Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda
Moniquinha é Moniquinha é sem vice-versa.
Moniquinha é um furacão silencioso no olhar e serenidade ao falar.
Moniquinha é a forma mais pura feita em ouro, é delicada como a flor do jasmim.
Moniquinha dobra o vento, seca o mar e, num toque de deusa, faz tempestade virar calmaria.
Moniquinha, suas reminiscências são gráficos que marcam as lutas travadas e vencidas, quietinha e tranquila.
Moniquinha é cultura, é arte, é história a ser escrita.
Moniquinha é passado, é futuro, é o presente.
Moniquinha é charmosa e marcante, é beleza em pessoa, é divina de alma.
Moniquinha é flor do jardim, é brisa do mar, é luz do luar...
Moniquinha é única e singular, exclusiva, sem igual, é rara e excepcional.
Moniquinha é o começo, é meio e não tem fim…
E então eis que fui escolhida, e quis ser. Deus criou para cada um de nós um dom e, junto com cada dom deu-nos uma missão. Deu-me o dom de amar e, a missão de mostrar à você o caminho de volta. E com esse dom e essa missão aprendi que, quem ama não teme.
Flávia Abib
____________________(A Fênix e a Libélula)
Ninguém consegue ser são, coerente e assertivo em todas as formas de conhecimento pleno, o tempo todo, sem desvios de pensamento, observações e de personalidade. Os mais notáveis pensadores e intelectuais, de nosso mundo, são aqueles que reformularam suas perguntas e buscaram novas respostas no continuo caminho investigativo e estão abertos a novos aprendizados e novos conceitos na reforma mais precisa de antigas respostas, emitidas no passado por serem ou estarem imprecisas, errôneas ou incompletas.
“Ser ariano(a) é ter coragem para lutar, aprender que nem tudo é confronto e, sobretudo, lidar com a própria intensidade em busca de consistência.”
Força na alma
Sonhos na bagagem
Luta constante
Ser de fases
Guerreira na essência
Brilhante na vida
Forte como rocha
Sua luz é bem vinda
Iluminada como a lua
Ela é toda magnitude
Abençoada por Deus
E cheia de virtude
Como flor,
Com sua beleza e esplendor
Passa por vento e chuva
Mas sempre está na lida
Tem mistério
Tem beleza
És sentimento por natureza
Por toda parte, tuas sementes...
MULHER
Eu escolhi a mim...
escolhi ser eu...
escolhi minha alma intensa
e toda a imensidão
que habita aqui!
Desde as mais antigas tradições espirituais, o ser humano interroga-se acerca do sentido último da existência, da natureza da vida e do mistério da morte. Em diferentes épocas e civilizações, essa inquietação assumiu formas variadas, mas sempre convergiu para um mesmo ponto: a tensão permanente entre o apego ao transitório e a busca pelo eterno.
Nos Vedas, encontra-se a emblemática narrativa de Nachiketa, que se dirige a Yama, o senhor da morte, para solicitar-lhe a imortalidade. Diante do pedido, Yama recusa-se a concedê-la, explicando-lhe que a mortalidade constitui parte essencial do ciclo da existência. A verdadeira imortalidade, ensina-lhe, não se alcança pelo prazer sensível, mas pela compreensão do verdadeiro ser. A libertação, nesse horizonte, nasce do autoconhecimento e da superação das ilusões do mundo fenomênico.
Em perspectiva análoga, o budismo apresenta, no Tripitaka, a parábola da jovem tecelã que pede a Sidarta, já iluminado como Buda, que distribua sabedoria a todos. Em resposta, ele ordena que vá à aldeia e interrogue os habitantes acerca de seus desejos. Ao retornar, ela relata pedidos de riqueza, saúde e poder, mas nenhum pedido por sabedoria. “Como posso oferecer aquilo que não desejam?”, indaga o Buda. A lição é clara: o homem, cativo de suas inclinações imediatas, ignora frequentemente aquilo que lhe é essencial.
No cristianismo, os evangelhos narram o encontro de Jesus com o jovem rico, que lhe pergunta sobre o caminho para a vida eterna. Após afirmar cumprir os mandamentos, o jovem ouve a exigência decisiva: vender seus bens e distribuí-los aos pobres. Incapaz de desapegar-se de suas posses, afasta-se entristecido. A salvação, aqui, não é negada, mas condicionada à renúncia e à liberdade interior.
Essas três narrativas, oriundas de contextos culturais e históricos distintos, convergem para uma mesma verdade antropológica: o ser humano deseja aquilo que não compreende plenamente e apega-se àquilo que o impede de transcender. Busca o conforto do imediato e teme o risco da transformação interior. Prefere o perecível ao eterno, o seguro ao verdadeiro, o visível ao essencial.
Desejamos, assim, o que não entendemos. Esquecemos o que precisamos abandonar. Lutamos pelo transitório, mesmo sabendo de sua fragilidade. Sustentamos o insustentável, por receio de perder aquilo que julgamos ser nosso. E, quando o sacrifício se impõe como condição para a plenitude, ainda assim hesitamos, adiamos e recuamos.
Talvez resida aí o drama fundamental da existência humana: saber, em algum nível, que a vida autêntica exige renúncia, mas não possuir, muitas vezes, a coragem de realizá-la. Entre o chamado da transcendência e o peso do apego, movemo-nos em permanente ambiguidade. E é nesse espaço de tensão que se decide, silenciosamente, o destino espiritual de cada indivíduo.
A sua máscara de sanidade pode ser facilmente destruída quando colocada contra a percepção, só não confunda isso com ignorância.
Já parou para pensar
que o que tu chamas
felicidade,
pode ser passageiro?
Então, aproveite
o momento e tente prolongar
o que te faz bem!
Afinal, nem tudo
será eterno!
Lembre-se
que tudo é mutável,
portanto,
aproveite todos os momentos,
porque um dia
tudo poderá ser diferente,
e não haverá tempo
de recuperar
o que se perdeu,
o que ficou,
o que não se aproveitou...
A vida é como maré...
um eterno movimento
de vem e vai!
Decisões devem ser tomadas
para que seu amanhã
seja renovado!
FAÇA O NOVO CHEGAR
E SINTA TUDO SE TRANSFORMAR!
Quebrou?
Será que tem conserto?
Será que os cacos
podem ser colados?
Somos feitos de pedaços,
buscando sermos inteiros,
num mundo cheio
de seres imperfeitos.
Professor,
Realmente você tem valor!
O seu exemplo deve ser seguido,
Forte guerreiro com seu
Escudo - o livro.
Semeador de conhecimento,
Sua lida enobrece
O seu caminho e
Rega de bençãos a sua vida.
Eu tenho um conceito sobre o amor: amar é ir além de algo simples; é mais do que admirar um ser vivente. O amor faz com que tudo à sua volta, mesmo em meio ao caos, se torne perfeito, pois a presença daquela pessoa, mesmo em situações difíceis, faz com que você não precise de mais nada além de oferecer o melhor a ela.
É místico, é forte, é sobrenatural e fenomenal. O amor é inexplicável, assim como o futuro é incerto para nós, pois, afinal, só conseguimos senti-lo no presente, sendo um sentimento lindo e prazeroso.
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