Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda
Como se eu fosse ouvida, eu gritei. Como se eu quisesse ser vista, eu gastei papel e tinta. Gastei meus dedos calejados no violão ao som de "Que País é Este?". Rouca demais, pequena demais. Suficientemente tímida pra virar revolucionária de sofá. Eu me revolto com a notícia e mudo de canal. Eu prefiro rir da incapacidade de realacionamento do Dr. House do que admitir a minha própria.
Perfeito? Muito pelo contrário. Tem que ser o mais cheio de defeitos possível! Gosto daquilo que me desafia. O fácil nunca me interessou, já o obviamente impossível sempre me atraiu - e muito.
Tudo muda rápido demais. E o pior é que quase nunca é pro bem. Pessoas que costumavam ser o seu porto seguro hoje nem te dizem oi.
O Ônus e o Bônus do Silêncio
O silêncio pode ser uma arte — uma escolha sábia quando as palavras seriam navalhas afiadas. Mas já parou para pensar no turbilhão de pensamentos de quem espera, desesperadamente, ouvir ao menos uma palavra?
Há uma tortura cruel em tentar decifrar o que se esconde nesse vazio. O que se passa no outro lado do silêncio? Talvez seja um ato inteligente calar-se quando tudo o que temos a dizer reflete dor ou ressentimento. Mas será que já pensamos no quanto esse silêncio pode ferir profundamente quem escolhe sufocar suas palavras, engolindo cada sentimento como se fossem cacos de vidro?
Existe toxicidade no silêncio? Sim, quando ele se torna uma prisão que sufoca experiências não verbalizadas e necessidades não atendidas. Quando não dizemos o que nos incomoda, essas emoções se acumulam até explodirem de forma destrutiva.
Silenciar e esperar que o tempo resolva tudo é uma ilusão cômoda. É angustiante esperar que o tempo cure feridas que poderiam ser tratadas com um diálogo consciente e empático. Às vezes, bastaria a vontade de escutar — e ser escutado.
Por outro lado, o silêncio pode ser transformado em arma. O tratamento de silêncio é uma forma cruel de manipulação, abuso e punição. Ele faz com que o outro se sinta inseguro, ansioso, rejeitado, invisível e, muitas vezes, culpado por algo que nem compreende.
É preciso sabedoria para respeitar o silêncio do outro, mas também coragem para verbalizar esse respeito, validando os sentimentos de ambos.
Então, o silêncio é sabedoria ou covardia? Depende. O mérito está em saber quando calar — e quando falar, pode libertar.
Desvelando a Morte: O Caír das Cortinas
A morte há de ser como
O cair das cortinas entre a cria e a criatura,
A parede invisível que nos separa da eternidade,
Podendo assim estar diante do Criador.
O rasgar do tecido fino que separa o agora do infinito,
Revelando a nudez do ser humano,
Deixando para trás todas as bagagens e tesouros
Que acumulamos em vida,
Mas que ali não têm utilidade alguma.
Nesse momento, tarde demais,
Percebe-se o quão fútil pode ser a vida,
E que talvez a morte não seja o problema.
Ela há de ser uma solução,
Uma passagem para o eterno e o desconhecido,
Onde o peso do viver finalmente se dissolve.
Pode ser difícil fazer algumas
escolhas. Mas muitas vezes, isso
é necessário. Existe uma diferença
muito grande entre conhecer o
caminho e percorrê-lo!
Eu nunca serei um daqueles caras que tocam um solo maior do que deveria ser. Meus solos complementam a música. A música é o mais importante, não o solo.
Dispensados devem ser os que nos retiram as forças, mesmo que sutilmente, ou que quase nem percebamos. Os piores golpes são os silenciosos!
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