente vivido tudo que se tem para viver.
A pressão afinou meu caráter, a pressão não me quebrou, me acertou, hoje tenho menos sobra de vaidade.
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